AULA NAIPE DE ESPADAS: ÀS ao 5 & DERIVAÇÃO DA MANDALA - pt 2
Boa noite, sejam todos bem-vindos ao
nosso curso completo de tarô 78 arcanos.
Estamos já num grupo de aulas falando
sobre o naipe de espadas. Já vi vimos na
aula passada sobre a corte. Vai lembrar
que corte é sempre livre arbítrio. O
mais difícil ou problemático que seja,
na CTE nós sempre vamos ter o poder
pessoal, livre arbítrio. É a partir dos
numerados, nós vamos observar hoje os
numerados de espadas, é que começa
realmente a interação com o meio
ambiente. E, os arcanos de 1 a 10 de
todos os arcanos menores, de todos os
naipes, são os mais e problemáticos,
conflituosos ou ou talvez e harmonios
dependendo do elemento e do número, mas
é com eles que nós vamos entender
realmente como está o movimento do meio
social de aceitação ou não aceitação ou
como está o estado psicoemocional da
pessoa em relação à situação.
Vale sempre a regra. Na corte, a pessoa
sempre tem o poder, tá sempre sob o
controle e tá sempre dando movimento
adiante ou não, porque aí vai deverro
dela às vezes ficar parado ou
delivamento dentro dela ir adiante, mas
o poder é dela e pessoal. Mas é nos
numerados nós vamos começar a entender a
dinâmica da interação dela com o meio
ambiente, o meio ambiente com ela. Nós
vimos o naipe de ouros toda essa essa
questão, por ouro ser sereno, tranquilo,
então não havia grandes problemas e
dificuldades.
Mesmo no dois de ouros e no cinco de
ouros, vimos determinados
questionamentos, mas todos superáveis. O
naipe de ouro sempre tem como quesito a
diplomacia, a serenidade,
a resiliência, a a questão de tentar
humanizar para que a pessoa sempre
consiga controlar tudo à sua volta e a
si mesmo, enfim, não perder o controle
de nada. Mas em espadas, como nós vimos
já desde o estudo dos naipes, é o arcano
da ideologia, é o arcano do ponto de
vista, é o arcano da cultura pessoal, é
o arcano daquilo que se acredita, vê
mente como certo e verdadeiro. Não tem
outra questão a não ser a própria crença
da pessoa, seja ela de qualquer nível
for.
Mas no as de espadas nós podemos colocar
que é o arcano da ação, é o arcano do
propósito, é arcano da energia pessoal,
onde a pessoa realmente vai alcançar ou
tentar atingir plenamente o que se
deseja. O as de espadas ou as de facas
ou ou as de lanças terá sempre uma
espada em punho, sempre em levante. No
tarô de Marsélia, como no tarô de
Weight, se assemelham bastante. A
diferença está somente na época que
foram ilustrados, até por razões, como
eu sempre digo, tecnológicas.
Temos uma ilustração mais rica no de
Weight, mas muito similar tarôs
clássicos. é uma é uma mão que surge no
meio do nada, é com uma espada em punho.
E essa espada está exatamente no meio de
uma coroa. Aí coroa vale lembrar que é
símbolo de poder e símbolo
principalmente da razão. Então é onde a
pessoa ela detém o as a o poder de falar
o que bem entende, o que bem deseja, o
planejar o que realmente eh idealiza
para si como perfeito. E e a espada
impunho representa o poder pessoal.
Então é como se a pessoa tivesse aqui o
poder da ação, o poder do amor, o poder
do ódio, o poder da vingança, o poder da
criação, da prosperidade, o que você
imaginar dos dois lados, positivo ou
negativo, mas que a pessoa tem o poder
pessoal, está no as de espadas. Ele
geralmente ele fortalece o arcano maior
que estiver junto. Ou no caso da da
metodologia americana, ele fortalece os
arcanos que estiver ao redor. De
qualquer forma, é um arcano que ele
amplia muito os arcanos que estiverem à
sua volta ou combinado. Então, se ele tá
com torre, ele amplia a força da torre,
da perda, da dificuldade. Se ele tiver
com o sol, ele amplia o amor e a
prosperidade do sol. tiver com a morte,
ele vai ampliar a vingança e a e a e a
questão da razão pessoal. Então, tudo
vai depender da onde ele se encontra
para fazer essa ampliação, tá? Mas de
qualquer forma é um arcano bastante
forte, veemente em tudo. O as espadas do
tarô de Tot, ele também coloca a espada
eh no meio de uma coroa, só que aqui
essa coroa, ela tem 22 arcanos, ela tem
22 eh pontas que representa os 22
arcanos. é como se fosse o poder pessoal
de ir para qualquer caminho, que é isso
que representa o as. E nessa espada em
particular, na lâmina dela, no tarô de
Tot, tá escrito telema, que é o
principal, é o princípio e o fundamento
da ordem e fraternidade de de Alice
Crawler, onde é a questão do poder
pessoal, a questão da vontade, faz o que
tu queres, de ser toda a lei. Eh, você
faz depois com as consequências. Telema
quer dizer isso, ou seja, você tem pode
o poder que você quiser, mas
[limpando a garganta] também arque com
as consequências do que você fizer.
Então, ou seja, você tem o poder para
fazer e o poder para arcar. E a espada
em punho,
dele representa isso. Observar que ela
está eh na frente de um portal escuro,
mas que essa janela amplia por um por um
sol, por uma coisa brilhante, amarelada,
dourada. Então, como se houvesse sim o
poder de ir adiante. O tarô de cósmica
aqui do lado segue mais ou menos o mesmo
princípio. É uma espada em pé, em punho,
no meio da uma luminosidade muito
grande, muito forte. E aqui
representando exatamente a questão da
criação e do poder. Todo aço representa
a criação. Todo aço representa o poder.
Por isso que ele, o Tot colocou na sua
lâmina a palavra telema, que é a é a
base principal de toda a sua
fraternidade, da sua ordem. E esse é o
único arcano que tem essa palavra. Então
é como se fosse nesse momento a minha
criação. Assim como vimos o de ouros,
que representa exatamente o poder
material da pessoa, aqui nós temos o
poder da criação. Enquanto ouros, eu
tenho a realização prática na mão, o as
de ouros. Aqui eu vou ter a o que eu
penso, o que eu planejo, o que eu desejo
é possível. Então, todo as é possível. E
o as de espadas representa esse
movimento.
Vamos falar de vigor, de força, poder,
mas principalmente que ele vai ampliar,
e isso tem que ficar bastante claro,
tudo que nós tudo o que ele estiver em
ali com os arcanos à volta ou em
combinação. Uma das questões do as é que
ele acaba mesmo no no caminho da dor, a
onde ele amplia todos os arcanos, dá
realmente aquela aquela questão de ou
mais dor ou mais sofrimento ou mais
lágrimas, mas ao mesmo tempo dá mais
força e mais garra para solucionar.
Então o as a ao medida que ele vai
ampliar os arcanos da dor, que é de 12
ao 16, a torre, ele também vai dar hã a
ideia de que a pessoa vai combater
aquilo de alguma forma. Vale lembrar que
espadas nunca aceita o resultado
negativo. Então, por isso que há
conflitos, confrontos, sofrimento,
lágrimas, lutas e brigas quando tiver
principalmente com os arcanos da dor,
que ela não aceita derrota. Oni de
espadas não aceita términos, não aceita
derrotas, não aceita nenhum tipo de
reveses da vida dele ou do plano dele. É
sempre o naipe de espadas. é aquele
naipe onde a pessoa detém o a ideia de
que o que ela quer ou deseja é o melhor,
de o que que ela quer ou deseja é o
perfeito. E em função disso ela
considera todas as outras questões ou
meio à volta dela o a imperfeição.
Então, por isso que espadas está eh no
caso, a espada está coroada por uma por
uma coroa, né? Então existe uma coroa
ali em cima dizendo desse poder pessoal,
ou seja, a minha ideia prevalece sobre a
ideia dos outros. Ahã. O meu conceito é
perfeito e maior que dos outros. Então,
sempre nessa questão e todo o naipe de
espadas no caminho da dor vai gerar
muito desse desconforto pessoal,
dando a ideia de que a pessoa vai lutar
para rever ou reaver ou resolucionar
e ao mesmo tempo fortalecendo a ideia do
arcano maior. Então tem duas coisas
aqui. Ele fortalece sempre a ideia do
arcano. Ele amplia o poder do arcano e
ao mesmo tempo a pessoa vai aceitar ou
não, dependendo do arcano. Sea tiver com
torre, é óbvio que ela não vai aceitar
que ela perda de forma alguma. Ela vai
lutar até o fim para reaver. Não vai
conseguir. Se ela tiver com sol, el tá
exuberante porque ela está dentro do
amor, do desejo ou da prosperidade ou do
sucesso que ela quer. Então ela vai
lutar até o fim para manter aquele
sucesso, aquele desejo e aquele poder
que ela tem. Então a torre sempre de
algum modo ela quer sempre ganhar.
Desculpa, torre não, desculpa, o naipe
de espadas. De algum modo, ele sempre
vai querer ganhar e vencer todas as
situações. [roncando] É o arcano, quando
falamos de relacionamento afetivo ou de
envolvimentos com pessoas, fala sempre
de conquista e fertilidade. É um arcano
que fala realmente de criação,
desenvolvimento, fertilidade física
mesmo, de crianças, nenezinhos, né, de
gravidez. Se se a pergunta for essa,
obviamente, por favor, não vai pegar um
as de espadas no trabalho e falar assim:
"Ah, você vai engravidar alguém do seu
trabalho", né? Então não é assim a
história. Se a pergunta for essa, se a
questão for essa, obviamente o as
espadas responde que existe fertilidade,
criação, desenvolvimento naquela área.
Às vezes as palavras que nós lemos em
livros aleatoriamente, às vezes estão
jogadas num grupo de de contextos, nós
temos que observar que elas estão ali
nas possibilidades dela, não é para que
você diga todas aquelas palavras em
qualquer caso ou em qualquer pergunta. E
sim sobre se a questão for essa. Se a
questão for promoção, com certeza é um
arcano que fala de crescimento e
promoção. Se for para ganhar mais
dinheiro, é um arcano para ganhar mais
dinheiro. Se for para falar de, sei lá,
de fertilidade, gravidez, é, ele vai
falar de gravidez. Então, sempre ele vai
afirmar e dar a certeza do crescimento e
do desenvolvimento ou do caminho certo
com relação à pergunta que foi feita,
tá? Então, sempre é bom entender isso.
Por quê? Existe uma noção de que quando
sai o de espadas, é comum às vezes numa
leitura aleatória ou intuitiva, eh,
falar sobre essa questão da da
fertilidade e e jogar a fertilidade
somente pra questão da gravidez. E aqui
no caso, a fertilidade tem a ver também
com dinheiro, prosperidade, trabalho,
enfim, a própria vida, ou seja, aquela
questão do crescimento. Então, às vezes,
observar a palavra literalmente ela pode
enganar muito a consulta. Então, por
isso que é importante entender que ele
vai ampliar o que o arcano diz, ele vai
afirmar o que se pergunta. Então, toma
cuidado com o que se pergunta para que
você não acrescente palavras e ideias
equivocadas.
O lado invertido, se eu tenho toda a
questão do poder pessoal, se eu tenho
ação no outro, se eu tenho fertilidade,
eu vou ter aqui infertilidade. Ou seja,
se lá eu tenho potência, que vou ter
impotência. Sehar essa questão for de
cunho sexual já sabe que não funciona se
tiver invertido, né? E se tiver se tiver
em pé, beleza, tá em pé, né? Espada tá
em pé, mas aqui tá invertido, então é é
infertilidade. E aqui já que tem brigas,
tem discussões, tem inimizades, né? Não
tem nada vai adiante. Tudo é bloqueado,
tudo é inativo, as coisas não funcionam,
não se desenvolvem, eh, não há
continuidade de nada. Então ele
invertido, a pessoa perde completamente
o seu poder, os caminhos estão fechados,
a vida tá fechada. Então vai depender
também muito da posição que nós
encontramos a carta, se é no Peladan, na
casa dois do Peladan, que é o lado
negativo, ou se é no método americano,
onde nós embaralhamos de tal modo que na
escolha pode aparecer uma carta
invertida. E lemos então nessa condição
do as invertido, o infortúnio, o azar,
né? Principalmente o azar, ou seja, o
que você está pensando acaba não dando
certo.
Vamos ao dois espadas. Esse é o arcano
da discórdia.
Esse arcano é, essa é a segunda carta
que nós vamos ver daqui a pouco, onde
ela diverge bastante nos livros,
principalmente nos livros mais
contemporâneos, mais mais
recentes.
Vimos nas aulas passadas sobre o sete de
ouros, que é uma carta chave para você
identificar o a linha de raciocínio
daquele livro, se ele advém de uma linha
relacionada ao trabalho de Alist Crawley
de 1940 para cá.
ou se ele vem de um trabalho dos
simbologistas lá do século XI para cá.
Então, a ideia do sete de ouros com
relação a ele ser eh prejudicial ou ser
próspero ou ser negativo ou positivo,
ele tem essa ruptura na década de de
1940, quando então Crawley ele usa, né,
o tarô dentro de uma da árvore da vida,
dentro da fraternidade para eles fazerem
rituais e magias para tentar controlar e
direcionar as questões pessoais, enfim,
mágicas da vida aí. Mas o tarô hoje ele
é profando, ele tá nas nossas mãos,
então não tem muito dessa concepção mais
do porquê desse uso, mas é importante
entender o por que foi mudado, né? Para
que a gente possa quando jogar esse tarô
saber que aquela que o sete de ouros no
tarô de crawle ele fala de dificuldades,
prejuízos e e e fracassos. E quando
tivermos com os tarôs de simbologistas
ou os tarôs clássicos, como é o próprio
tarô de weight, é prosperidade,
crescimento e abertura. Então, é uma das
uma das cartas chaves. Outra carta chave
também para você olhar um livro e
verificar se tá eh falando de de do tarô
tradicional, do tarô básico ou talvez do
tarô com uma fusão de ideias, como nós
vimos entre o tarô de Weit, o tarô de
Tot, o tarô cósmico que nós também
estamos vendo, que muitos tarôs acabaram
absorvendo, quer dizer, acabaram não,
porque a vale lembrar que a editora
contrata eh ilustradores, dão lá meia
dúzia de livros para ela. minha dúa de
tarôs, ó, lê isso aí, vê o aí e faz um
tarô novo para mim. Então, existe um
capitalismo muito forte em cima das
imagens do tarot, como tem muitos
entusiastas também de de ilustradores de
tarôs que acabam lendo um livro ou dois
criando o seu próprio tarô e vendendo
paraas editoras, mas sem nenhum respaldo
simbólico, sem nenhum respaldo eh
garantido da estrutura simbólica. Então,
por isso que é bom estudar o tarô de
Marcell, de Wake, de Tot, porque eles é
são os icônicos que deram base a todos
os tarôs. E o dois espadas é outra carta
também que mexe um pouco com as com os
tarólogos, com as pessoas que estudam,
porque eles têm informações diferentes.
Num numa numa linha ele representa a
briga de Scódia e na outra linha
representa a paz. E aí nós vamos
entender o porquê dessa divergência, tá?
Vamos falar do dois de espadas
clássicos, que é o tarô de Marsélia, que
nós temos aqui duas
e simitar é o tipo de espada curvada,
tá? Eh, porque a gente fala as snipe de
espadas, a pessoa tem dificuldade de
entender, porque aqui nós temos um arco
e esse arco é uma cemitária, como se
fosse é uma é uma espada lá da do
Oriente Médio ou é um outro tipo de
elemento, ela é mais afiada, ela é mais
forte, inclusive ela é muito mais muito
muito mais rápida no término das
situações do que uma espada reta. Então
nós temos aqui duas cimitares
entrelaçadas ou dois espadas que
representa a discórdia, representa o
conflito, representa o problema. O aqui,
e aqui é bom lembrar que o ele coloca
uma imagem de uma mulher vendada. Vamos
observar a imagem sentada num trono de
pedra. Então, ou seja, poder zero,
visualização zero. E tem duas espadas
cruzadas para cima. num talvez numa
noite numar, porque nós vemos uma lua
lá, então não é dia, não é claro, tudo é
escuro. Eh, tem um mar atrás dela, tem
ilhas. Então, representando que existe
aqui um contexto de água e ar, né, ou
seja, um lado psicoemocional forte. O
próprio o próprio We escreveu no seu
livro que isso é um arcano de discórdia
que necessita ter concórdia. Ou seja,
ele já ele relata muito bem isso, que
que espadas é conflituoso e esse é um
momento de muita delicadeza e muito
muita preocupação, onde o acordo é
necessário. E aqui começa então dentro
da Golden D a ideia, porque eles também
utilizavam em rituais, a ideia de que o
dois espadas representa sim aquele
momento eh cauteloso, dificultoso, onde
nós vamos ter discórdia, conflitos e
precisamos então abrir mão ou tentar um
acordo, porque eles sabem que a carta
seguinte, o três espadas é término e é
dificuldades e é problemas. Então,
tenta-se evitar esse problema, tenta-se
evitar essa dificuldade. Minuto.
Pronto. Então, tenta-se evitar essa
dificuldade que existe, que existiria no
três espadas, porque quando nós entramos
no acordo, nós rompemos a a a energia do
três de espadas. Então essa seria aqui a
ideia para que não houvesse piores
momentos ou piores questões. Vale sempre
lembrar que nós, o tarô ele trabalha
numa questão de um mapa da vida e nós
vimos lá nas primeiras aulas aqui do
curso de arcanos menores, aquele aquela
tabelinha, né? começo, meio e fim do
princípio, que é exatamente a primeira
tríade, que exatamente aqui nós temos
uma oposição da oposição, a oposição ao
princípio. Então é um momento que alguém
ao ao você colocar sua ideia adiante,
alguém vai se opor. Vimos no dois de
ouros que essa oposição era era possível
de ser superada devido ao naipe, dizendo
que a pessoa tem diplomacia, serenidade,
sabe entrar nos acordos e sabe falar
exatamente para poder ganhar e seguir
adiante. No dois espadas nós estamos
falando de de espadas fala de ideologia.
Então eu tenho aqui um conflito, ou
seja, o que eu penso é certo, o que o
outro pensa é certo e ninguém vai chegar
no acordo nenhum, porque são pontos de
vistas, são questões. Então, por isso
que essa carta fala, tá aqui com essa
espada cruzada, a pessoa vendada, porque
não se tem a ideia da dimensão do
problema da situação. Então é um arcano
de discórdia também para. Agora alguns
livros de weight, não deit, mas de
pessoas que estudaram weight, já colocam
o maior arcano da paz, o arcano do
acordo. Não, isso aqui é um conselho.
Você tem que ter acordo, você tem que
ter a paz aqui, porque senão as coisas
não funcionam, vai haver briga e vai
haver discórdia mesmo.
Eh, vamos entender o porquê. No caso
dois de de tarô de Tot, que então ele
colocou a palavra paz na carta, foi
exatamente para que houvesse então uma
solução ao conflito, porque é uma carta
de conflito. Então ele ilustra as duas
as duas espadas cruzadas dentro de um
lótus azul que representa a
espiritualidade. Então, ou seja, só
transcendendo você pode aqui ter essa
serenidade. E um detalhe na carta é que
existem eh dois duas espadas, uma em
cima menores, uma em cima, outra
embaixo, uma em cima lá colocando e
simbolicamente às vezes parece a questão
de uma lua e aqui embaixo a questão de
do signo de Libra, que também pode
também ter relação não só com a questão
da boca quanto questão dos olhos. Então
é como se assim, o que vê, o que se fala
pode ser contraditório. Existe no fundo
uma espécie de de estrelas desarmônicas
ou ventarolas, ou seja, existe um
movimento de ar muito forte. Então é
como se houvesse conflitos e mais um
momento tem que buscar essa ordem. Então
por isso que ele a partir dele, da carta
de Tot é que is começou a falar que essa
carta representaria paz.
Até então a a carta de Wit não falava
disso, mas os livros atuais que as
pessoas se baseiam no tarot de Wit
começam então a colocar a palavra paz
como se isso fosse realmente a a questão
final. Agora, por que então no caso Tot,
o El Colley colocou eh esse nome paz na
carta do dois espadas, que ele sabe que
é discórdia, ele sabe que é briga. Bom,
na questão da ordem deles, eles então
faziam rituais e cada ritual ou cada
época ou cada monografia que representa
um arcano, a pessoa estudava e fazia
rituais. Então, rituais em grupo de
horas e horas, não é uma questão de que
nem de rituinhos de internet, vai lá,
acende uma vela, sopra canelinha,
resolve o caso. Não, não é isso não. São
rituais em grupo, egrégoras e a coisas
às vezes de horas e horas para fazer
determinados eh orações, chamamentos e
tudo mais. Bom, aqui nós temos na árvore
da vida, eh, que essas 10 esferas estão
aqui do lado, eh cada esfera estaria,
então, os arcanos menores e as e os
caminhos entre as esferas estariam os
arcanos maiores. Então aqui vem o
macrocosmo e o microcosmo. É na esfera
então que se que se condensa, que se
transforma a vida. Por isso que os
arcanos menores para ele, ele colocou
dentro das esferas. Então as esferas de
número dois aqui no caso, ela vai conter
todos os números dois, dois de ouros,
dois de espadas, dois de copas, dois de
paus, vai tá tudo ali agregado e cada
uma tem a sua função, tá? O que
acontece? Se você pegar o dois de ouros,
o dois, depois nós vamos ver o dois de
copas, vamos ver o dois de paus, todos
eles têm um elo de ligação que acaba
superando os problemas ao redor, os
problemas à volta. Apenas o dois espadas
ele não consegue porque é um é um
conflito ideológico. E aí entra uma
questão, o por então ele faz o ritual da
paz com a carta dois e por isso que ele
colocou o nome paz lá, porque dentro da
ordem, dentro dos outros rituais e
dentro dos caminhos, nós vamos encontrar
o arcano, o arcano dois, que seria a
manifestação com o meio ambiente. ele
vai encontrar três arcanos macrocosmos,
que é a imperatriz, o imperador e o
papa. Olha, são os três maiores eh
indícios de poderes macrocósmicos da
sociedade. Então, ou seja, são elementos
que quando você vai se contrapor a
pessoas e situações que talvez tenham
mais poder que você, você também não
pode bater de frente. Então você tem que
tentar entender que às vezes engolir a,
sei lá, a sua ideia, o seu conceito,
seus valores para poder eh ganhar à
frente e ganhar adiante. Então, quando
eles faziam esse ritual do dois espadas
para encontrar a paz, porque ele sabia
que quando saísse dois espadas num jogo
fatalmente iria ter um prejuízo adiante.
Então, seria por isso que um dos grandes
conselhos dos dois de espadas é quando
eles saem no jogo, é, olha, você tem que
entrar no acordo, mas vocês vão aprender
uma coisa. Toda vez que são dois espadas
e você falar pro consulente que é
necessário um acordo, que é necessário
uma conversa, que é necessário a pessoa
abrir mão, ela vai te dar 2.000
desculpas que ela não vai abrir mão, que
ela não pode, que ela tá com a razão,
que ela tá certa, que ela vai ganhar,
que ela vai superar. Tudo que ela fala é
não, porque se alguém tem que abrir mão
e o dois espadas fala que ninguém vai
abrir mão. Então, por isso essa é uma
das questões que essa carta fala sobre
isso. Lembre-se que nós falamos do sete
de ouros também era a mesma questão do
processo, onde o oito de ouros seria
recomeçar. Então ali no no sete de ouros
também tem o ritual da questão da pessoa
entender a perda, entender a o fracasso
para que ela possa então não ficar numa
no egoísmo, né, e na soberba que de ter
tudo na vida. Então por isso também que
ele inverteu o sete de ouros. Então, por
isso que é interessante você entender o
que a ordem diz para você poder entender
a carta e tomar cuidado e não levar que
isso é fato do tarô, isso é um processo
eh vamos dizer assim doutrinário
e daquela ordem e mas hoje enfim as
pessoas jogam. Eu não sou não faço parte
da ordem.
fiz, fui, fui, fui um dos primeiros, da,
fui da primeira turma que aprendeu o
tarô com os discípulos de Croley na
década de do em 1990 no Rio de Janeiro,
quando eles entraram no Brasil. E aí
realmente eu aprendi tudo sobre essa
questão do porquê da simbologia, o
porquê da estrutura e para que a gente
pud para que a gente pudesse entender o
porque que era diferente o dois de
espadas e o sete de oursot.
Vou espirrar.
Pronto, espirrei.
Então, é importante entender que o Tot
el leva a palavra paz e influenciou
muitos baralhos, muitos tarôs atuais com
essa palavra paz, dois de espadas. Mas
saiba então quando você encontrar um
tarô com essa palavra paz no dois de
espadas ou fracasso no no sete de ouros,
é um baralho com influência do tarô de
Tot, que foi desenvolvido em 1940, ou
seja, praticamente 600 anos depois do
surgimento do tarô. Então, é uma visão,
é uma uma perspectiva de uso dentro de
uma fraternidade que hoje poucos usam,
raramente eh as pessoas entendem esse
processo, é uma questão mais
taromântica. E no caso, se você usar o
tarô de tte, com certeza se sair dois
espados, você vai ter que dizer: "Olha,
esse momento, se você quiser encontrar
passos, você tem que encontrar um
acordo, não é falar que tá tudo bem, tá
bom?" Então isso tem que ficar claro, é
o é somente esse tarô e os que estão
baseados nele é que dão essa palavra,
assim como eh nós vimos na corte de do
tarô de Tot, que também é diferente. A
partir dele também houve uma fusão muito
grande sobre o nome e a denominação da
corte, né, que era princesa, príncipe,
eh rainha e cavaleiro. Então tudo isso é
importante entender que existe essa
mudança da nomenclatura e influenciou
muito. Por isso que às vezes é confuso
você pegar um tarô onde ele é baseado em
diversas imagens e é uma fusão
das estruturas. Mas quando você entende
a história desses três tarôs, você
consegue desmembrar e entender o que é
um o que é outro. Aqui no tarô de de
Cosmic, nós vemos um sembl uma mulher
sozinha num semblante muito triste, numa
noite muito negra, eh onde você vê assim
tudo é muito muito escuro, né? tem duas
espadas de um lado, duas espadas do
outro. Então é um momento de muita
tristeza, assim, um momento de muita,
muita dificuldade mesmo em você entender
esse processo, esse momento de que não
há acordo, não há felicidade. Nessa
carta, isso tem que ficar claro, não é
uma carta que diz felicidade, que aqui
fala de paz, não é busca da paz, porque
felicidade não existe nessa carta, tá? é
a carta da discórdia, é a carta da
dificuldade do problema, a carta da
briga, diferente do dois de ouros. O
dois de ouro pode haver até uma uma
discussão, um obstáculo, uma dificuldade
no qual o consulente irá superar, irá
ganhar, irá depois de um tempo reaver o
que o obstáculo, a dificuldade vai
solucionar. No dois espadas, isso é
impossível. Infelizmente é aquele aquela
situação da vida onde não há acordo.
Porque a gente insiste para que a pessoa
tenha acordo, que ela abra a mão, que
ela consiga ver com outros olhos. É
melhor perder agora do que perder do que
perder depois. É melhor abrir a mão de
um lado do que, sabe, depois ficar sem
nada, porque o dois espadas é algo que
não há acordo. Ele já disse que a
discórdia é plena, é briga, é conflito,
é disputa, é rivalidade e nenhuma parte
ganha. Essa é a questão. Não há ganho
aqui, não há ganhador. Os dois perdem.
Essa é a questão. Há perd há perdas aqui
e incalculáveis. Tudo por às vezes
orgulho, vaidade, soberba.
eh superioridade
ou ou social ou espiritual, arrogância.
é uma carta que por trás dela tem todos
esses valores e por isso que Mas tudo
baseado eh na crença da pessoa, então na
verdade dela. Então é uma verdade
pessoal e por causa dessa verdade
pessoal, ela insiste de que ela está
correta, de que ela não admite perda,
não admite eh problemas. Por exemplo, a
pessoa, vamos supor num exemplo
clássico,
vamos volotar aqui, pera, desculpa,
antes de falar do da falar da inversão,
um exemplo clássico, a pessoa, ela era
casada com comunhão de bens, mas somente
uma uma das pessoas trabalhava, produzia
e, enfim, comprava todos os bens. E na
hora de um divórcio, essa pessoa que se
que deteve o poder material de comprar e
construir tudo, se acha no direito de
não dar nada à outra pessoa, porque
outra pessoa nunca trabalhou, enfim, de
algum modo só ficou ali ao redor. Só que
não é assim, ela casou como comunhão de
bens. Então, juridicamente a lei manda
50%, vamos rever os os bens das pessoas.
Vale lembrar que meu bem, meus bens, né?
Com namora, é meu bem. para separ meus
bens. E o dois espadas fala que a pessoa
perde, ela não tem ela não tem
condições, tem que ter acordo. Existe um
letígio aqui, existe um uma um conflito
onde por uma e a outra pessoa também
pode se julgar em querer ali mais do que
eh seria possível dentro do do da
divisão de bens. E assim se dá também no
trabalho. Às vezes a pessoa ela trabalha
mais do que o outro, o outro é
promovido, vai ser promovido. Então ela
se se julga que ela deve vencer aquela
causa, mas a pessoa ela nunca consegue
vencer nada. E a não ser que ela abra a
mão daquele momento, daquela briga,
daquela discussão, daquela ideia.
ideologia política, por exemplo, que
também tá muito em vogga aqui, a
religiosa. Então, eh, só para vocês
terem uma ideia de que quando nós
falamos dois espaços, nós estamos
falando de ideologias
políticou-religosa ou social, onde a
pessoa dentro da criação dela, da
consciência dela, ela tem a verdade. Só
que quando dois espadas aparece, por
mais que ela possa ter razão ou que ela
julgue ter razão, ela não consegue ter a
solução. Então, o melhor caminho aqui é
a paz. O melhor caminho aqui é eh abrir
mão. É entender que se abrir mão agora
vai ganhar depois, porque se abrir mão
agora não vem o arcano seguinte. Essa é
a questão.
Os arcanos menores numerados é uma
sequência, é uma cadeia. Um chama o
outro, um puxa o outro. Se eu tô com um
arcano, o seguinte já é a vibração do
que pode acontecer, de bom ou de ruim.
No caso, o de Espadas estava dizendo que
a ideia era boa, linda, maravilhosa, mas
ia ter discussão, ia ter, ia ter
conflito e conflito irreversível. Então
vamos rever o que tá sendo feito. Seu
dois espadas, já tá dizendo, olha, tá
lutando por uma causa que não vai ter
problema, que vai ter problemas. Por
quê? Porque o próximo arcano é três
espadas, que é a perda e o conflito.
Então, por isso que quando saiu dois
espadas, nós temos realmente que tomar
cuidado com o a palavra ou a conduta
para que a pessoa possa tentar entender
que ali ela só tem perdas naquele
momento.
O lado invertido fala de acordos, aí já
é o contrário. Fala de solução, fala de
amizade.
Dois espadas normal é inimizade. Dois
espadas invertido é união, fraternidade,
amor, trocas, enfim, é um abraço só
fraterno. Eh, muita, muito caminhos
abertos, é muita positividade. Como
[roncando] eu tenho falado, mais avante
do curso, a gente vai estudar o porqu
negativo e qual e ter uma informação
aqui por trás da de aconselhamentos
também do porqu dessa negatividade, tá?
Então ele negativo já não não é tão
problemático.
O três de espadas ou três de facas, ele
exatamente é a consequência do dois. Por
isso que nós temos aqui a dor, o
conflito, o problema. é o arcano da
decepção. Então, se não houver paz e
acordo no dois de espadas, fatalmente
esse é o esse é o é o futuro, esse é o
projeto, esse é o que pode acontecer.
Agora, se a pessoa tentar lá se
entender, não tem problema. Isso aqui é
anulado. Então, essa é uma das questões
da que o que o mapa do tarô nos oferece
às vezes numa consulta. Eh, quais cartas
saem? Como que vai ser o seu
desenvolvimento? Vimos nos no naipe de
ouros, o as teve lá a sua ideia, seu
desejo, era possível, viu? Aí teve, foi
para fora, foi pro meio ambiente, teve
dois de ouros. Então, houve ali um um
obstáculo, um contratempo superável,
porque o três de ouros fala em sucesso,
fala em crescimento, desenvolvimento,
prosperidade. Então o dois de ouros já
indica que de algum modo vai ser
superado o problema.
Já o dois espadas indica que não vai ser
superado, não vai aderbítro.
Quando sai uma carta, ela diz é livre
arbítrio ou não. Aí já não tem mais
livre arbítrio. O livre arbítro aqui
seria ter acordo, buscar a paz. Esse é o
livre arbítrio. Mas se a pessoa parte do
princípio que ela não quer, não vai
abrir mão, então qual é a consequência?
é a lei da causa e efeito. Tudo na vida
é a lei da causa e efeito. E o tarô ele
trabalha muito nesse processo de mostrar
esse mapa da lei da causa e efeito. Eh,
se você faz uma coisa, pode ser
positiva, tem um um resultado. Se tiver
conflitos, tem um resultado. E assim
sucessivamente.
Então, o que eu observo aqui é que o
dois espadas, ele é o arcano da
discórdia, do conflito. E nós vamos
encontrar aqui o três espadas. E aí vale
a tríade, princípio, eh, o princípio do
princípio que é o as de espadas,
oposição ao princípio, que é o dois de
espadas, e equilíbrio do princípio que é
o três de espadas. Então, esse esse
equilíbrio do princípio seria que tudo
volta a estaca zero, tudo volta àquele
processo. Por quê? Quando nós perdemos
alguma coisa, nós lamentamos aquilo que
está lá atrás, o passado. Ah, por que
que aconteceu aquilo? Por que que fui
perder aquilo? Por que que aconteceu
aquela outra coisa? Então, o três
espadas, ele fala de uma dor presente,
obviamente, de algo agora que possa
estar vivendo, mas relacionado a coisas
anteriores que foram planejadas, que
houve conflitos, houve discussões e não
foi solucionado. Qual foi a solução? A
perda. A solução foi essa. A solução foi
o embate não não ia existir a vida
inteira. Então no momento iria ter uma
solução. Tudo que o tempo é o tempo. O
tempo é o senhor da razão. O tempo
acontece, o tempo se desenvolve. Então
no três de espadas seria a solução
daquele conflito que é a perda, que é o
luto, que literalmente é o abandono e as
dificuldades.
Vamos observar o tarô de Marsélia. São
duas cimitar e uma espada em pé aqui.
Então aqui nós temos realmente três
elementos também. Há uma divergência
inclusive entre as duas cimitares e uma
terceira espada. É como se houvesse
então algo, alguma coisa veio para dar
uma um norte, uma diferença naqueles
dois conflitos.
No três espadas do do Weight, é muito
famoso inclusive essa carta a partir da
ilustração dos arcanos menores, eh
observamos três espadas num coração, ou
seja, você já vê a dor e o sofrimento
que isso aqui representa, mas no fundo
ele coloca uma tempestade. Vamos
observar isso, porque gente entende ou
percebe essas nuvens com chuva, então
nuvens carregadas, uma chuva forte.
Então é assim, o tempo que tudo aqui é
simbólico, assim como o Sol no arcano
maior representa a luminosidade, a
consciência, né? E aqui nós estamos
falando e a torre, o raio representar
exatamente também a questão da da carga
eh superior aquilo que está além da
transcendência da da consciência humana
está no céu e para ter raios forma as
nuvens, né? Então aqui a mesma a mesma
questão aqui do três espadas, essas
nuvens, essa chuva representa esse
momento de tristeza, de dor, de
abandono, de que onde as coisas às vezes
não têm não tem uma visão a longo prazo,
só a curto prazo, porque quando aí
simbolicamente falando, está num dia
chuvoso, nublado e muito chuvoso, você
não vê muita a o horizonte, diferente do
dia solar, onde você vê o horizonte, vê
a a grandes distâncias, Então aqui não,
a o simbolismo já coloca da dor, do
sofrimento, da perda, da mágoa. Isso
está em todos os livros, né, que fala
sobre três espadas. No tarô de de Tot, o
Dest Crawley não é diferente. Ele coloca
GR sorrow ali no no tristeza, né, ali na
carta, é o nome da carta, onde nós temos
uma espada eh bem no núcleo de uma flor
amarela e mais dois dois outras adagas.
também enfiadas no núcleo dessa flor
amarela e ela despetalando. Essa flor
amarela é aquela flor azul que a das
duas espadas que estavam cruzadas lá na
carta. Ou seja, não houve a
transcendência porque aqui ela amarelou.
Se ela se aquela flor azul amarelou,
quer dizer que ela então se eh eh se eh
ai esqueci a palavra, desculpa. Ela
então se se desfaccelou, ela então
morreu, então ela se destruiu, então ela
se acabou. Então, é como se se aqui
fosse o momento de que não há mais
nenhum acordo, não há mais nada a ser
celebrado. Tudo aqui então vai se
esvaindo. O fundo dela é bastante
complexo com essas coisas, esses
entremeados verdes e que não há muita
forma, ou seja, é um momento de muita
complexidade, de muita perda, de muito
luto, que também é o caso da carta do
tarô cósmico, que são três pessoas
vestidas de luto na sua frente, três
espadas dentro de uma flor, ou seja,
também matando o próprio núcleo da flor.
E no caso, essa flor inclusive acompanha
desde lá do do mago, dos arcãos maiores,
que representa espiritualidade,
transcendência e vida. Então aqui como
se fizesse assim morrendo, morreu. Então
é o momento da perda literal, da perda
de uma ideia, de um bem, de uma pessoa,
de um objeto, de um desejo, de um de um
planejamento. O três espada sempre vai
representar perdas e perdas muito
difíceis ligado ao que se julgava ou se
julga perfeito ou se julga que seria
eterno. Então, geralmente, eh, aqui se
dá muito mais as três espadas, muito
mais pela conduta da pessoa de não soube
lidar com ou o trabalho ou o
relacionamento ou o dinheiro ou tudo,
porque aqui tudo é perdas. Então, se
você tá falando de dinheiro, perda
financeira. Você tá falando de trabalho,
perda de trabalho. Ou então a pessoa não
é promovida, ela fica no mesmo lugar.
eh, relacionamento, pode ser briga,
discussão, problemas. Então, tudo aqui é
gerado a partir de conflitos anteriores.
Então, por isso que é uma carta que
sempre vai falar de derrota, de dor,
sofrimento, lágrimas. Isso é fato. No
três espadas, principalmente
eh se ele tiver com caminho da dor.
Então, o caminho da dor aqui a coisa
fica exarcebada, fica muito ampliada.
a carta de ruptura, de conflito,
desilusão, eh, afetiva ou profissional
ou financeira. Ou seja, a pessoa
acreditava que o que ela tava fazendo
era o certo, só que ela descobriu que é
errado. Então, tudo no três espadas é a
descoberta do erro, do próprio erro. Só
que é um erro em que a pessoa não admite
ainda esse essa essa esse problema, essa
dificuldade. Ela ainda acredita que ela
fez o melhor dela. Ela ainda acredita
que tudo ainda é possível recuperar no
futuro. Por isso que o três é sempre o
equilíbrio do princípio. Ou seja, a
pessoa ainda tenta de algum modo eh
solucionar aquilo que inicialmente
deu essa essa dificuldade dessa perda.
Então, se ela perdeu dinheiro, ela vai
tentar recuperar de outra forma.
Se ela perderu uma pessoa, ela pode ir
atrás dessa pessoa, tentar recuperar o
relacionamento. Eh, se ela perdeu de
repente um uma função no trabalho, ela
vai tentar recuperar no trabalho. Ou se
ela foi demitida, ela vai procurar um
trabalho que fosse que seja similar ou
igual ao que ela tinha. Então, o três
espadas, ele é um momento de um conflito
muito grande, onde a própria pessoa, ela
tem culpa daquela perda, mas ao mesmo
tempo ela não tem a consciência do do
total eh culpabilidade dela, porque é
como se ela ainda achasse que ela fez o
melhor da dela e e aí deu errado porque
a outra parte não soube compreender.
Então é sempre assim, a outra parte não
soube compreender, outra parte não
entendeu bem a história e aí tem então
tem esse sofrimento. Então como dizem,
leva para o coração. Ele é o três de
espadas invertido.
Se lá eu tenho desacordo, dor,
sofrimento, aqui eu vou ter solução,
ganhos, eh vou ter prosperidade,
crescimento, enfim, tudo aquilo que
acaba eh sendo o contrário da das
dificuldades. caminhos abertos. Se lá eu
tenho tristeza, que eu tenho alegria. Se
lá eu tenho dor, que eu tenho
satisfação. Então, três espadas
invertido, ele é bem-vindo no jogo ou na
casa dois do Peladan ou se você tá
fazendo o jogo do o jogo americano
também, ele invertido, ele é bastante
positivo, mas de qualquer forma eh é
melhor não encontrar cartas eh eh
invertidas. Nós vamos ver isso no
futuro, que também ela é já é o indício
de um pequeno problema que possa existir
por ela ter saído dessa forma. OK? Então
o que nós temos que entender é que o
três de espadas ele pode ampliar muito a
dor, como se tivesse com uma torre, por
exemplo, torre com três espadas, a
pessoa tá desesperada, chorando, sei lá,
totalmente descompensada, não sabendo o
que fazer da vida, mas ao mesmo tempo
querendo de volta. Então, ao mesmo tempo
que existe um desespero muito grande,
ela quer de volta aquilo que ela perdeu.
Então, é um conflito muito grande,
espadas com o caminho da dor. E,
principalmente, se eu tenho essa carta
junto, se eu tenho pendurado com três
espadas, morte com três espadas,
temperança, diabo e ou a torre são, ou
seja, ela vai de algum modo, a pessoa
não vai conseguir manter o que deseja ou
o que quer ou vai dar tudo errado, mas
ela vai lutar para ter de volta. Então é
uma questão que o trespada fala que não
tem de volta, não tem de volta de modo
algum e os e os arcanos maiores vão
tentar de algum modo eh ter de volta
aquilo e espadas, então não quer abrir
mão de nada. Então você imagina o
conflito que tem quando nós encontramos
o três de espadas com o caminho da dor.
Eh, pior do que eu tiver o três espadas,
de repente, sei lá, com o sol, né? Só
mas o sol com três, como é que pode?
Então eu tenho o sol, ele fala, vamos
supor, de amor, pode ser uma decepção
momentânea, porque o o sempre vale a
questão, o arcano maior é que predomina
sobre menor. Então pode ser uma decepção
momentânea. Quem nunca durante um amor,
durante um relacionamento, uma um houve
uma briga, né, de xingar, bater a porta
e dormir na casa da mãe, da avó, da
sogra e depois volta chorando, abraçando
e beijando. Então você tem esse
processo. Então seria mais ou menos
isso. pessoa no trabalho, ela xinga,
briga com o chefe, vou pedir demissão,
para no dia seguinte volta de cabeça
fria e não e não pede demissão. Então o
o três espadas, óbvio que se ele tiver
com arcanos da evolução ou do prazer,
ele pode ser coisas momentâneas, mas no
caminho da dor ele bastante conflituoso
essa carta e sai muito, viu? E sai muita
combinação do três espadas com o caminho
da dor.
Vamos ao quarto de espadas ou quarto de
facas ou espadas ou lanças, que é esse
arcano da inércia. Esse é o arcano da
suspensão. É o arcano onde tudo fica
parado.
Quatro espadas ou quatro espadas ou
imagem de inação ou repouso nos arcanos
cabalísticos. Vamos observar que são
quatro sinditar entrelaçadas. Há uma
espécie de rede entre elas ou porque aí
é como se elas não pudessem se se sair
facilmente uma da outra. Então fica ali
praticamente fixas uma na outra. Uma
coisa interessante
aqui vale de novo a questão da do tarô
de Weit.
Ah, em livros muito atuais, aí aí a
pessoa escreve como se fosse alguém
dormindo aqui,
deitado e dormindo.
Aí é não conhecer muito a simbologia,
não conhecer muito o próprio tarô e
nunca ter lido o livro de Wit, o próprio
livro original de Wite. Então, por isso
que às vezes é importante estudar
história, é importante estudar os livros
eh originais para que a gente possa eh
ver com outros olhos e não cair às vezes
em algumas em alguns equívocos. Então,
no tarô de Weite, na verdade, nós temos
aqui um mausoléu, temos ali um vitral
ali em cima. É como se na antiguidade ou
nos antigos, na renascença e na idade
média eh os cavaleiros e os reis, eles
eram enterrados dentro de um de uma
igreja, dentro de um convento, dentro de
umas questões assim. Aqui nós temos um
vitral ali de uma igreja eh temos três
espadas para baixo, que representam três
espadas e uma espada deitada ali embaixo
que representa o as espadas. Então,
seja, a dor e o sofrimento está sobre o
desejo e a vontade. Isso aqui é mais ou
menos o que representa. E o que nós
temos aqui não é um cavaleiro delitado.
Nós temos aqui exatamente a posição de
uma efige de tumba. Então, efig é um é
uma espécie de de imagem que nós
encontramos eh dentro da no cemitério eh
vamos p assim, a representação da
pessoa. Então você vê um as lápides às
vezes tem assim ela esculpida em cima da
lápida. Então isso é efige. A efig ela é
é muito comum isso aqui. Deixei até aqui
uma imagem de um rei aqui antigo. É onde
você observa que é inclusive muito
similar porque todos os as as efiges de
de tumbas ou de de sarcófagos são muito
similares, né? A pessoa deitada com a
mãozinha assim para cima. Então tudo é
igual. Então na verdade o que nós temos
aqui é um caixão. Sim. É um caixão. Se
esse aqui o quatro de espadas do é um
caixão. Isso ele fala inclusive no livro
dele que a imagem é imagem de uma de um
skif, de um caixão, de uma tumba, que
isso aqui é uma. Ele mesmo retrata isso,
mas os livros atuais acabam eh dizendo
que é uma pessoa deitada. Tá bom? Então
vamos rever. Se vocês lerem isso, não
leva em consideração. Realmente é aqui é
a imagem de uma pessoa. É, voltando aqui
só um minutinho. Eh, realmente
representa um momento de luto,
representa um momento de morte,
representa aquele momento em que não há
mais nada o que fazer.
Tudo que podia ser feito foi feito e
agora não tem mais nada que fazer, a não
ser esperar, orar e ver o que acontece.
Então, por isso que nós falamos que é o
arcano da suspensão. Eh, observe que na
sequência temos uma sequência muito
lógica, onde tem um desejo no ar, tem um
conflito e irreversível no dois de
espadas, temos a perda no três de
espadas e eu tenho quatro de espadas,
onde depois de uma perda você vai fazer
o quê? Você vai se fechar, você vai se
lastimar, você vai ficar dentro de si
mesmo, você não vai falar mais nada.
Então aqui nós temos o arcano da
suspensão. Crolley colocou o arcano da
trégua. Tipo assim, ó, já que sofri, já
que perdi, já que não deu mais, não deu
mais como continuar, vamos baixar as
armas, vamos dar trégua. Vou dar um
tempo, tempo ao tempo. Então ele coloca
aqui as quatro espadas eh fincadas no
meio de novo de uma rosa, no meio de uma
cruz, acho que é a cruz de Santo André,
onde fala sobre o poder da espera.
Então, e no fundo, novamente, as
estrelas desengonçadas, como tem já
desde o arcano dois, só que aqui com céu
mais azul, mais claro, mais límpido.
Então é o momento de aguardar. Deixa eu
parar e ver o que acontece. E muitos
tarôs ilustram, como aqui o tarô CMIC,
eh, pessoas paradas, sentadas de braços
cruzados, com as armas lançadas ao chão.
Então, no caso aqui, as quatro espadas
estão em cima do tapete e as quatro
pessoas ali, talvez na hora do almoço,
na hora de sei lá, de um de uma coisa
que não pode, não tem o que fazer ou não
pode fazer nada, porque iso é o quarto
de espadas, é um momento que não, eu não
quero fazer nada, vou cruzar meus braços
e vou aguardar o tempo. Então, por isso
que no tarô de W nós encontramos aquela
a tumba,
onde realmente existe ali um momento
apenas de de como é que eu posso assim
de contemplação. Porque quando nós vamos
visitar um um mausoléu, que aquilo ali
representaria o mausoléu, nós vamos
simplesmente ficar reflexivo o que
aconteceu com essa pessoa, por que isso?
Por que que aquilo aquele silêncio?
Porque isso aqui é o arcano do silêncio.
Então no mausul você tem o silêncio.
Você vai no cemitério, você tem o
silêncio. Então existe esse momento em
que eu estou reflexivo, o momento em que
eu somente estou aguardando as coisas
acontecerem ou meu sentimento abaixar ou
ou minha ideia, o meu conceito diminuir.
Eu tô aguardando. Eu não não tô
sofrendo. Então calado. Sofrendo calado,
inclusive porque eu não vou nem dizer o
que eu penso, nem o que eu quero. É o
arcano da solidão. muita solidão. É o
arcano da reclusão, é da ausência, da
preguiça, eu não quero fazer nada, tô de
saco cheio, já perdi muita coisa, já
ajudei muita gente, ninguém me ajudou.
Ã, já lutei muito dentro do
relacionamento, só levei chute. Eh, não
aguento mais ser traído, não aguento
mais eh trabalhar pros outros, não
ganhar nada. É, isso é o quarto de
espadas. É aquele momento que você não
aguenta mais e vai como sem jogar a
toalha. Falei: "Ah, não quero mais saber
de mais nada. Chega, tô cansado". Esse é
o arcano do cansaço. Cansaço mental,
cansaço físico, cansaço emocional,
cansaço de viver, cansaço de sofrer.
Isso é o caso de espadas. cansaço de
sofrer,
fala do abandono, suspensão. Então é
muito mais do que não fazer nada aqui. E
é fala que sabe, você luta, luta, luta
para morrer na praia. Isso é a sensação
do quarto de espadas. Quando nós
entendemos isso no quarto de espadas, aí
nós vamos entender o consulente, o
momento dele e ele, esse quarto de
espadas tá trazendo isso para mim no
jogo, que ele anteriormente, o passado
dele aí uma das questões maravilhosas
dos arcanos, maior ou menor, que nós, se
olharmos na estrutura dele, na sequência
estrutural, nós entendemos o passado e
podemos ver, vislumbrar o futuro. Então
o quatro de espadas está me dizendo que
a pessoa tá nessa posição. Por quê?
Porque ela já teve um desejo, porque ela
já lutou muito para ter uma questão. Ela
foi cabeça dura, não quis abrir mão,
perdeu e assim foi com diversas questões
e agora ela se encontra assim. Não quero
mais nada. Mas é naipe de espadas. Ela
tem culpa por estar aí, mas ela não vai
admitir a culpa. Olha a complexidade
dessa carta. Diferente do ouros, né?
Ouros você tem lá.
o quarto de ouros, ou seja, a pessoa tá
retendo lá na mão dela, tá segurando o
que ela bem deseja, porque ela pode lá,
ela pode cruzar os braços com o que ela
tem, porque ela pode, ela ela lutou,
ganhou, venceu e tá tudo aquilo tá nas
mãos dela. Então, quatro de ouros, a
pessoa tem tudo nas mãos, tem trabalho,
tem bem, tem pessoas, tem o que ela
deseja, o que ela quer, ela tá
segurando, ela tá retendo, ela tá tá
fazendo a posse no quatro de espadas não
tenho nada, nada. Perdi poder, perdi
vontade, perdi desejo. Posso ter perdido
dinheiro, posso ter perdido relação,
posso ter perdido trabalho, posso ter
perdido o tempo. Eu perdi um monte de
coisa no quarto de espadas. Quarto de
ouros eu tenho tudo. Quarto de espadas
não tenho nada. Isso é importante vocês
entenderem esse processo do consulente.
Porque no quadro de ouros eu posso dar
um conselho para ele assim: "Ah, você tá
aí guardando, retendo tudo, cuidado,
você pode perder no futuro, mas ele
lutou para ter aquilo, OK? E sabe o
valor daquilo". No quatro de espadas.
Ele perdeu tudo e aí ele quer ter, não
sabe como ter de volta, não sabe como
ser feliz de novo, não sabe o que fazer
da vida. Então por isso que dá toda essa
questão da solidão e do silêncio. Ele
vem travar qualquer carta, ele trava. Eu
eu antigamente eu falava que isso aqui
era crol rolha, uma rolha de garrafa,
sabe? Ele bota a rolha ali que é difícil
de sair aquela rolha, n? tem que ter um
bom sacarolha para tirar ela. Esse
arcano que simplesmente ele ele isola,
ele tapa, ele esconde e não importa com
que arcano ele se encontre. E aí entra a
questão Sol com quatro de espadas. Raz,
o Sol ganha, Sol ganha, mas não encontra
solução, não tem como desenvolver. A
pessoa pode ter dinheiro, não encontra o
que ela quer comprar, ela pode amar uma
pessoa e não sabe como, eh, aquela
pessoa talvez não não dê o retorno que
ela deseja, então ela não se sente
feliz.
isolada. Pode ser um amor eh platônico,
pode ser um sentimento em que ela não é
não ela não se vê assim com
reciprocidade.
Eh, ela tem de repente condições de ser
promovida, mas naquele naquele ano a
empresa não será não vai promover
ninguém. Então só com quatro de espadas
ele simplesmente estanca aquela aquela
aquele ganho. A perda é a mesma coisa.
Tenho torre com quatro de espadas. Olha,
tenho torre perda, quatro espadas para
para o quê? Para perda? Não, aquilo fica
parece que é o tempo todo. Uma dívida
eterna, uma discussão eterna, um letígio
de anos e anos e anos, uma herança que
se luta, luta, luta 20 anos e não
consegue superar. Então, tu o quatro de
espadas também na dor, ele vai bloquear
a dor, mas não fato de não sentir, no
fato de não solucionar. Então, o quarto
de espadas não soluciona nada, nem o
prazer e nem a dor. Tudo fica parado. Eu
não é uma carta bem-vinda. Eu eu
particularmente quando ela aparece para
mim eu penso 10.000 1 vezes o que eu
posso fazer para solucioná-la
ou ou se ou como ou como está aquela
situação que às vezes também não faz
parte de nós a solução. Às vezes é o
momento, é o meio ambiente, é o processo
econômico ou administrativo do país ou
da sua própria vida ou da família num
momento, uma doença às vezes e
irrecuperável de um ente querido seu.
Como é que você pode solucionar isso?
você não pode. Então, o quarto de
espadas, ele tem um limite e esse limite
pode ser que a outra parte tem sempre a
ver com o meio ambiente, tá? Não
esqueçam disso. Não é o consulente só
não. O meio ambiente não tá não tá
próximo. Quatro de espadas, eu estou só
porque eu não tenho associação, eu não
tenho solução. Ok? Então, bom observar
isso. Então, quatro espadas tem essa
questão não só do eu quero ficar na
minha, como também tem a questão do que
eu não consigo também sair desse
processo. Então, é um processo sim de
isolamento, de reclusão, às vezes
própria ou por decisão própria e às
vezes por imposição. Então, tudo vai
depender da combinação, da pergunta, da
questão, mas de qualquer forma é
inclusão. que a pessoa quis ou porque
ela é imposta a ser reclusa e a não e a
não ter solução. Às vezes a pessoa quer
comprar um um um carro, um modelo X e
ela não encontra. Então você tem lá
carro ou sei lá em e sei lá um marcando
bastante positivo lá você tem o o sol
com quatro de espadas, né? O mundo com
quatro de espadas, imperatriz com quatro
de espadas. Pessoas t dinheiro, mas não
conseguem encontrar o que deseja. OK?
Então tudo vai depender da pergunta da
questão, mas a questão fala da ausência,
da reclusão, da solidão, da inação. Tudo
aqui é suspenso. Por isso que eu falo
que é um arcano da suspensão. Se foi a
pessoa, se é o meio ambiente, é o
arcando da suspensão. Não tem data, não
tem nada.
Bom, o contrário, maravilhoso,
[limpando a garganta] né? Então nós
temos aqui a solução, temos abertura,
caminho aberto, sucesso, prosperidade,
ajuda de terceiros, de quartos e
quintos, todo mundo ajuda, todo mundo é
bem-vindo. Então, arcando a solução,
liberdade, crescimento,
da união. Se no quatro de espadas a
pessoa deseja alguém, ela não consegue
essa pessoa, porque essa pessoa não se
aproxima dela, tá? Ou se a pessoa pode
estar vivendo ela ou afetivamente o
quarto de espadas, pode ser que ela não
queira ninguém.
Mas ele invertido é o contrário. Eh,
existe a união, existe a sociedade,
existe o compromisso, existe a troca e o
contexto todo.
Vamos ao cinco de espadas.
Aqui é o arcano do desperdício.
Desperdício de tempo, de dinheiro, sei
lá, de pensamento. É desperdício. Por
quê?
O quatro de espadas. Se eu tô de braço
cruzado, não produzo nada, não penso em
nada,
não dou solução em nada,
que acontece com o meu futuro aqui o
cinco de espadas. Nada acontece
desperdiçar tempo, ideia, sei lá,
gastos. Tudo aqui é um desperdício.
Então vai ter sempre cinco espadas
entrelaçadas ou cinco espadas ou imagem
de fracasso ou decepção. Isso acontece
muito. Novamente temos as espadas
entrelaçadas e agora uma uma ainda uma
eh as quatro espadas entrelaçadas e uma
ainda enfiada num desses enlaces dela.
E o no tarô de o de Weight que ele
ilustrou essa situação que é a situação
do desperdício, a situação do fracasso.
E temos aqui um uma cena muito
interessante, um céu mais ou menos eh
nublado. Nós vimos lá já as essas nuvens
e o tempo mal lá no três espadas.
Vimos o mausoléu, enfim,
[limpando a garganta] dava para ver o
tempo no quarto de espadas, mas aqui a
gente vê um céu mais ou menos nublado.
Então, o tempo ainda não tá totalmente
claro, totalmente limpo. O que que a
gente observa? Nós vemos um ser com uma
cara muito né? Ou seja, onde ele
traz eh duas espadas no ombro e uma no
chão. E vale lembrar que duas espadas,
tá falando dois de espadas da briga e da
discussão.
A a terceira espada na mão dele para
baixo, ou seja, o poder e o desejo dele
ali sob controle. E vemos duas pessoas,
uma de costas e outra lá no fundo,
parece que tá chorando ou com as mãos no
rosto, talvez consternada ou alguma
coisa perdida. e as duas espadas também
no chão. Talvez seja as espadas de cada
uma dessas pessoas. Então, é como se
houvesse aqui eh não há um acordo, não
há felicidade, porque isso aqui não é
uma reunião. Eu não posso observar só
essa pessoa com três espadas, porque
aqui são cinco. Então, e as outras duas
espadas? Ela não tem. Então, alguma
coisa ela perde aqui. Ela perde o poder
dos dois, como também os dois não tm as
suas espadas. Então aqui é como se fosse
um desperdício, perda de tempo. Eh, pode
haver ganho, ganhos eh particularizados,
pode haver ganhos parciais, mas nada
completo, nada satisfatório. Então não
há satisfação aqui em nenhum momento da
da do arcano e muito menos das imagens.
No no tarô de de Tot de Fit, que é
derrota, eles fala que o nome da carta é
derrota.
Nós vamos observar de novo. Todos os
cincos do tarô de Tot vai ter sempre um
pentagrama invertido, OK? Nós vimos isso
no cinco de ouros, que era um pentagrama
invertido. Então era o momento do azar,
da desgraça lá no cinco de ouros, que o
pentagrama é a questão do poder humano,
do poder da terra, o do microcosmo, do
ser humano e e sem contar os poderes que
eles transcendem para o mundo
espiritual. Então aqui tá invertido.
Então é sempre a negatividade, só que é
o plano mental, né? É espadas. Então
negatividade mental, ideias erradas, eh
questões que não vão dar nada. Então
observe, são cinco espadas convergindo
pro meio da estrela de cinco pontas, de
ponta para baixo. Entre a, ou seja, no
desenho da estrela, vocês estão vendo um
pontinho aí vermelho. Isso aí é romã.
Sementes de Romã. Romã é símbolo de
prosperidade, crescimento, fertilidade,
só que aqui ela está desenhada dentro do
pentagrama invertido, ou seja, não tem
fertilidade, não tem prosperidade, não
tem crescimento, não tem nada, só tem
inversão. É isso o significado. E
novamente no fundo, estrelas
descompassadas. Então, não há um norte,
não há uma figuração.
No tarô cósmic, que sempre tem aquela
fusão desses tarôs todos que nós estamos
falando aqui, nós vamos encontrar um ser
de ponta cabeça na estrela também
invertida.
Eh, ele está ao contrário, como se
tivesse numa situação de pendurado aqui.
Eh, as cinco, as cinco espadas cravadas
dentro da flor novamente, ou seja,
matando o poder material, o poder
espiritual.
Ele está num terreno absolutamente
árido.
As árvores ao fundo não há flores, não
há folhas. Então aridez total. Então
esse é o arcano também da inutilidade.
Então cinco de espadas também é um
arcano bastante difícil, onde a pessoa
aqui nós podemos falar assim: "Olha,
você tá de braço cruzado há muito tempo,
vamos falar do passado, né, que é o
quatro de espadas. Você tá de braço
cruzado há muito tempo, você tá sem
fazer nada há muito tempo, você tá
deixando o tempo passar.
E por que deixou o tempo passar? Agora
você tá frustrado, agora você tá eh não
sabendo o que fazer, tá tá tentando
reviver, tá tentando reorganizar sua
vida? Porque um ponto positivo, assim,
só um pontinho positivo no cinco de
espadas é que a pessoa já começa a se
sentir incomodada.
Então, no quarto de espadas não, ela tá
lá e consegue talvez pensar que vai vai
superar no futuro, mas é que ela tá
incomodada aqui, como se ela começa a
pensar, não tô errando em alguma coisa,
preciso solucionar, mas ainda não há
essa possibilidade. Esse é o arcano do
engano, da deshonra dos inimigos. Vamos
olhar bem a imagem do tarô de Weit, né,
que duas espadas, duas pessoas indo
adiante, tão como se fosse deshonradas
dos inimigos, porque [roncando] você, a
pessoa venceu uma parte e a outra vai
dar o troco com certeza, marcando o
infortúnio, do azar, da degradação
moral, espiritual, física, financeira,
seja o que for ou afetiva. É o momento
de definhar, de diminuir. Aí vale
lembrar do cinco de ouros, que é o
momento também da pobreza, de definhar,
de afastar fisicamente, definhar o
orçamento, definhar o poder pessoal, a
realidade. Aqui nós estamos falando de
do contexto mais social também dentro
dessa carta. Nós falamos de degradação,
de engano, infortúnio. Eu fui lá falar e
não era bem o que o que eu achei que
fosse. Enfim, as coisas deram errado, as
pessoas pensaram mal de mim.
H, sei lá,
fiz algum ato em que as pessoas estão me
julgando. Então, eu sempre tenho um
contexto social no cinco de espadas que
a pessoa tá desperdiçando tempo,
dinheiro, papo, eh, amizade, tá, tá
literalmente caindo no fracasso e na
miséria. Então, enquanto eu tenho
pequenas perdas parciais no cinco de
ouros, aqui eu vou ter grandes perdas
físicas ou de dinheiro ou de
relacionamento. Então vai ter um, vai
definhar muito mais profundamente aqui.
Porquê? E isso que a gente tem que
entender. O porquê é naipe de espadas, é
ideologia, é ponto de vista. A pessoa
ela não quer abrir mão do que ela pensa,
do que ela quer, do modo que ela age. O
consulente vai dizer na tua cara que ele
está certo, que ele fez is vai dar mil
desculpas,
ele não vai admitir o erro. Então,
quando sai essa carta para mim, para
você, para todo mundo, vamos parar e
pensar: "Onde é que eu tô errando? Onde
é que eu não tô querendo abrir mão? Por
que que eu tô fazendo todo esse essa
seleuma, por que que eu tô angustiado se
tudo tá dependendo das minhas ações?
Porque espadas depende da ação do
consulente ou de nossa ação, de modo que
a gente possa compreender o outro e o
meio que nós estamos vivendo. Diferente
de ouros, que tá sempre tentando ver
como pode melhorar o que tá errado, o
que tá certo para ele se corrigir.
Espadas não. O ponto de vista de espadas
é o que eu penso é certo. Ok? Então, por
isso que tem esses problemas todos em
espadas. O invertido. Ótimo, lindo,
maravilhoso. Se lá eu tenho desacordo,
aqui eu tenho acordo. Se lá tenho
infame, aqui vou ter honra, progresso.
Se lá eu tenho desunião e miséria, aqui
vou ter lucros e desenvolvimento.
Se lá eu tenho eh se lá é frágil, aqui
eu vou ter segurança. Então o cinco de
espadas invertido, ele também vem num
aspecto bastante positivo.
Ficamos por aqui hoje nos cinco naipes
de espadas.
Espadas é um arcano eh o naipe de
espadas é um arcano bastante
conflituoso, difícil de explicar, de
entender, porque ele não é só não ter, é
porque não tem. Isso que é é importante
entendermos na consulta e tentarmos,
enfim, orientar o consulente ou nos
orientar quando sai muito espadas no
nosso jogo dos numerados.
Fique bem entendido porque a corta de
espadas tanto faz. Beleza, tenho sucesso
com ela. Mas os numerados, essas 10
cartinhas, elas são bastante complexas.
De todos das 56 cartas, as 10 são as
mais complexas e difíceis, não só para
entender, quanto para explicar às vezes
pro consulente para ele ter uma nova
postura, ob fazer uma autorreflexão,
fazer uma autoavaliação
do porquê daquela situação toda ou
daquele caminho ou mas de qualquer forma
ele sempre ou nós vamos ter muitas
razões para dar e justificar aquele
comportamento. OK, nos vemos na próxima
aula.
Vamos à segunda parte.
Eh, vamos prestar atenção nessa segunda
parte,
eh, porque nós vamos dar continuidade
a parte do do mandale previsões que nós
vimos na aula passada sobre as
derivações.
Essa é uma é uma sequência dando
complemento ao que nós falamos da
família na aula passada, que é o o
segundo o núcleo familiar dois. Nós
falamos do pai, nós falamos do pai, da
mãe, do irmão e da parceria. Hoje nós
vamos falar do filho.
Eh, vimos o principal aspecto, pai, mãe,
irmão e filho, pra gente poder,
desculpa, a mãe, a casa da mãe, do pai,
do irmão e do parceiro, do cônjuge e que
são as chaves principais. E vamos
incluir agora o filho. Essas cinco casas
nós vamos nos permite, por isso que é
importante entender que a casa quatro é
mãe, casa 10 é pai, casa três é irmão,
casa sete é o parceiro, o cônjuge e casa
cinco é o filho. É importante entender
essas posições, porque a partir dessas
chaves principais, nós vamos encontrar
qualquer pessoa da família,
do mais próximo ao mais longe. Então, eh
tem que realmente entender a questão da
derivação, que uma vez que eu encontre o
irmão mais velho, que é a casa três, vai
virar a casa um dele e assim vou girar a
mandala a partir da casa três, visando o
casal um dele. Se eu vou falar da mãe,
eu vou pegar a casa quatro da mãe, ela
vai representar a casa um da mãe e aí eu
vou girar a partir dessa casa. Então, se
eu quero saber no caso da do dinheiro da
mãe, então casa quatro seria a casa um
da mãe e a casa cinco seria a casa dois
da mãe. Então vou olhar na casa cinco. E
aí vem a importância de entender a
manifestação
dos dos arcanos nos diversos níveis que
ele pode se encontrar do plano material,
mental, sentimental, espiritual. e
entender também o que é cada um desses
planos para que você possa averiguar.
Essa casa cinco normalmente da mandala
do consulente fala de amor. Aquele
arcano ali, vou falar sobre aspectos
sentimentais do arcano, mas eu tô na
mandala da mãe, aquela casa cinco vai
virar casa dois da mãe e aí já virou
dinheiro. Então já vou falar do
dinheiro. Então são chavinhas que eu vou
tirando no meu cérebro para tentar
entender. Agora, o que eu acho, acho
engraçado, vou falar para vocês, eu até
falei que eu tenho uma palestra falando
sobre a como o tarô, como o tarô
funciona, como o tarô fala, que sobre
são sobre os registros acásticos, são
sobre esse nosso movimento. Mas eu acho
engraçado que numa tiragem única do jogo
do Mandala eu possa falar de pessoas que
não é o consulente, com uma carta que
saiu pro consulente, mas que vai ter um
outro valor para outra pessoa. como é
uma engrenagem. E aí nós temos as
questões cármicas e espirituais que eu
explico nessa nessa nessa palestra que é
como o tarô funciona sobre os registros
acásticos, sobre as as aura, energia e
os chakras e tudo mais. Então, eh,
quando, para nós entendermos a mandala,
não precisa ter esse raciocínio muito
transcendente, não. É apenas fazer
mecanicamente a transferência de uma
casa virar casa um daquela daquele
personagem, daquela pessoa que você tá
explicando. Bom, então sabemos que a
casa cinco é a casa do filho. E aí temos
que entender o seguinte, é o primeiro
filho mais velho, natural ou adotado e
vivo. E mesma coisa falando do irmão na
aula passada,
onde a sequência dos irmãos é sempre o
irmão eh vivos adotados ou de sangue na
sua sequência de idade. Aqui é a mesma
coisa. Então, toda vez que falarmos de
filhos e de irmãos
ou de netos, que a gente também vai ver
daqui a pouco, é sempre na sequência
de pessoas vivas, pessoas de idade e na
sequência do adotado ou natural, mas na
sequência de idade principalmente. Então
é só ver lá, ah, o primeiro é o primeiro
é natural, o segundo é adotado, o
terceiro é natural. Então, nessa
sequência que a gente olha, OK? Então,
casa cinco vai ser então a casa um do
primeiro filho, OK? E aí entra a
questão, o segundo filho, se a pessoa
tiver, vai est na casa a partir da casa
sete. E aí vale, por que que tá na casa
sete? Porque é o irmão dele, certo?
Então, se eu tenho um filho, para mim
descobrir o segundo filho, tem que ir no
irmão. Então, é o irmão dele, tá na casa
sete. Aí tem o segundo filho. Ah, eu
tenho três filhos, então eu tenho que ir
na casa sete, encontrar o irmão dele que
tá na casa nove ali em cima. Mas aqui já
deixei marcado. Casa cinco é o é o filho
mais velho. Casa sete é o segundo filho.
Casa nove é o terceiro filho. Casa 11 é
o quarto filho. Casa um é o quinto
filho. E casa três é o sexto filho. Se
tiver um sétimo filho, voltamos para
casa cinco. E aí vale a regrinha que nós
falamos na aula passada. É o mesmo
arcano para duas pessoas na casa um. E o
que vai valer é a questão da idade.
Vale a regrinha, né? Óbvio que uma
pessoa às vezes jovem, uma criança, eh é
natural ter lá o arcano louco, ter o
arcano pendurado, ter uma torre. Tudo
normal para uma criança ter essas
arcanos difíceis ou complexos ou que não
quer nada. Mas não é natural ter uma
pessoa de 40, 50 anos, uma pessoa mais
velha ter essas mesmas cartas, um
pendurado, um louco, uma torre. Então,
vale muito a questão da sutileza da
idade aqui. Se aquela idade é natural
ter confusões ou ter eh, como é que fala
assim, frustrações
ou aquele sentido de às vezes uma
criança com imperador, né, e uma criança
com arcano louco, né, qual que seria
normal aí? A criança com louco, não com
o imperador, né? Porque uma criança ela
não tem como deter sobre os pais. Então,
por isso que é importante também
entender os valores dos arcanos
face à idade, face a pessoa. E por isso
que aqui é sutil, mas vale a regra que
quando nós lidamos com as casas
derivadas, nós sempre perguntamos o que
a pessoa quer daquela pessoa. Vale
também aquela regrinha que eu dei para
vocês, que quando o consulente começa a
perguntar sobre a mãe, a tia, o tio, o
irmão, é só que a consulta já acabou.
Ele só tá querendo aproveitar aquele
momento espiritual, aquele momento com
você para tentar pegar mais algumas
respostas, salvo se a pessoa já chegou
falando: "Olha, eu vim aqui por causa do
meu filho, aí não, aí já é uma consulta
do filho, ok?" Ou então ela f: "Ah, eu
vim aqui por causa muito preocupada, sei
lá, com a minha irmã". Então ela já veio
com essa premissa da irmã. Agora, se
você joga joga o tarô para ela 1 hora, 1
hora e meia, falar da vida dela toda, do
do trabalho, do da relação, do amor, do
dinheiro, aí não, depois de uma hora ela
1 hora e meia ela pergunta assim: "Ai,
eu queria saber sobre a saúde da minha
mãe, sobre o dinheiro do meu pai, sobre,
sei lá, o casamento do meu filho, depois
de 1 hora e meia, isso é sinal que a
consulta já acabou. Então, o que que
você vai fazer? Você vai perguntar: "O
que você quer saber da sua mãe? O que
você quer saber do seu filho? O que você
quer saber, né, dessa pessoa? Então,
essa é uma regrinha que a gente tem
quando lidamos com casos derivados. Você
não vai ler uma mandala inteira de novo
para aquela pessoa, porque já são duas
consultas. Então, se ela quer, ah,
queria que você lesse tudo, então é duas
consultas. Vou fechar essa mandala e vou
abrir então inteira para outra pessoa,
OK? Então, vale isso como regra para que
vocês não achem que vocês têm que eh
falar tudo que a pessoa deseja, OK?
Então leva isso com um parâmetro que
vocês vão entender melhor o consulente.
Bom, voltando aqui, aqui no hoje em dia
encontrar quantidade de filhos,
geralmente é um, dois, três no máximo,
mas antigamente já atendi muitas pessoas
já com uma certa idade avantajada que
tem às vezes 5, 6, 7, 8 filhos,
mas já estão já com idade também. Então,
eu tenho outros parâmetros, outras
questões que a gente pode eh observar e
ter. Muito bem. Então, aqui eh vamos
supor então que a pessoa tenha lá seis
filhos e ela perguntou para você: "Ah,
eu queria saber um pouquinho, queria
saber dos meus filhos". Aí você falou
assim: "Tá, quais fil?" "Ai, não,
quantos filhos você tem?" "Ah, tenho
seis. Você não vai fazer seis mandalas?"
Aqui também é outro segredo aqui para
vocês lidarem com a derivação. Vocês não
vão fazer seis mandalas, porque se você
demorou uma hora para fazer uma, você
vai demorar 6 horas para fazer essas
seis mandalas. Não é assim que funciona.
O que você quer saber do seu filho? Qual
filho você quer saber? Ah, de todos.
Então eu vou ver qual está mais
precisando do seu aconselhamento.
Por quê? que quando a pessoa ela não
define um filho ou não define um irmão,
né, uma pessoa específica dentro do
jogo, nós trabalhamos por parâmetros.
Então, no caso aqui, observem, primeiro
filho tá de pendurado, o segundo filho
tá de estrela, o terceiro tá de força, o
quarto tá de torre, o quinto tá de
imperatriz, o sexto tá de louco. Eu vou
eu eleger, eu tarólogo, vou eleger qual
filho está com mais problemas, qual que
tá mais, porque casa um de cada um aqui,
né? Casa um. Casa um é o que eu penso, é
o que eu quero, é o que eu desejo. Casa
um é a casa mais importante do jogo do
mandala. Já falei várias vezes isso, que
é a casa onde eu penso, eu planejo, a
casa onde tudo vem até mim e onde eu
estou preocupado ou estou com solução,
enfim. E daqui nós temos dois arcanos,
que é a torre e o pendurado, os mais
difíceis, os mais eh problemáticos.
[roncando]
Louco, pode ser que não esteja nem aí
com nada, então ou seja, sofrendo mesmo
ou com problemas sérios, talvez mais
torre. Então eu posso falar: "Olha aqui,
seu quarto filho que tá precisando de
mais atenção.
Eu já já bloqueio a a a consulta. Aí eu
não tenho que falar: "Ah, o outro tá
assim, outro tá assim" não. Os outros
estão bem. Talvez o o primeiro filho
também esteja com pequenos problemas,
mas o quarto é o que tá mais. Eu sempre
vou buscar o que tá mais. Não vou ficar,
ah, esse tá mais, esse tá menos, eu vou
fazer pros três ou quatro. Não, não, a
consulta não é essa. Isso ocorre muito
quando a pessoa já satisfez o desejo
dela. Então aí nós vamos agraciar mais
um pouco o consulente e vamos então
dizer assim lá que o quarto filho tava
com mais problemas, com mais
dificuldades. E aí você pode perguntar o
que que tá acontecendo com ele? É, o que
você quer saber então desse quarto
filho? Aí a pessoa pode então abrir o
coração e falar das preocupações dela. O
que não pode é você querer adivinhar e
falar com cada um desses seis filhos que
ela tem, ok? Ou ou dos irmãos também
pode ocorrer também de ser o mesmo
padrão da pessoa querer saber dos
irmãos. Ah, quer saber dos meus irmãos?
Tem seis irmãos. Você vai fazer a mesma
coisa. Vai pegar os seis irmãos, vai ver
qual irmão tem. Então, o arcano tá mais
desto na casa um para poder falar:
"Olha, esse irmão é o que tem mais
problemas". esse irmão é que tá
precisando de mais atenção. E aí dentro
disso a gente pode explorar mais um
pouquinho. Então por isso que preste
atenção nessa questão de como você vai
levar a consulta aqui. Vamos supor então
que a pessoa, vamos falar do primeiro
filho, um exemplo aqui. Então tá na casa
cinco, ele vai ser então a casa um dele.
E aí obviamente que eu vou ver vou ver
as outras casas. a casal dois vai virar
temperança, que a casa sete vai virar
vai estrela vai virar casa três, assim
sucessivamente.
Observar que se eu falasse do primeiro
filho, se eu falasse, ah, sobre o
primeiro filho, o problema dele estaria
onde? Então, óbvio que a casa sete tá
falando de problemas no relacionamento,
certo? você às vezes um conflito de
interesses, ele tá despendurado, a
parceira estará estaria ali de torre,
então ela é decepcionada. Então eu já
tenho já um parâmetro aqui que a esposa
do primeiro filho pode estar
decepcionada com ele. Muito bem.
Mas se eu observar eh a casa cinco dele,
aí já posso falar dos eixos que eu tenho
5 111, então ele tá de força no lado
afetivo, então ele tá realmente
controlado, sabendo o que quer desse
relacionamento, pode estar sofrendo
calado, mas ele deseja muito a questão.
E no caso a parceira estaria de 11,
estaria de louco, então ela tava muito
satisfeita para ela tá tudo bem a
questão afetiva, pode estar mais
brigando do dia a dia. Então, ou seja,
afetivamente, então, ainda tão eh fixos
um com o outro, então não levaria muito
em conta esse esse filho. Agora, se eu
fosse falar daquele outro filho que
estaria, o quarto filho que estaria com
a torre, que seria a casa a casa sete,
aí que ele vilharia o quarto filho,
aquele sim, novamente poderia estar
problemas de relacionamento afetivo, tá?
Mas observe que eh ele vai ter também no
caso ali do quarto filho, teria a o
louco, né, no coração. Então talvez essa
pessoa estivesse também. Tá tudo bem? Tô
obrigando a discutir. De qualquer forma,
entre o filho um e o filho sete, talvez
o que esteja mais naquele momento
sofrendo dos filhos seria o da casa sete
e não o Dan. Mas se eu falasse do
segundo filho, então eu começaria na
casa sete do mandala da pessoa e a mesma
coisa. Ia ia perguntar, ia ver o que tá
passando, o que tá passando, como tá
financeiramente ou como tá no no lado e
profissional. Tem lá Jeremi tá no lado
casa dois que é dinheiro. Então podia tá
economizando dinheiro, sei lá, se ela
perguntasse de dinheiro, mas é sempre
bom perguntar o que a pessoa deseja
daquele filho ou daquela situação. OK?
Um outro ponto que a gente pode ir um
pouco mais além é quando então eh nós
vamos podemos dentro de um casamento v
não vai ter só o filho, como também pode
ter o neto. Então
já vimos também na aula passada sobre a
questão do sogro e da sogra, tá na casa
4 e casa 10, né, que é a mãe do parceiro
ou o pai, né, do parceiro ou da
parceira, tanto faz que vai est sempre
fixo aqui.
Se a casa se a casa, a casa, ai,
desculpa, casa sete virá casa um do
cônjuge, a casa quatro dele é sempre a
casa da mãe e a casa 10 é sempre a casa
do pai. Então, a sogra vai est sempre na
casa 10 e o sogro sempre na casa quatro.
Às vezes a pessoa pergunta como é que tá
de repente o lado financeiro do sogr.
Isso é muito comum também tá perguntado
em consulta ou se os dois estão se dando
bem, né? também é muito comum isso.
Então nós fazemos a mesma o mesmo eixo,
as mesmas explicações. Mas aqui foi para
vocês entenderem que eu posso também ir
até o neto, ok? Então o que que é o
neto? O neto é o filho do filho, né?
Então filho do filho é neto. Muito bem.
Então aí o que nós precisamos saber
quando a pessoa pergunta do neto e isso
também é muito comum perguntar dos
netos,
você tem que perguntar qual neto e de
qual filho.
É muito importante isso. Anota isso. Se
perguntar do neto, você tem que rebater
qual neto e qual filho. Por quê?
Porque às vezes o o primeiro filho, se a
pessoa tiver dois filhos, por exemplo,
ele pode ter dois filhos dele. Ou então
só o segundo filho teve filhos e teve
três filhos. Então eu preciso saber de
qual filho a pessoa quer saber para
saber qual é o filho do filho, né? Que
esse é o leitro. Então, por exemplo,
aqui o primeiro filho tá na casa cinco.
Então, se ele tiver um filho dele, então
óbvio que o neto estaria na casa nove,
porque o neto deste filho, mas também
não quer dizer que é o primeiro neto.
Observem isso. Ah, mas é meu primeiro
neto. Mas de qual filho é seu primeiro
neto? Então você tem que ficar, quando
falar de neto, tem que ficar atento a
isso, de qual filho é e qual a sequência
do neto. A vó sempre gosta de um neto
específico, tá? Vó sempre gosta de um ou
vô sempre de um neto específico, de um
filho específico. E e geralmente ela
pergunta: "Ah, eu queria saber do
segundo segundo neto, do meu terceiro
filho. Você vai ter que ir buscar aqui
na roda, né? Rodar, rodar até você ver.
Porque a chave qual é? Filho do filho,
né? E se tiver três netos, tem que
buscar os irmãos um do outro. Então,
sempre a regrinha é essa,
irmão e filhos para você chegar nos
netos. Então, temos aqui casa cinco é o
primeiro filho. Se ele tiver um filho
dele, vai ser na primeiro filho do
primeiro filho vai ser na casa nove. O
segundo filho desse primeiro filho vai
est na casa 11, tá? Só pulando uma casa,
você vai ter a sequência dos netos.
O segundo filho, observe ali, o segundo
filho, ele vai ter o primeiro filho dele
na casa 11, OK? Então, na casa 11, que
coincidiu de ser o segundo filho do
primeiro filho dele, que seria então
outro neto. [limpando a garganta] Mas aí
vale a regra. Eu só o neto, eu só posso
eh identificar se é o primeiro ou
segundo neto, não tem a ver com a
sequência de filhos.
Às vezes a pessoa tem lá cinco, seis
filhos e só um deu neto. Então eu tenho
que saber qual desses filhos deu o neto.
Então essa é uma regrinha que vocês têm
que dar equação, OK?
Mas eh vem a questão agora do divórcio.
Esse é o grande problema. Também podemos
encontrar o ex-marido ou a ex-esposa no
jogo do mandala. Olha como facilita
isso. É muito comum. Ah, meu ex-marido
tá devendo pensão.
Ah, meu ex-marido disse que não tá
trabalhando.
Ah, meu ex-marido está feliz na relação
que ele tem agora, né? Ele ama a mulher
que ele está atualmente ou então a
esposa, sei lá.
Para nós encontrarmos
eh o ex-marido ou ex-mulher no jogo do
mandala,
tem que ter um filho em comum. Se não
tiver filho, não tem como usar a
mandala. Tem que aí tem que ou abrir
outra mandala ou fazer um jogo separado.
Aí é diferente. Só é regra, hein? Só
posso ver ex-marido ou ex-esposa se
tiver um filho em comum, que seja
adotado, que seja de sangue, tem que ter
um filho em comum, o casal.
E pode ocorrer também
da pessoa ter dois, três filhos com
dois, três maridos diferentes. Tinha um
se divorciou, tinha outro se divorciou,
tinha outro se divorciou. Também é comum
isso hoje em dia. Então o que acontece?
é sempre pelo pai do filho. Então, se eu
quero saber dois maridos, é o pai do
filho. Se o se a pessoa é separada do
marido, do seu primeiro marido que teve
um filho,
então vai estar na casa dois, porque é o
pai dele. Eu vou pegar o pai dele. Se o
pai dele é casa 10, então vou contar 10
casas, vai cair na casa dois. OK?
E o que eu acho fantástico no jogo do
mandala e na astrologia e nas casas
derivadas é a relação que tem dinheiro e
amor e casamento e em sociedade. É muito
interessante estudar essa parte, esses
vínculos que existem dentro do jogo e
das casas derivadas. Não sei quem
inventou há 5000 anos atrás, mas olha,
era gênio, viu? Então aqui agora se a
pessoa tem no no caso um segundo filho
com outra pessoa, então esse segundo
filho vai tá onde? Na casa sete. Então
casa sete é o segundo filho. Então onde
está o pai desse filho? Tá na casa
quatro. Então controlar 1 2 dá na casa
quatro 10. Então, se for o segundo
ex-marido, que ela teve filhos, então eu
vou encontrar o segundo ex-marido na
casa quatro dela. Então, vira a casa um
dele, que por acaso também é a casa da
mãe dela. E aí vai nas relações, mãe,
ex-marido,
eh, os arcanos são, eles vão falar
sutilmente diferente um com o outro, mas
em derivações eu vou em perguntas, eu
não vou me preocupar em em ver a mandala
inteira, porque isso dá um nó na nossa
cabeça e não há necessidade.
Você quer saber do ex-marido?
Ah, quero saber do dinheiro. Então você
vai na casa dois dele, OK? Então, se o
primeiro ex-marido tá ali, casa dois, a
casa dois dele é a casa três do
consulente. Então, a casa logo em
seguida vou olhar o arcano que tiver ali
e digo daquele arcano como é que tá? Tá
diabo? Tem dinheiro, tem torre, não tem
dinheiro. Só vou entrar nesse mérito do
do significado daquela daquela
sequência, OK?
A mesma coisa se for ex-mulher, tá? Se o
consulente for homem, vou pegar o filho
na casa cinco e vou ver a mãe dele. A
mãe dele tá na casa quatro. Então, a
casa oito do consulente é a casa quatro
da que é a mãe, né? Casa quatro do
primeiro filho. E assim mesma coisa. Se
tiver dois, três filhos com duas, três
mulheres diferentes, vou aplicar a mesma
regra. Vou lá pegar o segundo filho que
tá na casa sete, vou buscar a casa
quatro dele, que é a mãe, que tá na casa
10. Então ali começa a primeira casa da
segunda esposa dele sucessivamente.
Se não tiver filhos, não tem como ver
ex, nem ex-marido, nem ex-mulher dentro
do jogo. Então tem que ficar claro
também. Só posso ver com elo. Elo de de
liga um elo ali, um ou de sangue ou
adotado. Precisa estar ali um papel
escrevendo, ó. Isso aqui é separado. Eh,
eu tô ali, eu tô aqui. Mesmo que não
seja casado no papel. Tá? A questão, às
vezes as pessoas têm filhos e não são
casadas no papel, então aqui não precisa
ser legalizado o casamento. O filho é
filho. O filho legaliza qualquer pai e
mãe, certo? Então, é por aí que a gente
observa, por essa certidão de
nascimento. Agora, se por acaso era um
filho já eh não é não é filho da pessoa,
já veio filho de outro casamento, eu não
vou não vou me relacionar aqui. Então,
ou seja, se vamos supor, a pessoa casou
com um homem ou como ou a pessoa casou
com uma mulher, aí tanto faz, só vou dar
explicação que já veio com um filho ou
dois nas costas. Então, ou seja, o homem
já veio com dois filhos ou a mulher já
veio com dois filhos, OK? Então, só
filho consanguíneo ou adotado. Isso aí
não é filho adotado, né? Isso aí já é um
filho oficioso que você por obrigação e
pela questão afetiva você vai assumir
aquela família. Então, esses filhos não
entram aqui, por favor. Aqui só entra
filho de sangue ou adotado no casal. Se
o casal já veio com filhos de outras de
outros casamentos, não entra no ex. Se a
pessoa veio com dois filhos
e se separou da pessoa e não teve filho
nenhum com a pessoa, eu não tenho como
relacionar ela, tá? Ah, mas era como se
fosse meu filho. Ai, eu tratava como
filho. Não, não tem que tratar como
filho. Aqui tem que ser filho
registrado, filho vivo, filho
consanguíneo ou filho adotado registrado
no nome do casal. É isso. Tem que
estabelecer aqui a regra, OK? E no
divórcio e mesma coisa conar com sogra e
sogra. a mesma coisa. É só pegar ali na
ex-esposa, ver a mãe dela, é a é a
ex-sogra, casa quatro dela e o ex-sogro
tá na na casa 10 da ex-esposa. A mesma
coisa lá com o marido que nós vimos na
casa dois. Que por que isso? Porque é
muito comum numa separação às vezes
perguntar se ah, meu ex tem dinheiro e
meu exsgro ficou de me ajudar, ajudar o
marido a pagar a pensão ou ajudar a
tomar alguma coisa? Então a pessoa às
vezes pergunta muito lado financeiro do
ex-marido e do ex-sogro ou da ex-sogra.
É muito comum perguntar sobre isso. Como
é muito comum também perguntar sobre o
relacionamento atual dos ex-marid ou
ex-esposa. Ele tá feliz? Ela tá feliz?
Ele ama a parceira? Não ama a parceira.
Eu posso me estender nisso, posso. Eh,
mas fico por ali e às vezes questiono.
Por que que você quer saber? Já não tem
mais nada. Por que que você quer saber
se quer tá feliz? Ah, eu gostava tanto,
né, do do outro. Então, ou seja, às
vezes nós temos que conduzir a consulta,
nós temos que perguntar, nós temos que
realmente direcionar a pessoa para que
ela possa sair dali eh consciente do que
ela tá perguntando, consciente do que
ela está fazendo. OK?
Aqui uma manda, só um exemplozinho de
uma de uma mandala de um ex-marido.
Então
se se a consultente é feminina e ela
pergunta, então eu começo na casa dois
da mandara dela, eu começo então a ler a
casa do ex-marido. Então como tá
financeiramente, vejo ali o louco, então
tá gastando dinheiro. Louco é porque tem
dinheiro para gastar, tá? Então tá,
gastamos dinheiro, não sei que tem. Ah,
mas ele como é que ele tá, sei lá, na na
relação afetiva dele que ele tá de novo
com uma pessoa? Aí você vê lá, cara, no
sete, vê lá que ele tá de temperança.
Então assim, tá levando tranquilamente o
relação, não tá muito entusiasmado,
enfim, mas tá lá. Ai, como que ele tá,
sei lá, no trabalho, né? Então tá lá de
estrela, não, profissionalmente ele tá
bem, não sei o que tem. Então, ou seja,
você vai direcionando a consulta, você
não não tenta fazer a mandala inteira,
apenas vê as questões pontuais e o
porque a pessoa tá perguntando aquilo ou
daquele forma ou daquela daquele jeito.
A mesma coisa que se fosse as esposa,
consideraria eh a casa oito como sendo
casa um. E aí vai vai perguntas como é
que ela tá afetivamente, como é que tá
financeiramente, o por que você quer
saber disso, né? Esse é gente, acabou,
já foi embora. Importante entender isso.
Vida passa, página virada e vida que
continua. Tá bom? Vamos estudando,
mandala, vendo casas derivadas,
revisando as aulas. Revejam as aulas
anteriores de mandala, casas derivadas,
como também lá do curso do do dos
módulos do dos arcanos maiores, quando
nós falamos sobre cada casa, dos blocos
afetivos, do bloco material, do bloco eh
do trabalho, do poder material, isso é
muito importante revisar aquelas aulas
e e revisar essas aulas também
relacionadas à derivação.
no momento no no a princípio parece
bastante complexo, mas a medida que a
gente vai trabalhando, treinando e vendo
e entendendo o o sistema e esse essa
mecânica que existe dentro das casas,
facilita muito a consulta, acelera
muito, porque quando a gente não conhece
derivação, a gente tende a fechar o jogo
do mandala, a fazer um peladan, a fazer
uma cruzelta, a fazer um jogo auxiliar
para explicar às vezes uma questão, ah,
meu marido tem dinheiro, meu ex-marido
tá com dinheiro, né? Então, meu meu
sogro vai me ajudar, tá? financeiramente
ele tá bem ou sei lá, eh, o como é que
tá o trabalho do meu irmão. Então, sabe,
são pequenos pontos que você olhando o
mandala você já tem a questão. E
detalhe, confie nisso porque a mandala,
as derivações, elas são muito
interessantes. Por mais que você duvide
delas, delas eu tenho certeza que você
vai se surpreender muito ao ver o quão
assertivas elas são quando a gente
responde aquela questão à pessoa. ou às
vezes ao longo do processo as coisas a
você te dá um feedback, te dar um
retorno do que você falou, mas ela é
muito útil mesmo em consultas.
Utilizo derivações há uns 30 ou 40 anos,
uns 30 anos mais ou menos. Eh, mas antes
disso, enfim, é utilizada derivação
dentro da astrologia há décadas, mas
dentro do tarot já faz uns 200 anos mais
ou menos que é utilizado essa essa
técnica de derivação e tiragem. E se não
por acaso, já que tem isso todo tempo
funcionando, é sinal que algum valor ela
tem. OK? Então, beijo coração. A gente
vai se vendo aí.
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