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14/07 - Jornada Científica ABNG - com Pedro Bastos

41:57Portuguese (Portugal, Brazil)Transcribed Jul 26, 2026
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Olá, olá, sejam todos muito bem-vindos.

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Estamos aqui para mais um encontro da

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nossa jornada ABNG, uma jornada de

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conscientização

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para as desordens funcionais e

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intestinais, com foco em síndrome de

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ativação mastocitária e intolerância à

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estamina. No dia de hoje tenho o

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privilégio de receber aqui comigo direto

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de Portugal meu grande amigo Dr. Pedro

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Bastos. E antes de mais nada gostaria

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que vocês que estão aqui ao vivo agora,

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se vocês pudessem colocar aqui de onde

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vocês estão, eu tenho uma interação aqui

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no estúdio que eu consigo ver vocês. Já

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vi um olá, um boa tarde da Adriana aqui.

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Obrigado, Adriana. Ah, obrigado a todos

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que estão aqui. Obrigado. Eh, vocês

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fazem toda a diferença. Valquíria tá

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aqui. Eh, se vocês me colocarem assim

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nome cidade, né? Porque às vezes o

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arroba de vocês, ó, de Sorocaba,

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Cíntnia, muito obrigado, gente. Betim,

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Minas Gerais. Que legal. Olha que legal

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que nós temos aqui. Maringá no Paraná,

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Palmas no Tocantins, Rio de Janeiro.

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Olha aí, Pedrão, estamos com o Brasil

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quase inteiro representado aqui hoje. Eu

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sei que é um horário distinto da

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normalidade, mas claro, depois que eu

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tive que ministrar uma aula no horário

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do Brasil lá de Portugal, eu nunca mais

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vou pedir ao Pedro que ele ministre uma

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aula no nosso horário do Brasil, porque

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é extremamente ruim, é é contra o nosso

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ambiente de trabalho no cérebro. Então,

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quando eu o convidei, eu pedi que ele

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mesmo escolhesse um horário e pra gente

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aqui o horário do almoço é um horário

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legal. E pro Pedro, então lá 4 horas da

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tarde agora ele tá se dedicando para

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estar conosco. Como sempre ele é um um

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lord, né? E ele acabou preparando slides

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inéditos para essa jornada aqui

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gratuita, eh garantindo assim o

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compromisso dele com a qualidade, com ah

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a personalização dos conteúdos que ele

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se propõe a falar. O Pedro, eh, eu vou

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apresentá-lo aqui. Eu até preparei um

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slide para apresentá-lo. Esse é um slide

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que, eh, tem aqui um pouco da jornada

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dele de publicações. Deixa eu dar um

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zoom aqui para ficar mais fácil. Deixa

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eu ver se eu consigo fazer isso. Pera

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aí, deixa eu voltar aqui. Ah, pronto,

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que eu fiz um errinho. Deixa eu ver aqui

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como é que eu faço de novo. Pronto.

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Adicionar o palco. Ã, compartilhar tela.

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Compartilhar.

2:34

Uma janela. Esse

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compartilhar.

2:38

Pronto. Agora eu adiciono o palco.

2:43

Pronto. Aqui. Pronto. Agora já tô

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pequenininho aqui. Deixa eu deixar um

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pouco maior o Pedrão aqui que vai ficar

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melhor. Deixa eu ver se eu consigo fazer

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isso

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aqui. Assim. Pronto. Aqui está meu

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grande amigo Pedro Bastos. Ele é sim,

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sem nenhuma dúvida, uma das grandes

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referências paraa gente no mundo da

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ciência, da nutrição. O Pedro tem

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artigos publicados nos últimos anos

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assim de uma magnitude absurda, né?

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artigos publicados na Nature Reviews de

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Imunologia, na Nature Reviews de eh uma

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revista de endocrinologia aqui de

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revisão, artigos do seu próprio

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doutorado, artigos eh de autoimunidade,

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de doenças inflamatórias. Acho que essa

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review dele de autoimunidade é realmente

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uma das mais emblemáticas que a gente

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tem. Eu acho que talvez até nem o Pedro

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tenha noção do quanto a gente reconhece

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esse trabalho dele integrado para que

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nós possamos ter uma nutrição cada vez

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mais reconhecida, né? Então, se a gente

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for pegar aqui, pô, artigos de 2026 com

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essa notoriedade, todos os artigos aqui

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que a gente fez questão de de colocar

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aqui, trazer para vocês, para que vocês

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entendam que nós estamos falando de um

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pesquisador que tá na vanguarda aí da

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avaliação da saúde dos centenários. O

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Pedrão sempre teve isso como uma das

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linhas de pesquisa dele e é, sem nenhuma

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dúvida, um dos maiores conhecedores de

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autoimunidade, doenças inflamatórias

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intestinais, de eh inflamação de baixo

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grau e uma pessoa que dispensa

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comentários. Então agora eu vou tirar

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aqui esse meu compartilhamento, vou

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adicionar meu amigo aqui ao palco, antes

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de mais nada, agradecendo ele por estar

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aqui, meu amigo Pedro, muito obrigado,

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cara. não consigo lhe chamar sem ser de

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meu grande amigo, porque é assim que eu

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considero uma pessoa que todas as vezes

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que eu precisei eh não mediu esforços

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para poder atender aqui as demandas do

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curso de modulação intestinal, da

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pós-graduação de nutrição em

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gastroenterologia. E muito além disso, o

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Pedrão ele também faz uma conexão minha

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dos alunos da pós com os grandes

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pesquisadores mundial, [roncando] né? O

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Pedrão é aquele cara que quando eu peço,

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ele até organiza o e-mail para eu poder

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enviar de convite para os palestrantes

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internacionais que sempre eu consigo

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trazer aqui ao Brasil. Então, meu amigo,

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muito obrigado, obrigado pelo teu tempo,

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obrigado por você estar aqui. Com

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certeza nós somos aqui agora mais de 230

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pessoas ao vivo no Brasil para poder

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aqui acompanhar você a sua fala, a sua

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abordagem sobrefatório intestinal. sobre

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inflamação, sobre autoimunidade, sobre

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qual a conexão disso com a síndrome de

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ativação mastocitária, com a

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intolerância estamina, que é a abordagem

5:39

da nossa jornada aqui de conscientização

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para um curso, um curso de certificação,

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um curso de 60 horas com profissionais

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do mundo inteiro como você, como Dra.

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Adriana Duelo, eh, direto de Barcelona,

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uma expertolerância estamina e também,

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eh, profissionais brasileiros, médicos.

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Nós teremos sempre uma formação com um

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médico e um nutricionista, mostrando

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essa esse cuidado do paciente a quatro

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mãos para que o diagnóstico médico possa

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ser conduzido junto com acompanhamento

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nutricional. Então, uma certificação que

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tá aí eh rompendo paradigmas, né, para

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que a gente possa fazê-la. Nós teremos

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90% das aulas 100% ao vivo nessa

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certificação, mas a sua será uma das

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aulas que nós faremos gravada. Só que a

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gente tem uma grande novidade aqui, é

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que para a gravação da aula no dia eh

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20, como nós já combinamos, a aula que

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faz parte da certificação, aqueles que

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já tiverem aderido à certificação

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poderão, se assim desejar, participar da

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gravação e depois da visualização na

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certificação propriamente dita que

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acontecerá a partir do mês de setembro.

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Então, já no mês de julho nós temos

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gravações, a sua é uma delas. no dia 20.

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Depois no dia 27 nós temos gravação

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também com a Dra. Juliana Carneiro e a

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Dra. Karine Petri. E depois no dia 3

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temos de novo uma outra aula gravada com

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a Dra. Raíça, uma gastroenterologista.

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Então, nós temos aí uma sequência de

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gravações no mês de julho para que essas

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aulas já fiquem prontas, robustas para a

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certificação e aqueles que fizerem a

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adesão aí nos próximos dias, ainda no

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mês de julho, poderão fazer parte desta

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gravação, desses bastidores, que é o

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nosso grande diferencial de ter tanta

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vida nessa certificação. Pedrão, muito

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obrigado. Obrigado por estar aqui. Já

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somos quase 300 pessoas e eu tenho

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certeza que essa audiência inteira aqui

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está para lhe ouvir. Muito obrigado.

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>> Muito obrigado, amigo. É que agradeço

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pela amizade, pelo carinho e pela

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confiança e a oportunidade. E muito

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obrigado a todos vocês que estão aí

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desse lado para me ouvir. Hoje o que eu

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vou tentar fazer é vos falar um pouco

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sobre o que tem sido o meu trabalho nos

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últimos anos e tentar fazer o link para

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hh para o que seria

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esta síndrome de ativação maiscitária.

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Vou só aqui compartilhar a tela.

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Deixa eu ver se eu consigo aqui.

8:25

E já

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>> já está.

8:27

>> Já está.

8:29

>> Então, nos próximos 20, 30 minutos,

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aquilo que eu gostaria de vos falar é

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uma ideia que atravessa,

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posso dizer assim, toda a minha linha de

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pesquisa, que é o ambiente em que

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vivemos, ou seja, o Expossoma. E isto

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esculpe a nossa barreira intestinal, ao

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que está relacionado não só com a saúde

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gastrointestinal, obviamente, mas também

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com a síndrome da ativação mastocitária

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e o nosso sistema imune e esculpe ao

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longo da vida. E uma das minhas de

9:04

pesquisa que eu tenho é sobre

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centenários. E eu acho que os

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centenários nos provam algo que eu

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considero notável. Dá para chegar aos

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100 anos sem pagar o preço da inflamação

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crónica. Isto não é por sorte genética

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apenas, mas por uma imunidade, diria eu,

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mais bem regulada. Mas vamos começar

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pela raiz do problema. Então, se eu

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tivesse que resumir

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o que são as grandes

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causas de mortalidade e morbilidade

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na maioria dos países industrializados,

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incluindo o vosso, incluindo o meu,

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seria esta árvore. E aqui vocês estão

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vendo na raiz da árvore a inflamação

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sistêmica crônica de baixo grau e dela

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brotam daí ser uma árvore as grandes

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doenças que nos matam, as doenças

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cardiovasculares,

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a diabetes,

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aquela que a doença do fígado gordo

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associada à disfunção metabólica, A S.

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Metabolic dysfunction, Associated

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Statotic liver disease. É assim o termo

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em inglês, mas é esta sigla que vocês

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vão encontrar na literatura e por isso

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eu coloquei esta em inglês. Depois vocês

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veem câncer, vem sarcopenia, vem

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osteoporose,

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doenças autoimunes e doenças

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neurodegenerativas. E sabemos que mais

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de metade das mortes no mundo hoje tem

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então a inflamação sistêmica crônica de

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baixo grau como denominador comum. Então

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não estamos falando de doenças que

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apesar de serem obviamente diferentes,

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sejam isoladas, todas elas fazem parte

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da mesma árvore, ou seja, compartilham a

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mesma raiz. E se compartilham esta raiz,

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esse processo inflamatório crónico de

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baixo grau, precisamos entender o que é

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que está alimentando essa árvore,

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nomeadamente essa raiz. E aí é onde

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entra então o expossoma que se relaciona

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com as exposições ambientais, mas também

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com os comportamentos, com o estilo de

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vida. Então, estamos falando de

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infecções persistentes, estamos falando

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de inatividades físicas e dentarismo,

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uma dieta inadequada, exposição a vários

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poluentes ambientais, o stresse

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psicológico crónico, a obesidade em

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especial visceral, uma má qualidade do

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sono que frequentemente anda associada à

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disrupção circadiana. E tudo isto

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contribui para duas condições que também

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estão na base desse processo

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inflamatório crônico, que é a desbiose

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intestinal e a perda de integridade da

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barreira intestinal. Então, nós estamos

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falando aqui de fatores que são

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maioritariamente modificáveis e eu penso

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que isso muda a conversa clínica, ou

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seja, deixamos de pensar que não se pode

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fazer nada e passamos a ter

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ferramentas

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para atuarmos. E a seguir eu gostaria de

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vos mostrar como estes fatores se

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organizam no meu próprio trabalho de

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pesquisa. Então, o fio que, vamos dizer

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assim, costura os meus artigos é estes

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que vocês vendem. Estamos vendo aqui

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quatro nós conversando entre si. Lá em

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cima vocês estão vendo os centenários.

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Depois tudo isto converge para a

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inflamação crónica. E vocês estão vendo

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aqui embaixo o expossoma que falamos,

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estão vendo em cima a barreira, em

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especial a barreira intestinal.

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E estão vendo aqui a autoimunidade

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e tudo isto tem ali este nó central que

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é a inflamação crônica sistêmica de

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baixo grau, que não só pode ser afetado

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por cada um destes, digamos assim,

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fatores, como também pode afetar os

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mesmos. Então, é como você falam no

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Brasil, uma uma via de uma via de mão de

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mão dupla, se não se não estou enganado,

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é o termo que vocês utilizam, tanto vai

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para lá como vem para cá. Então, nos

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próximos slides, eu vou tentar percorrer

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esse mapa, começando pelo mecanismo que,

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para mim conecta o ambiente à perda de

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tolerância imune. E isso pode levar

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então à autoimunidade.

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Então vocês estão vendo aqui o

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expossoma, entre aspas, agredindo a

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barreira epitelial e ao mesmo tempo

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causando alterações da microbiota. A

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dieta aqui tem obviamente o papel muito

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importante, mas também tem o stresse,

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tem os poluentes, tem a inatividade

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física, tem a própria obesidade

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e também as alterações do sono, os

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ritmos circadianos e ainda o estresse

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psicológico. tendo uma barreira

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comprometida juntamente com dibiose,

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pode levar a uma ativação da chamada

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imunidade treinada, que é uma

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reprogramação epigenética das células

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imunes inatas, o que pode perpetuar a

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inflamação, pode ser algo útil em

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determinadas infecções. Quando estamos

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falando de uma imunidade treinada que

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foi treinada pelo por uma exposição,

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entre aspas, adequada a fatores, como,

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por exemplo, microorganismos, mas que

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quando é uma imunidade estreinada que

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pode se converter em crónica, pode

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perpetuar o processo inflamatório. E o

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desfeixo final desta cascata é a perda

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de tolerância imunológica. Ou seja, o

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sistema imune deixa de reconhecer aquilo

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que é seu daquilo que não é. Então passa

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a olhar para estruturas que deveria

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estar protegendo, estruturas do seu

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próprio organismo, como se fossem, vamos

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dizer assim, um alvo a abater. E isso

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pode levar a uma reação autoimune.

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Então aqui este comprometimento da

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barreira intestinal tem um papel muito

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importante. Então guardem essa palavra

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que é a tolerância.

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E vamos falar aqui no primeiro elo, que

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é então a barreira. Como vocês sabem, a

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barreira é a fronteira com o mundo.

15:31

Estamos falando da barreira epitelial

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que está na nossa pele, está no pulmão,

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está no intestino. E é por estas

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superfícies que os vários fatores aos

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quais nós estamos expostos, é onde entra

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o expossoma, podem entrar. Falamos de

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poluentes, falamos de irritantes

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químicos, falamos de determinados

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componentes de alimentos. que podem

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causar alterações

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nas tight junctions, nas junções firmes

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entre as celas, aumentando a

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permeabilidade e deixando passar aquilo

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que deveria ficar de fora. Isto de uma

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forma muito simplificada, obviamente.

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Então, quando esta fronteira falha,

16:10

podemos ter a passagem de vários

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antígenos que podem ativar respostas

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inflamatórias, que podem ser não apenas

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locais, mas também sistêmicas. E esta

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interface, ou seja, esta barreira faz

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então papel de ligação entre o que é o

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ambiente e o que seria o desenvolvimento

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de uma doença. Felizmente é uma

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interface, como vocês aprendem nas

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várias aulas dos cursos coordenados pelo

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meu amigo Muril, algo onde podemos

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intervir clinicamente e onde a nutrição,

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para quem é nutricionista, como eu, tem

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um papel muito importante. Então agora

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vem a questão, OK? E daí a nível

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clínico, sempre que fala que eu menciono

17:03

estes aspectos que são mais teóricos,

17:05

vem uma pergunta que eu entendo

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perfeitamente, eu próprio também a

17:08

coloco. E daí? Porque é que isso me

17:11

importa? Então, se o Expossum é

17:13

modificável e se esses fatores

17:16

ambientais podem levar a uma alteração

17:19

da barreira e podem alguns entrar

17:22

através da barreira, então a a anamnésia

17:26

ambiental vira uma ferramenta

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importante. Por isso eu penso que mesmo

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quem é nutricionista e não é médico,

17:34

deveria perguntar rotineiramente aos

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seus pacientes sobre poluição, sobre

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exposições ocupacionais. qualidades do

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sono, stresse psicológico,

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etc. e não apenas, obviamente, sobre a

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dieta, sobre a alimentação. E nós

17:50

estamos falando de curiosidade

17:51

acadêmica, estamos falando de

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identificação de fatores que podem de

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facto estar contribuindo para a condição

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fisiopatológica que levou o paciente à

18:03

sua consulta e onde você pode então

18:06

intervir, não só na prevenção, mas

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também na modulação.

18:11

E agora vamos a aquilo que seria,

18:15

digamos assim, o lado luminoso desta

18:18

história, porque ag até agora só estou

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falando daquilo que é mais escuro, ou

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seja, dos problemas, mas vamos ver o que

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seria o lado luminoso da história, que

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são os centenários, ou seja, as pessoas

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que conseguiram chegar até muito tarde

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na vida, com obv obviamente com uma

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saúde que é melhor do que outras pessoas

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que não chegaram lá. E porque é que me

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interessa tanto esta temática dos

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centenários? Em primeiro lugar, porque o

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meu avô foi um, morreu com 101 anos,

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dormindo sem tomar um único fármaco e

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com a o as faculdades cognitivas

18:54

totalmente preservadas, conseguia fazer

18:56

contas de multiplicar ainda com com a

19:00

com essa idade de 101 anos. Eu lembro do

19:02

meu avô fazer contas eh de multiplicar,

19:05

por exemplo, e mesmo a nível físico, ele

19:08

também estava bastante bem. Já não

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estava, como é óbvio, como estava quando

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tinha 90 anos, onde ele parecia que

19:14

tinha 70, mas estava ainda bastante bem

19:17

e não precisava de ninguém, por exemplo,

19:19

para ir no banheiro, para ir comer, para

19:23

ir tomar banho, etc. Então, os

19:25

centenários sempre foram algo pelo meu

19:27

avô que me interessou e isso despertou

19:31

um grande interesse que levou a estudar

19:33

um pouco mais. E há um paradoxo nos

19:35

centenários que me fascina, porque se

19:38

ouve frequentemente dizer que os

19:39

centenários não têm inflamação, mas isso

19:41

não é exatamente assim, porque se vocês

19:43

medirem marcadores inflamatórios no

19:46

sangue de um centenário, você vai eh ver

19:49

que provavelmente estão elevados. Temos

19:52

vários estudos mostrando que centenários

19:54

apresentam marcadores inflamatórios

19:57

elevados. Então, pela lógica que eu

20:00

acabei de descrever até agora, essas

20:02

pessoas deveriam estar doentes e nem

20:04

sequer deveriam talvez atingir essa

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idade tão longeva. Mas a verdade é que

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não estão parecem resistir justamente às

20:12

doenças que a inflamação deveria causar.

20:15

e uma publicação recente nossa sobre o

20:20

sistema imund centenários de 2026. t

20:23

baixa referência, é só colocar esse

20:25

número no pubmed e vão encontrar, mas eu

20:28

depois vou passar ao Murilo, todos no as

20:31

pessoas que vão ao curso, todas vão ter

20:33

acesso a estas publicações que eu vou

20:36

vou vou eh facultar todas estas

20:39

publicações com parte da bibliografia

20:42

e eh aí nessa revisão de eh 2026

20:48

a aquilo que fica claro de acordo com a

20:52

avaliação das várias linhas de

20:55

evidência, é que apesar dos centenários,

20:57

vários deles terem de facto inflamação,

21:00

a inflamação dos centenários é

21:02

qualitativamente distinta. Então não é

21:04

apenas uma questão de quanto, mas de

21:07

como. E é aí que eu acho que muda todo.

21:10

Muda tudo. Então a hum mensagem é que

21:15

nos centenários eles não têm menos

21:18

inflamação, mas têm talvez inflamação

21:20

melhor regulada. Então, a razão entre

21:22

linfócitos CD4, CD8 está preservada,

21:26

está acima de um, tem menor expressão do

21:30

inflamaçoma NL RP3. Inflamaçoma é um

21:34

complexo proteico

21:37

que está em células imunitárias, que

21:40

pode ser ativado por vários fatores como

21:42

ácido úrico e vários outros e que pode

21:47

ativar uma resposta inflamatória. E

21:51

vários centenais parecem ter menor

21:53

expressão deste inflamatoma. Por outro

21:56

lado, tem uma autofagia

21:59

preservada. Isso também é muito

22:01

importante para evitar consequências

22:03

adversas de um estado inflamatório

22:06

crónico. E tem uma razão, TH17

22:11

Treguladoras, ou seja, células TH17,

22:14

linfócitos TH17 são proinflamatórios,

22:17

estão envolvidos na autoimunidade.

22:19

Linfócitos Treguladores são

22:21

anti-inflamatórios e estão envolvidos na

22:23

tolerância imunológica. Então, em várias

22:26

doenças autoimunes, você vê uma razão

22:28

TH17 T reguladoras mais alta. Nos

22:33

centenários você vê essa razão mais

22:35

baixa. Então tem um fenotipo secretor

22:38

anti-inflamatório que se sobrepõe ao

22:41

inflamatório. Então o nosso organismo,

22:43

aliás, o organismo dos centenários,

22:45

mantém a capacidade de responder, mas

22:48

parece evitar o dano colateral. E a

22:51

pergunta que eu coloco é como é que se

22:53

chega então a isso? E a resposta tem um

22:57

nome que é a imunobiografia.

23:00

Então, a vida grava a regulação imune.

23:03

Estamos falando de um conceito que

23:07

inclui a soma das exposições de uma vida

23:10

inteira. Estamos falando de infecções,

23:13

da dieta, de stresses metabólicos que

23:17

vão gravando aos poucos o modo como o

23:19

sistema imune se regula e isso fecha o

23:23

círculo. Então isto fecha o circo com o

23:26

expossoma do início. Então no

23:28

centenário, essa biografia

23:31

imunológica, essa imunobiografia

23:33

não termina em disfunção, termina em

23:37

calibração adaptativa. Então, a

23:39

inflamação que eles carregam

23:42

de facto tem, vários têm, mas não parece

23:47

levar à patologia porque talvez por essa

23:52

calibração adaptativa que eu mencionei

23:54

anteriormente. Agora deixem-me mostrar a

23:57

assinatura disso na autoimunidade. E

24:00

aqui está outro achado dos centenários

24:03

que muito me intriga. Então, os

24:05

centenários frequentemente, que é o que

24:07

vocês veem aqui do lado esquerdo, têm

24:09

autoanticorpos circulando. Então, quando

24:11

você tem autoanticorpos, significa ter

24:13

anticorpos contra estruturas,

24:15

maioritariamente proteínas do seu

24:18

próprio organismo. E isso é o que pode

24:20

levar a uma doença autoimune. No

24:23

entanto, a doença autoimune clínica nos

24:26

centenares parece ser rara. Então eles

24:29

têm autoanticorpos, mas não parecem

24:31

desenvolver doença autoimune. Então

24:34

estamos falando de uma assinatura

24:35

invertida em relação ao que esperamos

24:38

com a idade. E os nossos dados

24:41

proteómicos, então fizemos uma avaliação

24:44

proteómica mostram que nesses indivíduos

24:47

eles têm menos autoimunidades e uma

24:50

resposta tumoral preservada. Então o que

24:52

é que os protege? E a resposta parece

24:55

estar em duas proteínas chave. Quando

24:58

nós mapeamos inicílico a redes de

25:01

proteínas ligadas à autoimunidade no

25:04

sangue dos centenários, dois

25:06

protagonistas emergem. Primeiro que

25:08

vocês veem no centro, a laranja que é a

25:10

albumina, então que é a proteína mais

25:12

conectada de toda a rede, o grande hubby

25:16

e que está elevada nesses indivíduos. E

25:18

sabemos que a albumina tem um papel

25:20

protetor reconhecido em várias doenças

25:22

autoimunes. E o segundo é um bloco de

25:25

várias proteínas, não é apenas uma

25:27

única, é o segundo protagonista que é o

25:30

bloco do sistema complemento aqui

25:33

representado por oito proteínas. Então,

25:36

não estamos falando do complemento

25:38

desenfreado, mas sim do comprimento

25:40

regulado. Então, além da questão da

25:42

barreira intestinal, sobre a qual já

25:45

falaremos um pouco mais à frente, temos

25:48

também aqui esta assinatura molecular

25:51

compatível com tolerância preservada,

25:54

onde temos a albumina protetora no

25:56

centro e o complemento regulado ao

25:59

redor, ou seja, uma rede que

26:02

plausivamente parece ajudar a manter a

26:05

autoimunidade sob controle, mesmo na

26:08

presença, como eu mencionei antes, dos

26:10

autoanticorpos.

26:11

Então

26:13

aqui o que isto pode estar sugerindo é

26:17

que temos aqui uma tolerância

26:19

preservada, mas falta outro grande

26:23

contribuinte para essa tolerância, que é

26:26

aquilo que eu mencionei anteriormente, a

26:28

barreira. E aqui vocês estão vendo a

26:32

zunulina, que é uma proteína que quando

26:35

estimulada, quando a sua secreção é

26:37

estimulada e ela é secretada por células

26:40

intestinais, vai desmontar

26:43

reversivelmente às junções firmes do

26:46

intestino, às junctions. Isso podes

26:48

levar então um aumento da permeabilidade

26:51

que podes deixar passar do intestino

26:55

para a circulação vários antígenos,

26:57

entre eles os lips, os lipopóis

27:00

saacaridos que vocês veem aqui no centro

27:03

que estão presentes na paredes de

27:06

bactérias grã negativas que temos no

27:08

nosso intestino. E estes LPS podem se

27:11

ligar a receptores do tipo tol, os

27:14

receptores tolai que estão receptores do

27:16

tipo tol em células imunitárias e

27:19

acender, digamos assim, à inflamação, o

27:22

que pode, quando isto é crónico, a levar

27:25

a um processo inflamatório crónico,

27:28

sistémico e de baixo grau. E o que é que

27:31

nós encontramos quando medimos zonolina

27:35

e LPS nos centenários? Estes são dados

27:39

eh já de um dados já meus antigos, 2018,

27:43

publicados numa revista de

27:46

envelhecimento.

27:48

E o que fizemos foi medidolina e LPS em

27:53

centenários livres de doença e comparar

27:55

com jovens que tiveram infarto precoce

27:59

ou com controle jovens saudáveis. E você

28:02

vê aqui claramente do lado esquerdo,

28:04

então os centenários estão à laranja.

28:07

Você vê aqui do no lado esquerdo que a

28:11

zonolina circulante nos centenários é

28:15

claramente mais baixa do que nos jovens

28:20

que tinham um infarto precoce e o mesmo

28:24

se observa também para os LPSs. Então,

28:29

traduzindo isto, os centenários parecem

28:31

ter uma barreira intestinal mais íntegra

28:34

e menos endotoximia. Mas estamos falando

28:36

mais uma vez de centenários livres de

28:38

doença. Existem alguns centenários que

28:40

não estão livres de doença, mas

28:43

normalmente o fenotipo das doenças dos

28:45

centenários costuma ser mais moderado do

28:50

que indivíduos mais jovens que não

28:52

conseguem atingir essa idade, idosos

28:55

mais jovens. Então, como eu eh mencionei

29:00

nos centenários, parece que a barreira

29:04

estaria mais íntegra. Então, tendo uma

29:07

barreira mais íntegra nos centenários e

29:10

uma imunidade mais regulada, como eu

29:13

mencionei, a questão da albumina, do

29:16

sistema complemento e da tolerância

29:17

imunológica, isso poderia explicar

29:20

porque é que centenários têm, por

29:21

exemplo, autoanticorpos, mas não

29:23

desenvolvem doenças autoimunes

29:26

no mesmo grau que desenvolvem outras

29:29

pessoas mais jovens. E, por outro lado,

29:33

porque é que centenários têm inflamação

29:34

também? E isso não parece levar às

29:39

mesmas doenças que observamos em pessoas

29:43

mais jovens.

29:45

Então aqui estamos vendo este eixo

29:48

protetor dos centenários.

29:51

Então, a minha hipótese e agora já

29:54

fazendo a transferência

29:56

para a síndrome de ativação mastocitar e

29:59

aqui estou falando de uma hipótese

30:01

especulativa que eu nunca encontrei

30:04

evidência sobre a sinergia, a ativação

30:06

mastocitária em centenários. Não sei

30:09

sequer se isso foi estudado. Eu não

30:10

encontrei publicações científicas sobre

30:13

isso. Então é uma hipótese baseado no

30:16

que eu conheço da literatura sobre a a

30:18

síndrome de ativação mais citar

30:21

intolerância à histar

30:28

incluindo também a minha própria linha

30:31

de pesquisa.

30:33

Então, a minha intuição é que o mesmo

30:35

eixo que protege o centenário, então

30:37

esta barreira mais íntegra, mais a

30:40

imunidade

30:42

regulada, talvez seja exatamente o eixo

30:45

que se altera, se desregula na síndrome

30:49

de ativação mastocitária, que é o que

30:50

está do lado direito, e na intolerância

30:53

à estamina.

30:54

Então,

30:56

se os centenários, então vamos imaginar

30:59

que os centenários

31:00

funcionam como modelo inverso de

31:04

ativação mais tocitária. É como se fosse

31:06

um espelho. Então, de um lado do

31:08

espelho, nós temos a regulação, então, a

31:11

barreira preservada,

31:14

o temos temos uma barreira preservada,

31:17

mas tócitos que não estão sobreativados,

31:20

não são sobre reativos e têm uma

31:24

estamina que é degradada quando tem que

31:26

ser degradada. Do outro lado vocês têm a

31:30

desregulação, por isso é que falamos no

31:32

espelho, no inverso, como vocês sabem

31:33

que vocês veem no espelho é uma imagem

31:36

inversa. Então, tem uma barreira

31:38

comprometida,

31:40

tem mastócitos

31:43

hiperreativos e tem estamina em excesso.

31:48

Então, os centenários mostrariam aquilo

31:51

que na SAM ocorre de maneira inversa.

31:56

Claro que isto é uma especulação, então

31:59

mais é algo que dá que pensar porque de

32:02

facto chegar a centenário com síndrome

32:05

de ativação mastocitária ou

32:07

entonaristamina é algo que eu vejo como

32:09

muito pouco provável. E o que é que isto

32:13

tudo nos faz concluir? Então, sabemos

32:19

que primeiro deveríamos pensar em apoiar

32:23

a integridade da barreira. Segundo

32:26

lugar,

32:28

influenciar os vários fatores que fazem

32:31

parte do expossoma, não só a dieta, mas

32:34

fatores do estilo de vida e outros,

32:36

como, por exemplo, a exposição a vários

32:39

poluentes e trabalhar. Existem também

32:42

estratégias nutricionais nesse sentido

32:44

para restaurar ou melhorar a tolerância

32:47

imune.

32:49

E

32:51

isto pode se extrapular para então esta

32:56

síndrome de ativação mastocitária, como

32:59

eu mencionei. Mas ainda assim é

33:01

importante mais uma vez eu reforçar que

33:03

isto é especulativo.

33:05

Então isto para a síndrome de ativação

33:08

mastocitária sugere que, como eu

33:11

mencionei, cuidar da barreira intestinal

33:14

e cuidar dos fatores que são fatores do

33:18

expossoma,

33:20

poderia

33:22

ter um papel importante, não só para a

33:25

longevidade, não só para a prevenção das

33:27

principais doenças nativas crônicas, mas

33:30

também para a síndrome de ativação mais

33:31

tocitária. E olhar também para a

33:36

literatura sobre centenários poderia

33:38

também nos ajudar, porque poderia

33:40

oferecer alvos regulatórios a estudar. E

33:43

em terceiro lugar, talvez a estamina e a

33:46

tolerância imunológica conversem mais do

33:48

que imaginamos. E neste curso que o meu

33:52

grande amigo Muril Pereira está

33:53

organizando, vocês vão ouvir falar mais

33:56

sobre histamina e sobre tolerância

33:58

imunológica.

34:00

Então, para concluirmos,

34:03

em primeiro lugar, nós temos o

34:05

expossoma, que esculpe a barreira e a

34:09

imunidade e isto é modificável. Depois

34:11

nós temos os centenários como modelo de

34:14

regulação

34:16

e que resistem por isso e não porque têm

34:20

apenas menos inflamação. E em terceiro

34:23

lugar, e esta é uma hipótese minha, eu

34:25

proponho que os centenários são um

34:28

espelho invertido da síndrome de

34:30

ativação mastocitária.

34:32

E isto poderia então nos ajudar a chegar

34:37

a mais conclusões sobre como atuar em

34:41

pacientes que têm esta condição. E nesse

34:44

sentido eu passo então a bola, como se

34:47

costuma falar aqui, ou bastão, ao meu

34:49

grande amigo Muril Pereira para falar um

34:51

pouco mais com vocês sobre isto, mas

34:53

estou aqui ainda ao dispor para qualquer

34:56

pergunta que tenham. Muito obrigado, foi

34:58

um grande prazer,

35:00

>> Pedrão. Muito obrigado. Primeiro, né,

35:02

mais uma vez agradecer toda essa conexão

35:04

que você fez com a sua linha de pesquisa

35:07

e tudo que pode estar envolvido nessa

35:11

doença emergente, podemos chamar assim,

35:14

de diagnóstico agora médico e um olhar

35:18

da gastroenterologia que passa a prestar

35:21

atenção nas desordens funcionais

35:23

intestinais para a síndrome de ativação

35:25

mastocitária, a intolerância estamina, a

35:29

síndrome de desautonomia ou até mesmo

35:31

Erlingens danos e tudo isso está

35:33

interconectado e a gente não tem

35:35

absolutamente nenhuma dúvida, Pedro, que

35:38

existe sim uma relação com a integridade

35:42

do epitélio intestinal, né? Tem artigos,

35:44

inclusive que mostram que essa

35:46

degranulação mastocitária pode ser

35:48

oriunda de eh células intestinais

35:50

previamente lesionadas por alimentos mal

35:53

digeridos e essa degranulação

35:55

mastocitária por alimentos mal digeridos

35:57

em células previamente lesionadas gera

36:00

essa liberação da estamina. A estamina

36:01

acaba aí concomitante, com todo um

36:04

liqugut formado, gerando uma ativação eh

36:08

de liberação da estamina e a estamina

36:10

atuando no receptor lá específico H1,

36:13

dos feixes nervosos entéricos,

36:14

promovendo uma percepção de dor devido à

36:16

abertura do canal iônico TRPV1. Então

36:19

assim, cara, existe muita plausabilidade

36:21

em tudo que a gente tá falando. E quando

36:23

você traz essa conexão com os

36:25

centenários, que é sua área de pesquisa,

36:27

a sua área de estudo, a autoimunidade,

36:29

isso só abrilhanta cada vez mais a nossa

36:32

formação. Nós tivemos aqui em média eh

36:36

400, 390, 395, 400 pessoas ao vivo ao

36:41

meio-dia em Brasília. Isso paraa gente é

36:43

um número realmente muito expressivo.

36:45

Pedro, mais uma vez muito obrigado.

36:47

Obrigado pelo carinho. Quero que você

36:49

também coloque para nós aqui o que que é

36:51

o futuro, o que que tá por vir aí de

36:52

Pedro Bastos nas publicações, no estudo

36:55

da autoimunidade. Tenho certeza que você

36:57

tem muitos fãs aqui no Brasil. E durante

37:00

a aula nós deixamos aqui o chat do

37:03

YouTube aberto e várias pessoas

37:04

colocaram aqui a satisfação. Recebi já

37:07

mensagem no privado de elogio para sua

37:09

abordagem. Então, deixa para nós aí o

37:11

que que está por vir aí de artigos

37:13

publicados, de cursos, que que Pedro

37:15

Bastos tem para nós no futuro bem

37:17

próximo.

37:18

>> Muito obrigado, amigo. Muito obrigado e

37:20

muito obrigado a todos vocês pelo

37:21

carinho, pelo feedback. Eu agradeço

37:24

muito. Então, eu agora tenho uma

37:27

publicação que tá quase para sair eh

37:30

sobre a saúde cardiovascular de

37:33

centenários, porque um dos temas que me

37:36

interessa também muito é a saúde

37:38

cardiometabólica. É outro dos meus temas

37:40

de interesse. Eh, como vocês sabem, as

37:43

doenças cardiovasculares são a as

37:45

doenças que mais matam e muitas vezes

37:47

nós nos esquecemos disso. pensamos numa

37:50

série de outras doenças, esquecemos

37:53

daquelas que são as principais e eh

37:57

sabemos que a prevenção é claramente

38:00

possível. Existem vários fatores de

38:03

risco que são modificáveis. Então esse

38:05

também é um dos temas que me interessam

38:07

muito. E então temos agora uma

38:08

publicação sobre centenários que vai

38:10

sair em breve. Espero que saia já no no

38:12

próximo mês. Talvez eu tive já ontem

38:16

recebi as figuras da editora para ver o

38:19

os erros, que tem sempre algum erro,

38:21

obviamente. E a minha eh a minha toque,

38:25

o transtorno [risadas]

38:27

compulsivo ajuda nisso, porque eu não

38:29

sei porque eu encontro sempre erros eh

38:32

mesmo naquilo que eu faço, eu eu me foco

38:34

mais nos erros do que nas coisas bem

38:36

feitas. [risadas]

38:37

Eh, então é bom para isso. E depois

38:39

disso nós temos trabalhando com o grupo

38:41

com o qual trabalho, é um grupo de da

38:43

Universidade de Madrid. Neste caso, nós

38:45

estamos trabalhando

38:48

em várias outras publicações sobre

38:51

inflamação associado ao envelhecimento,

38:53

sobre inflamaging. Então, temos três

38:55

papers sobre isso, nos quais estamos

38:57

trabalhando. Um é sobre o exposoma,

39:00

outro é sobre inflammagem em

39:01

centenários. falar um pouco mais sobre

39:03

esta hipótese que eu falei aqui. Eles

39:04

têm inflamação, mas porque é que não têm

39:06

as doenças associadas, por exemplo? E

39:09

depois temos alguns estudos também sobre

39:12

centenários relacionados com o sistema

39:14

imune, relacionados com a microbiota

39:15

também, eh, e relacionados com a

39:18

genética também. Ou seja, agora o que

39:20

nós estamos muito interessados é uma

39:22

coisa é você chegar a centenário. Agora

39:24

o nosso próximo interesse é saber como é

39:27

que você chega de centenário a super

39:29

centenário. Ou seja, as pessoas que

39:31

chegam a 110 anos ou até passam os 110

39:34

anos. São obviamente muito poucas, mas e

39:39

são mesmo muito poucas, mas existem. E

39:42

nós queremos saber o que é que essas

39:43

pessoas têm de especial, porque entre

39:45

aspas chegar centenário já não é tão

39:47

especial assim. Cada vez vamos tendo

39:49

mais, mas eh passar disso e chegar então

39:53

a super centenário, aí sim é que está eh

39:56

algo realmente inédito. Então queremos

39:59

que estudar isso. É o próximo passo

40:00

agora.

40:01

>> Fantástico. Fantástico, meu amigo. Muito

40:03

obrigado, gente. Muito obrigado a todos

40:04

que estão aqui. Muito obrigado a todos

40:06

que participam da jornada ABNG de

40:09

conscientização das doenças funcionais

40:12

intestinais, síndrome de ativação

40:13

masocitária, intolerância à estamina.

40:15

Essa foi a nossa contribuição do dia de

40:17

hoje, gratuita para todos vocês. E se

40:20

fizer sentido para você fazer parte da

40:22

certificação com mais de 60 horas de

40:26

capacitação direcionada para desordens

40:28

funcionais intestinais com tratamento a

40:30

quatro mãos, o tratamento médico, o

40:32

tratamento nutricional, venha fazer

40:35

parte, aciona aí o nosso pessoal vai

40:37

mandar o link para vocês e aqueles que

40:39

fizerem adesão à certificação até o dia

40:43

20 poderão participar ao vivo da

40:47

gravação do curso. com o Dr. Pedro

40:50

Bastos e comigo estarei simultaneamente

40:53

durante a aula e à disposição de vocês

40:56

para tirar todo e qualquer dúvida ainda

40:58

nos bastidores da gravação do nosso

41:00

curso. Teremos gravação no dia 20 com

41:02

Pedro Bastos, dia 27 com Dra. Juliana

41:06

Carneiro e Dra. Karine Petri e no dia

41:08

20, no dia 3 de agosto com Dra. Raíça e

41:12

depois todas as aulas serão ao vivo nas

41:15

quartas-feiras, nos meses de setembro,

41:18

outubro e novembro. Três meses de

41:21

encontros semanais com a certificação

41:24

pela ABNG de mais de 60 horas. Muito

41:26

obrigado a todos. Obrigado pelo carinho.

41:28

Obrigado pela confiança. Pedrão, sem

41:30

palavras. Todas as mensagens aqui são de

41:32

agradecimento a você. Amei. Pedro é

41:35

ótimo. Pedrão Brilão. São férias demais.

41:37

Uma honra sempre. Parabéns, parabéns,

41:39

gratidão. Mensagens aqui da França,

41:42

mensagens de diversas cidades do país.

41:44

Pedro, muito obrigado, meu amigo.

41:46

Obrigado pelo carinho, obrigado pela

41:47

confiança. Um abraço na Carlinha aí. E é

41:50

isso, meu amigo. Obrigado, viu?

41:51

>> Muito obrigado. Grande abraço, amigos.

41:54

Muito obrigado. Obrigado.

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