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BAIXA AUTOESTIMA: COMO TRATAR? | Dr. Lucas Nápoli

17:291,146 summary words · ~6 min readPortuguese (Portugal, Brazil)By Psicanálise em Humanês - Lucas NápoliTranscribed Aug 22, 2026
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Summary

A autoestima é a nota inconsciente que o sujeito atribui a si mesmo ao confrontar seu eu real com o gabarito do Eu ideal, e seu tratamento requer ajustar o comportamento sabotador ou relativizar ideais tirânicos e inalcançáveis.

Distingue o falso acolhimento da intervenção analítica real, mostrando quando a baixa autoestima decorre de autossabotagem e quando provém de exigências superegóicas impossíveis que adoecem o sujeito.

Section summaries

0:00-3:00

Definição de Autoestima e Diferenciação entre Basal e Variável

watch

O Dr. Lucas Nápoli introduz a problemática do tratamento da baixa autoestima fundamentando seu conceito psicanalítico. Ele define a autoestima não como uma emoção abstrata, mas como o resultado quantitativo e qualitativo de uma avaliação constante e inconsciente que o sujeito faz de si. É apresentada a divisão fundamental entre autoestima basal (o núcleo estável e estrutural de autoavaliação) e autoestima variável (as flutuações temporárias causadas por erros ou sucessos do dia a dia). O vídeo estabelece que o verdadeiro foco de uma intervenção profunda deve ser a transformação da autoestima basal.

  • A autoestima reflete uma nota conferida em uma prova interna inconsciente e ininterrupta.
  • A autoestima basal fornece a estabilidade identitária, enquanto a variável responde a contingências passageiras.

Estabelece a premissa teórica central necessária para compreender todo o raciocínio posterior.

3:00-6:00

A Dialética entre o Eu Real e o Eu Ideal

watch

Explica-se a mecânica avaliativa da mente através da relação entre o eu real e o Eu ideal. Toda avaliação requer parâmetros prévios, funcionando o Eu ideal como o gabarito normativo que determina a aprovação ou reprovação da conduta concreta do eu real. O autor destaca que esse gabarito pode ser mais ou menos exigente e que a discrepância excessiva entre esses dois polos é a causa direta do rebaixamento da autoestima. A partir dessa divisão conceitual, delineiam-se os dois cenários clínicos possíveis na origem da baixa autoestima.

  • O Eu ideal opera como o gabarito oficial segundo o qual o eu real é constantemente examinado.
  • A nota da autoavaliação depende estritamente do nível de conformidade do comportamento real a esse gabarito psíquico.

Apresenta a ferramenta diagnóstica fundamental da psicanálise para mapear a autoestima.

6:00-9:00

Cenário 1: Eu Ideal Razoável e Comportamento de Autossabotagem

watch

O primeiro cenário clínico aborda pacientes cujo Eu ideal apresenta exigências razoáveis e socialmente saudáveis, como diligência, compromisso e responsabilidade no trabalho. Nesses casos, o sujeito falha na avaliação não porque o padrão é irreal, mas porque adota condutas evitativas e preguiçosas que violam seus próprios valores. A conduta terapêutica adequada não consiste em relativizar a importância do trabalho ou incentivar a complacência, mas em desvendar os processos inconscientes de autossabotagem e autopunição. Ao superar o padrão autodestrutivo e alinhar a ação ao ideal saudável, a nota na prova interna sobe e a autoestima é restaurada.

  • Demandas de diligência e responsabilidade são saudáveis e não devem ser relativizadas no tratamento.
  • A preguiça crônica frequentemente encobre defesas inconscientes de autossabotagem e autopunição.
  • O tratamento neste caso exige alterar o comportamento real para alinhá-lo ao gabarito legítimo.

Demonstra como tratar a baixa autoestima quando a causa primária reside no comportamento autodestrutivo.

9:00-12:00

Cenário 2: Eu Ideal Persecutório e Demandas Inalcançáveis

watch

Analisa-se o segundo cenário clínico, no qual o Eu ideal é excessivamente severo e exige metas contrárias à natureza do indivíduo ou à própria condição humana. São citados exemplos clínicos concretos: a exigência de uma heterossexualidade mandatória em sujeitos com pulsões homossexuais e a exigência de um pacifismo ininterrupto que proíbe qualquer manifestação da agressividade inata. Como o sujeito jamais conseguirá cumprir essas exigências impossíveis, ele vive em estado perpétuo de insuficiência e culpa. O manejo clínico aqui inverte a direção: não se altera o comportamento, mas submete-se o Eu ideal à crítica analítica para relativizá-lo e torná-lo compatível com a realidade.

  • Ideais que demandam supressão de pulsões constitutivas (sexualidade, agressividade) geram culpa estrutural.
  • A intervenção analítica deve forçar a flexibilização e o rebaixamento das exigências do Eu ideal tirânico.
  • A adequação da norma à realidade biológica e psíquica do sujeito é a única via para cessar a reprovação interna.

Fundamental para compreender como intervir em casos de superego tirânico e ideais de perfeição inalcançáveis.

12:00-15:00

Síntese do Alinhamento Psíquico e a Necessidade do Eu Ideal

watch

Sintetizam-se os dois caminhos clínicos, enfatizando que a elevação da autoestima sempre decorre da harmonização entre o eu real e o Eu ideal, seja ajustando a conduta ao ideal ou ajustando o ideal à realidade. O Dr. Lucas refuta categoricamente a hipótese de extinguir o Eu ideal, explicando que a autoavaliação é um processo psíquico inextirpável. Além de inevitável, um Eu ideal que faça demandas suficientemente boas e exija esforço é fundamental para a maturação e a convivência social, devendo o equilíbrio evitar tanto o relaxamento absoluto quanto a dívida perpétua da perfeição.

  • O objetivo terapêutico é a harmonia funcional entre o eu real e o Eu ideal.
  • A extinção do Eu ideal é uma impossibilidade estrutural da condição humana.
  • Ideais 'suficientemente bons' equilibram desafio construtivo sem gerar sentimentos de dívida crônica.

Entrega a conclusão integradora de todo o modelo psicanalítico apresentado.

15:00-17:00

Confraria Analítica, E-books e Encerramento

skip

O autor faz menção às aulas ministradas na 'Confraria Analítica' sobre o ensaio 'Sobre o Narcisismo: uma Introdução' de Sigmund Freud, conectando o tema do vídeo com o material formativo da comunidade. Ele divulga os planos de assinatura mensal e anual de sua escola de psicanálise, detalhando as aulas ao vivo e o acervo de conteúdo gravado. Por fim, apresenta seus dois e-books autorais ('O que um psicanalista faz' e 'Psicanálise em humanês: 16 conceitos psicanalíticos cruciais') e solicita o compartilhamento do vídeo com pessoas que sofrem de baixa autoestima.

Bloco dedicado a anúncios institucionais, divulgação de cursos e livros do canal.

Key points

  • Autoestima como Autoavaliação Inconsciente Contínua — A autoestima funciona como o resultado métrico de um exame psíquico permanente e inconsciente que o indivíduo aplica sobre sua própria conduta.
  • Autoestima Basal versus Variável — A autoestima basal é a autoavaliação nuclear e estável mantida ao longo do tempo, enquanto a variável oscila temporariamente conforme eventos pontuais do cotidiano.
  • O Eu Ideal como Gabarito Avaliativo — Na teoria psicanalítica, o Eu ideal atua como o parâmetro ou gabarito normativo contra o qual o comportamento concreto do eu real é medido.
  • Dois Caminhos Clínicos: Mudança de Conduta vs. Flexibilização do Ideal — Se o Eu ideal for razoável e houver autossabotagem, investiga-se a autopunição para mudar a conduta; se o ideal for inalcançável e violar a natureza pulsional do sujeito, desconstrói-se a exigência idealizada.
autoestima é a nota da prova que eu aplico sobre mim mesmo da prova que eu estou aplicando sobre mim mesmo o tempo todo sem que você perceba de maneira inconsciente Dr. Lucas Nápoli
O nome técnico que a gente dá para esse gabarito dentro da psicanálise é Eu ideal nós temos o eu real esse eu que se comporta concretamente na realidade nós temos o Eu ideal que é o gabarito a partir do qual eu me avalio Dr. Lucas Nápoli

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Como tratar a autoestima Como ajudar uma

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pessoa que tem autoestima baixa a

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melhorar a elevar a sua autoestima é

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sobre isso que eu quero falar nesse

0:13

vídeo de hoje para você que não me

0:15

conhece meu nome é Lucas Napoli eu sou

0:18

psicólogo psicanalista eu doutorado em

0:21

psicologia Clínica seja muito bem-vindo

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ao canal psicanálise em uma vez

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[Música]

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como tratar a autoestima pessoal a

0:38

primeira coisa que a gente precisa fazer

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é definir autoestima é entender o que é

0:43

isso do que que a gente tá falando do

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meu ponto de vista autoestima é o

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resultado do processo constante de auto

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avaliação que nós estamos fazendo ou

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seja autoestima é a nota da prova que eu

1:01

aplico sobre mim mesmo da prova que eu

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estou aplicando sobre mim mesmo o tempo

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todo sem que você perceba de maneira

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inconsciente você está o tempo todo se

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avaliando e a sua autoestima será

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reflexo será o efeito será o resultado

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desse processo de auto avaliação se você

1:25

tira uma nota boa nessa prova que você

1:28

aplica sobre si mesmo sua autoestima

1:31

será elevada se você tira uma nota baixa

1:34

sua autoestima será baixa mas nós

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precisamos também fazer uma

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diferenciação que eu já expliquei em

1:41

outro vídeo Provavelmente o YouTube vai

1:44

recomendar para você esse vídeo aqui do

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lado se ele não recomendar basta você

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pesquisar por Lucas Napoli autoestima

1:51

que você vai encontrar um vídeo em que

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eu falo sobre uma distinção que eu faço

1:57

entre autoestima basal e autoestima

2:01

variável eu entendo que todos nós temos

2:03

uma parte da nossa autoestima que ela é

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mais ou menos estável pessoas que têm

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uma autoestima basal alta elas tendem a

2:13

se perceber como pessoas legais elas

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tendem a se avaliar de maneira positiva

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na maior parte do tempo pessoas que têm

2:22

uma autoestima basal mais baixa elas

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tendem a se avaliar negativamente a

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maior parte do tempo então uma pessoa

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que tem um autoestima basal elevada

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mesmo que ela faça certas coisas que ela

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própria avalie como negativas como

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inadequadas isso não afetará a sua

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autoestima basal afetará o outro

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componente da autoestima que eu chamo de

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autoestima variável então de repente uma

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pessoa que tem uma autoestima basal

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elevada ela pode fazer certas coisas ali

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no seu dia a dia que a levem a se sentir

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para baixo

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um olhar negativo sobre si mesma mas

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esse olhar negativo ele dura pouco tempo

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porque a autoestima basal dessa pessoa

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aquela autoestima que é mais constante a

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mais estável Ela permanece positiva aqui

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nesse vídeo de hoje eu quero falar

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especificamente sobre a autoestima basal

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e eu quero ajudar você a entender o que

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precisa acontecer com uma pessoa que tem

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uma autoestima basal baixa para que ela

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melhore a sua autoestima para que ela

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tenha uma autoestima elevada para a

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gente entender o que precisa acontecer

3:35

vamos voltar a definição de autoestima

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que eu apresentei para você autoestima é

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o resultado do processo de avaliação

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constante que eu faço sobre mim mesmo

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ora todo o processo de avaliação ele tem

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que estar baseado em critérios

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parâmetros princípios ele tem que ter um

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gabarito não é assim que funciona uma

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prova Quando você vai fazer uma prova

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aquela prova tem gabarito se as suas

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respostas corresponderem ao gabarito

4:03

você tirará uma nota boa na prova se as

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suas respostas não corresponder à sua

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nota vai ser baixa então para que eu

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tenho uma autoestima elevada o meu

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comportamento a minha conduta precisam

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corresponder a esse parâmetro a partir

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do qual eu me avalio precisam

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corresponder a esse gabarito o nome

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técnico que a gente dá para esse

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gabarito dentro da psicanálise é Eu

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ideal nós temos o eu real esse eu que se

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comporta concretamente na realidade nós

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temos o Eu ideal que é o gabarito a

4:39

partir do qual eu me avalio hora esse

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gabarito pode ser mais ou menos exigente

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Mas ou menos próximo da realidade A

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pessoas com joelho ideal faz exigências

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que são perfeitamente realizáveis que

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podem ser com algum esforço alcançadas

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muitas pessoas no entanto que tem um Eu

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ideal muito idealizado muito distante da

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realidade

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excessivamente exigente que faz demandas

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que a pessoa jamais conseguiria alcançar

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seja porque são demandas impossíveis por

5:17

natureza seja porque essas demandas

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embora possíveis para outras pessoas

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para essa pessoa não são alcançáveis não

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são realizáveis então eu posso ter um

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meu ideal muito exigente excessivamente

5:30

exigente e eu posso ter um Eu ideal mais

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adaptado à realidade que faz exigências

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que são alcançáveis por aquela pessoa e

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aí nós podemos ter dois cenários básicos

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quando a gente está falando de uma

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autoestima baixa a gente pode ter um

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cenário em que o sujeito tem um Eu ideal

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que faz demandas que são perfeitamente

5:51

realizadas que são alcançáveis que não

5:54

são demandas muito exigentes Só que essa

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pessoa que recebe

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demandas do seu Eu ideal não se comporta

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de acordo com essas demandas ela não

6:06

está à altura dessas demandas embora

6:08

essas demandas sejam perfeitamente

6:10

alcançáveis então por exemplo um supor

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que uma pessoa tem um Eu ideal que exige

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dela que ela seja diligente ou seja que

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ela seja trabalhadora que ela seja

6:22

comprometida com os seus objetivos que

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ela seja comprometida com o trabalho que

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ela não seja preguiçosa essa é uma

6:31

exigência muito elevada muito excessiva

6:34

é uma coisa de outro mundo Claro que não

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toda pessoa pode ser diligente em tese

6:40

toda pessoa pode ser trabalhadora toda

6:43

pessoa pode ser esforçar não é uma

6:45

exigência impossível de ser realizada

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Mas vamos supor que essa pessoa que

6:50

recebe essa demanda essa exigência por

6:53

parte do seu Eu ideal vamos supor que

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essa pessoa é preguiçosa na realidade

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vamos supor que ela está Sempre evitando

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o esforço ela não gosta de trabalhar ela

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prefere sempre sombra e água fresca

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evidentemente essa pessoa vai ter

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autoestima Baixa porque porque ela tem

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um Eu ideal que está exigindo dela um

7:13

padrão de comportamento e ela na sua

7:17

vida cotidiana na realidade na

7:20

concretude ela não corresponde a esse

7:23

padrão que está sendo exigido pelo seu

7:25

Eu ideal aí você poderia pensar assim Ah

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Lucas então para essa pessoa ter uma

7:29

autoestima elevada ela precisa Então

7:31

alterar o seu Eu ideal ela precisa

7:34

mandar as favas do seu Eu ideal não dar

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bola para ele e continuar curtindo a sua

7:40

preguiça não que essa pessoa precisa

7:43

entender porque que ela é tão preguiçosa

7:45

o que que ela tá buscando com essa

7:47

preguiça afim de que ela deixe de ser

7:50

preguiçosa e dessa forma ela possa tirar

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uma nota boa na prova que ela aplica

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sobre ela mesma talvez não é muito raro

7:58

isso acontecer Talvez essa pessoa com o

8:01

seu comportamento preguiçoso ela esteja

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se sabotando ela esteja se prejudicando

8:07

de maneira intencional inconscientemente

8:10

mas de maneira intencional ela pode

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estar num processo de auto-destruição de

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auto punição então a gente precisa na

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clínica ajudar esse sujeito a entender

8:20

porque que ele é tão preguiçoso Por que

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que ele evita tanto o trabalho porque

8:25

que ele tá sempre buscando só o conforto

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Por que que ele faz isso ajudando essa

8:31

pessoa a entender porque que ela tá

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mantendo esse comportamento esse padrão

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preguiçoso essa pessoa pode alterar esse

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comportamento alterando esse

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comportamento ela vai estar mais

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alinhada com as suas próprias exigências

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As exigências do seu Eu ideal com o seu

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próprio gabarito E aí a sua autoestima

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vai ser elevada nós não temos o

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interesse aqui de dizer para essa pessoa

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que tá tudo bem ela ser preguiçosa que

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tá tudo ok que ela tem que ser

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preguiçosa mesmo que ela tem que ficar

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nesse padrão aí que na verdade o Eu

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ideal exigir dela uma diligência um

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comportamento trabalhador é uma coisa

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que tem que ser relativizada não a

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demanda de diligência é uma demanda

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positiva tanto socialmente quanto para

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essa própria pessoa então o nosso

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interesse não é ajudar essa pessoa a

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ficar mais confortável com o padrão de

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comportamento preguiçoso dela não é

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ajudá-la a entender porque que ela tá

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mantendo esse comportamento que pode ser

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fruto de um processo de auto Sabotagem

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agora um outro caso bem diferente é

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quando a pessoa tem um Eu ideal

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extremamente exigente excessivamente

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exigente um Eu ideal muito idealizado

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que vai fazer demandas para essa pessoa

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que ela não vai dar conta nunca de

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realizar por exemplo uma pessoa pode ter

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um Eu ideal que exige dela uma

9:51

sexualidade que ela não dá conta de ter

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por exemplo essa pessoa pode ter o meu

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ideal que exige dela heterossexualidade

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mas ela vivencia

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se impulsos de natureza homossexual

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Então essa pessoa nunca vai conseguir

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corresponder a esse gabarito de

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heterossexualidade proposto pelo Eu

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ideal outro exemplo uma pessoa pode ter

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o meu ideal que exige dela um

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comportamento o tempo todo Pacífico um

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comportamento em que ela não pode

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expressar nenhum pouquinho de

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agressividade a gente sabe que

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agressividade impulsos agressivos fazem

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parte da vida e essa pessoa

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necessariamente ela vai apresentar

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agressividade Em algum momento da vida

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em algumas situação Então ela nunca vai

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conseguir corresponder adequadamente a

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demanda a exigência do seu Eu ideal

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então nesses casos em que o Eu ideal tá

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pedindo coisas que essa pessoa não dá

10:43

conta de realizar a gente não vai mexer

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com comportamento da pessoa a gente não

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vai ajudar a pessoa a entender porque

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que ela tá se comportando daquela forma

10:51

que não é de acordo com seu Eu ideal não

10:53

a gente vai ajudar essa pessoa criticar

10:57

o seu é o ideal a Rela

10:59

a modificá-lo a gente vai ajudar essa

11:02

pessoa a tornar o seu Eu ideal mais

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próximo da realidade a fazer com que ele

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passe a ter exigências e demandas que

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sejam realizáveis que sejam alcançáveis

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No primeiro caso é diferente No primeiro

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caso é o ideal não tá pedindo coisas que

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essa pessoa não dá conta de fazer ser

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trabalhador ser uma pessoa preocupada

11:25

com seus compromissos ser uma pessoa

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responsável não é algo que o sujeito não

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dá conta de fazer é claro que ele dá

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conta ele pode não estar dando conta

11:34

nesse momento por conta de processos de

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autossabotagem de Alto punição que a

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gente vai analisar Mas o problema não tá

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na exigência o problema tá no

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comportamento do sujeito no segundo caso

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é diferente o problema tá na exigência

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porque esse sujeito ele tem impulsos

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homossexuais ele tem impulsos agressivos

11:55

e o seu é o ideal está dizendo para ele

11:57

que ele não pode ter esses impulsos para

12:00

considerando que esses impulsos fazem

12:01

parte da natureza desse sujeito o

12:03

problema tá no Eu ideal o problema tá no

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Eu ideal que está fazendo exigências que

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não são realizáveis que não são

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alcançáveis Então a gente vai trabalhar

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nesse segundo caso com a relativização

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do Eu ideal mas se você observar Em

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ambos os casos o que que a gente está

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buscando para melhorar a autoestima do

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sujeito a gente está buscando encontrar

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uma situação em que o sujeito consiga

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tirar nota boa na prova que ele aplica

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sobre ele mesmo e para que ele tire nota

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boa na prova que ele aplique sobre ele

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mesmo uma de duas coisas precisam ser

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alteradas ou o seu comportamento precisa

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ser alterado para que ele fique um pouco

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mais próximo do Eu ideal ou o Eu ideal

12:46

precisa ser alterado para que ele fique

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mais próximo do comportamento real do

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sujeito Em ambos os casos o que a gente

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está buscando é um certo alinhamento

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entre o eu real e o Eu ideal uma relação

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de maior Harmonia entre essas duas

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dimensões talvez alguém aqui poderia

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perguntar assim a Lucas mas o melhor

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mesmo não seria acabar com esse Eu ideal

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ajudar o sujeito a dar uma banana para o

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seu Eu ideal jogar o seu ideal no lixo e

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viver sem Eu ideal o melhor não seria

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isso não porque não dá para fazer isso é

13:21

impossível você pode fazer um milhão de

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anos de análise que o seu Eu ideal

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Continuará existindo Você sempre estará

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fazendo um processo de auto-avaliação só

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que esse processo pode ser mais ou menos

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exigente não é interessante para você do

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ponto de vista da maturidade do ponto de

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vista inclusive social não é

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interessante que você tenha um meu ideal

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que deixe você assim super de boa

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tranquilo fazendo qualquer coisa não é

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interessante para você é preciso que

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você tenha o meu ideal que faça demanda

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suficientemente boas demandas que você

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dê conta de alcançar mas que exijam de

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você algum tipo de esforço agora não é

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também adequado não é interessante não é

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desejável um Eu ideal que faça demandas

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impossíveis de ser alcançadas que levem

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você o tempo todo a achar que você está

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em dívida Então se é autoestima é o

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resultado da prova que o aplico sobre

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mim mesmo e essa prova tem como gabarito

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o Eu ideal para que eu tenho uma

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autoestima elevada o meu comportamento

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precisa estar mais ou menos de acordo

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com esse gabarito se o gabarito é muito

14:31

difícil é muito exigente eu modifico o

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gabarito se o gabarito Tá ok ele faz a

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exigências digamos normais demandas

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razoáveis aí eu modifico o meu

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comportamento para que ele fique um

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pouco mais alinhado com o gabarito então

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é dessa maneira que a gente pode ajudar

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pacientes com autoestima baixa a

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melhorar a sua autoestima Por falar em

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Eu ideal lá na Confraria analítica nós

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fizemos recentemente uma série de

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trabalhando o texto de Freud sobre o

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narcisismo uma introdução em que a gente

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fala bastante sobre o Eu ideal e a sua

15:06

relação com a autoestima a você não

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conhece é Confraria analítica a

15:11

Confraria é a minha Escola de Formação

15:13

teórica em psicanálise participando da

15:16

Confraria analítica você tem acesso a

15:19

quase 300 horas de conteúdo já

15:22

disponível e a mais duas aulas inéditas

15:25

toda semana uma aula ao vivo que

15:27

acontece toda segunda-feira às 8 horas

15:29

da noite todas essas aulas ao vivo ficam

15:32

gravadas e uma aula gravada que acontece

15:34

na sexta-feira sobre algum tópico algum

15:37

conceito específico do campo

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psicanalítico para se tornar membro da

15:41

Confraria analítica você vai pagar

15:42

apenas uma mensalidade no valor de 49 e

15:46

99 e se você preferir você pode fazer

15:50

uma assinatura anual no valor de

15:53

497 para fazer a sua assinatura para se

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tornar meu aluno na Confraria

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é só clicar no primeiro link que vai

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terminar o vídeo deixa eu falar

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rapidinho para você sobre os meus dois

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e-books o primeiro dele se chama o que

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um psicanalista faz em que eu explico de

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maneira rápida simples e didática o que

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que acontece no consultório de

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psicanálise e o segundo e-book se chama

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psicanálise em humanês 16 conceitos

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psicanalíticos cruciais explicados de

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