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Você não gosta da regra… ou não sabe pra que ela serve? | #109

26:32Portuguese (Portugal, Brazil)Transcribed Jul 27, 2026
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Você não gosta de regra ou você só não

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sabe porque ela foi criada?

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>> Uh, Robertinha, eu apostaria contigo e

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nós vamos provar. Ó, igual advogado. Eu

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tenho uma tese e eu vou comprovar que

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você gosta sim de regras. O ser humano e

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a sociedade gostam de regras. Acontece

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que a gente tem que entender como elas

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funcionam aí

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>> e para que que elas foram criadas, né?

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>> Aí sim a gente vai ter pessoas falando

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que gostam das regras.

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>> Vamos falar sobre isso hoje.

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>> Agora. Meu,

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>> eu sou a Roberta Anton. Eu sou Rogério

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Valentim

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>> e esse é o conversa de se roda vinheta.

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>> Roda vinheta.

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>> Ah, é tão bonitinho essa hora que a

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gente roda vinheta, porque daí a gente

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vinheta aqui. O

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>> faz uns esquemas lá, a gente fica preto

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e branco aqui. K k. Esse é o momento que

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a gente dá umas risadas e ele pega.

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R, por que que é tão difícil pro ser

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humano seguir regras?

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>> Não, eu não, eu não, eu não sei se o

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difícil é seguir a regra, Roberta. Eh,

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existe na ciência de ensinar existem

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algumas vertentes, né? Tem a pedagogia e

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a andragia, né? Pedagogia, pedagogia é

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do grego, pede é criança, né?

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>> E gogia o estudo, é o, é o ato de, de

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estudar, aprender, ensinar, enfim. E

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andragogia de andragos, né? Adultos,

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adultos aprendem de uma forma, crianças

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aprendem de outra forma. Por isso que

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criança aprende muito mais fácil do que

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adulto.

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>> Por quê? Porque o cérebro ainda tá em

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formação,

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>> ele tá totalmente, é uma esponjinha

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absorvendo, né? Quando que fica chato?

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Quando vira adolescente, não é?

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Adolescente que começa a questionar

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porque ele já acha que sabe muito. Aí

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ele questiona e começa, ele tá, ele tá

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naquela intersecção de virar adulto, mas

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ainda é criança. Criança aprende mais

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fácil. Ela tá to.

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>> Não que questionar seja ruim. O problema

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é a rigidez mental de não conseguir

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absorver que tu não sabe tudo.

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>> Exatamente. Aí quando na fase adulta, o

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que que acontece? Por que que é mais

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difícil aprender como adulto? Porque pro

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adulto, se não fizer sentido, se ele não

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entender o porquê, se ele não entender o

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propósito, ele se recusa à informação. E

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isso não é necessariamente um problema.

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Isso é falta de conhecimento. E a gente

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precisa entender quando a gente tá

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ensinando alguma coisa para um adulto,

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quando a gente quer que um adulto faça

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alguma coisa, o melhor caminho. Eu não

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sou psicólogo, hein, gente. Eu tenho eu

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tenho liberdade aqui filosófica para

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falar. Eu eu mas eu não sou psicólogo,

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né? Eu tô falando sobre as minhas

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experiências, as minhas observações e um

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pouco de ciência do que eu estudo.

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Então, eh, quando você dá orientação

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para um adulto, quando você troca com

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ele propósito e ele entende o porquê que

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ele vai fazer aquilo, a chance dele

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executar e fazer bem feito aumenta

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muito. Agora o que acontece, Roberta, e

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é que em geral, e você sabe do que eu tô

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falando, você vai explicar isso pras

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pessoas, mas se eu vou perder um tempão

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desse explicando, eu faço sozinho, né?

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Primeiro que eu não é perder tempo, é

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investir tempo. É igual você montar uma

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máquina, você demora um tempão montando

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uma máquina, você falar: "O tempo que eu

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vou montar essa máquina aqui, eu mesmo

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faço essas pecinhas". Não é esse o

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pensamento. Se você pensar que a máquina

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é um setup e depois você vai botar essa

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máquina para produzir, então você vai

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ficar 30 dias montando, depois ela faz o

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trabalho em, sei lá, 20, 30, 40% mais

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rápido, nos próximos 30 dias você vai

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ganhar todo esse tempo que você investiu

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no setup e depois imagina o resto.

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>> É onde a perda de tempo virou

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investimento.

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>> Exatamente. Então não é perda de tempo,

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é investimento de tempo. você encarar

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sobre um outro ângulo, você vai investir

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um tempo ensinando e vai coletar frutos

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do aprendizado no futuro, não muito

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distante. Então, a produtividade vai

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aumentar, o jeito que a pessoa vai fazer

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é diferente e tal. Ah, Rugio, mas mesmo

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assim tem gente que a gente fala, fala,

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fala, não aprende. Então, pera aí. Aí a

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pessoa tá no lugar errado, fazendo a

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coisa errada ou não se adaptou à sua

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cultura, não é a pessoa certa para fazer

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a atividade, aí a gente faz

3:54

>> ou a gente não tá sendo claro

3:56

>> ou a gente não tá sendo claro o

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suficiente. Então,

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>> o fato é, quando a gente tá falando de

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trabalho, a gente tem que lembrar que

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adultos não funcionam com porque sim,

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né? Ah, por que que eu tenho que fazer

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isso? Porque sim. Porque sim não é

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resposta, né? A gente aprendeu isso na

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na infância, né? Rô, eu quero que a

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gente tr E aí, essa é a parte que eu

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mais gosto desse foi demais porque você

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trouxe uma coisa que eu amo. Amo fazer

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amo falar. Exatamente. Mas eu quero

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trazer, gente, qual é o impacto real que

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uma regra não explicada ou mal explicada

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traz numa na cultura da empresa.

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>> E aí eu sei que o Rogério tem 365.252

4:34

1252

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exemplos, mas me impactou muito, o o

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negócio do avião e eu queria muito que

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tu trouxesse.

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>> Você viu L? Quero mandar um abraço pro

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Lito aqui. Não sei se ele já viu a

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gente, se ele conhece a gente e tal, mas

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marca ele,

4:48

>> marca ele. Ele é demais. Ele explica um

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monte de coisa bacana. Eu gosto de de

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aviação, eu gosto do processo da da do

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cuidado e do amor ao processo. Queria

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muito ver um podcast teu e do Lito.

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>> Nossa, eu ia amar o desafio. Se o lito

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ves, né,

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>> né? Nossa, eu ia amar. Ele ia explicar a

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nave e eu ia fazer as analogias no dia a

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dia. Ia ser muito bacana, porque eu amo

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as analogias, né? Eh, o avião é uma

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máquina de salvar vidas, né? E se a

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gente encarar isso do jeito certo, você

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vê a excelência com que isso é feito. E

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hoje de manhã, Roberto, tava atendendo

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um cliente que fabrica peças de avião.

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Você não tem noção de como é a cautela e

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o cuidado que os caras empenham numa

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fábrica para fazer as peças.

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Rogério, o avião é uma coisa que a gente

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não, o ser humano não consegue fazer

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sentido porque é uma máquina de não sei

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quantas toneladas

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>> e ela voa

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>> que voa,

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fica no ar.

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>> É isso aí. Então, Rô, o vamos pensar no

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no impacto da regra, né? A gente tem

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algumas regras na aviação, por exemplo,

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que as pessoas acham um saco. Ah, por

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que que eu não posso ficar com o banco

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da da do meu assento inclin o encosto do

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assento inclinado quando a gente tá

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decolando e pousando? Por que que eu não

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posso ficar, por que que eu tenho que

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levantar? É, é o ideal, né? Levantar a a

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janelinha, a

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>> janelinha, a a aquela aquela cortininha

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de plástico que fecha a janela.

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Exatamente. Tu deu um outro, Rogério,

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também que tu falou da aviação.

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>> Falei do do celular quando atrapalha.

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>> Isso, exatamente. Por que, Rogério?

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Explica

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>> então. Ó, eh, eu vou explicar o porquê,

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mas a nossa intenção aqui não é que você

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entenda porque tem isso no avião. É para

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você entender a analogia e a história

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que a gente conta quando a gente tá

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falando de regra. Então, chega lá

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comissária e fala: "Olha, atenção, eh,

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coloca o seu banco na posição vertical

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porque a gente vai decolar e tal". Então

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ela não tem muito tempo, porque na

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aviação o tempo é muito controlado, ela

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não tem muito tempo de falar. Mas

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imagina só se você soubesse o seguinte:

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se o seu banco tiver na vertical e o

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banco do vizinho da frente e o de trás

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na vertical também, isso significa que a

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gente tá liberando espaço pras pernas.

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Para quem voa sabe que quando o banco da

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frente deita tira um pouco do espaço da

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perna, né? A decolagem e o pouso do

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avião são os grandes responsáveis pela

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maioria dos acidentes aéreos. Então, os

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momentos mais críticos que podem

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provocar um acidente aéreo é o momento

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da decolagem e o momento do pouso.

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Então, se você tiver uma emergência no

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momento da decolagem, no momento do

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pouso, eles têm que preparar o avião

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para ele estar mais favorável para você

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eh agir numa situação de emergência e

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salvar a sua vida. Então, se o banco

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tiver na posição vertical, você vai ter

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mais tempo para eh executar a sua rota

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de fuga. Você vai ter espaço para sair.

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Por isso que eles falam: "Coloca a

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mochila enfiada no banco da frente,

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coloca a mochila em cima." Já pensou se

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a mochila tá no seu pé, você se enrosca,

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cai, as pessoas vão te pisotear numa

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situação de emergência e você vai

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morrer?

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>> E é segundos,

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>> a gente tá falando de milésimos de

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segundo de tomada de decisão que tu tem

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que ter, né? Agora que eu tô te dando

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essa informação, não faz muito mais

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sentido pr você, ao invés de você

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reclamar e falar: "Pô, mas por que que

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eu tenho que mexer na minha cadeira?

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Olha só, é pr salvar vidas,

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>> inclusive a minha.

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>> Eu espero que nunca aconteça um

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acidente, que a gente se envolva, mas se

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acontecer, a gente tiver envolvido, que

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a gente esteja na melhor posição para se

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salvar. E isso vale para tudo, assim

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como a janelinha. na janelinha tem que

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tá aberto, porque nesse momento de de

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situação crítica, você vai conseguir ver

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o que tá acontecendo fora. E se por um

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acaso tiver pegando fogo, você vai saber

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para que lado tá o fogo, você vai fugir

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pro lado contrário. Então a janela vai

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te permitir ver entre outras coisas, né?

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Eu gosto de fazer a analogia do avião

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porque quando tem um acidente aéreo é um

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desastre enorme. Morre muita gente,

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muita gente se machuca, é um negócio

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horroroso, né? Então a gente vai nos

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extremos para fazer a analogia e

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explicar de uma forma que emocionalmente

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a pessoa se impacte e ela possa entender

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o que a gente tá falando.

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>> E na verdade se a gente tá falando de

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avião, é não é um erro, né? O Rogério

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sempre diz isso, né? Não é um erro que

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derruba um avião, né? E não é um erro

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que derruba uma empresa. E você veio,

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Roberto, olha, em vários lugares isso é

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muito simples de entender. Uma vez a

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gente tava conversando aqui, né, e

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tinham gente e a gente tem que se

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preocupar com outra coisa. A gente

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sempre tem que contar a história. A

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gente sempre tem que est explicando

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porquê. Não é porque você explicou uma

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vez que as pessoas entenderam. A gente

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esquece que na empresa tem rotatividade,

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que entra e saem pessoas. E as histórias

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e e as histórias e as explicações elas

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podem ir se perdendo.

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>> Elas se perdem.

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>> Então aqui no EAG, por exemplo, a gente

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tem um lance muito simples. Aqui não

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pode usar rasteirinha. Eu não sei se

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todo mundo sabe que é uma rasteria, mas

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é um chinelinho aberto que as mulheres

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usam, que faz muito calor sem a

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>> sem o que prenda o seu pé ao calçado

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>> dentro do calçado. Presilha de trás ali.

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>> Pô, que empresa chata, meu.

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>> Você trabal, você trabalha num lugar que

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é calor, na beira na, pô, o mar tá a

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dois a dois quarteirões aqui da gente e

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tal. E aí um dia conversando com a

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Roberta, ela me questionou disso, né? E

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aí eu eu parei para pensar, pô, falta a

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gente contar mais vezes a história. E

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por que que eu tenho isso? Eu tenho uma

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preocupação com a segurança. Nós temos

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degraus, nós temos a entrada e a saída

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do elevador, o pessoal desce de escada.

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E numa situação há muito tempo atrás

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numa outra empresa nossa, que é a Luma,

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a Vivi, que é uma uma colaboradora de

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carreira bastante antiga, caiu da escada

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porque tava usando uma rasteirinha. Eu

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peguei um trauma enorme. Que sorte que

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ela não se machucou.

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>> Uhum.

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>> Mas já pensou? Enganchou. o a

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rasteirinha ficou no degrau e ela caiu,

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ela caiu no chão, ela voou, não se

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machucou por muita sorte mesmo. Então eu

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peguei esse trauma, independente do

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ambiente que a gente tá, a rasteirinha

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não é segura pro ambiente de trabalho.

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Eu tenho isso comigo. Então eu explico

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isso pr as pessoas, só quando eu falo

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isso, aí as pessoas falam: "Ah, agora

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entendi". Então tudo bem, se é por isso,

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vou usar uma sandália com com coisa. E a

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gente mostra os desenhos e tal e a gente

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procura explicar sempre, mas isso se

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perde. Isso aqui eu tô falando de uma

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bobagem, Roberta, mas a gente já gravou

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o episódio do vista-se pra empresa,

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então a gente tem um um código de de de

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conduta para se vestir. Poxa, todo mundo

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acha normal o advogado usar termo e

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gravata. É um ambiente, ele precisa de

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um ambiente formal. É formal, é sério, é

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um processo, né? Então

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>> ele passa uma mensagem ali também, né?

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>> Tem essa mensagem também, né? Então tudo

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tem um motivo, tem um porquê. A gente

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como empresário, como CEO, como guardião

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de cultura, tem o nome que vocês

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quiserem, a gente precisa tomar esses

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cuidados, porque é a nossa imagem,

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>> é a nossa preocupação, é a forma com que

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a gente vive, é a segurança das pessoas.

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Então você fala assim: "Ah, numa

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fábrica, numa fábrica é normal usar

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macacão, porque na fábrica podem

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acontecer coisas e tal, mas independente

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do tipo de investimento, eles estão

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gerando coisas de segurança o tempo

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todo. É tampa que vai numa máquina que

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não existia antes. Eh, é um monte de

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coisa que pode acontecer, né? Na

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construção civil se usa capacete. A a

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lógica e o óbvio parece que fica muito

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mais claro, mas como a gente diz, o

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óbvio tem que ser dito. Se você chegar e

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vai receber uma pessoa na sua empresa,

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ela é uma construtora, cabe a você

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explicar também porquê do capacete.

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>> Eu já fui fazer visita em imóvel e na

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hora que o cara entrega o capacete, ele

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explica todos os detalhes do por o

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capacete, como que é aquela construção,

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o que que acontece. Parece muito óbvio,

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mas se cair uma pedra, mas não é só se

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cair uma pedra. Tem várias situações. Se

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você tropeçar, o capacete sai da sua

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cabeça, porque ao mesmo tempo que ele

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bate, ele também tem que soltar para

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você não se cortar. Enfim, tem um monte

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de detalhes e a gente precisa explicar

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porque se as pessoas entenderem elas vão

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fazer com gosto. Se fizer com gosto

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funciona melhor

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>> e deixa de ser uma imposição e passa a

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ser, pô, é uma segurança. Estão pensando

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em

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>> ela repassa pro outro.

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>> Ela repassa pro outro. Deixa eu te

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contar essa curiosidade aqui.

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>> Vou te contar um negócio. Sabe por que a

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gente faz isso aqui? Porque uma vez

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alguém já se machucou. Exatamente. Mas

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legal isso que tu falou, Rô, porque

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existe a regra necessária. Por exemplo,

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a regra da rasteirinha é uma regra

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necessária, ela é uma regra de

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segurança. E existe a regra da a

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burocrática

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>> também, né? Então existe empresas

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trabalham em em regras. Daí a gente tá

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falando de governo, a gente tá falando

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de regras que existem muito antes da

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gente.

12:45

>> Exatamente.

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>> E as pessoas ficam chateadas de ter que

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seguir essas regras às vezes por não

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entender porque a regra existe, né? Ã,

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agora ouvindo o Rogério falar do

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macacão, é interessante, né? Ah, é uma

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fábrica, então beleza. Quem trabalha com

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as máquinas tem que est com o EPI, né?

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Os equipamentos de segurança. Mas por

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que que quem trabalha no administrativo

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também tem que fazer os os treinamentos?

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Se vai lá na no chão de fábrica, que a

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gente chama, tem que botar também por

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segurança. Se a moça do administrativo

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for com colar, o maxicolar dela,

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>> já pensou

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>> lá na no meio das máquinas, o cabelo

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solte,

13:21

>> ela não trabalha lá na máquina, mas numa

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eventual visita, ela tem que saber todos

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os procedimentos de segurança e tem que

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executar os procedimentos de seguranço,

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tem que tirar as coisas mesmas. Por quê?

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Porque é pela segurança da pessoa, né?

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Ah, mas a empresa tá mais preocupada,

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gente. A empresa tá preocupada com a

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segurança da pessoa. Ninguém quer passar

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>> por uma situação de desse tipo de

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situação que alguém se machuc.

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Exatamente. E aí não é, ah, por maldade

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que a empresa exige as coisas.

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>> A gente tá falando, a gente foi pro lado

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da segurança aqui porque é é mais fácil

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de entender e isso pega todo mundo. Mas

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quando a gente tá falando de regra, de

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forma de trabalho e tal, isso faz parte

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da cultura da empresa

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>> também,

14:04

>> né? às vezes o o formato com que você

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cria a tua cultura, você vai ter que

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criar umas regras para que essa cultura

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se imponha, funcione, para que ela dê o

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resultado. Então a gente tem que

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entender que para isso funcionar faz

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parte explicar.

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>> A gente tem regra de uso do microondas,

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por exemplo.

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>> Ah, mas o que que tem? É só chegar lá e

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colocar assim, mas tem um monte de gente

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para usar. O teu direito acaba onde

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começa o direito do outro.

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>> É, vai trazer um bloco de gelo para

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descongelar. Exatamente, né? Lembra que

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a gente tinha eh o lance, né? A gente

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procura ter um ambiente bem leve, bem

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bem acolhedor. Então a gente tem um o o

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espaço aqui para as pessoas trazerem as

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coisas e colocar na geladeira. Cara, tem

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que criar regra para usar a geladeira

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porque senão fica desconfortável. Isso é

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viver em sociedade. Ah, mas por que que

14:49

não pode pôr 10? Se você pôr 10, o outro

14:52

colega não consegue pôr a uma dele.

14:54

>> A galera tem uma hora de almoço. Se tu

14:55

botar 10, o colega já perdeu

14:57

>> já não consegue, entendeu? Então, eh, a

15:00

gente tem que criar as regras de

15:02

convivência por conforto, inclusive,

15:04

porque quando todo mundo entende, todo

15:06

mundo segue, a gente gera conforto pra

15:08

comunidade, que é a comum unidade, né?

15:11

Todo mundo tem que estar junto

15:12

participando e isso tem que funcionar. E

15:15

é nossa responsabilidade explicar isso.

15:17

Quanto mais história a gente contar,

15:18

quanto mais a gente explicar o nosso

15:20

propósito e o porquê de cada coisa, mais

15:22

a gente vai ter eh companheiros,

15:26

aderência e os companheiros de mensagem,

15:28

né?

15:28

>> Uhum. a gente vai ter os parceiros de

15:30

mensagem. A mensagem vai ser levada de

15:31

uma forma eh mais calorosa, mais

15:36

intencional.

15:36

>> E é assim que tu conseguiu transformar

15:38

regras impopulares em regras que as

15:41

pessoas até defendem, né? Hoje a gente

15:43

consegue ver isso no nosso dia a dia,

15:46

nos corredores. A galera de novo, o a

15:49

cultura espele, mas a a cultura

15:51

>> atrai.

15:52

>> Atrai também, né? E Rô, tu já tu

15:54

consegue te lembrar?

15:55

>> Quer ver um negócio? Deixa eu contar

15:56

uma. Eu te cortei, mas eu quero contar

15:58

uma, né? Uma vez eu tava conversando com

16:00

um rapazinho numa loja de surf, sabe?

16:02

Loja que vende roupa de surf.

16:03

>> Então essas lojas são mais descoladas e

16:06

tal, é mais à vontade, né? Então você,

16:07

se você for em lojas de surf, você vai

16:09

ver que o vendedor tá usando as roupas

16:10

que a loja vende.

16:11

>> Para mim faz total sentido isso, cara.

16:14

Você tem que consumir aquilo que você

16:15

vende, né? Você trabalha num

16:16

restaurante, você come a comida do

16:17

restaurante que você trabalha. Faz

16:18

sentido para você? Não faz. Então eu

16:20

tava conversando com o menino, pensa no

16:22

menino que atendia bem, Roberto, pô, ele

16:23

sabia todos os detalhes, sabia o negócio

16:25

da roupa, olha, olha onde eu vou chegar

16:27

que você vai entender. Cara, aquela

16:28

empresa, ela tem um propósito. Depois

16:30

perguntando para ele se ele trabalharia

16:31

num outro lugar, se ele se via, ele

16:33

atendeu tão bem que eu queria fazer um

16:35

convite para ele. Eu já tava doido para

16:37

fazer um convite para ele. Ele falou:

16:39

"Meu, sabe por que que eu trabalho aqui?

16:40

Porque essa empresa ela combina com o

16:43

que eu gosto. Eu gosto de surfar, eu eu

16:46

gosto de falar de surf. Aqui eu vendo

16:48

equipamento de surf, eu me visto do

16:51

jeito que eu sou e faz total sentido.

16:53

Então, olha só, é uma cultura que atrai

16:57

o cara certo para ela. Se não for esse

16:59

cara, quem que vai tá lá? Quem que vai

17:01

explicar melhor sobre um equipamento,

17:03

uma roupa, um negócio do que o cara que

17:05

usa, do que o cara que faz, do que o

17:07

cara que se sente bem? Ele tava feliz da

17:09

vida. para ele, aquele trabalho faz

17:10

parte da rotina dele e ele tá ali

17:12

fazendo com vontade, ele gosta, ele

17:14

entende, ele tá seguindo um propósito.

17:16

Agora, expanda isso pras outras

17:19

possibilidades que você tem na sua

17:21

empresa, na sua casa, né? E e faça uma

17:24

adaptação. Então, para exemplificar, né,

17:27

o o Atry e o Spell, cara, um engravatado

17:30

jamais vai trabalhar numa loja de surf

17:32

se ele não for num surfista que curte e

17:33

tal,

17:34

>> ele não vai estar feliz, né? vai

17:35

funcionar a a são são extremos, né, mas

17:39

não vai funcionar. Então é isso aí, a

17:40

gente tem que pensar no jeito certo de

17:42

est com as pessoas certas para fazer o

17:44

movimento funcionar.

17:45

>> Uhum. É, a minha pergunta ia ser

17:47

justamente o o contrário, né? Tu trouxe

17:50

um exemplo de uma pessoa que conseguiu

17:53

enxergar o propósito dela antes, né? E

17:56

ela não ela não vai questionar muitas

17:58

coisas porque para ela já faz sentido.

18:00

>> Faz total. Mas como é que tu faz roprar

18:03

quando tu vê que existem as regras? A

18:06

gente tem aquelas regras que são

18:07

seguidas naturalmente, mas a normalmente

18:10

nas empresas tem aquelas regras que que

18:12

que a galera bate mais. Normalmente as

18:15

regras que são implementadas depois,

18:18

>> sim,

18:18

>> né? Porque quando tu entra na, pelo

18:19

menos aqui no EAG, todo mundo sabe muito

18:21

bem qual é o tamanho do desafio, o que

18:23

que vai lhe dar, né? E como é que faz,

18:25

qual é a melhor forma? Eu tô te

18:27

perguntando, eu sou do employer branding

18:28

e eu sei que tu vai responder,

18:30

>> mas enfim. Eh, eu eu acho que uma das

18:32

coisas mais importantes, né, são os

18:35

modelos. A gente tem rotinas, né,

18:37

Robertinho, a gente tem rotinas e

18:38

rituais, né? Eh, a gente tem os rituais

18:42

de alinhamento. É um ritual, gente.

18:43

Ritual não é só coisa de religião e tal.

18:46

É o ritual, a gente tem um ritual de

18:47

alinhamento. Aqui a gente faz one a one,

18:49

a gente faz reunião semanal, a gente faz

18:51

reunião mensal e tal. Então, se pensar

18:53

em feedback, em alinhamento, fazendo

18:56

isso de propósito, organizado dentro de

18:58

uma rotina, a gente tem oportunidade,

19:00

porque às vezes a pessoa chega e ela dá

19:03

a impressão pra gente de que ela curte o

19:05

nosso movimento.

19:06

>> Uhum.

19:07

>> E ela mesma acha que ela curte, aí ela

19:10

começa a viver. A gente já ouviu coisas

19:12

assim: "Ô, mas vocês fazem exatamente o

19:14

que vocês falaram? Por que as empresas

19:15

não fazem?" Não, não faz.

19:18

Falei: "Então é, a gente ensina a fazer,

19:21

a gente tem que fazer do tipo, se cobre,

19:23

a gente tem um lance que, meu, aqui a

19:25

gente lê muito, a gente estuda, a gente

19:27

é uma empresa de treinamento, as pessoas

19:28

precisam estudar. Aí quando o cara chega

19:30

aqui que ele é pressionado por,

19:32

>> a gente precisa se atualizar também,

19:33

>> é por atualização, por estudar um pouco

19:36

mais, tal, fala: "Pô, mas tem que

19:37

estudar?" É, tem. a gente falou desde

19:39

antes. E aí às vezes acontece da pessoa

19:44

entender que é isso mesmo e ela entende

19:46

a importância e até se empolga, né?

19:48

>> E ela se empolga e começa a colocar isso

19:51

mais na rotina dela e ela fala: "Pô,

19:53

isso aqui faz sentido para mim, isso

19:55

muda minha vida, isso é bom para mim". E

19:57

aí ela vai evoluindo com isso. Às vezes,

20:00

putz, meu, achei que eu gostava, mas eu

20:01

não gosto,

20:02

>> eu não quero. E aí acontecem duas

20:04

situações. Tem aquela pessoa que fala:

20:06

"Meu, não é para mim". e sai. E tem

20:08

aquela pessoa que reclama, essa que

20:10

reclama é obrigação de ofício, de

20:12

gestor, a gente identificar. E aí o

20:15

feedback ou corrige ou aquele lance, né?

20:17

Sempre duas opções, né? Treinar e

20:19

demitir. Ou a gente alinha com a pessoa

20:21

e ela vai entender que é isso, ou a

20:23

gente tem que demitir. Ou a pessoa sai

20:25

ou a gente demite porque não vai

20:27

funcionar. Se ela não vai se adaptar

20:29

aquela rotina, aquele modo de operar,

20:30

aquela cultura, vai ser ruim para ela

20:33

também. A gente tem que ter a obriidade

20:35

de saber, vai ser ruim pra pessoa. Você

20:36

imagina você ficar falando pra pessoa

20:37

que ela tem que ler o tempo todo, ela

20:39

não gosta de ler, ela não gosta de

20:40

estudar, ela não gosta de trazer um

20:42

plano de ação diferente pra gente mudar

20:43

ou ela vai ficar reclamando da regra da

20:45

empresa, ela vai ter que entender.

20:47

>> E aí a

20:47

>> E às vezes mesmo a pessoa entendendo,

20:49

ela não quer seguir aquela regra.

20:50

>> Então é isso que eu ia falar. Às vezes a

20:51

gente pensa assim: "Putz, que saco, essa

20:53

criatura só reclama". Gente, isso é um

20:54

nível de consciência que as pessoas vão

20:57

chegar talvez em algum momento da vida,

20:59

mas tem pessoas que já chegaram lá por

21:02

desenvolvimento e tem pessoas que estão

21:04

chegando. É por isso que a gente vive

21:06

com com essa com essa discrepância de de

21:08

pessoas, né?

21:09

>> Isso aqui tem que ser uma meta nossa,

21:10

inclusive, né, Roberta? Porque quanto

21:12

mais gente errada a gente tira da nossa

21:14

empresa e coloca no mercado e traz gente

21:16

certa, mais gente certa tá no mercado

21:18

para ir pr para outra empresa que tá com

21:20

gente errada lá e deveria estar com a

21:22

gente certa. A gente tem que ir gerando

21:24

esse equilíbrio, cara. Todo mundo tem

21:26

uma preferência.

21:27

>> O errado para nós aqui, a pessoa errada

21:29

pode ser a pessoa certa para

21:30

>> po a pessoa. Exatamente. Quando a gente

21:32

fica segurando a pessoa que não é a

21:34

pessoa que tá tá feliz aqui, ela tá

21:36

infeliz e não tá produzindo pra gente

21:38

também. Mas se ela tivesse no lugar

21:40

certo, é igual a gente trazer um cara

21:41

que é o cara que ama a loja de surf para

21:44

trabalhar aqui com nós, não vai

21:45

funcionar. Ele ama estar lá. Ele tem que

21:47

tá lá lá o lugar certo para ele ser

21:49

feliz e aquela empresa vai ser mais

21:51

feliz com ele também. Uhum.

21:53

>> E o inverso é verdadeiro. A gente tem

21:55

uma pessoa que não é o cara do sur, que

21:57

não vem e aí a gente tá tirando ele

21:59

daqui, não vai ser o certo. Melhor é a

22:01

gente equilibrar esse ecossistema e aí

22:04

tudo vai funcionar melhor. Mas a gente

22:05

tem que est atento para esse tipo de

22:07

coisa e tem que fazer a coisa certa. Pô,

22:09

aí no final eu vou responder que a gente

22:11

é adulto, a gente faz o que tem que ser

22:12

feito, a gente cuida das coisas para

22:14

fazer elas funcionarem. Só o

22:15

conhecimento sem aplicação não adianta

22:17

nada.

22:17

>> E aí trazendo a resposta da pergunta,

22:20

né? Por que que as pessoas não seguem

22:22

regras? Porque elas não entendem a

22:23

regra. É por isso que a gente

22:24

>> porque elas não concordam com ela. Elas

22:26

têm que ir para uma regra que faz

22:27

sentido para elas.

22:28

>> Exatamente. Depois que tu tem o

22:29

conhecimento, tu já não consegue perder

22:31

mais ele, né? Então a ignorância é uma

22:32

bção, mas depois que tu já não tem mais

22:34

essa e não é mais ignorante nesse

22:37

assunto, aí tu tem que tomar uma

22:39

decisão. O que que tu faz com essa com

22:40

essa informação que tu aprendeu? Depois

22:42

que eu aprendi por que a gente não pode

22:45

sentar no banco da frente com os com os

22:47

pés

22:47

>> cruzados

22:48

>> cruzados, né? A gente tem que ficar na

22:49

posição, né? Por que que não se anda de

22:53

carro com a bexiga cheia? Que gente, se

22:55

acontece um acidente, você pode

22:56

explodir. É uma bexiga.

22:59

Depois que eu entendi isso, eu comecei a

23:01

ter mais cuidado com umas coisas que

23:03

parecem tão bobas no nosso dia a dia.

23:05

>> Mas pode salvar sua vida.

23:06

>> Mas pode salvar sua vida. Então eu

23:07

acredito que essa é a mensagem, né,

23:10

Rogério? a mensagem que a gente queria

23:11

deixar.

23:11

>> É o ET, o ETBu já, já trouxe isso, né,

23:13

gente? Busquem conhecimento.

23:16

>> Agora eu tenho uma coisa importante para

23:17

falar para você. Olha isso aqui.

23:20

Pera aí. É sério mesmo que você tá aqui

23:22

assistindo Conversa de CEO e ainda não

23:24

se inscreveu pra imersão EAG? Então me

23:27

dá um minuto. É o suficiente para eu

23:29

convencer você a tirar sua empresa do

23:31

caos. Na metodologia de educação, você

23:34

aprende a organizar a sua empresa a

23:36

partir de uma base sólida, cultura,

23:39

liderança e gestão.

23:42

São três dias imersivos com muita

23:44

prática, onde você vai estar comigo, com

23:46

meu sócio Marcelo Germano e centenas de

23:49

empresários que também decidiram tirar

23:51

sua empresa do caos e seguir no

23:53

crescimento. Te vejo lá.

23:57

Fala.

23:57

>> E aí, Roberto? E agora no final desse

24:00

papo todo aqui, meu, regra é bom ou

24:02

regra é ruim? Tem regra certa e regra

24:03

errada?

24:04

>> Eu gosto das regras, eu gosto, sou

24:07

curiosa de de natural meu, né? Eu acho,

24:12

>> eu sou, eu sou Rogério, coitado.

24:13

Rogério, passa um dobrado comigo aqui,

24:14

porque eu sempre vou te perguntar por,

24:16

né? Mas é porque me facilita entender as

24:20

coisas, facilita para eu não transformar

24:23

aquilo em sofrimento. Não é só uma ação,

24:26

né? É uma coisa com propósito. Eu faço

24:27

por um motivo. E se eu faço por um

24:29

motivo, eu me sinto mais produtiva, eu

24:31

me sinto mais feliz fazendo as coisas. E

24:33

no fim do dia, eu acho que é isso que tá

24:35

todo mundo procurando, ser feliz no

24:37

trabalho, nos relacionamentos, na em

24:39

casa, com a família. E quando a gente

24:41

entende por que não pode deixar a toalha

24:43

molhada em cima da cama, que é porque

24:45

gera fugo, gente. Fica velho, pô, de

24:47

feio, né? É por isso que a gente tem que

24:48

ter esse tipo de cuidado de explicar

24:51

muito bem porque a gente tá impondo

24:54

alguma coisa. Não é que a gente tá

24:55

impondo, a gente tá tentando facilitar a

24:57

vida em sociedade, né?

24:58

>> É isso aí. Por falar em regra, vamos

25:00

fugir da regra aqui um pouquinho. Eu

25:01

queria falar disso aqui, Robertinho.

25:03

Olha que legal. A gente ganhou

25:05

>> do Zezinho, ele acompanha o podcast e

25:09

ele tem uma fábrica de paçoca caseira

25:11

que é uma delícia. Não

25:13

>> não tô fazendo aqui propaganda, não. Não

25:16

é propaganda paga. Não temos nem temos

25:18

isso aqui. Essa da Roberta. Eu já comi

25:21

duas. Ele trouxe um monte pra gente. Ele

25:23

acompanha a gente, ele foi fazer um o

25:26

evento, ele foi fazer a imersão, ele

25:28

amou e trouxe paçoca e deu paçoca para

25:30

todo mundo.

25:31

>> O o José trouxe doces coloniais, né,

25:34

para todos os eagênos, né? Então,

25:36

>> é um cara diferenciado, uma empresa

25:38

diferenciada, um doce maravilhoso,

25:39

>> maravilhoso. Eu só guardei esse aqui

25:41

porque eu prometi que eu ia mandar um

25:43

beijo para ele. Então, José, beijo para

25:45

vocês aí. Obrigado por você acompanhar a

25:47

gente, depositar.

25:49

E ele depositou a confiança vindo aqui

25:52

no OAG para entregar. Depois, produção

25:54

pode colocar aqui como que a gente acha

25:56

a paçoca do Zezinho. Vocês vão adorar. É

25:58

bem diferenciada mesmo. E acho que é

26:01

isso, né, Robertinho.

26:03

>> Acho que para hoje nós temos. Ah, eu eu

26:05

fico bem feliz, eu gosto muito. E eu

26:08

fico muito feliz quando a gente consegue

26:10

mesclar um pouco de vida cotidiana,

26:13

curiosidade do mundo, com a vida

26:15

empresarial, porque são pessoas que

26:17

fazem as empresas, são as pessoas que

26:19

fazem os processos e são as pessoas que

26:21

fazem a tecnologia.

26:22

>> É isso aí. Bo,

26:24

>> agora tu gostou, né, do teu tripé?

26:25

>> Valeu, Robertinha.

26:27

>> Gente, até semana que vem. Tchau, tchau.

26:29

>> Mais. M.

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