A Escola da Conquista - A Vitória sobre Jericó | JB Carvalho
Estamos de volta, começando uma nova
série. Hoje
venho com JB lutar em Jericó
e vamos ler o texto. Eu tinha preparado
uma introdução grande, mas eu falei, eu
vou ficar correndo que nem dos outros
domingos.
Josué capítulo 6. Vamos ler as
escrituras
dos versos 1 a 21.
Depois de sete semanas da escola do
deserto, eu dei para você a diplomação
semana passada. Espero que você tenha
pego.
Vocês atravessaram o Jordão comigo e
agora
aprovados paraa próxima etapa de
ocupação da terra prometida.
>> E a nossa primeira batalha é Jericó.
Vejamos o que aconteceu. Eles passaram o
Jordão.
Eles não entraram na terra como
sobreviventes ou peregrinos ou
refugiados. Eles eram agora uma nação.
E entre eles a conquista agora está
uma cidade fortificada que é Jericó.
Capítulo 6 verso 1. Diz assim a
escritura. Ora, Jericó estava
rigorosamente fechada por causa dos
filhos de Israel. Ninguém saía nem
entrava. Então disse o Senhor a Josué:
"Olha, entreguei na tua mão Jericó, o
seu rei e os seus valentes. Vós, pois,
todos os homens de guerra, rodeareis a
cidade, cercando-a. Uma vez assim fareis
por seis dias. Sete sacerdotes levarão
sete trombetas de cífico de carneiro
adiante da arca. No sétimo dia,
rodeareis a cidade sete vezes, e os
sacerdotes tocarão as trombetas. E será
que tocando-se longamente a trombeta de
chifre de carneiro, ouvindo voz o sonido
dela, todo o povo gritará com grande
grita. O muro da cidade cairá abaixo e o
povo subirá nele, cada qual em frente de
si. Então, Josué, filho de Num, chamou
os sacerdotes e disse-lhes: "Levai a
arca da aliança e sete sacerdotes levem
sete trombetas de chifre de carneiro
adiante da arca do Senhor." E disse ao
povo: "Passai e rodei a cidade, e quem
estiver armado passe adiante da arca do
Senhor."
Assim foi que, como Josué dissera ao
povo, os sete sacerdotes com as sete
trombetas de Chico de Carneiro diante do
Senhor passaram e tocaram as trombetas e
a arca da aliança do Senhor os seguia.
Os homens armados iam adiante dos
sacerdotes que tocavam as trombetas. A
retaguarda seguia após a arca e as
trombetas tocavam, soavam continuamente.
Porém, ao povo ordenar a Josué, dizendo:
"Não gritareis, nem fazeis ouvir a vossa
voz, nem sairá palavra alguma da vossa
boca, até ao dia em que eu vos diga:
Gritai!", então gritareis. Assim a arca
do Senhor rodeou a cidade, contornando-a
uma vez, entraram no arraial e ali
pernotaram.
Levantando-se Josué de madrugada, os
sacerdotes levaram de novo a arca do
Senhor. Os sete sacerdotes que levaram
as sete trombetas de chifre de carneiro
diante da arca do Senhor iam tocando
continuamente. Os homens armados iam
adiante deles e a retaguarda seguia após
a arca do Senhor, enquanto as trombetas
soavam continuamente. No segundo dia,
rodearam outra vez a cidade, tornaram
para o arraial e assim fizeram por seis
dias. No sétimo dia, madrugaram ao subir
da alva. E da mesma sorte rodearam a
cidade sete vezes. Somente naquele dia
rodearam a cidade sete vezes. E sucedeu
que na sétima vez, quando os sacerdotes
tocaram as trombetas, disse Josué ao
povo: "Gritai, porque o Senhor vos
entregou a cidade, porém a cidade será
condenada, e tudo quanto nela houver,
somente viverá Raab e a prostituta e
todos os que estiverem com ela em casa,
porquanto escondeu os mensageiros que
enviamos. Então, somente guardai-vos das
coisas condenadas, para que, tendo-as
vós condenado, não as tomeis, e assim
torneis maldito o arraial de Israel e os
confundais.
Porém toda prata e ouro e utensílios de
bronze de ferro serão consagrados ao
Senhor, irão para o seu tesouro. Gritou,
pois o povo e os sacerdotes tocaram as
trombetas, tendo ouvido o povo sonido da
trombeta e levantado grande grito,
ruíram as muralhas. E o povo subiu à
cidade, cada qual em frente de si, e a
tomaram. Tudo quanto na cidade havia,
destruíram totalmente ao fio da espada.
Tanto homens como mulheres, tanto
meninos como velhos, tanto bois, ovelhas
e jumentas.
Jericó não é uma cidade qualquer. Não
era qualquer cidade, não era apenas uma
cidade.
Eh, por três razões. Primeiro, Jericó
era uma fortaleza militar no caminho da
conquista da Terra.
Era considerada praticamente
inexpugnável.
Não era uma vila em defesa, era uma
fortaleza.
Precisamos entender o que Israel estava
enfrentando naqueles dias. Jericó é uma
das cidades mais fortificadas do mundo
antigo. As escavações arqueológicas
revelaram um complexo sistema defensivo
muito impressionante para aquela época.
As famosas
muralhas neolíticas de Jericó
são milhares de anos anteriores às
pirâmides do Egito.
A primeira fortaleza a ser conquistada
em Canaã não era apenas forte, era muito
antiga, muito velha. Suas raízes
mergulhavam profundamente na história
humana. Dizem que em Jericó foi
construída a primeira muralha da
história, uma muralha de pedra e uma
torre monumental datada de
aproximadamente
8.000 anos antes de Cristo. Arqueólogos
acreditam que seja uma das mais antigas
estruturas defensivas urbanas já
encontradas.
A cidade que Josué enfrentaria carregava
uma tradição de fortificações
militares que remontava milênios. A
cidade estava construída sobre o monte
elevado, um té,
resultado de séculos de ocupação humana.
Um té é um monte arqueológico.
Uma cidade existia, foi destruída,
construída uma cidade em cima que foi
construída outra cidade em cima depois
que aquela tinha sido destruída. E
aquela foi destruída, outra cidade foi
construída. Se você vai no Monte Meguido
em Israel, por exemplo, nós temos ali
mais de 25 civilizações enterradas e uma
montanha que não é uma montanha natural,
mas é uma montanha de restos, de
cemitérios arqueológicos, de
civilizações enterradas uma após a
outra. Assim era Jericó.
Quem atacasse Jericó precisava subir
enquanto era alvejado pelos seus
defensores.
Jericó possuía um sistema de muralhas
duplas. Havia um muro externo que
alcançava algo entre 4 a 5 m de altura
na base da elevação e outro com cerca de
8 a 10 m na parte superior. Entre eles
existia uma área inclinada que tornava a
escalada extremamente difícil. Isso era
um terror, um pesadelo militar para quem
queria conquistar a cidade. Jericó
também possuía um elemento estratégico
fundamental. Jericó tinha água.
A cidade era abastecida pela fonte de
Eliseu, uma nascente abundante que
existe até o dia de hoje. Jericó podia
sobreviver por longos períodos sem
depender de fontes externas de água,
porque a guerra na época era também
feita por cercos prolongados.
Era uma verdadeira fortaleza oasis.
Quem dominasse Jericó controlava uma das
portas de entrada para a terra
prometida, uma das principais portas. E
a cidade, a situação com relação a
Israel era bem desfavorável. Jericó
exatamente o tipo de alvo que um
comandante prudente evitaria atacar em
primeiro lugar. Mas é isso que Deus
manda Josué fazer. Ataca a cidade mais
forte.
Então Deus escolhe Jericó como seu
primeiro alvo. Porque Jericó era mais do
que uma cidade. Jericó mensagem.
Deus estava mandando um recado para
todos os habitantes de Canaã.
Deus escolhe a fortaleza, a cidade que
parecia impossível,
a cidade cujas muralhas transmitiam a
ideia de invulnerabilidade.
Jericó representava tudo aquilo que a
antiga geração temera 40 anos antes,
quando hesitou, recusou entrar na terra
prometida. Muralhas altas, cidades
fortificadas, inimigos estabelecidos.
A segunda razão porque Jericó não era
apenas uma cidade,
qualquer cidade, é porque a sua história
remontava aos primórdios da civilização.
Naquele tempo, naqueles dias de Josué, o
Egito tinha apenas 1500 anos de
história. Israel acabara de nascer como
nação, mas Jericó possivelmente tinha
mais de 7.000 1 anos de ocupação humana
na região. Quando Israel chegou em
Jericó, ela já possuía uma história de
milhares de anos. Ela era antiga até
para os padrões do mundo antigo. Quando
se diz que Jericó é a cidade mais antiga
do mundo, não se trata de retórica, nem
de uma frase de efeito.
Sim, nós estamos outro dia em Jericó,
eh, fomos recebidos por um guia que nos
disse que Jericó era a cidade mais
antiga. Já ouviste várias vezes lá e
também em alguns escritos. O engraçado
que aconteceu lá é que a gente foi
recebido por um guia falso.
Depois de meia hora, Monis, chegou o
guia verdadeiro e o falso tava vendendo
os bugingangas dele para nós e o pessoal
do grupo tava comprando. A Dilma comprou
deles lá.
O sítio arqueológico de Jericó,
conhecido como T Sultan, revela
ocupações
humanas de cerca de 10.000 anos.
A única cidade que compete com Jericó em
antiguidade é a cidade de Damasco, mas
que perde eh a posição de primeira
cidade a cidade mais antiga do mundo.
Nós estamos falando de um período
anterior
ao Egito dos faraós, a invenção da
escrita, a Abraão, Moisés, as pirâmides
do Egito e a maioria das grandes
civilizações conhecidas, muito antes dos
cananeus habitarem em Canaã, havia
assentamentos neolíticos que remontam
milhares de anos ali em Jericó. Quando
Josué chegou à cidade, ela já carregava
milhares de anos de ocupação humana. era
um monumento vivo das antigas
civilizações na Terra.
E há algo muito importante nisso. A
primeira batalha de Israel não é contra
uma cidade nova, é contra uma cidade que
carrega o peso de toda a antiga ordem de
Canaã. toda antiga ordem era muito
representativa.
Daily Davis diz que Deus escolheu uma
cidade aparentemente invencível para a
primeira batalha. A cidade parecia
permanente, mas o que parece permanente
para os homens não é permanente diante
de Deus.
Jericó estava ali havia milhares de
anos. Suas muralhas pareciam
indestrutíveis, mas apenas uma semana de
obediência.
Uma semana de obediência.
Uma semana de obediência seria
suficiente para derrubar aquilo que
séculos haviam construído. S dias, uma
semana. Grave isso. É assim que nós
vamos começar. S dias, uma semana. Grave
bem isso. Jericó representa todo mundo
antigo que resistia ao avanço do reino
de Deus. E eu vou explicar isso. Jericó
não era apenas uma cidade, era uma
civilização consolidada, uma forma
antiga de viver, pensar, de adorar, de
existir.
Mas a promessa de Deus era mais antiga
do que a cidade mais antiga do mundo. A
cidade parecia eterna, mas a palavra de
Deus é anterior a ela. Antes de Jericó
existir, Deus já conhecia Abraão. Antes
das suas muralhas serem erguidas, Deus
já havia prometido a terra. A conquista
de Jericó não seria apenas então
geográfica, seria o confronto entre uma
velha ordem e uma nova ordem. Seria a
batalha entre os antigos habitantes da
terra e o povo da aliança de Yahvé. A
propósito, nenhuma fortaleza
é antiga demais para Deus derrubar.
Nenhuma estrutura é sólida que Deus não
possa destruir. Nada nesse país ou em
qualquer nação está simplesmente isento
de que Deus possa com o seu dedo tocar e
derrubar as muralhas que parecem fortes
demais para que nós possamos vencer. O
que parece eterno aos olhos dos homens
continua sendo temporário diante do Deus
eterno. Então, a cidade mais antiga do
mundo vai se encontrar com o Deus que
existia antes do mundo existir.
>> É.
A terceira razão porque Jericó não era
apenas uma cidade,
é que ela era mais do que uma fortaleza
militar,
ela era uma fortaleza espiritual.
As muralhas representam fortalezas
espirituais que resistem ao avanço do
plano do projeto do reino de Deus. O
homem não pode vencer sozinho essas
fortalezas.
Nesse caso de Jericó, como em toda a
guerra de conquista
da terra prometida, eles não estavam
lutando contra carne e sangue.
A guerra contra Jericó não era uma
guerra convencional. Ela não usou armas
convencionais. Você não vê espada, você
não vê escudo, você não vê exércitos
lutando
em infantaria,
em
confrontos e embates físicos.
Nada ensinado nas escolas superiores de
guerra na história se parecia com
aquilo. A primeira batalha de Israel não
era militar,
era um confronto com forças invisíveis
em uma antiga fortaleza pagã. E deu o
histórico. O que aconteceu naquela
cidade em todos esses milhares de anos.
Quando Israel entrou na terra, a
religião cananeéia estava espalhada por
toda a região
e as principais divindades estavam ali,
El, Baal, Acerá, Anate, Astarote.
As cidades cananéias possuíam tempos,
altares, sacerdotes, santuários locais.
O nome hebraico Jericó, Jericó associado
à lua.
Jericó um centro de culto ao deus lunar
cananeu.
Jericó era uma fortaleza espiritual. Os
rabinos enxergavam Jericó como mais do
que uma cidade militar. Ela representava
a cultura cananeéia que deveria ser
removida para que a terra fosse
consagrada outra vez ao Senhor. A terra
deveria ser consagrada ao seu dono.
Literaturas judaicas do período do
segundo templo associavam Canaã a
influências espirituais corrompidas
desde tempos muito, muito antigos.
Nós estamos falando, alguns
comentaristas vão falar da razão de
existirem gigantes na Terra.
E eu não vou entrar nesse tópico. É um
tópico paraa sala de aula e não para
todo mundo, porque
>> eu não sou louco de falar algumas coisas
que poderiam dizer por aí que eu disse,
que eu não disse. Então vamos ficar por
aqui.
Mas Michael Heiser ficou conhecido pelo
que chamou de cosmovisão sobrenatural
das escrituras. Ele vai usar alguns
textos de maneira muito poderosa, como
Deuteronômio 4 verso 19, que Deus
distribuiu
as nações segundo o número dos filhos de
Deus, dos beneno os mesmos que aparecem
em Gênesis capítulo 6, aquele episódio
que, segundo muitos comentaristas,
provocou o dilúvio.
Heiser enxergava a conquista de Canaã
como algo maior que uma campanha militar
convencional. Não era uma guerra
simplesmente militar, era uma guerra
espiritual.
Ele relacionava a conquista de Canaã a
um conflito espiritual contra
territórios considerados dominados por
poderes angelicais rebeldes.
Esses seres astarote, Ba etc. São todos
anjos que caíram e que estavam exigindo
a adoração dos humanos e que eram
adorados das diversas formas mais
terríveis
que a alma humana possa imaginar.
Michael Heiser diz que a conquista de
Canaã é a retomada de um território
ocupado para o governo de Yahvé.
Lembre-se que na Bíblia nós temos o
príncip e o príncipe da Grécia lá em em
Daniel capítulo 10, uma guerra entre
seres espirituais. Depois que Daniel
começou 21 dias de jejum, o céu se
agitou, tudo se moveu. No Salmo 82 fala
sobre os deuses das nações. Paulo vai
falar sobre os principados e as
potestades. A nossa guerra não é contra
carne e sangue, sim contra principados,
potestades, forças espirituais do mal
nas regiões celestiais. Na visão de
Heiser, quando Israel entra na terra de
Canaã, ocorre algo mais do que uma
invasão militar. Ele descreve uma guerra
terrestre que reflete-se numa guerra
cósmica. É uma guerra cósmica que está
sendo refletida no ambiente físico. A
verdadeira batalha não começa contra as
muralhas, ela começa num âmbito
invisível. Jericó não era uma cidade
qualquer porque era o porteiro de Canaã.
Estudiosos dizem que Jericó era uma
cidade portão. Geograficamente, a cidade
guardava o acesso oriental para as
montanhas centrais de Canaã. Quem vinha
do Jordão encontrava Jericó primeiro.
Ela funcionava como uma espécie de
porteira da terra. Por isso, e outras
coisas, Deus não escolheu Jericó por
acaso. A primeira cidade conquistada era
justamente aquela que controlava a
entrada de Canaã. Era mais do que uma
muralha física, era a representação de
uma grande fortaleza que se interpõe
entre o povo de Deus e a sua herança. A
cidade é uma barreira que deve ser
removida para que o povo avance no seu
chamado. Então, Jericó é a imagem de
todas essas estruturas mais antigas que
resistem ao plano de Deus na história.
Os pais da igreja frequentemente
interpretavam Jericó como o símbolo de
um mundo que caiu. origines, via Jericó
como uma figura do mundo dominado pelo
pecado e pelos poderes espirituais.
Espjon descreve Jericó como a primeira
fortaleza de Satanás no caminho da
herança do povo de Deus. as muralhas que
o homem não consegue remover sozinho. Eu
tenho dito para líderes políticos, eu
tenho dito para líderes de todas as
esferas, nós não podemos vencer essa
guerra simplesmente no braço. Muitas
pessoas tentaram fazer a batalha
espiritual pelo Brasil na força da
carne, com bravas, com gritos e com eh
discursos. Essa não é simplesmente uma
batalha física.
Nós estamos lidando com poderes
espirituais, com forças invisíveis.
Eugene Peterson via Jericó como símbolo
dos sistemas organizados de resistência
ao governo de Deus. Timoth Keller dizia
que Jericó representa uma cultura
inteira organizada sem Deus.
Jericó é algo além de uma cidade. Ela é
a primeira fortaleza que guarda a
entrada da herança. A entrada da herança
não é apenas um exército, não é apenas
uma muralha, é um sistema consolidado de
resistência. Então, não é um conjunto de
pedras, é uma civilização fortificada.
É justamente por isso que Deus escolhe
Jericó. A primeira vitória de Israel
demonstra que existem obstáculos que não
cedem a força humana e eles só serão
vencidos quando a presença de Deus
ocupar o centro da batalha.
>> Então vamos ler o texto. Vamos começar
depois dessa pequena introdução.
Estando Josué ao pé de Jericó,
levantou os olhos e olhou.
Eis que se achava em pé diante dele um
homem que trazia na mão uma espada
desembanhada, nua. Chegou-se Josué a ele
e disse-lhe: "És tu dos nossos ou dos
nossos adversários?" Que pergunta.
respondeu
ele: "Não, não sou, sou príncipe do
exército do Senhor e acabo de chegar. Em
outras palavras, não sou nem deles, nem
de vocês. Você é que tem que estar
comigo, se você quiser ficar tudo bem
com você".
Então Josué se prostrou com o rosto em
terra e o adorou e disse-lhe: "Que diz
meu Senhor ao seu servo?"
Respondeu o príncipe do exército do
Senhor a Josué:
"Tira as sandálas dos teus pés, porque o
lugar em que estás é santo". E fez Josué
assim.
Nós estamos vendo uma batalha que vai
acontecer e aparece um ser espiritual,
um ser celestial, a figura de Jesus, uma
teofania.
E ele se identifica como comandante
celestial. Isso sugere que alguma coisa
mais está acontecendo do que uma simples
operação militar.
>> Josué está diante de Jericó, vê um homem
com uma espada desembanhada.
A primeira reação de Josué é perguntar:
"É estudos nossos ou deles?" A resposta
é: "Não sou príncipe do exército do
Senhor." A questão não era de que lado
Deus estava, mas se Josué estava do lado
de Deus.
Uma espada desembanhada é o símbolo de
julgamento, combate e intervenção
divina. A espada significava que Deus
estava pronto para agir. Ele anuncia que
chegou a hora da conquista. O período da
espera acabou. O comandante já está no
campo de batalha e ele se apresenta como
príncipe do exército do Senhor. Se o
príncipe está ali, o exército também
está. Acredite,
as legiões celestiais estavam prontas
paraa ação. E a batalha não seria apenas
entre Israel e Jericó. Era uma batalha
entre o reino de Deus e os poderes
espirituais que dominavam Canaã.
>> Havia mais do que humanos presentes na
terra. Toda a história da conquista é
uma história contra forças invisíveis.
O juízo contra Jericó não estava mais na
fase da discussão.
Depois de 400 e 400 anos de paciência, a
paciência de Deus disse: "Chegou a
hora". Vamos ler o texto lá atrás em
Gênesis. Deus fala para Abraão, sabe com
certeza que a tua posteridade será
peregrina na terra alheia, será reduzida
a escravidão e será afligida por 400
anos. Foi o que aconteceu no Egito. Mas
também eu julgarei a gente que há tem de
sujeitar-se e depois sairão com grandes
riquezas. Foi o que aconteceu na saída
do êxodo. Na quarta geração tornarão
para que?
Porque não se encheu ainda a medida da
iniquidade
dos amorreus. Veja como a coisa é. É um
cálice. As nações ou pessoas vão
aprontando, pecando, pecando. Quando o
cálice se enche, o juízo se derrama.
Deus disse: "Eles ainda estão
aprontando. Eu estou muito paciente para
ver onde eles vão chegar." E eles
continuam errando e eles não se
arrependem. E Deus vai permitindo tempos
e tempos e tempos. E assim acontece com
todas as nações. Quando o sol escurece,
quando a lua perde a sua claridade,
quando as estrelas caem do firmamento,
isso acontece sucessivamente entre os
profetas. Eles falam várias vezes isso
acontecendo. É quando uma civilização
vem ao seu ocaso. A noite chega, o fim
chega, o julgamento chega e aquela
civilização é então enterrada e vira
cemitério arqueológico. Nós temos na
história centenas de civilizações que
deixaram de existir por conta do juízo,
por conta dos seus próprios erros. E se
Deus não impedi-las de prosperar, elas
vão destruir tudo à sua volta.
Quantos estão comigo aqui até agora?
>> A medida da iniquidade dos cananeus
chegou a um limite, transbordou o cálice
e o que estava acontecendo naquela terra
durante todo esse tempo era inimaginável
o que aquele povo cont. Eu vou chegar
nesse ponto. Então, o momento da
execução chegou. Deus mandou o seu
exército. O príncipe do exército não
entrega um plano militar para Josué. Ele
veio assumir a frente da batalha
e ordena Josué: "Tira as sandálas dos
teus pés, porque o lugar em que tu pisas
é santo." No mundo antigo, as sandálias
eram um símbolo de posição, liberdade,
de posse.
O homem livre possuía suas sandálias. O
escravo não, ele andava descalço.
Em Isaías 20, Deus ordena que Isaías
ande descalso como sinal de humilhação e
de cativeiro.
Em várias culturas no Oriente próximo,
andar descalço estava ligado à
submissão, ao luto, à reverência em uma
condição servil. Em alguns textos
bíblicos, a sandália aparece associada
ao direito de propriedade.
No livro de Rute, por exemplo, a remoção
da sandália está ligada à transferência
de direitos legais. Vamos ver o texto.
Este era outrora o costume de Israel,
quando os resgates e permutas, quanto
aos resgatos e permutas, o que queria
confirmar qualquer negócio, tirava o
calçado e o dava ao seu parceiro. Assim
se confirmava o negócio de Israel. Veja
só, estou fazendo um negócio, te dou meu
sapato.
No Salmo 60, Deus diz: "Sobredom,
lançarei a minha sandália". Está
dizendo: "Eu exijo, essa propriedade é
minha. Lancei a sandália, a terra é
minha". E é isso que ele fala para
Josué. Todo lugar que pisar a planta do
teu pé, eu voulo tenho dado por herança.
A imagem é de domínio, é de posse. Josué
acabara de entrar em Canaã, poderia
pensar que agora era o conquistador da
terra, mas o príncipe do exército chega
e diz: "Tira suas sandálias". Você é
chefe aqui? Nada. Eu é que sou.
Ele diz: "Você não é o comandante dessa
campanha. Eu sou o general Josué
precisava lembrar a quem estava
servindo. Algumas pessoas começam a
liderar e pensam que estão por conta
própria e servindo a si mesmos
até que Deus os coloque no seu lugar.
Antes de comandar, Josué precisa se
submeter ao comandante Mor. Josué entra
na cena como líder e sai dela como um
servo adorador. Então Josué se prostrou
com o rosto
em terra e o adorou e disse-lhe: "Que
diz meu Senhor ao seu servo?" Veja a
pergunta: "Que diz meu Senhor ao seu
servo? O homem que lidera a conquista de
Canaã se identifica como servo. E
depois, quando começa Jericó a ser
conquistada, Josué nem aparece.
Retirar as sandálias significa
submissão, humildade e reconhecimento da
autoridade superior. Josué pensa, está
avaliando Jericó, mas na realidade era
Josué que estava sendo avaliado.
>> Ele chega como comandante, então se
ajoelha como servo e somente depois
recebe instruções para a conquista. A
primeira vitória de Josué a vitória
contra si mesmo.
>> Antes de derrubar muralhas, ele tira as
sandálias. A batalha já começou muito
antes das muralhas caírem. O verdadeiro
general já está em campo. Diga para
você, irmão. O general já está na área.
>> Brasil. O general já chegou.
E ele não está apenas observando a
batalha, ele já entrou nela. Nós então
temos a estratégia militar mais estranha
da história das guerras.
Deus revela o plano.
Não tem catapultas, não tem escadas,
arietes, cerco prolongado.
Durante seis dias, os sacerdotes
carregam a arca. Sete sacerdotes tocam
sete trombetas. O povo marcha ao redor
da cidade e ninguém fala nada.
No sétimo dia, eles dão sete voltas,
tocam trombetas, gritam, os muros caem.
Veja, os elementos dessa batalha não são
de guerra física militar.
A batalha contra Jericó possui uma
liturgia.
Ela foi definida
antes de acontecer em três passos.
Primeiro, antes de Jericó existe Gilgal.
O capítulo anterior
foi a circuncisão. Antes da guerra, o
povo deveria ser circuncidado. Então,
Josué fez para si facas de pedeneira e
circuncidou os filhos de Israel em
Jibeate Aralote.
Deus não manda atacar Jericó
imediatamente. A geração nascida no
deserto
não havia sido circuncidada.
Então, antes da espada vem a aliança,
antes da batalha a identidade, antes da
conquista a consagração interior. Jericó
começa em julgal
quando a carne sofre circuncisão. Porque
o obstáculo maior não era as
fortificações de Jericó, eram as
fortificações do coração.
Segundo, antes da estratégia, eles
celebram a aliança. Eles celebram a
Páscoa. Estando, pois, os filhos de
Israel acampados em Jugal,
celebraram a Páscoa no dia 14 do mês à
tarde nas Campinas de Jericó.
Veja, primeiro eles vão paraa guerra,
daqui a pouco tá todo homem do sexo,
todo homem
do sexo masculino
operado,
fez uma fimose. Veja se isso é
estratégia de guerra. O inimigo tá lá e
tá todo mundo operado.
Que loucura essa? Isso não é normal, não
é natural. E agora eles estão fazendo
uma festa.
Qualquer general numa guerra
convencional vai dizer: "Preparem as
armas". Deus diz: "Renovem a aliança de
vocês comigo".
Antes de ir pra batalha, sejam certos
que vocês estão com coração aliado.
>> Sujeitai-vos a Deus antes de resistir ao
diabo.
>> Eles estão dentro do território inimigo
e a primeira preocupação não é militar,
é espiritual. Eles param para celebrar a
redenção antes de conquistar a herança.
O povo relembra de onde veio antes de
pensar para onde vai. Isso é a Páscoa. É
lembrar de onde saíram. Deus os resgatou
com braço forte, com mão forte, com
braço estendido. Após a Páscoa ocorre
algo histórico.
No dia seguinte, cesso maná, diz o
texto, comeram do fruto da terra, no dia
seguinte, a Páscoa. Pães, asmos e
cereais tostados comeram nesse mesmo
dia.
Imediato, depois que comeram do produto
da terra, cessou o maná e não o tiveram
mais os filhos de Israel. Mas naquele
ano comeram das novidades da terra de
Canaã. Diga para seu irmão, você vai
comer das novidades da terra do Brasil
esse ano?
Eles saem do bastante. O Egito era o
menos que o bastante. Eles o o deserto
era o bastante. E agora eles estão na
terra do mais que o bastante, o Deus
mais que o suficiente. Durante 40 anos,
Deus alimentou Israel diariamente com o
maná. Então chega a hora que o maná
acabou, chegou a hora que começam a
comer do fruto da terra. O milagre da
sobrevivência dá lugar a
responsabilidade da administração.
>> Nasce
da mordomia, a escola do deserto
termina, a escola da conquista começa.
No deserto ele escolhiu o maná. Em
Canaã, eles agora plantam, colhem,
armazenam e governam. Terceiro, antes da
espada, o encontro com o príncipe do
exército do Senhor. A liderança tem que
ser entregue ao verdadeiro líder. Antes
da batalha, Josué veio um homem, uma
espada desembanhada. Tudo dos nossos,
dos nossos adversários. Não, eu sou
príncipe dos exércitos do Senhor. A
pergunta errada. A questão não era se
Deus estava do lado de Israel, era se
Israel estava do lado de Deus. Nenhuma
geração conquista Canaã colocando Deus a
serviço dos seus próprios projetos.
A conquista acontece quando a geração se
coloca a serviço dos propósitos de Deus.
>> Antes da guerra física, há uma
preparação espiritual.
>> Temos adoração, santificação,
submissão.
A partir disso, Jericó derrotada antes
da batalha começar. Isso aqui foi a
liturgia e acabou a guerra.
E eu vou lhe mostrar
verso número dois, capítulo 6, o que
Deus diz. Então disse o Senhor a Josué:
"Olha,
Jericó já tá na tua mão.
>> Eu já entreguei na tua mão, Jericó, o
seu rei e os seus valentes. Agora é
cumprir tabela.
>> A Copa já foi ganha.
Não, essa.
E do jeito que a coisa tá,
>> Deus me Deus nos ajude com 7 a um.
No hebraico, o texto está no tempo
perfeito, na Tati,
que pode ser traduzido como eu já
entreguei Jericó nas tuas mãos.
>> Aleluia. A verdadeira Jericó não era uma
muralha de pedra, era uma fortificação
de governo espiritual. E Deus diz: "Essa
aí já caiu". E quando essa aí cai, as
muralhas visíveis também é questão de
tempo para caírem. Primeiro você derruba
o ser espiritual para a coisa física
acontecer na terra. A cidade ainda
estava de pé, os portões ainda estavam
fechados, os soldados ainda estavam
armados. Mas Deus fala que a vitória já
é um fato consumado. O caminho já foi
feito e agora o restante é apenas
liturgia. Amém.
A mesma coisa aconteceu
versos antes,
lá no capítulo dois, quando
Josué envia dois espias
e
eles voltam e dizem a Josué: "O Senhor
entregou a terra em nossas mãos. Todos
os moradores estão desmaiados diante de
nós." Veja que 40 anos antes ele diz:
"Nós não podemos subir pra terra". Agora
tem dois crentes na área.
El diz: "Vamos para cima porque eles já
estão desmaiados. A terra é nossa.
>> Eles estão aterrorizados.
Raabe, que era uma cananeéia de Jericó,
estava do lado errado da história, fazia
parte da cidade que seria julgada. ouvi
os relatos sobre o Deus de Israel e se
converteu. Ela diz: "Ouvimos como o
Senhor secou as águas do Mar Vermelho."
Ei, o milagre do Mar Vermelho aconteceu
40 anos atrás, 40 anos antes. Muitos já
tinham se esquecido dos feitos de Deus.
Os cananeus não. Continuavam falando dos
feitos de Deus de 40 anos.
>> O texto todo é construído
para mostrar que a batalha não é
militar. Então nós vamos ao passo a
passo. Vamos juntos comigo. Amém.
>> Primeiro, a demarcação do território.
Todo lugar que pisar a planta do seu pé.
Eles entendem. É como um gato que tem lá
em casa que a dis se arrumou.
Eu tô dormindo e de noite ele vem marcar
território pisando em cima de mim. Você
sabe que isso é demarcação de
território, né? Esses esses animais são
assim. Eles gostam de marcar território.
Ele acha que eu sou o território dele.
Até que eu tive que sumir com ele de lá.
A marcha lembra uma procissão ao redor
do de um altar. No judaísmo antigo
existiam procissões ao redor do altar
durante certas certas festas. Alguém tá
me secando hoje aqui.
Você tá amarrado em nome de Jesus.
Nós temos um paralelo entre essas
procissões
e as voltas ao redor de Jericó.
Jericó não é apenas sitiada, ela é
cercada de adoração.
Ela está cercada de trombetas.
Trombetas de rebate, trombetas do
jubileu. A cidade torna-se
simbolicamente um sacrifício oferecido
ao juiz de Deus.
É a derrubada de uma fortaleza
espiritual.
A queda de Jericó parece mais uma
cerimônia religiosa do que uma operação
militar. Ela de fato é uma cerimônia, é
uma liturgia, é um ato profético.
Deus está desconsagrando a cidade
cananéia e reivindicando a terra de
Canaã para si.
>> Jericó seria uma fortaleza espiritual
territorial,
como descreve Daniel sobre o anjo que
lhe disse: "O príncipe do reino da peça
me resistiu por 21 dias.
Ele está jejuando, um anjo vem, ele é
resistido por 21 dias, por um poder
espiritual.
E depois de 21 dias de perseverança, o
bloqueio é quebrado.
O anjo descreve uma resistência
associada ao príncipe da Pérsia e depois
menciona o príncipe da Grécia.
Jericó guardava a entrada da terra e a
marcha ao redor da cidade seria um ato
profético de confrontação espiritual.
Antes da queda física,
antes que Deus transforme um território,
ele confronta a fortaleza que domina
esse território.
>> A narrativa sugere que a batalha visível
era apenas a superfície de algo muito
maior que estava acontecendo.
Veja aquele ser que aparece o príncipe
comandante dos exércitos do Senhor com
seus exércitos. Obviamente o Senhor é o
Senhor dos exércitos.Ém.
>> Ele vem de Temã. O santo vem de Parão, o
Senhor dos exércitos, montado em seus
carros e cavalos de vitória. Diz Abacue.
A conquista começa no âmbito espiritual
antes de se manifestar no ambiente,
no terreno físico. Segundo, a arca da
aliança ocupa o centro da operação.
A verdadeira arma não era a espada, era
a presença de Deus. O povo marcha atrás
da arca. O povo não está marchando atrás
de Josué. Josué nem aparece nessa
história.
Em muitas culturas antigas, o rei ia à
frente do exército das batalhas, mas
essa batalha inteira foi estruturada
como uma espécie de ato litúrgico. Não
era uma operação militar.
A arca estava no centro da batalha.
Normalmente a arca permanecia protegida.
Em Jericó, ela vai pra linha de frente.
A presença de Deus lidera o avanço. A
conquista de Jericó não seria construída
sobre o carisma de um líder, mas sobre a
presença de Deus. Ninguém poderá
atribuir a vitória ao esforço humano. A
terra prometida seria conquistada por
guerreiros, mas a vitória pertence ao
Senhor.
>> Amém.
>> Terceiro, os sacerdotes carregam as
trombetas do jubileu. Isso é tão
importante.
O texto usa uma expressão em comum. Sete
trombetas de chifre de carneiro. Era as
trombetas do jubileu. E ovel é
exatamente a palavra usada para o ano do
jubileu. Em Levítico 25 diz que a cada
50 anos ia tocar as trombetas para que
os escravos fossem livres, as dívidas
fossem perdoadas e a terra fosse
devolvida aos seus
donos.
Eles chegaram reivindicando a terra.
Eles não eram invasores, eles eram
proprietários da terra. Eles chegaram
proclamando o primeiro jubileu da terra
prometida.
>> O povo entra em Canaã como herdeiro,
recebendo uma herança que foi dada por
Deus.
>> A batalha inteira possui a estrutura de
uma liturgia. O número sete domina toda
a narrativa. Sete sacerdotes, sete
trombetas, sete dias, sete voltas. Na
Bíblia, sete simboliza plenitude,
conclusão e ação divina. Quarto,
o silêncio é uma grande arma dessa
operação espiritual, dessa história.
Josué ordena:
"Não gritareis, nem fareis ouvir a vossa
voz,
nem sairá palavra alguma da vossa boca
até o dia em que eu vos diga: "Gritai,
então gritareis".
Lembre-se, aquela geração cresceu
ouvindo as histórias das murmurações dos
seus pais.
Paulo vai escrever em Coríntios,
capítulo 10, que a murmuração deles
trouxe o destruidor, trouxe as serpentes
abrasadoras.
Durante 40 anos, Israel reclamou de
água, reclamou da comida, reclamou da
liderança, reclamou das dificuldades,
reclamou da terra prometida. A
murmuração havia sido um dos maiores
inimigos da geração do êxodo. Agora
imagine a cena. Deus manda cercar a
cidade uma vez, primeiro dia, uma volta
ao redor, nada acontece. Segundo dia,
nada acontece. Mais uma volta, terceiro
dia, nada acontece. Quarto dia, as
muralhas continuam intactas. Se o povo
tivesse liberdade para conversar, é
fácil imaginar os comentários.
Isso não faz sentido. Josué tá doido.
Estamos perdendo nosso tempo.
Como exatamente caminhar vai derrubar
essas pedras? Não seria melhor atacar
agora? Deus diz: "Fiquem quietos,
calados, não digam nada. O silêncio
imposto por Josué elimina a crítica
coletiva. Nenhuma nota no Instagram,
nenhuma crítica no Twitter. Eles
eliminaram a propagação da dúvida,
eliminaram a contaminação emocional
durante s dias. Ninguém pôde espalhar
incredulidade pelo acampamento. Deus
estava protegendo a fé da nação. Deus
queria colocar um freio na língua do
povo. A lição hoje dessa primeira fase
da escola da conquista é que antes de
derrubar as muralhas da cidade, é
preciso silenciar as murmurações.
>> A salva de palmas tá fraca, né?
A boca seria usada para celebrar a
vitória do Senhor. A geração anterior
caiu por causa da bomburação em Cades
Barneéia. As palavras derrotaram a
nação. A lição da primeira batalha da
escola da conquista envolve o domínio da
sua língua. Antes de derrubar as
muralhas externas, Israel precisa
aprender a controlar as muralhas da
própria boca. Então, nós vamos fazer um
dever de casa essa semana inteira. S
dias sem crítica, sete dias sem
reclamação, sete dias sem queixa, sete
dias sem fofoca. Pergunta pro seu irmão,
você consegue
>> se não consegue, esquece, porque os
muros não vão cair.
>> É só depois disso que virá o grito.
Quinto.
Em Jericó, o grito tem um significado
maior do que o grito. Vamos ver. Porém,
ao povo ordenar a Josué, dizendo: "Não
gritareis, nem farei ouvir a vossa voz,
nem sairá palavra alguma da vossa boca,
até ao dia em que eu vos diga: "Gritai,
então gritareis".
Ele está dizendo, "Nós vamos dar o grito
depois que provarmos que podemos ficar
também calados.
Calados diante da ofensa.
>> Imagina em cima da muralha o povo
passando e os habitantes de Yuricó
olhando para aquela turma cercando uma
vez, duas. Acho que lá pelo terceiro dia
eles começaram a ficar usados
e começaram a falar.
Isso é uma especulação. A Bíblia não diz
nada se eles disseram, mas eu recorro a
obviedade. É óbvio que o povo marchando
por sete dias despertou os inimigos.
Assim como Noé foi chamado de idiota
quando construí a arca. Ele disse: "Vai
chover. Que que é chuva? Nós não sabemos
o que que é chuva.
Não, eh, você é um idiota construindo
esse essa embarcação. O que que você tá
fazendo? Você é muito burro, muito
estúpido você."
Mas Noé só foi idiota até o dia em que
começou a chover.
Aí idiota foram aqueles que o
criticaram. É como Moisés que é chamado
de louco porque ficava passando sangue
nos umbrais. Ele era formado na
Universidade do Sol, perito em
Hieróglifos. De repente ele está ali
passando sangue nos umbrais da porta.
Alguém passa e fala: "Moisés, o que que
você tá fazendo?" Moisés, você era
príncipe do Egito. Agora você se juntou
com aqueles crentes lá na comunidade das
nações.
Tu tá maluco colocando sangue.
Moisés era idiota. Até que o anjo
destruidor
apareceu. Aí Moisés já não era mais
idiota. Você sabe,
as pessoas podem estar zombando de você
porque você está cercando as muralhas,
>> mas quando você der o seu grito, todo
mundo vai saber que você não estava
brincando.
>> Essa semana é a semana de cercar as
muralhas. Sabe como?
Pergunta pro seu irmão de novo, você
consegue?
>> Eu confesso a você que eu estou
conseguindo.
>> Amém.
>> Eu estou cercando minhas muralhas.
Calado.
>> Amém.
>> Calado.
>> Calado. Sete dias sem crítica, sete dias
sem murmuração, sete dias sem fofoca,
sem falar mal de ninguém.
Aquele grito não era militar,
diz o texto: "Gritou, pois, o povo e os
sacerdotes trocaram as trombetas, tendo
ouvido o povo o sonido da trombeta e
levantando grande grito, ruíram as
muralhas e o povo subiu à cidade, cada
qual em frente de si e a tomaram."
A palavra usada para grito é teruá, que
pode significar aclamação real, clamor
de triunfo, toque de celebração. É a
palavra usada para aclamação de um rei.
Era uma proclamação pública de que o
verdadeiro rei da terra acabara de
entrar e reivindicar Canaã como sua
posse. Há muitos gritos de ocupação,
gritos territoriais, até mesmo nas
músicas. Eu me lembro uns 35 anos atrás,
existia numa num lugar onde nós tínhamos
uma comunidade,
um inferninho, vocês conhecem
inferninho, é assim que fala, cheio de
gente ali fazendo todo tipo de treita. E
nós fizemos um evento no estacionamento
ali onde ficava o inferninho. E naquele
dia tava tocando, o canto da cidade é
meu.
O a cor dessa cidade sou eu. Isso era
uma reivindicação de posse. Até que o
líder em questão subiu, amarrou os
poderes daquela região, condenou,
liberou uma palavra e dias depois o bar
estava fechando porque o sujeito brigou
com a mulher e deu a maior confusão, não
sei aonde, e o inferninho fechou suas
portas.
O grito
foi a manifestação visível de uma
batalha que já estava sido vencida.
Jericó abre a escola da conquista
ensinando uma verdade fundamental.
A muralha caiu, mas a vitória começou
muito antes, quando o povo decidiu
obedecer sem entender completamente
porquê.
>> Sexto,
Jericó não foi conquistada para ser
ocupada.
Alguém vai dizer que desperdício?
Tudo em Jericó consagrado a Deus. Nada
era do povo. A primeira cidade, Deus
disse, é minha, como o primeiro sempre é
meu. Jericó não foi conquistada para ser
incorporada ao patrimônio de Israel.
Josué vai dizer depois que a cidade cai
e é destruída, quem construir essa
cidade, quando lançar seus fundamentos,
o primogênito vai morrer e quando
terminar, o filho mais novo também vai
morrer. E é isso que acontece lá nos
dias de Acabe.
Era uma cidade condenada. Eu não sei
exatamente o que aconteceu ali.
Aquele lugar deveria ser um cemitério,
porque certamente era um cemitério.
Diz a Bíblia que a cidade foi colocada
sobém, que traduzido é anátema.
A cidade foi colocada, foi consagrada
para a destruição ou a entrega total ao
Senhor. É o que diz, o que significa.
Por que motivos? Eu creio que por duas
razões. Primeiro, Jericó era as
primícias da terra de Canaã.
Jericó funciona como uma espécie de
dízimo da conquista. A primeira cidade
de Canaã sobe ao Senhor como uma oferta
e a partir dela começa a posse da
herança. Deus dá uma ordem incomum sobre
Jericó. Ele diz, Israel não pode ficar
com o despojo da cidade.
O ouro, a prata, o bronze e o ferro
deveriam ser consagrados ao Senhor e o
restante deveria ser destruído. É o que
está ali no texto. Jericó recebe um
tratamento único.
Tudo pertence ao Senhor. São as
primícias da conquista.
Ouro, a prata, o bronze, o ferro são
consagrados ao tesouro do tabernáculo.
Jericó não era apenas uma batalha, era
uma oferta.
Isso não aconteceria depois, em nenhuma
outra guerra. Nas campanhas posteriores,
o povo toma o despojo para si, mas não
em Jericó, porque o primeiro é sempre de
Deus.
>> Jericó não era apenas uma cidade. Deus
estava estava dizendo: "A primeira
cidade é minha. Depois disso vocês vão
poder desfrutar da herança. Israel
precisava reconhecer quem era o dono de
tudo. A terra era um presente da
aliança. A tradição rabínica enfatiza
fortemente que Jericó era as primícias
de Canaã. A cidade mais fortificada cai
primeiro e a conquista não dependeria da
sua capacidade militar. Então, Jericó
altar de entrada na terra prometida.
Antes de receber a terra, Israel aprende
que a terra pertence a Deus. Não era
apenas uma vitória militar, era um ato
litúrgico, uma oferta nacional, uma
declaração de dependência. Jericó são as
primícias da conquista. Existe um
princípio bíblico sobre primícias. A lei
de Moisés apontava que a primeira parte
da colheita sempre era entregue para
Deus. O agricultor não esperava colher
tudo depois de ofertar. Ele entregava a
primeira parte como reconhecimento de
que toda colheita pertencia a Deus. Como
disse Êxodo, as primícias primeiros
frutos da tua terra trarás à casa do
Senhor. O princípio era que o primeiro
santifica o restante.
A primeira poção é entregue a Deus para
que todo o restante seja santificado.
Nas linguagens de Paulo, se forem santas
as primícias da massa, igualmente o será
a sua totalidade. As primícias sempre
foram um teste de fé. Quando o
agricultor entregava as primeiras
espigas, ainda não tinha colheita
completa nas mãos, ele confiava que Deus
proveria o restante.
Jericó representava isso. Israel entrega
a primeira vitória ao Senhor antes de
possuir a terra. Diga para seu irmão, o
primeiro sempre é de Deus.
>> O primeiro sempre é de Deus.
E essa era uma declaração pública. Não
conquistaremos Canaã pela nossa força.
Tudo pertence a Deus.
A próxima batalha na semana que vem é a
história de um homem que pegou
uma parte das primícias e escondeu
dentro da sua tenda. Israel foi lutar e
sofreu sua primeira derrota.
Segundo lugar, por que que Deus condena
a cidade de Jericó?
Aquilo era um ato de juízo contra a
cultura de Canaã.
Desde Abraão, Deus havia anunciado que o
julgamento dos cananeus chegaria. Deus
diz que a terra estava contaminada.
As práticas dos cananeus levaram Deus a
usar a expressão a terra.
vomita os seus moradores. Veja que
expressão pesada. Com nenhuma dessas
coisas vos contaminareis, porque com
todas essas coisas se contaminaram as
nações que eu lanço diante de vós. E a
terra se contaminou, e eu visitei nela a
sua iniquidade. E ela
pôs para fora, expulsou os seus
moradores. A terra é apresentada como um
organismo que não consegue mais tolerar
a corrupção moral que nela habitava.
Por quê? Porque naqueles dias eles
sacrificavam crianças
aos deuses pagãos.
O texto diz:
"E da tua descendência não darás nenhum
para o fazer passar pelo fogo a Moloque.
Moloque era um demônio que exigia
sacrifícios de crianças e dezenas de
crianças eram sacrificadas num só dia,
queimadas no fogo." Era
um assassinato ritualizado em nome de
uma religião
infernal.
Eles praticavam a prostituição cultual.
Nos cultos cananeus, a sexualidade era
frequentemente incorporada aos rituais
religiosos. A fertilidade da Terra era
associada à atividade sexual dos deuses.
Havia prostituição sagrada, masculina e
feminina. incesto,
pedofilia era uma normalidade naquela
cultura.
Deus disse: "Isso me chegou às narinas.
Isso está cheirando mal. O cálice desse
povo está enchendo." Além disso, havia
violência e exploração sistêmica.
O paganismo sempre veio acompanhado de
opressão social, abuso de poder,
violência. E o culto legitimava essas
estruturas de dominação.
Se nós oramos para que se faça aqui na
terra como no céu, naqueles dias o
inferno tinha chegado na terra.
Deus mandou Josué entrar e acabar com
aquela festa. A idolatria reorganizava
toda a sociedade com sexualidade
corrompida, a família destruída, as
crianças sacrificadas e a dignidade
humana relativizada. A idolatria era
raiz de um ecossistema inteiro de
corrupção. Eles estavam adorando os
deuses ou os anjos caídos.
E a ideia era que algo era algo tão
tóxico que não poôde ser retido.
Os cananeus não estavam sendo expulsos
por pertencerem a uma etnia específica,
como alguns antropólogos vão acusar
Josué. Não, Deus diz, "Não é por causa
da tua justiça, Israel, que eu estou
tirando eles de lá, mas pela impiedade
dessas nações que a terra está vomitando
seus moradores.
Eles passaram de todos os limites
civilizatórios e se eles não forem
parados, eles vão contaminar tudo à sua
volta. Eles vão destruir tudo como um
vírus.
E a advertência é que se Israel
praticasse as mesmas coisas dos
habitantes de Canaã, eles sofreriam o
mesmo julgamento. A terra vomitou, os
cananeus vomitaria também os israelitas
quando eles reproduzissem os mesmos
pecados. E a expulsão dos cananeus não
foi uma conquista colonial, mas um ato
de juízo divino pelos séculos de
paciência.
Deus esperou 400 anos até que a medida
da iniquidade dos amorreus ainda não
estivesse cheia.
Deus é paciente esperando as pessoas se
converterem porque Deus conhece o
inferno. Eu não conheço.
E Deus não quer que ninguém pereça, mas
que todos cheguem ao conhecimento da
verdade. Então, Deus tem paciência com
gente com quem nós já perdemos a
paciência,
com a gente, gente que a gente sabe que
já se encarnou o mal absoluto na alma
dele e só faz impiedade. E Deus tem
paciência com essa pessoa, porque Deus
conhece o inferno e você não conhece.
>> A destruição de Jericó era uma sentença
judicial. Jericó cai porque após séculos
de advertência, de deteriorização moral,
a medida da iniquidade chegou ao limite.
Algumas medidas de iniquidade nesse país
já chegaram ao limite. Uma gota vai
entornar.
A maldade tem limite.
>> Um dos maiores perigos para Israel seria
absolver a religião dos cananeuses.
Nada poderia ser reaproveitado. No caso
de Jericó, Deus estava ensinando, não
tragam Canaã para dentro de Israel.
Toda a cidade é colocada sob anátema,
mas uma casa, uma família é preservada,
a casa de Raab, ela escondeu os espias
no telhado sobre os feixes de linho, diz
o texto. Ela tomou uma decisão que podia
custar sua vida. Ela rompeu a sua
aliança com Jericó e fez uma aliança com
o Deus de Israel. Ela mudou de lado
antes da batalha começar e isso salvou a
sua vida. Raabe, diz o texto, morava sob
a muralha. E quando as muralhas caíram,
a única parte preservada foi a casa
marcada pelo cordão escarlate. Se o
sangue estava nos umbrais, mostrando que
aquela casa não poderia entrar o
espírito da morte, o fio vermelho
pendurado na janela se tornou um sinal
de salvação. A destruição não entrou. Eu
tinha um fio vermelho na minha sala aqui
no meu gabinete no se e alguém disse:
"Isso aqui tá tão feio". Eu falei: "Não,
isso aqui é para me lembrar de uma
coisa.
Um fio vermelho para me lembrar de algo.
Que o sangue de Jesus tem poder, que o
mal não pode passar, que o destruidor
tem um limite, que o fio, o fio vermelho
vai cair tudo ao seu lado, 10.000 à sua
direita, mas você não será atingido."
>> Amém.
Todos que estivessem dentro da casa de
Raab, diz o texto, seriam preservados do
da porta para fora. O sangue não seria
cobrado dos espias que prometeram a
proteção. Raabe foi incorporada ao povo
de Israel, uma cananéia.
Se casou com Salmão e se tornou mãe de
Boaz. Entrou na linhagem de Davi, entrou
na geneologia do Messias. A prostituta
de Jericó tornou-se uma ancestral de
Jesus. É o escândalo da graça.
Deus estava salvando gente dentro de
Jericó. Talvez existe alguém aqui de
Jericó essa noite, eu não sei. Mas você
precisa do fio escarlata, você precisa
do sangue do cordeiro, você precisa do
sangue nos umbrais. No meio do juízo, a
misericórdia estava trabalhando. O livro
de Hebreus diz que Raab entrou pra
galeria dos heróis da fé. Diz assim:
"Pela fé, Raab, a meretriz não foi
destruída com os desobedientes, porque
acolheu com pais os espías." Veja só o
que o texto diz. Quando Deus julga uma
sociedade, ele continua distinguindo
aqueles que responderam a ele pela fé.
As muralhas caem, mas o cordão escalate
permanece.
>> E agora eu vou dar para vocês o dever de
casa.
>> Eu quero afirmar hoje, sem dúvida, que
você tem uma fortaleza para quebrar. Eu
não sei qual é a Jericó que está no seu
caminho.
Há dois tipos de fortalezas que precisam
ser quebradas aqui essa noite. A
primeira são fortalezas de ordem
interior na alma.
Muitas fortalezas não estão fora, estão
dentro de nós
na forma de traumas,
na forma de amarguras, de invejas. Por
isso que tem que ser circuncidado. A
circuncisão é tirar a carne.
Derek Prince aplica Jericó
as fortalezas da vida pessoal, familiar
e espiritual. Ele via um paralelo
natural entre as muralhas físicas de
Jericó e as fortalezas mentais,
fortalezas culturais,
estruturas de pensamento resistentes à
verdade. Diz o texto de Paulo, as armas
da nossa milícia não são carnais, mas
poderosas em Deus para destruir
Jericóis,
fortalezas,
desfazendo sofismas
e toda altivez que se exalta contra o
conhecimento de Deus, levando cativo
todo o pensamento, a obediência de
Cristo. Veja que a batalha está
ocorrendo no âmbito dos pensamentos.
Existe uma guerra onde o inimigo colocou
os seus ovos e serpente dentro da sua
mente,
dentro do seu sistema de crenças. Mas a
palavra de Deus é fogo e é martelo que
esmiuça a penha. A penha são as pedras
das muralhas, das fortificações, dos
castelos mentais que o diabo erigiu como
cabeças de ponto dentro das pessoas. E
nós precisamos destruir essas
fortificações onde o engano reside. Nós
precisamos derrubar Jericó da alma esses
dias.
>> Mas diga pro seu irmão, é em silêncio.
Você tem que cercar suas muralhas
>> e na hora que você der o seu grito,
esse grito não é o coletivo, é o
individual.
Eu tô falando histórias antigas aqui,
uns 35 anos atrás também.
Nós estávamos num culto como esse e uma
pessoa veio pra frente gritando. Era um
ambiente, uma atmosfera muito, Deus
estava trabalhando e uma pessoa começou
a gritar. Eu sentei na beira da escada,
cruzei os braços, eu falei:
"Obrigado, Jesus, por essa cura tão
linda que eu estou vendo".
Aquela pessoa estava gritando,
extravazando. Ajicó da alma dela estavam
caindo. Eu vi uma menina reprimida desde
a infância que estava ali sob o jugo de
fica aí, não se mova, faça isso, não
faça aquilo. Ela sempre ali na
defensiva. Vi aquela menina vindo para
fora, se soltando, gritando,
até que
um sujeito, um obreiro
apareceu,
saiu dos quintos,
não sei da onde, colocou a mão na cabeça
da moça e disse: "Sai, demônio."
>> Nessa hora o demônio quis entrar em mim.
Eu
fiquei entortando assim.
Eu não acreditei que aquele sujeito
estava interrompendo uma obra do
Espírito Santo tão linda.
Às vezes você vai cercar seu trauma.
em silêncio,
mas a hora do seu grito vai chegar.
>> S dias
>> suas muralhas interiores vão cair.
>> As barreiras que você tem, essa timidez
crônica ou esse orgulho ou essa
tentativa de sempre mostrar, se exibir,
Deus vai quebrar as fortalezas da sua
alma. A minha palavra é fogo. A minha
palavra é martelo, que esmiuça as
muralhas de Jericó. Amém.
>> A segunda fortaleza no seu caminho
é aquela que está ambientada fora de
você. Você tem um um bloqueio.
Você sente que tenta avançar e algo te
segura. Você literalmente está preso em
alguma coisa que você não consegue
avançar, uma etapa que você não consegue
vencer.
Mateu Henry, o linguista,
diz que muitos cristãos recebem
promessas de Deus, mas param diante das
suas Jericóas,
obstáculos que são aparentemente
intransponíveis.
Muita gente entrou em Canaã,
está na porta, cruzou o rio Jordão, mas
ficou preso na porta de entrada em
Jericó, na muralha, na fortificação.
E você tem que quebrar uma fortaleza
antes de entrar no que é seu.
Jericó a primeira fortaleza que guarda
a entrada da sua herança.
E você precisa discernir e talvez não
entendeu ainda que você pode estar
lutando contra uma força invisível,
espiritual
que está resistindo você. Mas a minha
Bíblia diz:
"Sujeitai-vos a Deus,
resisti ao diabo
>> e ele fugirá de vós."
>> No ditado popular é se correr o bicho
pega. Se orar o bicho corre.
>> Fique de pé essa noite.
As instruções para você essa semana
é:que a sua muralha.
Alguém vai perguntar: "Que que você tá
fazendo?" Cercando minha muralha.
>> Cerque o trauma.
Dá uma voltinha ali no lugar onde você
sabe que tá a muralha.
>> Essa ocupação territorial do lugar onde
você deseja.
Todo lugar que pisar a planta do seu pé.
A guerra contra Jericó.
Não teve espadas,
não teve escudos, não teve canhões,
não teve armas.
Foi uma guerra absolutamente
espiritual.
Você está lutando contra forças
invisíveis.
O Brasil está lutando contra forças
invisíveis.
E você não pode vencer com carne e
sangue
aquilo que é espírito.
Feche seus olhos hoje comigo.
Nós estamos na primeira semana da
conquista
e até o dia 26 de julho, nós vamos
caminhar pela terra prometida
desocupando-a.
Nós vamos subir as montanhas
com Calebe
Quartba.
Nós vamos até o vale de Aijal com Josué
dizendo:
"Sol para lua te detenhas."
Nós vamos encontrar os gibianitas.
Você tem um dever de casa. São sanas.
E eu quero desafiar você a jejuar essa
semana, um dia, dois dias,
>> a dedicar tempo de oração e a
principalmente
fechar a sua boca,
parar de reclamar, parar de se queixar,
parar de dizer sobre o problema, parar
de falar do trauma, da dor,
parar de falar das coisas que não te dão
esperança. cercar seu trauma,
cercar suas muralhas, cercar sua Jericó,
cercar seus inimigos.
Deus vai te dar estratégias esses dias.
Você vai saber o que fazer.
Deus vai alinhar o seu coração com as
frequências mais altas do espírito dele.
Feche seus olhos hoje. Levante suas
mãos.
Coloque-se em sua presença, a sua
disposição.
Entregue-se completamente a ele.
Vai chegar a hora que o grito vai surgir
na garganta e você vai gritar sozinho ou
conosco.
Você vai extravazar. As fortalezas
interiores da sua alma vão ruir.
As forças que te oprimiam vão cair.
Os poderes, os principados, as
potestades e as pressões que você sofre
não são pário para o Deus que existe
antes de todos que sempre existiu e
sempre foi quem sempre será.
A sua batalha pode ser antiga, sua
Jericó pode ser velha, mas Deus te
enviou para a terra da promessa. Deus te
enviou para a terra da conquista. Deus
te enviou para uma ação de ocupação
da terra prometida.
Então, abraça a pessoa do seu lado e ore
com ela essa noite. Abraça a pessoa do
seu lado e ministra ela uma palavra. Dê
palavras proféticas para ela em
silêncio. Cerque Jericó.
Nesses próximos dias
você vai guardar um tempo de silêncio
para digerir as coisas,
para entender o quadro.
Não vai comentar,
não vai se vitimizar,
não vai culpar os outros,
não vai fazer propaganda da sua dor,
não vai publicar ofensas, nem responder
ofensas.
Em alguns dias,
Deus vai colocar um grito no seu peito,
um grito na sua alma.
E eu não sei onde isso vai ser. Você vai
ser no chuveiro tomando banho. Você vai
ser dentro do carro dirigindo.
Você vai ser na rua,
não sei. Mas um grito de libertação está
surgindo no seu coração.
Um grito estridente, transformador,
um grito de vitória,
um brado de júbilo.
E eu quero declarar hoje
que o inimigo está sobidade,
das forças que operam nessa nação e
sobre o nosso povo
já está no seu fim. Eu
quero declarar
uma palavra
sobre uma intervenção do comandante dos
exércitos celestiais.
E quero também declarar
que você que estava em Jericó,
há um fio escarlate para você.
As muralhas caíram, mas a casa de Raab e
a peretriz ficou de pé.
Ela e sua família foram salvas.
No final do livro de Josué, ele vai
terminar dizendo:
"Eu e a minha casa serviremos ao
Senhor". Vamos dizer isso. Eu e a minha
casa serviremos ao Senhor. Mais uma vez,
eu
a
>> Levante as suas mãos hoje.
Aleluia.
Que o amor de Deus, a graça de Jesus, a
comunhão do Espírito Santo seja sobre a
sua vida.
Uma ótima semana para todos.
Estamos na estrada, na jornada, na
Escola da Conquista.
E esse mês de junho, esse mês de julho,
você está em modo avanço,
>> em modo ofensivo,
>> em modo de ocupar aquilo que te foi
destinado.
>> Amém.
Um forte abraço em todos.
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