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INTRODUÇÃO À FENOMENOLOGIA | HUSSERL | AULA 3 | EPOCHÉ E REDUÇÃO FENOMENOLÓGICA

21:24FrenchTranscribed Jul 4, 2026
0:00

Introdução a fenomenologia.

0:03

Aula 3. Epoque e redução fenomenológica,

0:09

o colocar entre parênteses.

0:12

Seja bem-vindo de volta à nossa jornada

0:15

em busca de compreender a fenomenologia.

0:18

Queremos entender as bases

0:21

epistemológicas

0:23

daquilo que faremos dentro de um

0:25

consultório ou em uma pesquisa. Na

0:28

primeira aula, nós mapeamos a crise das

0:32

ciências [música] e a nossa teimosa

0:34

atitude natural que nos faz engolir o

0:37

mundo como um dado óbvio e indiscutível.

0:41

Na segunda aula, quebramos o dualismo

0:44

cartesiano com o conceito de

0:47

intencionalidade,

0:48

compreendendo que a consciência não é

0:51

uma caixa fechada, mas um feixe

0:54

direcional. Toda a consciência é

0:56

consciência de algo. Mas agora nos

1:00

deparamos com um obstáculo metodológico

1:03

brutal. Se estamos mergulhados na

1:06

atitude natural e se a nossa consciência

1:09

está o tempo [música] todo colada aos

1:12

objetos do mundo por meio da

1:14

intencionalidade,

1:15

como é que nós podemos dar um passo para

1:18

trás para analisar esse processo de

1:21

forma puramente científica e objetiva?

1:25

Como podemos estudar a experiência sem

1:29

contaminá-la com as nossas crenças

1:32

prévias, com os nossos preconceitos

1:34

teóricos e com a nossa urgência em

1:38

diagnosticar?

1:39

É exatamente para resolver esse problema

1:42

epistemológico que Edmund Russell

1:45

desenvolve a sua ferramenta mais afiada,

1:48

mais exigente e, francamente mais

1:51

difícil de ser aplicada na prática. O

1:54

método da epoquê e da redução

1:58

fenomenológica.

1:59

Eu sou Jeferson Graim, estudante de

2:02

psicologia e seu melhor amigo na busca

2:06

pelo conhecimento da ciência da

2:08

psicologia [música] em suas várias

2:11

faces. E essa é a nossa aula três.

2:15

Prepare-se para aprender a colocar o

2:18

mundo entre parênteses. O problema do

2:21

ponto de partida. Para nós estudantes de

2:25

psicologia, a formação acadêmica muitas

2:28

vezes funciona como um acúmulo de

2:31

lentes. No primeiro semestre, colocamos

2:34

a lente da psicanálise e passamos a ver

2:37

recalques e atos falhos em tudo. No

2:40

semestre seguinte, colocamos a lente do

2:42

behaviorismo e começamos a analisar

2:45

contingências e reforços. Depois

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colocamos a lente da psicopatologia

2:50

clássica e passamos a enxergar critérios

2:54

do DSM5 caminhando pela rua. Essas

2:57

lentes são teorias e as teorias são

3:00

construtos científicos que tentam

3:03

explicar a realidade. O problema é que

3:07

quando o paciente senta na nossa frente,

3:09

[música] a nossa tendência imediata, ou

3:13

seja, a nossa atitude natural teórica,

3:15

[música]

3:15

é pegar a experiência daquela pessoa e

3:18

enfiá-la a força dentro da caixa da

3:21

teoria que mais nos adaptamos. Nós não

3:25

ouvimos o paciente. Nós ouvimos a nossa

3:28

própria teoria sendo confirmada pela

3:32

fala dele. Russell percebeu que a

3:34

ciência do seu tempo sofria desse mesmo

3:37

mal. Os cientistas partiam de

3:40

pressupostos não questionados.

3:43

Para que a fenomenologia fosse uma

3:45

ciência rigorosa, uma ciência das

3:48

essências e idética, ela precisava de um

3:53

ponto de partida livre de

3:55

pressuposições.

3:57

Mas como você esvazia a mente de todos

4:00

os pressupostos?

4:01

Como você apaga a sua história, a sua

4:04

cultura e os seus anos de faculdade? A

4:07

resposta curta e direta de Russell é:

4:11

você não apaga, você suspende.

4:15

Apoque, a suspensão do juízo. A palavra

4:20

epoque não foi inventada por Rússia.

4:25

Ela vem do grego antigo e era utilizada

4:28

pelos filósofos céticos pirônicos. Para

4:32

os céticos clássicos, como a verdade

4:36

absoluta era inatingível, a única

4:39

postura sábia era a suspensão do juízo.

4:42

E por quê? Sobre todas as coisas para

4:45

alcançar a tranquilidade da alma.

4:49

Russell resgata esse termo, [música]

4:51

mas retira dele o caráter cético e

4:54

desistente. A epoque russeliana não é

4:58

duvidar que o mundo existe, não é achar

5:00

que tudo é uma ilusão, como no filme

5:03

Matrix. A epoque fenomenológica

5:06

é uma decisão metodológica, é um ato

5:10

volitivo, um esforço intelectual

5:13

deliberado de suspender a crença na

5:16

existência objetiva do mundo e das

5:19

teorias sobre ele. Vamos usar a metáfora

5:23

matemática que o próprio Russell, como

5:26

ex-matemático, adorava. A metáfora dos

5:29

parênteses. Imagine uma equação

5:32

algébrica complexa. Quando você coloca

5:35

uma parte dessa equação entre

5:37

parênteses, você não está apagando

5:40

aqueles números. Eles continuam lá

5:43

intactos. Mas ao colocá-los entre

5:45

parênteses, [música]

5:46

você os isola temporariamente para poder

5:50

resolver o resto da equação ou para

5:54

analisar a estrutura externa a eles. O

5:58

parêntese coloca fora de ação a operação

6:01

imediata daquele conjunto. [música]

6:03

Explicar a epoque fenomenológica

6:05

significa colocar o mundo empírico, a

6:08

atitude natural e as nossas teses

6:11

científicas. Entre [música] parênteses,

6:14

nós não negamos que a árvore lá fora

6:16

existe. Nós não negamos que a gravidade

6:19

puxa as coisas para o chão. Nós apenas

6:22

dizemos para os fins desta análise

6:26

fenomenológica,

6:27

eu não vou afirmar nem negar a

6:30

existência factual dessa árvore ou dessa

6:33

lei física. Eu vou suspender a validade

6:37

dessas teses. Eu vou neutralizar a minha

6:40

crença imediata nelas. Mas por que fazer

6:43

isso?

6:45

Porque ao suspender o juízo sobre a

6:48

realidade factual do mundo, o que sobra?

6:52

Sobra o fenômeno puro. Sobra a

6:55

experiência do mundo tal como ela se dá

6:58

na minha consciência. O desafio

7:01

acadêmico e não romântico da Epoque.

7:06

Aqui precisamos ser extremamente

7:08

rigorosos e combater uma visão

7:10

romantizada que assombra muitos

7:13

estudantes de psicologia. Muitos

7:15

confundem a epoque com empatia, com

7:19

ouvir de coração aberto ou com algum

7:21

tipo de meditação zem budista onde vocês

7:25

vaziamente. Não é nada disso. A epoque é

7:28

um trabalho intelectual árduo, é uma

7:31

vigilância epistemológica constante.

7:34

Esvaziar a mente é impossível e não é o

7:38

objetivo da fenomenologia. O objetivo é

7:41

a neutralização

7:43

da tese da atitude natural. Pense na

7:46

prática clínica. Quando um paciente

7:50

relata algo, aque exige de você uma

7:53

disciplina mental férrea. Requer que

7:56

você observe ativamente os seus próprios

8:00

preconceitos, as suas próprias

8:02

categorias diagnósticas pipocando na sua

8:05

cabeça e diga a si mesmo: parênteses

8:08

nisso. Não se trata de ignorar o seu

8:11

conhecimento de psicopatologia.

8:14

Trata-se de não permitir que esse

8:17

conhecimento atue como um filtro

8:20

distorcedor [música]

8:21

no exato momento da apreensão da

8:24

experiência do outro. Você suspende a

8:28

validade da teoria para que o fenômeno,

8:31

o relato, a angústia, a dor, o gesto

8:35

possa se mostrar exatamente como ele é,

8:39

a partir de si mesmo e não a partir do

8:42

que você acha que ele deveria ser.

8:46

A redução fenomenológica, o retorno à

8:50

consciência. Muitas vezes, epoque e

8:53

redução fenomenológica são usadas como

8:56

sinônimos. Mas para termos precisão

8:59

acadêmica, [música] precisamos entender

9:02

a diferença entre as duas. A epoque é o

9:06

movimento negativo. O ato de suspender,

9:09

de barrar a atitude natural é o colocar

9:13

entre parênteses. Já a redução

9:15

fenomenológica é o movimento positivo

9:19

que se segue aque

9:21

recondução do latim reducere, conduzir

9:26

de volta do olhar. É a redução do olhar.

9:31

Uma vez que eu suspendi o mundo exterior

9:34

como o fato objetivo, aque para onde eu

9:37

olho? Eu conduzo o meu olhar de volta

9:41

para a consciência intencional, para o

9:44

modo como esse mundo se apresenta para

9:47

mim. A redução fenomenológica é a

9:50

passagem da atitude empírica para a

9:52

atitude fenomenológica transcendental.

9:56

é o ato de restringir a minha análise

9:59

puramente à esfera da consciência

10:02

doadora de sentido. Vamos traduzir esse

10:06

vocabulário denso de ideias para um

10:09

exemplo clínico, porque é isso que nos

10:12

interessa enquanto futuros psicólogos.

10:16

Vamos essa aplicação clínica. A epoque

10:20

no consultório. Imagine a seguinte

10:22

situação. Você está no seu estágio

10:25

clínico supervisionado. Entra um

10:27

paciente que relata com evidente

10:29

sofrimento que está sendo perseguido

10:32

pelos vizinhos. Ele afirma que os

10:35

vizinhos instalaram câmeras invisíveis

10:38

nas tomadas do apartamento dele e que

10:41

acompanham todos os seus passos.

10:45

A reação na atitude natural sem a EPOQ

10:48

seria: [música]

10:49

o estudante de psicologia focado no

10:52

modelo médico objetivista aciona

10:55

imediatamente seus conhecimentos

10:57

prévios. [música] Ele avalia o relato

11:00

com a régua da realidade objetiva.

11:03

Primeiro, fato objetivo. Não existem

11:06

câmeras invisíveis em tomadas. Segundo a

11:09

conclusão, o paciente está desconectado

11:12

da realidade objetiva. Terceiro, ação,

11:16

enquadrar o relato como um delírio

11:19

persecutório, provavelmente

11:21

esquizofrenia, paranoide, e focar no

11:24

manejo do sintoma psiquiátrico. Nessa

11:27

atitude, o conteúdo do que o paciente

11:30

diz perde totalmente o valor como

11:33

experiência humana. A fala dele é

11:36

tratada apenas como um sinal de uma

11:40

máquina cerebral com defeito. Você não

11:43

investiga o ser perseguido, você

11:46

investiga o erro de percepção, [música]

11:49

a reação na atitude fenomenológica.

11:52

Então vamos ao aí analisar esse caso

11:55

clínico com a hipoque e redução

11:58

fenomenológica.

12:00

Agora vamos então aplicar esse método

12:02

rigoroso de Russell. Primeiro, através

12:05

da epoque, você coloca a questão da

12:08

existência factual das câmeras

12:10

invisíveis, entre parênteses. Você, como

12:14

psicólogo fenomenólogo, simplesmente não

12:17

se importa se as câmeras são fisicamente

12:20

reais ou não. Você suspende o seu juízo

12:23

sobre a materialidade do fato. Você

12:26

também coloca, entre parênteses, o

12:28

conceito prévio de esquizofrenia.

12:30

[música] Você suspende o manual

12:32

diagnóstico e com a redução

12:35

fenomenológica, o que sobra quando você

12:38

suspende a realidade física e a teoria

12:41

[música] médica? Sobra o fenômeno da

12:44

perseguição, tal como ele é vivido pela

12:47

consciência daquele sujeito. Sobra uma

12:50

experiência autêntica, innegável e

12:53

aterrorizante de ser vigiado, invadido,

12:56

destituído de privacidade, transformado

12:59

em objeto do olhar alheio constante. A

13:03

partir desse momento, a sua investigação

13:06

clínica muda de rumo. Em vez de

13:08

perguntar como provo para ele que as

13:11

câmeras não existem, você passa a

13:14

investigar fenomenologicamente

13:16

como é estruturado esse mundo onde a

13:19

privacidade não existe. Qual é o sentido

13:22

de ser constantemente o alvo do olhar do

13:25

outro? Como esse eu se experimenta

13:30

diante de uma ameaça onipresente? A

13:33

redução fenomenológica permite que você

13:36

avalie a experiência do paciente sem

13:39

precisar validar a realidade material do

13:43

delírio. Para a consciência dele, o

13:45

estar perseguido é um fenômeno 100%

13:48

real. [música] E é com esse fenômeno

13:50

real, com essa doação de sentido

13:53

estruturada pelo terror que você vai

13:56

trabalhar terapeuticamente.

13:59

A desconstrução do eu empírico. Um ponto

14:02

fundamental da redução fenomenológica

14:05

que Russell nos traz é que não

14:08

suspendemos apenas o mundo externo. Nós

14:12

temos que colocar nós mesmos, entre

14:15

parênteses, mais especificamente o nosso

14:18

eu empírico. Mas quem é o eu empírico?

14:23

Sou eu, estudante de psicologia, com meu

14:25

CPF, minha história de infância, meus

14:28

traumas, meus boletos para pagar, minha

14:31

fome às 11 da manhã, minhas preferências

14:34

políticas e religiosas. Se eu vou tentar

14:37

compreender a experiência intencional

14:40

[música]

14:40

pura, eu não posso deixar que o meu eu

14:43

empírico contamine a análise. Quando

14:46

fazemos a redução, Russell diz que

14:49

chegamos ao eu transcendental, [música]

14:53

uma estrutura pura de consciência que

14:56

apenas observa e descreve o fenômeno.

15:00

Obviamente, na prática clínica diária,

15:03

alcançar um eu transcendental absoluto é

15:07

uma utopia. E pensadores posteriores

15:10

como Merl Ponti criticarão Russel

15:14

justamente por isso, argumentando que a

15:17

redução completa é impossível, pois

15:20

estamos irremediavelmente

15:23

enraizados no mundo e no nosso corpo.

15:26

Apoque perfeita seria como tentar puxar

15:29

a si mesmo para cima, segurando pelos

15:32

próprios cabelos. Contudo, como

15:35

horizonte metodológico, como esforço

15:38

ético e acadêmico, a proposta de Russell

15:42

é indispensável. Ela nos obriga a criar

15:46

um observador interno durante os

15:49

atendimentos. Enquanto o paciente fala,

15:52

uma parte do psicólogo está prestando

15:54

atenção à própria escuta. [música]

15:57

Essa conclusão que eu estou tirando vem

15:59

do fenômeno que ele me apresenta ou vem

16:01

da minha própria ansiedade em fechar um

16:04

caso? vem da minha identificação pessoal

16:07

com a dor dele. A EPQ, portanto, exige

16:11

uma higiene epistemológica constante. É

16:14

o ato de limpar as lentes repetidamente

16:18

a cada sessão, a cada frase do paciente.

16:22

A conquista [música]

16:23

da descrição pura. Quando conseguimos

16:26

executar a epoque e a redução

16:28

fenomenológica com rigor, nós alcançamos

16:31

o prêmio metodológico da fenomenologia,

16:35

que é [música] a capacidade de realizar

16:38

uma descrição pura do fenômeno. Na

16:41

psicologia tradicional, nós

16:43

frequentemente explicamos antes de

16:46

descrever: "Se um adolescente chega

16:49

relatando tédio extremo e agressividade,

16:53

a psicologia explicativa pula

16:55

imediatamente para causas. é a

16:58

testosterona, é a falta de limites

17:00

paternos, é o mecanismo de defesa. A

17:04

fenomenologia

17:05

proíbe a explicação causal na primeira

17:08

etapa do trabalho. Ela nos impõe a regra

17:11

de ouro, voltar à coisas mesmas,

17:15

descrever com precisão milimétrica as

17:18

características daquele fenômeno do modo

17:21

exato como ele se doua a consciência.

17:24

Como esse tédio é sentido no tempo? Ele

17:28

acelera as horas ou as congela? Como

17:31

esse tédio altera a percepção espacial

17:34

do adolescente sobre o próprio quarto.

17:37

Essa descrição só tem validade

17:39

científica no sentido fenomenológico,

17:42

porque o método dos parênteses garantiu

17:45

que não fomos nós que injetamos essas

17:48

respostas no fenômeno. Essa aula foi

17:51

fantástica, [música] mas o que fizemos

17:54

aqui não foi poético, foi cirúrgico. Nós

17:58

dsecamos o método que permite a

18:00

fenomenologia existir como disciplina

18:03

rigorosa. Aprendemos que para estudar a

18:06

consciência intencional precisamos

18:09

aplicar a epoque, colocando a existência

18:13

empírica do mundo e as teses teóricas,

18:16

atitude natural, entre parênteses. E

18:19

aprendemos que a redução fenomenológica

18:22

é o ato subsequente de direcionar nosso

18:26

foco analítico exclusivamente para a

18:29

esfera da consciência transcendental e

18:32

para a experiência vivida, o fenômeno.

18:36

Para nós estudantes e futuros

18:38

profissionais, isso significa aprender a

18:41

domar a nossa ânsia explicativa.

18:44

Significa suportar angústia de não saber

18:48

diagnosticar de imediato em favor da

18:50

ética de compreender a estrutura de

18:54

sentido do outro. Mas aqui reside a

18:56

nossa próxima grande provocação

18:59

intelectual, [música] a ponte para o

19:01

nosso próximo passo. Se nós colocamos um

19:04

mundo material entre parênteses, se

19:07

suspendemos as teorias, se isolamos a

19:10

nossa análise na esfera da consciência,

19:13

o que sobra dentro dela? A consciência

19:16

não é uma gosma indiferenciada.

19:19

Ela tem uma arquitetura. A experiência

19:21

tem uma anatomia rigorosa. Quando eu,

19:25

reduzido fenomenologicamente

19:28

observo um ato de ódio, um ato de

19:30

memória ou um ato de amor, eu descubro

19:33

que essa experiência é sempre vivida em

19:36

duas engrenagens inseparáveis. De um

19:39

lado, ação de focar a consciência, do

19:43

outro, [música] o conteúdo que é focado.

19:47

Na nossa próxima aula, aula quatro, nós

19:49

vamos abrir a caixa da intencionalidade.

19:53

Vamos aprender a dessecar qualquer

19:56

experiência psicológica usando os dois

19:59

bisturis mais precisos de Edmund

20:02

Russell. Prepare-se para a aula quatro.

20:06

No e Noema, o ato e o conteúdo. Nela

20:11

vamos descobrir que a forma como você

20:13

percebe o ato altera visceralmente

20:18

aquilo que é percebido, o conteúdo. E

20:21

como isso é a chave mestre para

20:24

desvendar qualquer sofrimento clínico.

20:28

Eu sou Jefferson Gren, estudante de

20:30

psicologia e seu melhor amigo na busca

20:33

pelo conhecimento profundo da ciência da

20:35

psicologia em suas várias faces. E essa

20:39

aula foi a aula três. Já convido você a

20:43

acessar a aula quatro, que está

20:46

fenomenal,

20:47

muito boa, o ato e o conteúdo. Está

20:50

gostando dessa aula? Está gostando dessa

20:53

série de estudos sobre a fenomenologia?

20:56

Percebeu já? Com certeza. Você percebeu

20:58

a importância da fenomenologia paraa

21:01

nossa prática clínica, [música]

21:03

independente da abordagem que venhamos a

21:06

escolher. Então, compartilha no seu

21:08

grupo de faculdade, envia para os seus

21:10

amigos, comente aqui abaixo, se inscreva

21:13

no canal e curta o vídeo. Beba uma água,

21:16

estique a coluna e vamos para a aula

21:19

quatro, o ato e o conteúdo.

21:21

>> [música]

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