LIVE 07/07 - JORNADA CIENTÍFICA ABNG
Estamos ao vivo paraa nossa primeira
aula da Jornada do Conhecimento ABNG,
Associação Brasileira de Nutrição em
Gastroenterologia, com grande propósito
de dar notoriedade,
dar conhecimento
sobre síndrome de ativação mastocitária
e
intolerância
A estamina.
Estamos aqui, eu e doutora Juliana
Carneiro, a quem eu gostaria de fazer
aqui um grande agradecimento por estar
comigo nessa live de lançamento e por
fazer parte desta jornada, não só como
uma docente, mas também como uma
idealizadora
e como uma articuladora
entre profissionais experts
em síndrome de ativação mastocitária,
intolerância à estamina, sibo, libo,
cifo, imo, porque ao longo da carreira
dela, muitos médicos também trabalharam
junto com ela com encaminhamento de
pacientes e ela está fazendo essa
articulação com todos esses
profissionais para que nós possamos ter
o maior corpo docente de médicos e
nutricionistas para a certificação em
Summer e intolerância à estamina. Ju,
muito obrigado, meu amor. Seja
bem-vinda. Se apresente para todos aqui,
porque se eu te apresentar, vou dizer só
que eu tenho o maior carinho do planeta
por você e não vou ter nem mais palavras
para falar aqui.
>> Então, c, olha, já fico emocionada, né?
Já começo emocionada. Para mim é uma
honra estar aqui, Murilo. Eh, o Murilo,
para quem não sabe, eu brinco ele me
tirou literalmente da cama, né, Murilo?
A gente tem que explicar isso porque
senão pega mal. Mas é porque eu falo
assim, o Murilo, quando a gente se
conheceu lá em 2021, que foi a primeira
turma de modulação online, eu era
literalmente a camada, né, Murilo, e
comecei a estudar para colocar todo
aquele aprendizado que ele ensinava eh
na minha vida. Eh, eu que sou uma pessoa
que tem síndrome de ativação
mascostitária e outras condições
associadas. E o Murilo foi a pessoa que
acreditou em mim, que que no curso dele
eu pude realmente entender meu corpo,
quais cuidados eu deveria ter. E hoje eu
estou aqui dando uma aula sobre síndrome
de ativação mascostitária numa formação
sobre Sã. Acho que a gente nunca nem
sonhou com isso, né, Murilo, lá atrás. E
a coisa foi caminhando, eu fui
melhorando, eu fui colocando em prática
todo o aprendizado e melhorei muito a
minha qualidade de vida. E aí voltei a
atender, voltei a trabalhar, voltei a
ensinar e tornei disso o meu propósito
de vida. Então alguns anos já eu venho
dando aulas, palestras e atendendo
pacientes com intuito aí de melhorar
cada vez mais a qualidade de vida deles.
E fiz tudo na prática primeiro em mim,
né? E aí acreditei que isso seria muito
possível. Então é uma honra enorme. Eh,
eu sou nutricionista clínica, atuo aqui
em Belo Horizonte, atendo principalmente
online, né? Porque eu trabalho mais com
síndromes, com a sã, síndrome de
ativação mastária, síndrome de erlers,
danos, desutonomia, tudo isso, né?
Assuntos que que a gente vai ver muito
aí durante essa certificação e com
diversos profissionais que são
referências hoje aí no mercado nesses
nesses temas que a gente tá vendo meio
como novidade hoje, mas que a gente já
vem falando há muitos anos, né, Murilo?
Eu sou Juliana Carneiro e e trouxe o
nosso mascote, o nosso mastitinho,
né, o protótipo aí dele para ser
apresentado hoje junto com a gente. Eh,
e ficou muito lindo, né, esse mast. Eu
já sou já tenho toda a família de
bichinhos. O pessoal vem aqui no meu
consultório e fala assim: "Nossa,
criança deve amar seu consultório, né?"
falou: "Não, gente, eu não atendo
criança, é [risadas] só adulto mesmo de
tanta pelúcia que eu tenho." Mas essa
aqui é ganhou um cuidado especial no meu
coração, na minha vida. Eu vou levar
comigo para sempre, viu, Murilo? Muito
obrigada, uma gratidão imensa.
>> Essa é a primeira pelúcia. Acho que ela
tem um valor simbólico muito grande
aqui. Nossa,
>> antes de eu trazer pra minha casa e
assim, a Ju foi prova disso. Eu recebi o
protótipo lá em São Paulo junto com uma
roupa de intestino que eu investi no
palco lá, fiz uma loucura esse ano e a
Ju estava lá junto comigo também, junto
com a Lilian Baçani, junto com a Dra.
Lívia Guimarães e foramas incríveis lá
em São Paulo. E quando chegou o
protótipo, olhei para ela, ela ficou com
aquelas cara assim de pidona, sabe? E eu
disse: "Ah, Ju, é teu, com certeza é
teu. Não vou nem levar para casa. Vou
mandar aqui as melhorias pro Diego, do
que a gente combinar aqui e você vai
levar ele para casa e ele tá aqui agora
junto conosco, eh, iniciando essa
jornada. Ju, antes de mais nada, acho
que vamos ao conteúdo propriamente dito.
Eu tenho aqui, Ju, um slide que eu posso
compartilhar junto a live e para que a
gente possa conversar um pouquinho sobre
isso. E eu gostaria de fazer uma
introdução sobre desordens funcionais
intestinais,
intolerância [limpando a garganta] à
histasse
sobre uma
ah sei lá, se que a gente pudesse
conversar sobre os mecanismos, sobre o
que que acontece, o que é o mastócito
que tu tem essa habilidade tão grande.
Queria também que tu pudesse dar uma
pincelada sobre síndrome de Erlingens
danos, de hipermutilidade, desautonomia,
que eu acho que você também tem essa
expertise muito grande. E e eu quero
antes de mais nada dizer o seguinte, Ju.
Quando eu vi as chamadas do DDW
2026, e aí, gente, para todos que não
sabem o que é o DDW, ela é a semana, o W
é de wiek, eh, dizia-se, de doença de do
aparelho digestiv do digestivo. Então, é
DDW de semana de doenças do aparelho
digestivo. Ela é com certeza um dos
maiores eventos da gastroenterologia
mundial. É neste evento que são lançados
as novas diretrizes, os novos guadlines,
inclusive o critério de Roma 5 em 226
foi lançado no DDW e uma manhã inteira
da plenária principal no DDW em 2026 foi
dedicada à SAM, que
[limpando a garganta] é a síndrome de
ativação mastocitária. E de lá, muitos e
muitos comentários de
gastroenterologistas
sobre a importância do cuidado do
paciente, do olhar além da terapia
medicamentosa.
E isso surge como uma grande novidade na
gastroenterologia e que eu posso te
dizer, Jo, que todas as vezes que eu
ouvia isso, batia no fundo do meu
coração e dizia: "Cara, que lindo o que
a Juja já tem construído neste país há
alguns meses, há alguns anos, conjunto
com outros colegas otorrino
laringologista, que é o caso da doutora.
Karine Petri aqui de Brasília, que você
já tem uma construção de trabalho, de
curso, de capacitação, com a própria
doutora Lívia Guimarães, que você já tem
um trabalho, que você já tem curso de
capacitação sobre essa temática. Eu acho
que ninguém aqui tem o propósito de ser
o pioneiro, não ser o pioneiro. Acho que
o que a gente tem como grande propósito
é promover a melhoria na vida dos
pacientes. Quando há um ano e meio atrás
eu fui lá, bati na porta da Infinity,
falei: "Olha, eu tenho uma palestrante
para indicar aqui para vocês. Essa
menina é muito boa, é que é o teu caso.
É porque eu tenho certeza da tua
capacidade eh de comunicar sobre essa
temática, de promover melhoria na vida
das pessoas". Quando o Dr. Cristiano
Rud, que também é um
gastroenterologista, enche a boca para
falar bem de você e e todo o carinho que
ele tem por você, isso para mim só,
sabe, só agrega, só faz eu ter a certeza
de que ter investido em você, e foi um
investimento que eu fiz a época, né, a
Ju, gente, em 2021, ela me mandou um
e-mail ou uma mensagem, não lembro, eh,
>> no Instagram,
>> é no Instagram, assim como
inesperadamente, achando que nem era eu
que respondia. dia.
>> Eh, e eu prontamente vi a mensagem dela
sobre a história de vida dela e eu
falei: "Não, você não vai pagar meu
curso, eu vou te dar esse curso, tu vai
fazer esse curso." E cara, eh, várias
pessoas fazem isso ao longo da minha
vida e eu confesso que eu nem lembro
todas que eu acabo eh oferecendo esse
benefício, mas quando voltou da
pandemia, no encontro presencial lá em
BH, do nada aparece uma pessoa e diz:
"Eu preciso te dar um abraço". E aí
chega a Ju lá, linda, maravilhosa,
plena, me dando um abraço. E até então
eu tava achado que era, eu tinha achado
que ela tava acamada, hospitalizada, que
o negócio era uma bagaceira, mas não. em
alguns meses ou anos, ela conseguiu uma
retomada de vida na carreira e consegue
hoje ser uma expert
Ju, quando eu vi o DDW 2026, eu falei:
"Cara, isso é um presente pra Ju por
tudo que ela nos
>> por tudo que ela eh por tudo que ela eh
militou durante esses anos. E muito pelo
contrário, eu tenho vontade de dizer:
"Ah, Juliana já falava isso há muitos
anos". Não, que bom que a gente tem hoje
o reconhecimento pela gastroenterologia
de algo que você viveu
literalmente
na na carne, né?
>> Na pele mesmo, na carne,
>> pele, né, que você viveu na pele. Então,
se pudessem falar um pouquinho para todo
mundo como foi a tua vivência sobre
isso, eu te agradeço, [roncando]
>> tá? Eh, uma vivência de uma vida toda,
né, Murilo? E eu não retomei só a minha
vida profissional, eu retomei a minha
vida, né? Provavelmente até meus pais
estão assistindo essa live. Acho que é a
primeira live que eles entram assim para
assistir que eu brinco, a gente vai
mandar pôr o tótem do Murilo na minha
casa. Gente, a gente tá brincando eh,
né, dessas coisas e tudo, mas é porque
vocês realmente não faziam ideia da
importância que essa pessoa tem na minha
vida. Eu voltei muito, eu eu estava, né,
literalmente no modo sobrevivência, que
é o que a grande maioria dos meus
pacientes estão, né? Por quê? A gente tá
falando de síndromes altamente
complexas. A gente,
você tá aí? Acho que
[limpando a garganta] que caiu.
>> Eh, pode falar. Saiu volto.
>> Ah, desculpa que saiu.
>> Quando você for falar com o público,
explicando tudo, eu deixo só você.
>> Ah, você sai. Ah, tá, tá, entendi.
Desculpa. Eh, tá. Eh, então eles estão
assistindo. A gente brinca muito lá em
casa, né? Eu falo muito isso com os meus
pais porque assim, eh, a gente tá, eu
estava sobrevivendo muito naquela época.
E aí quando eu comecei a melhorar,
quando eu comecei a fazer o curso, eu
coloquei, gente, eu tinha diarreia, eu
tirei grande parte do intestino,
vesícula e já tinha e eu vim de várias
cirurgias, né, já foram 34 ao longo da
vida, somando todas, não todas o trato
gastrointestinal, mas outras partes do
corpo também, por causa muito da
síndrome de Erlers Danos. Então, eu tive
uma vida eh com muitos episódios, com
muitas idas e vindas em médicos, em
hospitais, fazendo inúmeros exames. E eu
sempre fui olhada muito de forma
fragmentada, né? Partes ali do do corpo.
Então, ah, tá com problema na ATM, vai
no melhor bucomaxilo que existe, tá com
problema no intestino, vai no melhor
gastro, vai no melhor isso, no melhor
aquilo. Mas sempre tudo muito
fragmentado, né? custei a ter um
diagnóstico, fui ter meu diagnóstico de
síndrome de alesdamas aos 37 anos
somente e finalmente as peças começaram
a se encaixar. Então isso foi muito
importante. Eu sempre falo, não tem como
a gente tratar nenhuma doença se a gente
não tem um diagnóstico assertivo que a
gente possa realmente olhar para aquela
para aquela pessoa e não simplesmente
para aquela doen.
>> Ô Ju, e para quem está para quem está
nos ouvindo, né, você teve um
diagnóstico de síndrome de Erlens Dan.
Sim,
>> aos 36 anos, até chegar aos 36 anos,
como foi sua vida?
>> É, foi basicamente assim, né? Uma
peregrinação. Injecei o pé 11 vezes e eu
viv, gente, eu fui uma criança que deu
muito trabalho, porque eu sempre fui
muito alegre, muito falante, brincava
muito, mas eu vivia caído, eu vivia indo
pro hospital e fazendo cirurgia, fazendo
mil coisas e sempre ouvindo. Várias
vezes eu ouvi, ah, isso é da sua cabeça,
isso não dói assim. Ah, mas não é assim.
Ah, tem que fazer terapia.
Isso, gente, é o que todo mundo escuta.
Os pacientes com essa síndromes mais
complexas e principalmente quando não
são deficiências visíveis, porque quem
olha para mim hoje não vai falar: "Ah,
ela tem tudo isso, ela passou por por
tudo isso, né?" Muitas vezes eu falo,
"Ainda bem, né, gente? Que bom. Mas é
isso, são deficiências muitas vezes
invisíveis. São as pessoas imaginam.
Então eu chegava no médico muitas vezes,
ai eu tô morrendo de dor, eu tô com
alergia, eu tô com um monte de coisas
com essa cara, né? E o médico olhava e
falava assim: "Não, querida, não tem
como você [risadas] estar passando tão
mal e ter tantos problemas, ter tanta
dor desse jeito, porque quem sente dor
tem cara de dor. E não, a gente aprende
ao longo dessa vivência como paciente e
agora, né, como profissional de saúde
também, que muitas vezes dor, né?
Sofrimento às vezes não tem cara. Eu não
preciso chegar no médico lá com aquela
cara de que eu estou realmente passando
muito, eu sinto dor todos os dias desde
que eu nasci. Eu nasci com lustração
femoral. Então é todo um histórico que
me trouxe até aqui. E são síndromes, né?
Síndrome deantes. A gente vai falar
sobre isso, né? Da certificação, porque
é um tema complexo, mas a base, né? A
gente trabalha muito a biomecânica
corporal, são pacientes que apresentam
hipermobilidade, quem sabe faz ao vivo.
Então eu vou só para mostrar e para
ilustrar, né? São essas pessoas, né? que
tem as articulações mais hipermóveis no
corpo todo, só que não é restrito às
articulações, né? Todo o corpo apresenta
uma fragilidade tecidual generalizada. E
quando a gente não sabe, né, desses
diagnósticos de que isso existe, a gente
acha, ah, essa pessoa tem uma
hipermobilidade ponto, é só da
articulação. As pessoas não entendiam
até muito pouco tempo atrás que isso era
uma condição sistêmica que afetava o
corpo todo. Então, todos aqueles
sintomas que eu apresentava,
apresentava, eles vinham de uma única
condição, uma condição de base, que era
a síndrome de Heres danos do tipo
hipermóvel. A gente tem 14 subtipos, né?
Eh, 13 eh, que já tem ele é uma Oi, meu
papel aqui, né? Meu papel é sempre
>> corta, Murilo, porque eu vou falando.
Meu papel sempre é aumentar o índice de
compreensão sobre todos que estão aqui
deixando o seu tempo para estar conosco.
Então, vamos lá.
Síndrome de Erlings Danos, uma síndrome
de hipermotilidade
com diversas variações, dentre elas, uma
variação que você acabou de mencionar e
que eu gostaria que você repetisse.
Então você é portadora de uma síndrome
de hipermotilidade
devidamente
demonstrada aqui na vida como ela é, que
eu quase me deu uma dor aqui nos meus
dedos, quase que eu morri agora quando
você fez essa hipermotilidade. Então,
explica essa variação e explica o que
isso pode acometer o trato
gastrointestinal
e o que você viveu sobre o trato
gastrointestinal, que eu acho que é
muito importante para todos que vão
estar aqui.
>> J, tá? Então, primeiro primeiro ponto
que o que que é muito importante a gente
entender hoje assim para começar essa
jornada, hipermobilidade
articular por si por si só não é um
diagnóstico, é uma característica igual
eu tenho cabelo castanho, olho marrom,
eu tenho hipermobilidade articular. 30 a
40% da população pode apresentar
hipermobilidade articular. Então assim,
é um número grande, né? É mais
prevalente em crianças, porque as
crianças já têm mesmo, né? que elas já
são mais molinhas, vamos colocar assim,
e à medida que a gente vai envelhecendo,
a gente começa a ter ali um
enrijecimento das articulações. Então,
as pessoas se tornam menos hipermóveis
ali quando elas vão envelhecendo. Então,
só a hipermobilidade por si só, tudo
bem, muitas vezes ela não representa
nada, é só uma característica na vida da
pessoa. Mas quando a hipermobilidade é
associada a sintomas
músculoesqueléticos, então essa pessoa
tem dor principalmente, tem lesões
recorrentes, então ela começa a ter
luxação, ela começa a ter dor nas
costas, ela começa a ter dor no pescoço.
São pessoas que frequentemente a gente
vê que ficam muito assim, né, segurando
a cabeça porque costuma ter uma
instabilidade crânio cervical. Então as
pessoas elas começam a apresentar alguns
sintomas músculoesqueléticos e
extramculoesqueléticos. Então elas podem
desenvolver ali algumas questões do
trato gastrointestinal, que depois eu
vou responder a sua pergunta, problemas
no corpo todo. Por quê? Porque a gente
tá falando de uma fragilidade tecidual
generalizada. E como que a gente sabe se
é síndrome deers danos? A gente tem
critérios diagnósticos, tá? Então, dos
subtipos que a gente tem reconhecidos,
são 13 em 2020 eles colocaram mais um
que vai que eles vão colocar no novo
consórcio que vai ter no final desse
ano. A nozusologia vai mudar um
pouquinho esses critérios diagnósticos.
Então a gente vai falar assim que 12 tem
marcador genético, tem a base molecular
ali reconhecida, tá? E um não tem, que é
o tipo hipermóvel. Então, esse é o único
que não tem marcador genético ainda.
Inúmeras pesquisas estão sendo
realizadas para encontrar qual esse
marcador específico, tá? Os outros todos
têm e são muito mais graves. 90% das
pessoas com síndrome de erlers danlos
apresentam o tipo hipermóvel que é o que
eu tenho, tá? [roncando] Por que que
isso vai afetar o trato
gastrointestinal? Porque a gente tá
falando de uma fragilidade. Então,
quando a gente pensa da boca até o anos,
pode ser afetado por essa pessoa costum
pode ter, né? Nem todo mundo vai ter os
vai apresentar os mesmos sintomas. Ela
pode ter dificuldade de mastigação, ela
pode ter distúrbo de ATM que já vai
começar a comprometer ali o processo de
mastigação, ela pode ter fragilidade
dentária, ela tem uma mucosa oral muito
mais sensível por toda essa fragilidade,
ela começa a ter ali uma fadiga muitas
vezes ao deglutir. pode ter eh eh
hernediato,
esofagite,
tudo que afeta ali de eh gastroparesia é
muito comum, retardo, né, do
esvaziamento gástrico é muito comum,
muito frequente nesses pacientes que
ainda se eh vem junto ali com o processo
ali de desautonomia também. Então, esses
pacientes eles podem ter muitos esses
episódios de refluxo, é muito, a gente
vê muito na nossa prática refluxo nesses
pacientes e às vezes eles fazem o exame
e não dá o o nem aparece no exame que
eles têm refluxo, mas a válvula muitas
vezes ali é mais frouxa e aí eles
sentem, eles têm aqueles sintomas.
Hipersensibilidade visceral é muito
comum nesses pacientes. Às vezes o
paciente tá com gases e sente dor, né?
ele vai no médico assim: "Ah, mas não
tem isso não não está compatível com a
sua dor." Mas eles sentem muita dor. São
pacientes que sofrem muito, né? é o
intestino é um problema da grande
maioria, um problema de desmotilidade
ali transtulento. Então são pacientes
que frequentemente apresentam sigo, imu.
Então, a gente tem já na literatura que
cerca de 90, 80 a 90% dos pacientes com
transtorno do espectro de
hipermobilidade ou com síndrome de danos
vão no consultório de
gastroenterologistas, vão procurar a
ajuda dos gastroenterologistas, porque
esses sintomas são extremamente comuns
desses pacientes e até muito pouco tempo
atrás o paciente, e eu acho que isso
acontece muito ainda, né? Por isso é tão
importante falar.
>> Agora minha minha função é essa. Esse
dado é incrível. Cerca de 80 a 90%
pacientes
>> procuram profissionais da
gastroenterologia
devido às alterações que são
>> concomitantes, né? concomitantes com a
patologia de base, mas que compromete
tanto motilidade, compromete tanto
intestino, que esses pacientes acabam
procurando o profissional da
gastroenterologia
para corrigir essas alterações que podem
ser cibo, libo, imo, iso, sifo,
>> todos
>> e às vezes tudo junto, né?
>> Ou às vezes tudo junto e misturado, né?
Então,
>> e ainda vem a sanciada
também, então
>> é caótico.
>> Ótimo. Acho que foi lindo esse dado
assim, muito legal porque existe essa
>> é isso,
>> essa essa alteração, né? Eu acho quase
que uma desautonomia
eh deal, né?
>> Sim, sim. É. Muitas vezes esses
pacientes procuram e o gastro e aí tenta
resolver ali, há uma constipação severa.
São pacientes que ficam às vezes 5 dias,
uma semana, 10 dias sem conseguir
evacuar e aí vão, fazem vários exames,
às vezes não vai aparecer nada e o
paciente não consegue. Às vezes uma
fisioterapia seria melhor para esse
paciente, por quê? Pra gente favorecer o
peristaltismo, pra gente favorecer.
Então assim, esses pacientes eles todo
esse trato gastrointestinó é afetado e
também essa parte mais pélvica doalho
pélvico, a gente tem uma fraqueza, as
mulheres eu já brincam assim, ó, tem
sede, sede é a abreviação de síndrome de
Herlos, tem sede, já vai fazer
fisioterapia pélvica, né, para
fortalecer ali seu aoalho pélvico. Isso
é muito importante. São pacientes que
frequentemente tem hemorroides,
fissuras, porque as mucosas são muito
frágeis. Então pensa, mucosa da boca,
né? Muccosa oral, mucosa nasal, mucosa
ali do do anal. Então são mucosas mais
sensíveis. Para esses pacientes vão ser
muito mais sensíveis, né? E aí quando a
gente pensa eh além de tudo isso, além
dessa fragilidade tecidual generalizada
que tá no corpo, não só no trato
gastrointestinal, né? os sintomas eles
podem vir ali de qualquer parte do
corpo. Então, quando o gastro, quando o
profissional de saúde entende que às
vezes esse paciente quando faz um exame,
quando faz ali um critério de boniton,
que é uma coisa super simples para
avaliar a hipermobilidade nesses
pacientes, quando o profissional de
saúde enxerga melhor esse paciente, ele
vai poder direcionar o tratamento. Às
vezes são anos e anos e anos de ida. Eu
recebo paciente às vezes que já foi mais
de 20 gastros [aplausos]
e não melhoram.
Entende? Mas não é porque o gasto era
ruim, não é porque não tem conhecimento
sobre. Por isso que hoje, né, quando
quando eu vi lá no DDW, né, e os gastos
tava lá, vários amigos queridos que
estavam lá me mandam justo, não vai
acreditar e mandava as aulas slides,
tudo. Eu chorei nesse dia porque eu
falei assim, gente, quantas pessoas vão
mudar a qualidade de vida, vão mudar a
história da vida delas por conta disso,
assim como eu mudei a minha por alguém,
né, que nem sabia sobre isso ainda, né,
Murilo? Mas é quando alguém parou e
olhou para aquele paciente, né? É parar
de olhar só para o trato
gastrointestinal ou só para o trato
gênito urinário ou só para o sistema
cardiovascular. Não, gente, uma pessoa
que está ali, né? Então eu falo assim,
quando a gente recebe esses pacientes de
síndrome, pacientes que sindrômicos, né,
que são pacientes que têm eles sintomas
no corpo todo, não adianta a gente olhar
para um único sistema, a gente tem que
olhar pro todo, a gente tem que olhar
pra Juliana, pro Murilo, né, para quem
quer que esteja ali na nossa frente.
Então a gente não tem como melhorar e
não tem tratamento que melhore se o
paciente não mudar o estilo de vida
dele. Eu falo assim que muito de eu
estar aqui hoje, de eu fazer o que eu
faço, deve estilo de vida 100%. E da
parte eh do trato gastrointestinal, né,
eu ouvi às vezes assim, você está
fazendo cocô, gente, eu falo cocô, tá?
Vocês me desculpem, mas né, a gente já
passou dessa fase, né? Eh, às vezes eu
ouvi assim, você tá faz, você tá comendo
pela boca, você tá fazendo cocô pelo
anos, fique [roncando] muito feliz,
dê-se por satisfeita. Falou: "Gente, tem
um diarre 10 vezes por dia depois que eu
passei por essa cirurgias". Antes era
constipação de 10 dias sem evacuar. Aí
de repente eu passei a ter diarré 10
vezes por dia e eu tomava um remédio que
aí eu piorava e gases no eras eram um
horror. Falei: "Gente, isso não é
pandemia". Falei: "Vou vai acabar a
pandemia, eu vou fazer o quê? Vou sair
de fralda, né? Eu vou fazer o quê?
Porque não tem condição. E tá achando
que é normal. Não, agora é vida que
segue. Não, gente, não é vida que segue.
A gente não pode normalizar isso. A
gente não pode normalizar sofrimento.
Claro que eu entendo isso, Murilo. Acho
que é tão importante nós pacientes, a
gente entender que temos uma doença
crônica, que não existe cura, né? Então
assim, quando a gente fala de sed
síndrome deant, quando a gente fala de
sã síndrome de ativaçãoitária, são
condições que não têm cura, mas tem sim
tratamento, tem sim como a gente
melhorar a nossa qualidade de vida. E
isso é fundamental. Agora, sintoma eu
vou ter, óbvio, eu vou sentir dor, vou,
gente, eu tenho lesão em várias partes
do meu corpo, vou falar: "Ah, não tenho
dor". Que eu tenho, ah, pronto, agora eu
não tenho mais nada no trato
gastrointestinal, tenho, sou paciente
crônica. Mas quando eu entendo isso, eu
falo muitos com os pacientes, eu falo:
"Gente, quando a gente entende isso e
passa a respeitar o nosso corpo,
respeitar os nossos limites e pensar
assim: "O que é do outro é do outro, eu
não quero ter a vida igual a dele, eu
quero ter a minha dentro dos meus
limites, amando e respeitando o meu
corpo, eu vou fazer minhas escolhas
melhores pro meu corpo." E aí as pessoas
dis: "Nossa, mas você nunca mais vai
comer isso na não, eu fiquei muitos
anos, tô há seis anos com assim comer
carne vermelha, você não vai mais comer
carne vermelha. Nossa, gente, eu como
frango, eu como peixe, eu como eu vou
ficar reclamando quando como carne? Não.
Olha a variedade de alimentos que eu
posso comer hoje em dia, o tanto de
legumes, o tanto de verduras, o tanto de
um monte de coisa. Então é isso. Eu hoje
eu penso assim, eu tenho uma doença
crônica e me comporto assim e vou me
cuidar e e eu falo muitos com as
pacientes, não fica esperando o
tratamento mágico, o remédio mágico, o a
fisioterapia mágica, porque não existe,
existe um trabalho diário, um cuidado
diário com uma equipe multi que vai
olhar o todo. E isso é o mais
importante. E a gente paciente, se não
fizer a nossa parte, ficar ali
esperando, a gente não vai melhorar
muito, porque o trabalho é árduo,
>> Ju. É, eu coloquei uma slide aqui em
branco para escrever algumas coisas. Eu
vou só pegar o feedback aqui da galera
do back se a aula tá legal com a
projeção. Agora eu vou pedir aqui uma um
OK aqui do Vittor para ver se tá OK a o
slide, porque na minha tela sumiu aqui e
aí eu pedi aqui um OK para ele. Ele tá
assistindo, já vai me dar um OK aqui.
Mas eu vou querer escrever aqui as
siglas que você falou até agora. Você
falou s
e
>> e d
>> sede síndrome de erlers danos.
>> É s e d isso são as síndromes de erlers
danos porque como eu falei, são 13
subtipos. A gente, na maior parte do que
a gente tá falando e que a gente vai
falar no curso é sobre a síndrome de
Erlos, hipermóvel. Aí tem um hazinho
minúsculo do lado do H, do do d
>> Ah, então é é sed
>> H
>> é um Hzinho minúsculo.
>> Pronto.
>> A outra que nós chamamos é
>> S.
>> E nós temos ainda a intolerância a
>> estamina.
Hit.
>> Estamina. E ela tem uma sigla, é
>> hit. H T.
H e T, né? Então vamos só de sigla. H
T
nós temos S e tem a
>> SED.
>> Sed H.
É isso. Então, nós estamos falando de
síndrome de ativação mastocitária, nós
estamos falando de intolerância à
estamina ou nós estamos falando de sede.
A sede é uma alteração que
pode cursar concomitantemente
com S ou com hit ou
>> ou com as duas ao mesmo tempo. ou duas
ao mesmo tempo ou ainda com
cibo
ou
cifo ou
libo ou
imo
>> isso
>> ou
>> iso
>> iso.
É isso.
>> E às vezes várias delas, né? Ao mesmo
tempo.
>> Às vezes ainda pode ter junto algumas
dessas.
É isso. É tão isso é tão assim marcante
pra gente, porque se a gente o Mark
Pimentel, né, quem é da
gastroenterologia conhece o Mark
Pimentel, que é a pessoa que mais estuda
sobre supercrescimento bacteriano
intestino Delgado Co, ele fala de de
Herles Damus, né? Eu conheci o Mark
Pimentel eh lá atrás porque ele já dava
palestra sobre síndrome de Herles Danos,
porque é muito prevalente, né? Então,
quando ele faz live, eu entro na live só
para ficar lá cutucando e a sedu, gente,
onde eu puder me me enfiar ali para
falar de sedu né? E agora no DDW, então
isso é maravilhoso. Então essas
condições, o que é bacana a gente pensar
é que elas todas elas podem cursar
várias delas juntas. E ainda tem mais
uma que tá faltando ali, Murilo, que é
apótese, você pode colocar embaixo de
sede, que é síndrome postural
ortostática taquicardizante
ou, né, uma forma de desautonomia, ou a
gente pode pensar em desautonomia, que é
uma alteração ali do nosso sistema
autonômico muito frequente também.
>> Vamos de novo, porque o toque aqui é
altíssimo. Vamos de novo. Vamos começar
as siglas. Então a primeira, vamos lá,
talvez de maior destaque é S, síndrome
de ativação mastocitária.
Estamos falando de intolerância
estaminea, então pode ser
>> rite,
>> H
>> e T
>> T. E aí nós temos a sed H
>> é D H minúsculo.
>> Ah minúsculo.
>> Isso. Tá bom. Pronto.
>> Isso. Hipótese P O
T de tatu.
>> T
>> T de tatu. S de sapo.
>> Poss
>> é a sigla inglesa. É síndromeostática
postural táica. Só aqueles pacientes que
tm uma forma de desutonomia. Levanta
fica tonto. Tem síncope préíncope, que é
uma forma de desmaio, quase desmaio.
Essa depois a gente entra mais nela
noutonomias.
Isso tudo, isso tudo aqui a pessoa pode
ter ainda de forma concomitante ou
>> muito comum,
>> intolerância à estamina ou a síndrome de
ativação mastocitária e ter um
diagnóstico
de uma alteração como a síndrome de
Arlins danos que é uma doença genética.
A base muitas vezes de tudo isso é a
síndrome de Dan. E essas
>> não todo mundo
é interessante de falar concomitante
passar por alterações do trato
gastrointestinal
que são conhecidas como desordens
funcionais intestinais de overgrow ou de
super crescimento, que são desordens
relacionadas ao microbioma, que daí pode
ser
>> sim
>> cibo,
sifo,
Ibu
ah iso
>> ou imu.
>> IMO. E aqui nós estamos falando de super
crescimento bacteriano no intestino
delgado, super crescimento fúngico no
intestino delgado, super crescimento
bacteriano no intestino grosso ou até
mesmo síndrome e super crescimento de
microrganismos metanogênicos no
intestino ou super crescimento de
>> produtores de sulfeto,
>> produtores de sulfeto no intestino. Tudo
isso aqui são alterações que a letra O
remete ao overgo ou supercrescimento. E
além disso, essas pessoas podem ter
sensibilidades a FODMAPs, por exemplo,
porque nada impede de ter uma
sensibilidade ao FOD
MAP.
>> Sim. E outras várias, né? Se ela tiver
intolerançap,
>> vários várias intolerâncias.
>> E aí na na intolerância ao FODMAP,
Fodmap tudo, né, Ju?
>> Fodmap tudo. É o Huder deve tá aqui um
amigo querido, né? Né? O o holder que
que que você também conhece, ele fala:
"Gente, é tudo policado porque tá vindo
de todos os lados, né? E não tem jeito."
>> E aí no FD,
>> no Fodmap mais conhecido de todos, a
intolerância mais conhecida é a
disacarídio, né?
que é a intolerância a lactose,
>> que normalmente é uma das pouco
diagnosticadas
no ambiente eh de consultório, né?
Porque existe um teste muito comum,
muito simples de ser feito, de
tolerabilidade oral ao dissacarídeo,
onde se ingere o dissacarídio em jejum e
se dosa a partir de 30 minutos a glicose
sérica, porque esse dissacarídeo é
formado por dois monossacarídeos. Então,
a lactose nada mais é do que a junção de
uma pentose com uma exose. E aí quando
tem essa característica de liberação da
glicose, que é uma das moléculas da
lactose, ela tende a elevar no sangue.
Quando ela eleva no sangue é porque a
pessoa tolera. E quando ela não eleva no
sangue, é porque a pessoa não tolera. E
às vezes as pessoas ficam só aqui nesse
diagnóstico que é palpável. E aí elas
passam, Ju, a usar alimentos enzimados,
enzimados que foi tirado o dissacarídio
e aí a pessoa passa a ter reações aos
monossacarídeos porque o fod map é de
fermentável, oligossacarídeo,
dissacarídeo, monossacarídeo and
poliois. e às vezes ainda usou
suplementos com polióis e aí acabou,
>> né? Então acho que as desordens
funcionais intestinais ganham muita
notoriedade nesta certificação, porque a
gente precisa também desvendar e tirar o
joio do trigo aí separar o que que é
sensibilidade ao glúten,
o que que é a sensibilidade alimentar ou
alergia alimentar a caseína?
ou ainda pensar sobre intolerância ao
níquel.
E nós teremos aulas sobre intolerância
ao níquel. Nós teremos aulas sobre
manejo da CBO, da CFO, da Libo, da IMO.
Mas uma das abordagens que nós teremos é
sobre intolerância à estamina. E aí,
como tu tá com o teu estamino, aí eu
queria que tu pudesse aqui mostrar para
todo mundo o que é o estamino. O
estamina é uma molécula, a primeira
molécula, a primeira pelúcia que eu
desenvolvi com a ajuda inteligência
artificial e que foi materializado pelo
Diego da empresa de pelúcias lá no
Paraná e que foi já mascote de uma turma
de pós-graduação da nutrição em
gastroenterologia, cujo nome de turma é
Dr. Cristiano Rude, que ah é um amado e
também faz parte aqui da certificação
como um todo, como n outros
profissionais fazem parte desta
certificação. E a intolerância estamina
ganhou muita notoriedade. Eu já fiz um
curso, uma um curso bem longo de muitas
horas em 2025 sobre intolerância
estamina e eu tive uma lista de espera
de mais de 300 pessoas para fazer um
novo curso e que aí então foi ampliado
agora para síndrome de ativação
mastocitária. Então, Ju, aproveitando a
tua presença aqui, eu gostaria que a
gente pudesse explicar rapidamente o que
que é a ativação
mastocitária
e o que é a intolerância à estamina
no lumem. E o que é a possibilidade de
liberação da estamina, o síndese dessa
estamina também que pode acontecer.
Então, Ju, rapidamente assim, se eu
tivesse me corri, se eu tiver errado, se
eu tivesse que resumir
intolerância a estamina,
eu poderia dizer que são pessoas que não
toleram
de forma normal
a estamina
alimentar.
E aí você poderiaar o que é estamina
alimentar? Aí eu tenho uma uma outra
ilustração aqui que é sobre estamina
alimentar. Então, estamina alimentar
seria a estamina presente em alimentos
fermentados, por exemplo, porque a
estamina pode ser produzida por
microrganismos
em alimentos ou ela pode ser uma
estamina produzida no lumem intestinal
por bactérias ou pode ser uma liberação
de estamina
>> mastocitária.
>> Mastocitária. Então, rapidamente, Jun,
pequenas palavras, como poderia,
>> tá? É, primeira coisa que assim que eu
acho que é importante também a gente
falar aqui é o que é o mastócito, né?
Porque tem muita gente aqui que eu acho
que assim, a gente tá falando síndrome
sã san sã, mas o que é essa
criaturazinha
roxinha que a gente tá falando, né? Mas
tosto, gente, é uma célula extremamente
importante e muitas pessoas perguntam:
"Ah, mas não tá no exame de sangue?" Eu
fiz exame de sangue, não apareceu? Sim,
porque os mastócos quando eles estão
maduros, eles migram, eles vão pros
tecidos. tecidos que fazem interface com
o ambiente externo. Então, a gente vai
pensar trato gastrointestinal muito
mastócito, trato gênito urinário, trato
respiratório, pele tem muito mastócito e
para que que e que que ele vai fazer o o
masto, ele se comporta meio que como
sentinela do nosso sistema imunológico.
Ele fica ali esperando qualquer coisa
acontecer, né? Então assim, a gente teve
um corte, mastócito tá ali, ó, ligado e
ele que recruta as outras células pra
gente começar a fazer reparação
tecidual. cicatrização, né? Então, em
condições fisiológicas, mastócito é
maravilhoso. Todo mundo tem mastócito,
ele é extremamente importante paraa
nossa saúde, tá? Mas o que que acontece?
Durante muito tempo a gente acreditou
que os mastócios só estavam envolvidos
em reações alérgicas mediadas por IGE. E
depois foram estudando e foram vendo que
não, que ele não tá só nesse mecanismo,
ele também participa de angiogênese, de
cicatrização, de remodelação tecidual.
Então ele é extremamente importante
paraa nossa saúde. Mas o que que pode
acontecer? Pode acontecer que eles em
algum momento eles ficam hiperativados.
Eu falo que eles ficam com mania de
perseguição. Fale dá um tarja preta para
esse para esse bichinho, porque não é
possível. Ele acha que qualquer coisa eh
que tá acontecendo, às vezes assim, um
estresse, pronto, ele já acha que é a
terceira guerra mundial e que ele tem
que começar a liberar os mediadores. Ele
guarda dentro de bolsinhas, dentro de
vesículas, vários desses mediadores e
quando necessário ele solta e libera
aquilo ali na nossa corrente sanguínea
para proteger. Mas nessas condições,
quando a gente começa a pensar em
hiperativação,
eles liberam por qualquer coisa. Então
assim, o que que pode ser gatilho pra
síndrome de ativação? uma área estresse,
mudança de temperatura, um cheiro muito
forte, eh qualquer coisa, uma comida,
não, um alimento, não somente alimentos
ricos em estamina, porque às vezes fal
assim, ah, faz uma dieta baixo de
estamina, não, às vezes não, às vezes
ele não tá reagindo tanto com alimentos,
às vezes ele reage com outros tipos de
alimentos, né, que o paciente de sa é
muito mais complexo, não é apenas uma
intolerância alimentar, é o sistema
imune que está ali todo bagunçado.
Então, esse mastó começa a degranular
esses mediadores. E por que que tem essa
confusão com a estamina? Porque um dos
mediadores mais importantes que ele
libera é a estamina. E aí gerou essa
grande confusão entre síndrome de
ativação e estamina. Mas a gente precisa
discutir muito sobre isso, que a
estamina, a intolerância, estamina é uma
intolerância.
Para fazer um resumão assim, é
alimentar. Comi, geralmente em até 4
horas eu vou ter algum tipo de sintoma.
Qual sintoma? Pode ser várias coisas pra
gente ter receptor de estamina no corpo
inteiro. Então posso ter coriza, posso
ter chaqueco, posso ter coceira, posso
ter blowing, que é aquela sensação de
estufamento, né? Posso ter diarreia,
posso ter constipação. Então assim, eu
posso ter inúmeros sintomas, mas isso
porque eu comi alguma coisa que me fez
mal e eu não tinha enzima para degradar.
A gente compara um pouquinho até com a
lactose que você citou aí, é uma enzima,
uma deficiência enzimática. Claro que a
gente depende de uma boa condição ali do
nosso intestino, porque a a enzima que
degrada a estamina é produzida
majoritariamente lá no lumen intestinal.
Então a gente vai precisar de várias
coisas. A gente precisa, tá? Contrato
gastrointestinal íntegro. Então assim,
são essa a intolerância estamina, muitas
vezes o paciente está intolerante, ele
não é intolerante. Muitas vezes a gente
cuida do intestino, a gente melhora. Às
vezes ele não tem um polimorfismo
genético, ele não tem uma intolerância
primária, né? E não é causada, essa
intolerância tá sendo causada por alguma
coisa que tá ali, alguma injúria nesse
intestino, cibo, iso, limo, enfim,
síndrome intestino irritado, muito
comum. E aí quando a gente pensa em
isso, a gente tá falando de hit em toda
essa estamina. Quando a gente pensa em
sã, aí o negócio é muito mais complexo,
porque a nossa estamina produzida em
nível celular, não é mais do que o
combo, tá? Ela está sendo produzida
pelos nossos mastócitos, tá? Então
assim, ela pode ser produzida também por
outras células, mas basicamente a maior
produção endógena produzida mesmos é
pelo mastóco. Fruto e objetivo da grande
certificação
Intolerância e estamina. Estamos na
primeira live. Estamos aqui eu e Dra.
Juliana entregando conteúdo para vocês
para que vocês tomem decisão se faz
sentido ou não fazer uma certificação
completa com mais de 60 horas, com pelo
menos 10 médicos e 10 nutricionistas que
estarão juntos de mãos dadas em todas as
aulas, de todas as temáticas. Para vocês
terem noção, na aula de intolerância ao
níquel, teremos a nutricionista
Celine com a gastroenterologista Dra.
Iael. Ambas são da pós-graduação de
nutrição em gastroenterologia, do curso
de modulação intestinal. E eu tô com
tanta felicidade de poder eh tê-las
junto comigo nessa certificação, de dar
essa oportunidade, porque a Celine eh
tem uma carreira docente incrível e ela
eh tem uma aula maravilhosa sobre
intolerância ao níquel. Estará conosco
também eh Dr. Cristiano Rud, Dora
D. Liv
>> Raissa, de Belo Horizonte, Staciol, Saí,
né? Raísa Saide.
>> Pronto, Dra. Raíça Saí.
Nossa, Dra. Luciane Milene, D. Lí
Bassani, eh, Dr. Luiz Lox, eh, um
gastroenterologista incrível também,
professor da pós-graduação deção em
gastroenterologia, Dr. Alécio Fazano,
direto da Faculdade de Medicina de
Harvard, doutora
Adriana Doelo,
>> Adriana Doelo é a presidente do
Instituto Internacional de Intolerância
Estamina. A aula dela será em espanhol.
Mas a gente vai colocar legenda, a gente
vai conseguir ter também ela dublada,
porque ela eh fala só em espanhol, ela é
de Barcelona. Ah, terá também Dr. Pedro
Bastos, que dá uma portuguesada no
português dele, dá para entender
perfeitamente. Dra. Luana Manoso
explicando das consequências da
intolerância à estamina eh no cérebro
junto com Fabrício Cini. Então assim, é
uma formação muito, mas muito legal, em
que nós temos o grande propósito de unir
a profissão medicina com a nutrição e
dar uma certificação tanto para médicos
quanto para nutricionistas sobre o olhar
da medicina, do diagnóstico,
da prescrição médica, seja de
suplementos ou de medicamentos e do
acompan acompanhamento nutricional,
porque acho que esses pacientes precisam
de acompanhamento nutricional. Então
vamos deixar como primeiro recado desta
primeira aula de lançamento da
certificação nessa semana, nesse mês,
nesses dois meses de jornada
[limpando a garganta] de sam
intolerância estamina, que eu jurava que
seriam no máximo 30 minutos aqui, já
estamos a mais de 45 minutos, como
grande recado. Qual a principal
diferença entre SAM e intolerância à
estamina? Vamos lá. Intolerância à
estamina.
Estamina
pode estar elevada
no intestino e ser uma estaminose.
E essa estaminose pode ser por uma
overnutrition
de alimentos ricos em estamina. Por quê?
>> Ouaminas também, né? Porque a enzima
estidina descarboxilase
é expressa por microrganismos na etapa
de fermentação
alimentar para alimentos fermentados,
como queijos, vinhos embutidos, ã,
alimentos fermentados. E aí nós temos lá
alimentos ricos em estamina. Então, pode
ser nada mais nada menos do que uma
overnutrition
por estamina. Isso é um fator. Pode ser
um aumento da capacidade microbiana
intestinal de síntese de estamina. Tu
pode ter uma estaminose porque você tem
uma fábrica de estamina na tripa. E aí
tu tem como detectar isso com exames de
microbioma que detectam os
microrganismos que são capazes de
produzir estamina. Ou você pode ter um
excesso de estamina na bosta, porque
você tem uma deficiência genética, um
polimorfismo genético, em que você tem
dificuldade de expressar a DA, que é a
diamina oxidase, que é uma enzima
produzida pela borda em escova nas
microvelosidades intestinais. Então você
pode ter uma deficiência genética de
síntese dadal ou você pode ter uma
ingestão de medicamentos ou suplementos
que acabam suprimindo
[limpando a garganta]
a tua capacidade de síntese de D, sem
ter a predisposição genética à inibição
da DAL, que pode ser medicamentosa.
E um dos medicamentos que mais faz isso,
por exemplo, é a dipirona, que você
precisa prestar atenção muito nisso,
porque às vezes a dipirona é utilizada
para dor de cabeça e o excesso de
estamina, um dos efeitos é propriamente
dito a dor de cabeça. Então você tem
estaminose por vários motivos ou você
pode ter ainda um excesso de liberação
de estamina por degranulação
mastocitária no GTE por uma imaturidade
ou por uma não integridade das células
de epitélio intestinal. E aí, alimentos
mal digeridos podem promover
degranulação mastocitária e isso liberar
estamina e gerar percepção de dor
visceral, que pode ser por sensibilidade
alimentar ou por dano intestinal prévio,
uma lesão prévia intestinal à células de
revestimento do epitéo intestinal. Só
que a síndrome de ativação mastocitária
vai muito além disso. Não é só a
degranulação mostocitária induzida por
alimentos mal digeridos. Ela pode ser
desencadeada
por percepção
aguda ou a exacerbada ao frio, ao calor.
Pequenas alterações térmicas podem gerar
degranulação mastocitária. E aí é uma
pessoa que tem um mastócito meio que
nervosão. É aquele mastócito auau,
estressado, tipo um pincher pirado
dentro de casa quando o dono sai que
qualquer coisa estressa ele e ele sai
liberando estamina. Então a gente tem
que saber diferenciar. E aí, Ju, me
ajuda aí. A gente tem que saber
diferenciar a intolerância à estamina,
que é uma coisa. E aí tem o estamino,
que chegará para todos da certificação
no conforto da sua casa. E aí o estamino
tem no verso dele as quatro principais
sintomatologias clínicas da intolerância
à estamina. E chegará também no conforto
da casa e de todos da certificação o
mastocitinho,
que atrás dele tem a sigla Sam
nessa capinha, porque é a forma de nós
conseguirmos sensibilizar,
acolher e multiplicar este conhecimento
após a certificação. Então o SAM vai
muito além da síndrome de
ativaçãoitária. É sensibilizar, é
acolher e multiplicar esse conhecimento.
Porque muitas das vezes o que é
essencial de ser suplementado numa SAM
não é o que você vai suplementar em uma
intolerância estamina ou o exame que
você vai pedir não é um exame que você
vai pedir na intolerância à estamina
como aminas biogênicas que pode ser
complementado ou um probaiome plus
estamina porque você tem ali uma
necessidade de silenciar mastócitos e aí
uma kercitina, uma vitamina C pode fazer
muito mais sentido do que uma adidal que
você utilizaria numa intolerância
estamina. Então, gente, primeiro eu
queria agradecer todos vocês que estão
aqui. Já são mais de 50 minutos de
conteúdo, de toda uma entrega genuína,
de uma experiência da Ju. Eu acho que
não tinha ninguém melhor para que eu
pudesse abrir essa jornada do
conhecimento, dizer que a forma, Murilo
Pereira, de divulgar qualquer curso ou
certificação é entregando conteúdo.
conteúdo, como a gente entregou até
agora, de forma prática, explicando a
diferença de síndrome de ativação
associitária, de intolerância à estamina
através de uma vivência prática e dizer
que vai muito além disso. É entender de
síndrome de danos, é entender de pots, é
entender de desordens funcionais
intestinais como sensibilidades
alimentares, como alterações
microbianas, como cibo, libo, sifo, imo,
ISO. e também conhecer que esses
pacientes podem ter alterações
concomitantes
ou às vezes subsequentes, porque trata
uma parece outra. E é por isso que nós
temos uma certificação a quatro mãos com
médicos e nutricionistas com mais de 60
horas para que nós possamos capacitar
profissionais com um custo
simbólico perto do quanto de diagnóstico
que tu buscou ao longo da tua vida, não
é, Ju?
>> Nossa, [risadas]
e gente, e é muita gente sofrendo, né?
Quantos e quantos pacientes a gente vê
nessa peregrinação e que não melhora
nada. E aí quando a gente individualiza,
a individualidade é tudo para esses
pacientes, são pacientes hipersensíveis.
Então são pacientes que a gente tem que
ter todo um olhar, né? Esse paciente
síndrome de ativação maestária. Muitas
vezes você tá falando aí, né, de algo de
uma de usar suplementos de tudo, às
vezes eles reagem aos suplementos. Então
a gente tem que ter cuidado com os
recipientes, com o que que a gente tá
colocando, com a capa, com tudo. Então
são pacientes que a gente precisa ter um
olhar mais apurado. A gente tem que a
gente tem que abraçar esses pacientes,
né? que tá escrito aqui no no no nosso
mascote, né? Sensibilizar, acolher e
multiplicar. A gente precisa a gente
precisa colher, a gente precisa entender
esse paciente e ajudar. Esses pacientes
estão por aí pedindo pelo amor de Deus
para alguém ajudar, porque poucos
profissionais estão têm essa capacitação
hoje em dia, né? E não é aqui no Brasil
só, não, é no mundo inteiro. E cada vez
a gente tá vendo mais conhecimento,
sendo difundido, mais estudos, mais
pesquisas. Então assim, a hora é agora,
né? Eu acho que quem estuda isso hoje tá
saindo na frente, porque é tão
gratificante quando um paciente chega e
ele olha para você e fala assim:
"Ninguém nunca entendeu o que que eu
tava falando? Todo mundo sempre falou
que era da minha cabeça. E de repente
você mostra no artigo, você mostra que
tá na literatura, você mostra que tava
lá no DDW alguém falando sobre isso. Não
é só vozes da minha cabeça que estão
falando.
>> Isso é muito importante, gente. É mudar
a qualidade de vida, é mudar histórias
de vida dessas pessoas. Isso é
maravilhoso. E o meu propósito é esse,
né? Por isso que eu acho que casa tanto
com o propósito do Murilo, né, Murilo?
Que a gente no no fundo a gente quer
ajudar pessoas. Isso que você falou, né?
Ah, tem certificação, eu tenho curso lá
contra Não é sobre isso. Não é quem tá
fazendo o quê, não é quem tá saindo na
frente, não é quem oferece o que com
preço, não. É, vamos cuidar das pessoas
como elas merecem ser cuidadas. E quanto
mais profissionais a gente conseguir
trazer, quanto mais profissionais
souberem estudarem, ajudarem essas
pessoas, isso, gente, é maravilhoso. É
minha missão de vida e eu rezo todos os
dias para que cada vez mais pessoas
entendam sobre isso e ajudem essas
pessoas como eu fui ajudada.
>> Obrigada,
>> Muril. Só para terminar, só para falar
uma coisa. Você escreveu no encontro lá
de Belo Horizonte, você escreveu lá no
livro, você já tinha escrito isso lá no
meu no dia que eu te pedi o curso, né,
lá em 2020.
Depois do primeiro, nosso primeiro
encontro, né, em em Belo Horizonte, você
primeiro escreveu assim: "Você ainda vai
ajudar muitas pessoas quando eu te pedi
o curso." Eu era camada, falou: "A gente
que ajuda a pessoa, não ajudo nem não
consigo nem me ajudar, como é que eu vou
ajudar alguém, né?" Então, assim, muito
do que eu faço hoje, eh, é para te
agradecer também, né? Porque além dos
meus pais, que são a minha equipe, né?
que estão aí me ouvindo hoje, que eu
tenho uma gratidão que eu não estaria
nem viva se não fosse por eles. Mas
você, Murilo, eh é assim,
né? Então assim, estamos ajudando
pessoas, sim. Eu vou continuar fazendo
isso enquanto eu tiver saúde, enquanto
eu tiver aí, ó, eu vou sempre e conte
comigo para sempre na sua vida, para
todos os seus projetos.
>> Amém. Amém. Amém. Então assim, gente, eu
vou finalizar essa primeira aula aqui de
quase uma hora de conteúdo sobre
síndrome de ativação intolerância
estamina. agradecendo a Ju por toda essa
coordenação
da certificação. Ela é uma
coocoordenadora porque ela tá junto
comigo eh me ajudando a a a fechar esse
quebra-cabeça dessas inúmeras alterações
funcionais intestinais, por ter uma
expertise prática, por estar na
vanguarda disso com profissionais
extremamente capacitados da
gastroenterologia brasileira, da
otorrinolaringologia brasileira. Então
não é só uma especialidade médica, nós
temos várias especialidades, nós temos
colonroctologia, nós temos cirurgiãos do
aparelho digestivo que estarão aqui
conosco, especialistas em imagens do
trato gastrointestinal, médicos que dão
diagnósticos, que podem mostrar lá, sei
lá, uma afta intestinal como um sinal,
como o Dr. Luiz Loques mostra de forma
maravilhosa isso nas imagens que ele
mesmo observa todos os dias na
gastroenterologia, o quanto isso pode
melhorar a vida das pessoas através
deste olhar da medicina e da nutrição.
Ju, muito obrigado. Eu quero finalizar
aqui compartilhando com todos essa
imagem e que vocês fiquem com mais uma
sigla da aula de hoje. HC.
E o que que é isso? Estidina
descarboxilase.
Estina descarboxilase, a enzima que
produz estamina a partir de estidina. E
essa enzima pode ser produzida por
bactérias. Essa enzima pode ser
produzida por diversos
diversos microorganismos, tanto na
síntese de alimentos quanto no lumen
intestinal. Então, conhecer mais sobre
este descarboxilase talvez seja um dos
grandes propósitos deste curso, mas
também saber muito mais sobre
mastócitos,
porque eles também são fábricas de
estamina, mediadores do processo de
degranulação deles. Muito obrigado a
todos, muito obrigado a carinho, muito
obrigado, Ju. E toda terça e quinta de
julho e agosto estaremos aqui
gratuitamente para todos vocês. E claro,
se fizer sentido, venha fazer conosco
uma grande certificação com aulas
robustas, com entrega de prescrições de
condutas médicas e de condutas
nutricionais. Muito obrigado a todos,
fiquem com Deus, tenham uma boa noite,
beijo no coração e até quinta-feira.
Ciao.
>> [roncando]
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