Pod Falar - Banda Scribas
É isso aí, começando mais um Pode Falar aqui na Rádio Mídia. Assustamos todo mundo que estava naquele momento pensativo. Vai começar o programa, vai começar o programa, vai começar o programa e começou o programa. E hoje recebemos aqui
A banda Escribas, veio o Santiago, o Nicolas e o Bruno, ou Zóio, que a gente vai chamar ele de Zóio, que é como ele quer. Aí perguntei, mas por que Zóio? Nome de guerra, nome de guerra Zóio. E faltou aqui só o Júnior e o Gustavo, correto? Falei certo? Não repeti Gustavo não, né? Não, não repeti. Gente, bem-vindos ao Pode Falar, é um prazer conversar com vocês. Prazer é nosso. Recebê-los aqui, falar do trabalho, falar da história de vocês, que já tem história, né? Uma banda aí que já tem...
Segunda formação? Segunda formação já...
Deixa eu só ajeitar aqui. Isso. Ele até cortou o cabelo hoje pra vir aqui, né? Ele tomou banho. Eu tomei banho. Tomou banho, né? Não vamos falar do gel dele, tá? É só o sábado. É só o sábado. Tem que dar o glow up, né? É isso mesmo, isso mesmo. O jovem é tudo cheio de termos, assim, que a gente fala... O que é glow up? Glow up? É o que os tiktokers estão usando hoje em dia, né? O que significa? Ah, quando você dá tipo um...
Um up no visual. O Pedrão tá precisando dar, como chama? Grow up? Grow up. Você tá precisando, Pedrão. Você tá meio derrubado, filho. Você já ouviu falar em boiceta? Boiceta? É. Aquelas mulheres que parecem... Ah, sim, sim. A cara não parece boiceta? Aquelas coisas meio exóticas, assim? Eu nunca vi, mas eu imagino que... Eu ia te mandar um vídeo, você vai ver como que é. Eu ia imaginar que você é da igreja mesmo. De ser, queria dar um galó. Leite com pera. Fica vermelho, olha lá. Fica...
Gente, bem-vindos ao programa. Obrigado, mais uma vez. E o Estélio Pedrão, a gente fica muito feliz dessa oportunidade de conversar com vocês. Foi você que falou que o Pedrão encontrou com ele e falou do... Eu vejo ele todo dia, inclusive. Ah, é? É, eu trabalho no cartório. O que será que ele vai fazer no cartório, hein? Vamos lá. Protesto? Será que tem protesto no nome dele? Não, é a quantidade de imóveis que ele tem. E o cartório de protesto trabalha ou não? Trabalho, notas de protesto.
É protesto, o nome dele tá ferrado, ó. Tá explanando o cara aí, pra ele falar que não pode falar. Não, mas o nome aqui é empresário, fiuxa. Não dá bola pra torcida, não. Vambora, que esses dois aí, ó, cuidado, hein, meu. Cuidado que vocês são... Fala muito, principalmente a tia Zona aí, ó. A tia Zona. Tô bem, é tia Zona. Gente, vou falar do Escriba. Antes de tudo, por que esse nome Escriba? Enquanto vocês falam, eu vou pegar meu telefone ali, que eu quero acompanhar a conversa.
Fechou. Por quê? Os escribas eram os intérpretes da lei de Moisés, né? Então, assim...
Era o povo que trazia o conhecimento pro povo. Eram as pessoas que traziam o conhecimento pro povo. Então a gente, através da nossa música, quer trazer a mensagem de paz, a mensagem de amor, por meio do reggae, por meio dos outros estilos que a gente canta também, que a gente faz nesse mito. E o gospel, é gospel, né? Nunca pensaram em cantar? Ah, não, por enquanto não. Não? Não, não, não. Ele canta? Você canta na igreja? Eu cantava. E por que não mais? Ah, caminhos diferentes. Ah, agora que você tem banda, tudo, aí é o momento certo, não é? É.
Quem sabe, né? A gente toca o Rosa de Saron de vez em quando aí. É, tem um vídeo no Instagram lá, quem gostar. Tem um vídeo de Rosa de Saron. Ai, que maravilha! Não tem nada, a questão é referente à música gospel, ela muda, mexe com o estilo de vocês, porque tem tantos cantores que às vezes se tornaram agora cantores gospel e passam pra aquela situação de adaptação, até de rejeição do público, de alguma forma, né? É que assim, o reggae, ele é um estilo que fala muito de Deus também, né? Então,
Então não tem porque se prender ao título de gospel, ao título de reggae, ao título de rock. O reggae dá essa abertura pra gente. Se você pegar bandas grandes tipo Planta e Raiz, Mato Seco, por mais que as pessoas falam, não, Mato Seco é uma banda de, sei lá. Mas, se você pegar as letras, todas elas trazem uma pegada de Deus, assim, traz uma mensagem de Deus que seja...
Eu acho que é igual ele falou. George Harrison cantava o Sweet Lord lindo, maravilhoso. Uma coisa que você escuta aquilo é um poema. Pra mim, o Reggae era tudo maconheiro. Não, chegamos pra quebra. Bob Marley. Eu gosto, gosto muito do Bob Marley. Fala, só. Só, é bem pertinho, bem na frente. Puxa aí. Você vai escutar hoje e vai ver que não é só maconheiro. Você vai gostar da música. Então, mas vou fazer, vou falar uma coisa pra vocês. Não fazem mais música como antigamente. Hoje essas músicas tem senta-senta, não quer sentar.
Sentar num lugar... Que música... A gente toca sentada, mas não fala disso aí. Vou matar, não sei o quê. O pessoal adora isso. Eu acho tão feio essas músicas, né? Até induzem as pessoas. Não acho legal, não. Assim, é um ponto de vista, né? Mas música é momento. Você tá numa festa lá, você não vai colocar uma...
Um rock clássico lá pra você. Com certeza. Mas essas músicas induzem muitas crianças. Essas coisas de sentar, de outras coisas. Mas que eu não vou falar aqui. De droga, de matar a polícia. Isso não é legal, né? Isso não é legal nem pras crianças e nem pra ninguém. É o gosto, é a moda. Eu particularmente... Tô fora dessa moda. Tô fora daquelas músicas melancólicas, sabe? Que chora, você fica...
Cara, eu gosto também, sabia? A gente tava até falando essa semana que tem que fazer umas músicas mais animadas, né? Porque os dois compositores aqui é só melancolia. A música que o Pedrão gosta é aquele só homem com H. O Ney Batogrossi, né? Eu também gosto. Agora explica como que é a composição da banda, a função de cada um e os demais também. Diz aí pra nós. Eu toco bongo.
Toco bongô, chocalho... O que é bongô? Bongô é tipo um tamborzinho. É, o que o Jô tocava às vezes. Isso, exato. Esse mesmo. Toco bongô e canto.
O Zóio, ele toca violão, junto com o Juninho, que não veio hoje. O Zóio cuida mais da parte dos arranjos, ele cria bastante arranjos pra música. O que é arranjo pra música, quando a gente fala? Não é arranjo, não é de cabeça, não é de roupa, não é de nada. Arranjo pra música tem outra função, né? Fala aí, Zé. Explica aí, você que toca violão. Arranjo, basicamente, é a melodia.
Bem na frente aqui, Zóia. Bem na frente. Aí, abaixa aí. Então, é a melodia, né? É o corpo da música, praticamente. É igual uma composição. A gente começa criando o arranjo. Que é o jeito mais fácil, né? Porque se você criar...
escrever primeiro, depois você tem mais trabalho, vai ter que ir mudando a letra. Mas o arranjo é basicamente isso. É a melodia da música. E é aquilo que contagia quem escuta, quem tá ali pegando, que na verdade é a sonoridade que puxa a gente, depois é a letra que completa aquilo, né? É a isca, né? É a isca. E que coisa, né? Quando uma música é em inglês, eu choro.
É romântico. Você não tá entendendo nada pra ver como a música mexe com a alma da gente. Só terminando. Agora, você. Ele no violão e você? Eu sou compositor e cantor da banda também. Cantor. Tá no vocal. Toco teclado também, quando a música pede.
Os shots que a gente toca, ele toca um acordeãozinho no teclado ali. Bem legal. E ainda ficou... E o Gustavo? Percussionista. Então, toca o carrão, bateria. Cinco, então. Isso. Aí, tirando esse, tem os meninos do sopro também, que eles tocam a parte de... Ah, que legal, tem sopro. Aí tem o trompetista, né? O trompetista, o...
Trompetista e trombonista. E o trombonista, isso. Nossa, que legal, gente. Que estilo é besta. E são bem ecléticos e fora de toda a composição, diferente. Porque a banda, você pensa em bateria, guitarra, percussão, vocal, back vocal, mas não trompetista, aquela coisa toda. Eu tô achando que eles são muito calmos pra ter uma banda, sabe? Que nem a Estela, né? O Zóia entrando e você tá falando, quem que se chama Coelhinha, entendeu?
É só a cara dele mesmo. É difícil, né? Ele insiste. É só a cara dele. Não, ele tá falando mais dele do que você. Sabe velho maconheiro? É esse aí. Ah, Pedrão. Por favor, vai. A cara dos meninos. As meninas. Quando a gente fala em banda é um negócio mais agitado. O negócio é eles são caras.
Eu acho que ele tá querendo entrar pra banda. Com certeza. Vai dançar lá. É o coiteta da banda. Não vai entender nada. Ela é jovem ainda. Obrigada, viu, meu querido? Tá vendo? Aí o Gustavo, ele é o caçula da banda, né? Ele tem 17 anos. Sim.
E a gente pegou ele pra criar mesmo. A gente pegou ele pra criar. Que legal isso. E ele toca na fama de Atibaia. Então, assim, ele intercala entre nossos ensaios e os ensaios da fama. Ele é um baita de um músico. Ele toca um monte de coisa. Ele... A gente vai... Ele não precisa... Às vezes, ele não precisa nem de ensaio. Ele já pega de ouvido. E o legal é que os meninos que tocam hoje o trompete e o trombone...
Eles foram alunos dos outros integrantes da banda que tocavam com a gente na primeira formação. Então, meio que parece que uma coisa foi levando a outra, né? Tipo, parece que foi passando de geração e acho que isso é legal. Inclusive, o Gustavo, que é o percussionista, é aluno do nosso ex-baterista. Exatamente. Quanto tempo já faz que vocês têm a banda assim, isso?
Então, a primeira formação lá, 2017, 2018, mais ou menos, que a gente, primeira vez que a gente tem, tocava na escola. Quantos anos vocês têm? Eu tenho 27. 27 de acima. A gente começou a tocar na escola mesmo, a gente se apresentava nas apresentações da escola, a turma pedia pra gente, a gente ia e se jogava, né? Nos 20 anos.
Obrigado. É o glow up. É o glow up. Ele cortou o cabelo hoje por isso. Mas sabe o que dá pra sentir de vocês? Vocês gostam.
A gente ama. Quando os três estão falando, o olho brilha. Então, gosta de verdade. Claro, vocês têm outras funções, trabalham, porque a banda ainda vai, né? Eu tenho certeza que vai dar um boom, viu? Eu fico louca na cidade. Eu tenho que falar que eu não aguento. Prestigiar o nosso pessoal aqui. Tem que bolar alguma coisa. O festival de inverno, o inverno já está até acabando. Mas o festival de verão, não sei, alguma coisa.
coisa, prestigiar os meninos e não só vocês, como outras pessoas, outros artistas, não é, Cris? Lógico, lógico. Né, Pedrão? Sim. Abra a carteira, começa a patrocinar o pessoal também aí, pô. Antigamente tinha o Fera, festival de inverno, né? É, o Fera teve já no último ano, né? Mas...
É que as oportunidades, infelizmente, é uma panela, né? Infelizmente... Essa sensação que a gente tem. É uma panela e você... É difícil entender que aquela coisa... Vai lá, toca lá no meu evento, todo mundo vai te conhecer. Como chamam o fotógrafo, como chamam...
O profissional esquece que o dinheiro não é um ganho. É um reconhecimento pelo trabalho e dedicação, né? Porque o que você carrega de equipamento, o que você investe, a dedicação que você tem de ensaio. Vocês escrevem as próprias músicas, são músicas autorais, né? Então, pô, é uma dedicação. É quando você faz por aquilo que você gosta e quer mesmo, né? Porque hoje é muito mais fácil você tocar. Às vezes você pega...
A arte... Você canta outra música conhecida... E você acaba esquecendo... Quantos e quantos cantores começaram assim, né? Depois chegaram pra música autoral, né? Depois que escreveram a primeira música... Ou pegam já alguma coisa escrita de alguém... Vocês já iniciaram com essa... Já ali na fonte da coisa mesmo, né? Eu crio, eu faço...
E coloca estilos, né? Que isso que é essa... Isso é um desafio. Eu não sou uma banda de rock, uma banda de reggae. Eu sou uma banda que toca vários estilos, acredito eu. Que vocês me trouxeram aqui pra nós, né? Eu acho que o que a gente preza em fazer? A gente traz as músicas que o povo gosta de ouvir. Que são as músicas que já são estouradas, né?
Como Tim Maia, como as músicas clássicas, mais clássicas assim. E a gente acaba trazendo a nossa cara. Então, pra gente não chegar com as músicas autorais assim de cara, escuta nossa música, né? A gente vai jogando aos poucos, né? Fazer duas conhecidas, uma autoral, duas de uma autoral e vai assim, mesclando o repertório. Pra as pessoas começarem a olhar a gente com outros olhos, né? Tem gente que acompanha a gente desde a primeira formação, né? Sim.
Aquela moça lá do Instagram, ela acompanha a gente desde a primeira formação. E sempre está ali incentivando, sempre está curtindo nossos vídeos. Vocês estavam contando antes de a gente começar aqui que vocês eram o último a cantar num show, né? Sim, numa apresentação que a gente foi fazer. E todo mundo nervoso. Conta um pouquinho, fala disso, quando chegou, todo mundo em silêncio, mas estava esperando quem? Estava esperando vocês. Conta aí um pouquinho. A gente tem essa... A gente que está começando, né? Esse medo, nossa, será que vão gostar da gente? Será que o que eles vão falar da gente, né?
E várias outras pessoas foram se apresentar antes da gente. Já teve até banda que foram tocar antes da gente nesse evento. E todo mundo conversando, todo mundo dispersa aquela barulheira. A gente nervoso, os últimos a tocar. Subimos no palco pra passar um pouquinho do som ali rapidinho. Olhei pra frente, todo mundo quietinho, sentado, olhando, esperando a gente tocar. Que legal, hein? Ali eu vi que não é à toa, né? Tem alguma coisa de diferente aqui. E nesse dia foi um negócio muito louco, assim, porque um dia antes...
Quem ia tocar o saxofone falou pra gente que não ia. Verdade. A gente falou, meu, a gente ensaiou com o saxofone. Tipo, 90% das músicas vai ter o saxofone. Aí ele arrumou um rapaz que pegou a música de um dia pro outro. Quem chegou lá sem saber como é que ele tocava. A gente não sabia se ele tocava bem, se ele tocava mal. Foi basicamente no escuro. E a gente nervoso de dar errado, assim...
Aí a gente chegou lá, a gente viu o povo, sabe, esperando a gente pra tocar. Quando a gente começou a tocar, a turma começou a gravar, né? Cantar junto. Cantar junto. Nossa, isso foi uma maior vibe. Alguém gritou, toca, Raul? Ainda não, mas... Ainda não, pessoal. A gente se preparou. Toca, Raul, pra eles. Você falou, toca, Raul, e o pessoal fica... Eles ficam loucos da vida. É que é muito difícil, né? É difícil. Nossa, Raul... Pra cantar Raul tem que ser um desses aí. Como é que fala de Raul, né? Raul é...
eu achei que era uma alienígena na música vai lá e canta então, canta um pouquinho pra gente aqui do Raul toca Raul olha gente só vou dar aqui um abraço pra duas pessoas a Geni Sardinha tá mandando algum projeto novo ou lançamento por aí pergunta dela a gente tem a nossa música autoral no Paint aí pra lançar que é a música Aurora tá um pouco galera
Está em produção. Está em produção. A gente em parceria com o estúdio do Raul Sucena, né? Ah, grande Raul. Grande Raul, conhece? Do beijão Raul, conheço. Raul está com a gente. Ele está dando essa força, esse suporte para a gente aí na gravação da música. Está faltando, falta pouco. Essa música para estourar você precisa o quê? Um Faustão da vida? Precisava vir aqui divulgar.
Obrigado, né? Mas assim, porque você vem...
Dá trabalho pra poder estourar a música mesmo, pra poder... E, ó, tem outro recado aqui. A Lacerda também vai ter uma palhinha hoje. É o Juninho, é o Juninho. Claro que vai ter. Vai? Vai ter? E qual que é? Tá preparado aí. Tá preparado? Tem até umas músicas em primeira mão aí, autoral, que a gente não mostra pra ninguém. Quantas músicas autorais você já tem? Inúmeras, um caderninho cheio delas. Ai, que legal. O Santiago aí é o cara da... Eu e ele, a gente pegava...
Mas lá onde surge? Como é que vocês fazem? Estão aqui do nada, canto... A inspiração... São dois momentos que a gente cria a música. Posso falar? Dois momentos que a gente cria a música. Um quando começa o namoro e um quando termina. É verdade. Então é uma música de cor. Então todo mundo namora... Não, de cor não. É um amor bonito. A gente estava falando disso ontem. O...
o garçom que tava garçom com chamar ele não falcão não garçom gente pelo amor de Deus nessa mesa de bar não nessa mesa de barro né o rosto né o meu original do rosto cantava até em francês ele estava no dá uma vez na casa do Faustão ele puxou o piano
Camos cantar La Vie Rose no piano que todo mundo parou, parou, parou o evento todo. É uma coisa maravilhosa. Essa música é pega lá no fundo mesmo, né? E qual que é a fonte de você de inspiração? Quem são os artistas que vocês se inspiram? Quem são os músicos? Em primeiro lugar, acho que é o Armandinho, né, Bruno? Armandinho é o cara que me fez tocar minha primeira música.
Eu acho que fez eu escrever minha primeira música também. E entre outros, né? A gente traz pra nossa banda uma pegada muito... Charlie Brown. A gente se inspira muito. Foi esse cara aqui que trouxe. Ele trouxe o Charlie Brown pra gente. É Skank. Grande chorão. Skank é uma inspiração. Tanto é que o Skank faz o estilo da nossa música. Um rock, um reggae, tudo misturado, né? E eu acho que Armandinho foi o...
O primeiro lugar foi o Armandinho. O primeiro lugar foi o Armandinho. E as outras bandas foram vindo. Planta e Raiz, Mato Seco. Então a gente vai trazendo essa pegada pra nossa banda. Essa inspiração na hora de escrever. É igual ele falou, né? Quando a gente tá apaixonado, a gente traz... A gente traz um negócio, uma inspiração, né? A minha
A maioria das músicas que a gente trouxe foi nessa pegada. Ele vai, começa a escrever, eu complemento a música. E a gente está escrevendo outra. Vocês estão trocando de mulher? Não. Uma mulher só pode trazer várias inspirações. Mas é igual a gente estava conversando ontem. Ontem a gente deu uma passada aqui nas músicas e tal. Ele mostrou a composição.
E é igual eu falei pra eles, a composição é o dom mais doido que eu já vi, assim. Hoje eu tô enferrujado, mas Santiago sabe. Às vezes você tá num ônibus, alguma coisa assim, vem um pedaço de uma música na cabeça. É, porque quando a gente vê história de música assim, pelo que eu acompanho, os maiores compositores, os maiores famosos, são tudo meio que falta um pininho. Tudo, entendeu? Como Cazuza, como
o Renato Russo era um um compositor só que o cara é louco sim entendeu como você pega muito deles aí é um cara que me decepcionou aquele cara do é aquela banda do cara fazer assim que tinha língua para fora o que né que eu sonhar para mim esse cara se eu pegar eu e ele uma metade vai matar todo mundo não sabe o cara não bebe não fuma não cheira e lava a louça para mãe dele foi cara viado mano você olha no chão aquela língua lá para fora e disse que o cara é mó tranquilo cara
É, as aparências enganam. Ele tinha um personagem dele. O cara passava um monstrão, né? O dele é metal, né? O pessoal tudo loucão lá. Os caras comiam morcego, mordendo a cabeça do morcego. É, entendeu? Aí agora vocês falam que tem que se apaixonar. Mas a Marília Mendonça, ela é fantástica. A inspiração dela, de traição, até de mulheres, de prostituta, mas todo mundo...
carinho, né? Tudo tem seu público. Tem, tem. Maravilhosa. Você fala bem de mulher, mas se for casado com uma Estela, se olhar pra ela, você... Nossa, aí eu tenho produção pro resto da vida. Ai, que lindo! Esse menino é bom de papo. Você é bom de papo, hein? Conquista todas as meninas. Esse conquista. Você tá querendo ganhar um
Prefeja, né? Não, a gente quer um violão novo pra ver. A Geni, ela falou assim que assistiu um show de vocês no pré, acho que no jogo, Brasil contra Haiti, se a Anny já virou fã. Foi um buffet que a gente foi convidado pra tocar, né, no pré-jogo do
Do Brasil a gente fez lá um showzinho de duas horas, duas horas e meia. Foi bem gostoso. Duas horas e meia de show, caramba. Tem repertório. Mas duas horas, duas horas e meia cantando. E ainda faltou música. Faltou música ainda. Faltou Raul, faltou Raul. Que ninguém tava lá pra pedir pra tocar Raul. Vocês têm CD já ou não? Não. Não. Não.
Hoje em dia é mais a mídia digital. Spotify. Eu pago, filho. Como que vocês veem essa questão? Porque antigamente o cantor, né? Ele tinha meios. Os meios seriam shows, a venda de discos e CDs, né?
E fora publicidade, outras ações. E isso mudou muito o mercado fonográfico com essa questão, com a entrada de Spotify, Deezer e tudo mais. E hoje a apresentação não é mais o clipe que antes era um sucesso, que antigamente a gente assistia Fantástico para ver qual era o clipe que estava sendo lançado. MTV, né? MTV e por aí. Hoje o fomento vem pelo YouTube, pelas redes sociais e tudo mais. Vocês são jovens e já...
vieram nessa pegada, né? Como que é produzir isso? Como que é você não ter aquela questão... Ainda se fala, tô produzindo um disco, né? Que não é um disco, é um repertório que você vai fazer, que vai lançar ali no Spotify, né? Ou o Deezer, né? Sim.
Eu acho que, hoje em dia, infelizmente, a gente é um pouco refém do algoritmo. Exatamente. Então, a gente depende muito do que vai sair ali para as pessoas escutarem. Então, a gente tem vontade de fazer um disco mesmo, físico mesmo, um CD. Raiz. Mas, infelizmente, a gente tem que se adequar à modernidade. Então, a gente depende do Instagram, integrar... Eita! Entregar. Entregar.
Integrava. Integrava. Nossos vídeos, nossas músicas. E o Spotify. Vocês estão no TikTok? TikTok, sim. Porque o TikTok tem bastante visibilidade, né? Tem bastante música também. É pensando nisso que a gente traz bastante músicas que estão na boca do povo aí no top de Spotify, entendeu? Isso, isso. Por exemplo, o João Gomes. Adoro. Tá sendo uma grande inspiração pra gente, assim. Ele tem muita música bonita.
pegam clássicos dos Nordeste para regravar, sabe? Ele é compositor, né? Sim, a gente pega... Perdão, desculpa, ele escrevia as letras, passava para alguém cantar, até um dia que ele falou, eu vou cantar minha própria letra, né? Aquele Cristiano Araújo também que faleceu, né? Ele também, Marília Mendonça... E no TikTok você cai na graça do povo, você dispara, você estoura. Sim, estoura. Eu acho que para dar uma estourada, assim, pegar a banda em cinco, escolhe um, faz uma tragédia, seus nomes vão decolar. Ah, é isso aí.
Por falar em decolar, Pedrão, tem um recado aqui por decolar. Cara, é louco. Então, cara, eu falei pra ele que eu não ia do Júnior agora. Exato, parceiro. Essa semana é o seguinte, olha, a Copa... O Brasil tá fora da Copa, mas você tá em jogo ainda pro seu churrasco. Então dá tempo de passar lá na casa de carne Júnior, Avenida São Paulo, 1431.
Separar aquela carninha especial que o Pedrão já passou lá, viu? Opa, peguei um assadinho lá no domingo, lá aqui, ó. Ah, é? Estourei minha dieta. Estourou a dieta? Ixi. Tava muito gostoso. Foi bem comido.
Depende do lado. E se for fazer churrasco, chama o Escribas pra tocar lá em casa. Ah, boa! Isso mesmo, gente. É isso aí. Chama o Escribas. Até pode ligar lá qual que é o telefone de contato de vocês. 971005000. Facinho, hein? Não entendi. Repete. 971005000. Facinho. Parece até propaganda enganosa. É escribas.banda, né? Escribas.banda. Exatamente. E olha, gente, tem recado aqui da Cristiane Rodrigues de Souza.
que ela acompanha desde a primeira formação, são queridíssimos, tá? Um abraço, Cris. Também o Carlos César. Legal. Um abraço. Essa banda, desde o começo, são bons meninos, tá? A Cristiane mandou um monte de coração pra vocês. Quem é a Cristiane? Minha mãezinha. Ah, que linda! É aí, Cris! Me achará, me achará. Isso aí. Depois também a Emiku, Emiku, ah...
Amo o som dessa banda. E a Geni fala a música que vão lançar. Acho que é Emiqua. Emiqua, isso mesmo. Quase. Quase. E agora, até... E quais os próximos passos da banda? Como que tá sendo planejado isso tudo aí? Vamos pro Zóio. O Zóio que fica menos fácil. Vai pro Zóio, porque o Zóio...
É estrategista. Mas o Zóio é Zóio por causa do Zóio mesmo. É, o povo fala que meu olho é grande, mas eu não concordo. Eu também acho que não. Eu também acho que não. É inveja dele. É inveja. O olho grande dele. Eu acho que é por causa do olho azul, mas... É, o olho azul com a lente de contato. É o juto de leite que pode disfarçar o povo. É isso mesmo. Nenhum de vocês bebe, não faz nada pra entrar no show ou nada? Eu bebo, eu bebo. Mas quando a gente toca, a gente não mistura. É um trabalho, né? Não pode...
Igual nesse evento aí, a gente tomou depois, né? Tomou um pouco de sujo. Você pega um loucão aí, o show marcado, e o cara não aparecer no show? Olha que loucura, né? Pode acontecer. E as profissões de vocês fora do palco? Como que é? Eu sou supervisor numa empresa de eletrônicos. De eletrônicos. Eu trabalho em pet shop. Pet shop? Ah, sei que deu banho nele hoje. Ah!
Qual pet shop você trabalha? Pet shop Jerônimo, lá no terceiro centenário. Ai, que legal. E você? Na Revisio. Revisio. E você no cartório? E os outros dois? Fala aí, Jair. O Juninho, ele é motoboy. Motoboy? Gustavo eu não sei. Gustavo é estudante. Ah, estudante. É um joveninho ainda. E vocês são casados? Tem namorada? Como que é? Eu sou noivo. Noivo? Noivo dele? Noivo.
Deixa eu fazer uma pergunta pra vocês. E você? E ele não respondeu. Fala. Eu? Eu tô namorando. Tá namorando. Deixa eu fazer uma pergunta. Você sai com a moça, primeira vez. Vocês dividem a conta? Não, tem que pagar, né? Ó, eu vi uma pesquisa, um vídeo, e é verdadeiro. O homem que divide a conta com a mulher, o homem é um bunda mole. Com certeza. E a energia da escassez. E também a pesquisa foi feita que o cara que divide a conta também é ruim de cama. Eu acredito. Você não acha? Ah, tá.
Porque você divide a conta? Com certeza. Você é um bunda mole, então. Os que dividem a conta com você, os homens eram monstros de cama. Ah, boa! Não. Não é isso, mas eu... Ó, mas a gente... A gente não tem esse problema de pagar a conta que a gente toca, né? A gente é na faixa. É free, né? É tudo free. A diferença é que nem ela fala. É que nem quando eu vou pescar lá...
A pessoa fala, pô, mas que paciência você tem lá, pescar, ficar esperando e você não espera amanhã um minuto tomar banho. Porque o peixe eu sei que eu vou comer, entendeu? Agora amanhã... A conversa furada, ó a conversa furada do cara. Gente, vamos falar de coisa produtiva aqui. Como surgiram os mashups que vocês falaram? O que é mashups? Porque nós aqui, cinquentões...
Quem tem 51 aqui? Não tô vendo ninguém com 51 aqui. Matira, ele tem 58.
O Cris tem 48. O que é mashups? Mashup é quando você faz essa junção de uma música com outra, né? Uma, duas, três músicas. E foi uma coisa diferente que hoje em dia eu não vejo muito, né? O pessoal fazendo. Uma coisa que eu achei diferente de a gente começar a fazer é pra ter um diferencial, né? Por exemplo... Um poporri, um poporri. Tem vários nomes, né? Vários nomes.
A gente faz o quê? Vamos fazer uma agora? Vamos. Tem um muito legal que a gente faz. Vai lá, vai lá, vai lá. Você quer que a Estela dança? Eu danço? Chacrete aqui. Pode ser... Qual o zóio? Armandinho com...
Então a gente pega e a gente tenta juntar os mesmos acordes com, por exemplo, o que a gente vai fazer agora vai ser a Armandinha? Pode ser a Armandinha e o Tim Maia. Então a gente pegou um Armandinho e juntou com o Tim Maia. Então ficou um negócio mais ou menos. Assim, show. Legal. Vamos lá.
Quando Deus te desenhou e Ele tava namorando. Quando Deus te desenhou e Ele tava namorando. Na beira do mar, na beira do mar do amor. Na beira do mar, na beira do mar do amor.
O que tem por dentro para mim tem mais valor Quando Deus te desenhou
E ele tava namorando Quando Deus te desenhou E ele tava namorando Na beira do mar Na beira do mar do amor Na beira do mar Na beira do mar do amor Não sei porque você se foi Quantas saudades eu senti E de tristeza vou viver
Aquele adeus não pude dar Você marcou a minha vida Viveu, morreu na minha história Chego a ter medo do futuro Da solidão que em minha porta bate E eu... E gostava tanto de você
Gostava tanto de você É mais do que sei É mais que pensei É como eu sonhava, baby Você é algo assim É tudo pra mim É como eu sonhava, baby Sou feliz agora
Não, não vá embora não Show, show, show, show, gente Que dom de voz, hein? Olha! Que delícia ouvir isso Que delícia ouvir Vocês fizeram aula de canto? Tem algum trabalho direcionado pra isso? Só pra gente poder puxar Eu tô fazendo Eu fiz dois meses
Por que isso é disciplinado? Porque, na verdade, a escola de música fechou onde eu fazia. Entendi. Com um dom desse não precisa de aula. Nossa, você tem uma voz dele maravilhosa. Eu fazia com a Cíntia. Abraço, Cíntia. A gente estava falando no começo. Já vem... É dom. Já vem ali. Você só... Como é que eu vou... Só se acha, né? Fala, meu...
Aperfeiçoa, né? Lá em casa meu pai já cantava. Pergunta para o Zóia sobre a questão do violão. Meu sonho era tocar violão, gente. Porque eu acho que tem um instrumento maravilhoso. Violão, violino, né? Como foi para você esse seu encontro com o violão?
Com instrumento, porque isso aqui, aquilo ali pode ser que ninguém ponha a mão. Se alguém põe a mão, apanha. É ou não é? Mas você tem o dom também. Você toca alguma coisinha, não toca? Várias. Vai tomar banho. Oito cordas é pouco. Toca aí, fala aí, Zay, pra nós. Então, eu vi um amigo meu tocando, só os loucos sabem, no Thiago Ibra uma vez. Era um moleque novo.
Aí eu falei pra ele... Ah, você é um moleque velho agora, né? Mas na época eu tinha uns 13 anos de idade. Tinha uns 13 anos de idade, 12 anos. Aí ele tocou e eu falei, caramba, velho, eu quero aprender a tocar violão só pra tocar essa música aí. Daí ele fez assim, falaram, não entendia nada, né? Passou as coisas na internet e me deixou com o violão em casa.
Aí eu fiquei até aprender essa música. Você é autodidata, então? Autodidata. Que legal, cara. Eu tô autodidata. Toco outras coisas e outros instrumentos também. É a pessoa que aprende sozinho, né? Ele aprendeu sozinho, olhando ali. Pegou ali, violão, bateria, faz a mesma coisa. Olha, a Genília está mandando um monte de mensagem aqui pra vocês. Quem é? Quem sabe faz ao vivo. É a minha. É sua namorada? É, meu amor. Ah, que lindo. Manda um beijo pra ela. Que voz linda. Emikuwa falou aqui.
canta muito e Cristiane Rodel Maisona. Nossa, a boca é grossa, né? Que legal. Ele também. Potente. Tem a extensão vocal bem grande. Meu Deus. Se a gente precisar contratar a banda... Só entrar em contato no Instagram, escribas.banda ou no WhatsApp...
11971005000 Aí lá vai ter os dias que vocês podem tocar, aí vai ter o preço... Sim, é que cada evento vai ter uma particularidade, né? Vai precisar de um som maior... Varia muito de tempo, né? De equipamento... Os combos lá que vocês colocam... E como que vocês escolhem fazer esse poporri? Como você fala, essa música dá com essa, aquela não dá com aquela... Como que faz esse trabalho? Porque o poporri não é... É a mesma coisa que a capela, né?
Você puxou sozinho aí com o som, mas puxou, entendeu? Como que é esse esquema? Linkar uma música com a outra são estilos tão diferentes, né? Cada música é uma história, né? Eu gosto muito de juntar quando a música tem um sentimento, uma coisa com a outra, assim, sabe? Eu não vou pegar um... Esse cara é apaixonado, né, gente? Ele é apaixonado, ele é apaixonado. Eu não gosto de fazer uma coisa sem pena em cabeça, sabe? Uma música falando o desenho de Deus e a outra, como que é? Tinha uma aí...
É, tipo, uma fala que é desenho de Deus e outra ele tá triste porque ela vai embora, entendeu? Então, tipo assim, é meio que duas histórias. Você trabalha com a letra, não só ali com o ritmo, que legal. A gente tenta trazer isso, a gente pega uma música que a gente acha que combina uma com a outra, igual a do João Gomes que a gente faz também, que é com o Dominguinhos, né?
E a gente vê que vai casando a melodia e a letra também. Às vezes não ensaia, a gente não ensaia, ele ensaia. Mas você tá num público assim, que você pega um Tim Maia, o Tim Maia é um pouco mais os velhos que gostam, um pouco dos moderninhos. Aí você olha pro público e coloca, pô, o Tim Maia, velho, tá mano... Todo mundo canta? Todo mundo canta? A moçada mais nova não tem essa rejeição? Nesse show que a gente fez no buffet agora, não, não tem não, nesse show mais novo, nesse último show que a gente fez agora no buffet, a hora que esse aqui começou a cantar Tim Maia, todo mundo parou pra olhar assim.
Então, mais um público que vocês tocam, mais avelharia ou o pessoal mais... Ah, é... É misturada. É misturada. É misturada. É misturada. É misturada. É misturada. É misturada. É misturada. É misturada. É misturada. É misturada. É misturada. É misturada. É misturada. É misturada. É misturada. É misturada. É misturada. É misturada. É misturada. É misturada. É misturada. É misturada. É misturada. É misturada. É misturada. É misturada. É misturada. É misturada. É misturada. É misturada. É misturada. É misturada. É misturada. É misturada. É misturada. É misturada. É misturada. É misturada. É misturada. É misturada. É misturada. É misturada. É misturada. É misturada. É misturada. É misturada. É misturada. É misturada. É misturada. É misturada. É misturada. É misturada. É misturada. É misturada. É misturada. É misturada. É misturada. É misturada. É misturada. É misturada. É misturada. É misturada. É misturada. É misturada. É misturada. É misturada. É misturada. É misturada. É misturada. É misturada. É misturada. É misturada. É misturada. É misturada. É misturada. É misturada. É misturada. É misturada. É misturada. É misturada. É misturada. É misturada. É misturada.
Na verdade, o pessoal gosta de boa música. Isso não quer dizer idade. Isso aí vai de A a Z, pelo amor de Deus. Você tá por fora, viu, Pedrão? Você tá por fora. Deixa eu te falar. Tá todo mundo pedindo aqui. Toca Raul, tá vendo? Eu quero João Gomes. Essa música Aurora, que é de composição de vocês mesmos. Como que foi essa ideia? Por que Aurora? E por que Aurora, né? Saudade da Aurora. Já viu a Aurora Boreal? Sim.
Coisa linda. É uma coisa linda. Eu não vi. Você sabe? Eu sei. Então fala. Então fala agora. O cara se para sempre. Fala. Tá, eu não sei. É vagabundo. É vagabundo. Aquelas cores, né? Aquilo no céu que ninguém sabe explicar. Exatamente. Coisa de Deus. Igual o amor que eu sentia quando escrevia essa música. Ah!
Meu Deus, você tá por fora, filho. Conta a história da Aurora. E essa música aí... Não, a mulher não larga dele. É só a noiva não te larga. Não existe homem mais como te larga. Vê se aprende um pouquinho pra fazer na sua casa. Esse cara é movido a sentimentos. Se ele largar da mulher, ele fica triste e vai lançar umas músicas legais. Deixa de falar da música, meu Deus. Fale, fale, fale. Essa música aí tem uma história engraçada, né? Ela...
Fiz pra uma ex-namorada que tinha olhos verdes, na música falava de olhos verdes. E é pegador. A Aurora Boreal tem aquela pegada meio amarelada, meio verde, né? Só que agora que a gente foi gravar no estúdio, a minha namorada tem olhos negros, né? Então tive que mudar a letra.
Mas é isso. Cara de pau. Essa música aí a gente tirou do fundo do baú, né, brother? Essa aí é mais antiga. Essa foi um negócio meio maluco mesmo. Uma das primeiras que a gente fez. Ele começou a escrever ela e ele falou, você me ajuda a terminar? Aí vamos. Aí ele escreveu um trecho, escreveu um trecho e assim foi indo até o final da música e eu acho que a letra ficou...
espetacular só voltando aqui eu perguntei para vocês quando vocês criam a música então não é tipo assim você sai daqui em 10 minutos e fala cria a música não, você cria um pedaço aqui aí guarda o papel ali o rascunho aí depois da manhã você leva um pedaço você volta aqui deixa eu pegar esse rascunho aqui volta aí vai encaixando até vocês cantarem a música
E é um processo que a banda toda participa? Ai, olha, eu tô escrevendo Ai, calma aí, vamos fazer então A harmonização, né? Então é tudo um trabalho em conjunto? A gente tá compondo uma agora, inclusive Que ele trouxe um pedaço da música Pra minha casa ontem, antes do ensaio E a gente vai completar
Aí ele já vai fazer a melodia e assim a gente vai indo. Cada um tem um dom, cada um tem uma especialidade. Agora o Zóio faz o meio aí. Aí o Zóio fala, não, começo, meio, fim. É que nem eu acho legal quando os caras sabem a hora que vai tocar um saxofone, a hora que vai tocar um violão, um piano. Mas como é que os caras têm essa mentalidade de encaixar esses instrumentos, né? É igual eu falei, a composição é um dom meio doido mesmo. Às vezes...
Você tá do nada e vem uma música inteira na sua cabeça, assim. Você já escreveu... Você tá lá no banheiro dando uma cagola, pô, lembrei aqui, canto uma música, tomo um banho... A gente falou disso ontem. Vem uma frase na cabeça que você fala, pô, eu quero essa frase em uma música. Aí, a partir da frase ali, você começa a escrever. Então, às vezes, não tem um roteiro, tipo, não é coisa pessoal a música. Não vou sentar e falar, agora eu vou escrever uma música. Não, né? O Zeca Pagodinho que ele fala muito disso. Aí ele, ai, calma, calma.
que me dava papel, escrevia. Escrevia papel, qualquer coisa ali. Depois ia, ou desenvolvia, dava segmento. Às vezes eu tô trabalhando lá, como eu falei pra eles ontem, tipo, veio uma frase, alguma coisa na cabeça, eu começo a escrever ali. Aí até esqueci de terminar. Igual que você me mostrou ontem, né? A gente começa e não termina, depois mostra pra outro ali e vai. Uma coisa que aconteceu comigo também...
me inspirar em outras histórias. Eu tenho um amigo, ele sabe quem é esse amigo aí, não vou citar nomes, né? Tem um amigo que passou por uma situação triste na vida dele, que ele estava com uma mulher há dois anos já. Ah, o Paulinho. Puta. Não vou citar nomes, mas é o Paulinho. E aconteceu um imprevisto na vida da mulher dele, ela teve que ir embora do Estado.
E eu vi de perto aquele sofrimento, sabe? Tanto dela quanto dele. E eu fiz uma música pensando neles, como se fosse eu ali na pele do meu amigo, entendeu? Legal. Eu tinha acabado de comprar uma gaita. Aprendi a fazer duas... Ah, que legal só com a gaita. Três notas na gaita. E fiz a música usando essas três notas na gaita.
E é legal porque as pessoas se identificam. Puxa, eu já vivi isso. Então, é legal. A gente se transporta para a música. Mexe com a alma da gente mesmo. Você começou a cantar, arrepiou ele cantando. Que delícia, não? Que delícia. Eu passaria a noite inteira ouvindo aqui. Nossa, é maravilhoso. Eu não tenho compromisso. Eu também não tenho compromisso. Então, vamos ficar, meu filhinho.
E a Aurora? Eu quero voltar na Aurora. Fala um pouco... Você fala da Aurora Boreal, né? Mas a letra, o que ela diz, o que ela traz, o sentimento que você viveu? Eu via a Aurora nos olhos dela. E isso foi o que me inspirou a fazer a letra inteira, entendeu? Fala do sangue que escorre, né? Que...
Às vezes a relação não é feita só de momentos bons. Mas momentos tristes também é aquele sangue que escorre. Aquele sangue que você quer curar aquela ferida que você quer ajudar a assarar. Faz uma capela da Aurora pra nós. Puxa aí. Esse rapaz com essa cara de tonta, ele é comentador. Ele é comentador.
Ele é de igreja, separado. Até eu tô, sabe? Essa conversinha... Esse cara leva a mulherada no pau, no bico mesmo. No bico. Porra, Pedro. Olha, olha, eu não queria falar nada, mas eu acho que ele tá ficando apaixonado por mim. Ai!
É verdade, é verdade. O quê? Eu acho que ele tá ficando apaixonado por mim. Eu não tenho percebido. Tem um papinho aqui ali, entendeu? Você quer aprender com ele, né, Pedrão? Quer aprender com ele. Por isso que perguntaram o contato da banda duas vezes, né? É, é lá. É extraordinário. Agora eu tô ficando com medo, eu vejo ele todo dia. Você viu como isso é perigoso? Vai. Só tá dando aquele grau, não viu?
Tá valorizando o passe dele aí. É, vai só, isso mesmo. O sentimento que ela me traz Não há riqueza que possa comprar O desejo que alcança a minha alma Entra em meu corpo pelo nosso olhar E vai além, vai muito além Do que eu poderia imaginar
Me pego a te procurar Onde quer que eu olhe Quando estou a chorar Seu amor me acolhe
Seus olhos negros a brilhar me dão motivo pra viver. Seu perfume pairar pelo ar, sinto que logo vou poder te ver. Quando me perco, és quem me socorre. Quando a vida me fere, és o sangue que escorre.
Então lua, me ouça cantar Leve a canção pra ela poder escutar Saiba, amor, que penso em ti ao deitar Meus sonhos são seus sorrisos também Nasci pra ser teu e não de outro alguém
Das minhas noites sem luz Não vá embora, não vá Pois meu caminhar é você quem conduz Oh, Aurora Das minhas noites sem luz Não vá embora, não vá
Pois meu caminhar é você quem conduz Pois meu caminhar é você quem conduz Muito bem! Maravilhoso! Maravilhoso! Essa foi boa, meu! Parabéns, cara! Não esperava isso, não! Bonita, né? Esperava o quê? Não, parabéns, cara! Eu acho que...
Um cara que podia padrinhar e... Não, talvez, que tá na mão dele, que poderia ajudar alguma coisa, seria o Cris, que tem envolvimento com isso aí, com a aventura. Ah, se o concerto pudesse... Eu acho que o cara é que... Desculpa, eu não tenho nenhum dom... Ah, mas o Altemar Dutra seria legal se fazerem um bate-papo com o Altemar Dutra. É verdade. Cantar ali com ele. O Altemar é ótimo. Conhece o trabalho do Altemar Dutra ou não? Não. O Altemar, o pai dele, um dos maiores cantores do MPB do Brasil. Sim.
O Otmar Dutra Jr. é o filho dele, que mora aqui em Atibaia. Cantor, faz um sucesso imenso. Muito legal. Acho que é nessas fontes que a gente precisa. Mas acho que a gente precisa do seguinte, ter um festival de música em Atibaia, ter o poder público participando, incentivar os jovens. Porque, gente, hoje é necessário. Acho que se a gente não investir nessa nova geração, o que a gente vai ter? Qualidade musical, infelizmente, a gente perdeu muito no decorrer dos últimos anos. É verdade.
Então, acho que quem traz essa qualidade, essa valorização, são músicas brasileiras, não é somente cantar inglês, se apropriar de outro idioma, valorizar o nosso histórico, os nossos cantores, os nossos artistas, isso é importante. E é o que a gente tenta fazer. Exatamente. E se constituir juridicamente para vocês terem esse acesso. E tem meios e fontes atrás disso, que acho que é mais do que merecido. Eu acho que falta mesmo, como você falou, o poder público...
Em diversas áreas, né? Música, cultura, esporte. E a música é o principal ponto hoje de cultura, porque o jovem, né?
tanto o BTS e outros grupos, às vezes não tem acesso a... Exatamente. A alguns nossos fazedores de cultura, né? Exato. Tem que dar valor. Não precisa ir longe pra achar coisa boa, né? Tem muita gente boa e tem muita gente boa que tá escondida e ela precisa sair, né? Precisa florescer. Nem vocês. Vocês são ótimos. Obrigado. É claro.
É claro. O teu pai também é músico? Meu pai canta. Canta. Na época, assim, dos anos 80, ele tinha... A prefeitura organizava campeonatos de karaokê, por exemplo. Então, assim, ganhavam umas coisas. Meu pai tem troféu em casa, assim, de coisas. Incentivava a continuar no segmento, né? Exato. Hoje em dia, a gente...
É uma dificuldade para a gente conseguir as coisas. É triste, isso aí é triste. Uma prefeitura ou mesmo algum particular, não sei, uma empresa, patrocinar, fazer alguma coisa disso, né? Eu tenho outros colegas que têm banda, sim. Inclusive, um abraço para a Floral DJ aí.
Eles também, assim, eles são independentes igual a gente. Então, eles não conseguem depender da prefeitura, porque, infelizmente, como você falou, é escasso. É escasso. Eu fico louca de uma coisa. Tem o aniversário da cidade. Tudo bem, todo mundo gosta desses cantores famosos que vêm. Mas, pô, não precisa de o pessoal da cidade. Não tem que vir cantor famoso, então. Vamos com
Levantar os nossos? Que negócio é esse? Não é verdade? Mas não prestigia o artista, não prestigia ninguém. Ah, vai tomar banho, gente. Tem que mudar isso. Não pode continuar assim. Infelizmente, isso depende de um padrinho, cara.
Tem que ter padrinho mesmo. Tem que abrir a porta pra vocês. Mas vocês estão preparados, então... E tem que ser rápido, né? Porque o tempo vai passando. É que nem a gente tava falando no começo das panelinhas, né? Parece que é um ambiente inacessível. Não sabe se o que tem que fazer pra chegar lá. Vai ter que estourar essa bolha. Sabe o que acontece muito? Tem muito jogo político aí por trás, que as emendas parlamentares vêm carimbadas. Ah, é pra cultura. Mas é pra tal artista. Hum.
Tipo, já vai direcionado, né? Às vezes eles defendem uma bandeira também, às vezes defendem outra. Exatamente, exatamente. Mas eu acho que não tinha que envolver isso aí. Foi que nem uma questão bem lá atrás, uma vez a gente abriu uma discussão, eu e o Cris, assim, num programa, e o Cris falou, mas você é contra? Eu falei, não, não sou contra. Eu sou contra isso aqui, ó, tá vendo? Solta muito pra um e menos pra outro, porque, meu, vocês merecem, cara. Cara, vocês têm tudo pra explorar, cara. Só que às vezes você bater no peito e falar, eu sou orgulhoso, não quero a ajuda de ninguém, nunca.
Tem que ter um padrinho. Sozinho não faz nada. O festival dos sonhos de vocês. Que palco? Sonhava tanto estar nesse palco. Vou deixar assim.
o que vai sair de 6 aí eu ia falar isso aí todo mundo que teve banda tem cara você pega antigamente se você falar assim para mim Fluminhão sonha hoje não é mais sonho cara ele dá hoje hoje você pode se você se esforçar você vai chegar lá cara porque meu eles diversificaram bastante o pessoal se apresentar lá e eu
Pra mim, hoje o Rock in Rio ainda ficou mais legal por causa disso aí. A diversidade, né? A diversidade, exatamente. Antigamente, não. Antigamente, pra você entrar no Rock in Rio, você tinha que ter um padrinho. Até falando nisso, vocês enxergam quando toca um sertanejo no Rock in Rio? Há vertentes de crítica sobre isso, referente ao Rock...
Um palco do rock tocando sertanejo. Qual é a opinião de vocês? Ou a música não tem fronteira aí, roqueiro? Diz aí para nós. Igual vocês falaram, hoje em dia tem muita diversidade lá, né? Mas é muito... O que eu vejo é muito comentário negativo, né? Eu acho que... São João... O São João estava reclamando da entrada do sertanejo lá no Nordeste, que acontece...
Reclamando a entrada do sertanejo onde se toca música típica forró, música típica nordestina, com essa entrada do sertanejo. Esse envolvimento do sertanejo, porque o sertanejo é o que está sendo mais criticado. O sertanejo já tem muita visibilidade. Então, no Rock in Rio, eu não vejo necessidade de ter o sertanejo ali. Porque o rock hoje em dia é muito fraco, querendo ou não, para a mídia. Então...
Então, o Rock in Rio deve mostrar o rock mesmo, as bandas novas e tudo mais. No caso do Nordeste, que você comentou, tem que haver essa valorização da cultura local. Às vezes, eles ficarem fazendo esse tipo de coisa, para o pessoal de lá, acaba sendo até um desrespeito. Mas é uma forma de
enxergar também. É que usa como chamariz, né? Traz um Gustavo Lima da vida que não acaba nem se apresentando na cidade e isso é pra chamar e fica mais secundário, né? Os baldos secundários da vida, né? A minha opinião, eu acho que assim, eu acho que a música, ela tá pra agradar todos os públicos, desde quem escuta música ruim até quem escuta música boa.
Mas eu acho que, às vezes, eles colocando no Rock in Rio um sertanejo, eles tiram oportunidade de pessoas como nós, que queiram mostrar nosso talento e que tem um segmento mais típico de quem gosta de escutar um rock, de quem gosta de escutar um reggae. Igual ele falou, o sertanejo...
É um leque gigantesco. Eu falava pra ele, vamos parar tudo e vamos fazer uma banda. Nicolas e Santiago, uma dupla sertaneja, vambora. Aí, Zóio, tira essa ideia, Zóio. Pelo amor. Falava brincando, né? Porque parecia que a única forma de a gente estourar é cantando isso ou cantando isso.
E quando a gente fala sertanejo, você falou sertanejo universitário, o sertanejo raiz ele tem história, o sertanejo raiz. Rolando Bondrin, né? Quanto que aquele, as prós, os causos que ele trazia com aquele ritmo sertanejo, toda aquela coisa caipira, a música caipira, né? História, né? Do Duque Dalvan, que morou aqui, inclusive. Um negócio bacana que o Cristian falou agora, essa música raiz aí ninguém conhece.
volta a tocar assim fazer né moderniza tal mas faz um funk diferente faz um pagode diferente faz um reggae diferente mas a raiz mesmo lá atrás não tem cara que chega aqui e fala agora eu vou cantar esse final de semana numa festa da minha família levaram dois menininhos de 16 e 17 anos o que que esses menininhos vão tocar estavam tocando moda de viola incrível 16 e 17 anos coisa que eu nunca tinha visto
É raro, né? Ver isso hoje em dia. Molecada tocando esse tipo de música. Meu pai cantava sertanejo raiz. Música caipira. Uma pergunta. Estão me perguntando aqui. O pacote. Quantas horas de show vocês fazem? E começa de que valor a que valor vocês têm? Se a pessoa quiser contratar...
Então, depende muito, né? Depende muito. O que é o depende? Como é que vocês avaliam isso? Assim, do tamanho da casa, do equipamento que tem que contratar para levar para casa. Arte técnico, né? Exato. Então, depende assim da quantidade de pessoas. Quantidade de pessoas, tamanho da casa. 50 pessoas, não, é 200 pessoas. Aí você tem, cada um tem um pacote. Cada um tem um pacote. Até porque, às vezes, a pessoa não quer contratar a banda inteira. Sim. Ela quer fazer um negócio acústico. Então,
Então, nesse negócio... Como que faz nessa hora, cara, com o integrante? Não fica chato? É muito chato e muito triste. Mas, assim, eu acho que tem que ter mente aberta. Tem que ter mente aberta, porque se uma hora atingir um público gigante, eles vão estar com a gente. Então, assim, tem lugar que não vai querer contratar...
A gente, mais as pessoas do Sopro. Então, ele quer o violão, ele quer um vocal e ele quer, sei lá, um bongô. A gente vai ter que se adequar pra vender nosso peixe. Eu não acho chato. Eu adoraria se alguém me tivesse me convidado pra ir em algum lugar e me chamasse a Estela. Eu ia querer, ó Estela, vim aqui, não convidaram você, Estela. Não ia ter show, filho. Não ia ter show. Não ia ter show. E tocar em barzinhos? Vocês não vão assim? Já chegaram a fazer?
cantar, né? se for chamado, vai, bar, zona qualquer lugar pagou o cachê, vocês estão lá chamou, chamou também você podia fazer essa festa de setentão setentão tá longe, pode fazer agora só em puteiro que não, viu amor puteiro não, puteiro não pode puteiro não pode deixa eu fazer uma pergunta pra vocês aí o que que é o sucesso pra cada um de vocês? o que que é sucesso?
Sucesso é você estar feliz com o seu trabalho, né? Eu acho que a partir do momento que você se sente bem fazendo aquilo que está fazendo, seja lá o que for, se traz paz pra sua alma, é o sucesso. Pronto, ele vai comer o Pedro. Já tô vendo. O olhar do Pedro voa o coração. Apaixonou. Depois o viado sou eu, hein, cara? Depois o viado sou eu, hein? O que é o sucesso pra você? Eu acho que é reconhecimento, né? Reconhecimento.
O lugar que você chega e o povo gosta, a gente tá satisfeito. Igual a gente, exemplo mesmo, a gente tocando lá no jogo do Brasil lá. Aí ia começar o jogo, a gente ia parar, né? Aí o povo falando, não, deixa quieto o jogo aí, deixa eles cantando aí. Aí eu acho bacana demais isso. O Brasil perdeu, hein? Coisa feia. Perdeu, perdeu.
Ele foi pro Haiti, esse ganhou. Ah, ganhou, é. Esse ainda foi bom. Eu acho que o auge que eu mais sempre sonhei em atingir, do sucesso, é a gente poder mostrar nossa mensagem pros outros. E de alguma forma, a nossa música poder ajudar algumas pessoas.
que a gente escuta alguns cantores sertanejos, nossa, aquela pessoa falou que ele estava numa situação de depressão e a música me salvou. Eu acho que isso, assim, eu acho que esse vai ser o auge, assim, da nossa carreira. Acho que pra mim vai ser isso, assim, poder transparecer essas mensagens.
Levar para o público, né? Gente, vai ter que fechar o programa, finalizar. Prepare aí que a gente vai finalizar com vocês cantando. Fechou. Antes, deixa um recadinho aqui. Casa de Carne Júnior, apoiadora aqui do Pode Falar. Agradecer ao Júnior, como sempre. E aquela dica para você, né, menina da São Paulo? 1431-443-2089, tá?
E você quer participar, quer passar aqui pelo Pode Falar? Manda mensagem no WhatsApp, no 119-1485-1246. 119-1485-1246. E você quer contratar a banda Escriba? Facinho, até tocou lá. Qual que é o número? Fala pra nós, Santiago. DDD 11971005000 ou no Instagram escribas.banda. É isso aí. Celinha, Pedrão, segue a gente lá. Daí...
Olha, estou torcendo por vocês. Vocês são ótimos, de verdade. O pessoal que vai ouvir. E você dá um jeito aí de apresentar o Altemar Dutra Júnior para eles. Vamos fazer alguma coisa.
A gente ia fazer um programa de boteco. A gente vai chamar vocês daí, chamar o Altemar, pra gente fazer um bate-papo, fazer brincadeira. Porque nós já fizemos um no boteco com o Altemar. Altemar, ajuda a gente aí. Com certeza. Os meninos merecem, hein? Puxa vida. Vamos falar com ele. Depois, puxa o Altemar lá, se não vê. Ele tem uma história bem legal, viu, cara? Bem bacana. Eu acho que...
Pra vocês, desculpa, né? É fonte de informação. Dá o meu mesmo pra vocês, que não é o que eu sei fazer. Eu sei fazer venda em carro. Mas eu acho que é bem bacana. O Pedrão, a gente, ou pode falar, fez um ano. Contrata os meninos aí pra gente fazer um podcast ao vivo. Paga aí pra eles, já acerta já. Pode ser na minha casa. Na minha casa. Tá.
Tá, ó. Combinado. Testemunha, hein? Tá gravado. Tá gravado, hein? Um ano de pode falar. Obrigado pela presença. Obrigado pela gente. A gente encerra com vocês o programa hoje. Então, um encerramento musical. Que delícia. Fala o que gosta de João Gomes, vai pra você, então. Que delícia. Obrigada. Olha, olha. Tô apaixonada. Quando o sol vai, você vem Pra competir com as estrelas Do seu amor, sou refém
Você é minha certeza E hoje eu lembrei de nós Embaixo dos lençóis Viajando sem sair do quarto Sonhando acordado Você é meu note, minha sorte Não me deixa mais forte A razão do meu cor Você me envolve Você me resolve
Que falta eu sinto de um bem Que falta me faz um xodó Mas como eu não tenho ninguém Eu levo a vida assim tão só Que eu só quero um amor
Que acabe o meu... Vambora, vambora. Que enxodó pra mim, do meu jeito assim. Que alegre o meu ver. Valeu, galera. Valeu, valeu, valeu. Parabéns.
More transcripts
Explore other videos transcribed with YouTLDR.

Last Peanut Standing DOMINATES Icebreaker | Tarkov
TheBurntPeanut · English

Resumen completo PAES M1 Regular 2025
Preu M30M · English

如何談薪水Like A Pro
Terry Chen 泰瑞 · English

مشروع بيراميدز سيتي العاصمة الادارية | Pyramids City Plaza New Capital - الخدمات والمميزات والاسعار
New Start - نيو ستارت · English

JUARA HARAPAN 1 BIANTARA - ALLYSA AUDYA K PASANGGIRI BASA SUNDA TINGKAT KOTA BANDUNG TAHUN 2021
bdg.smpn11 · Sundanese

BIOLOGI SMA Kelas 10 - Virus | GIA Academy
GIA Academy · English

LE STOÏCISME - N'ayez aucune attente
Le Précepteur · French

Satélites Landsat
Universidad Abierta Para Adultos - UAPA · English

【ENG DUB】Pregnant With The Dragon King's Baby: She Was Betrayed Before She Found Out 😱👑
AR ScreenVerse · Romanian

我每個月花$0供美國百萬新家
Terry Chen 泰瑞 · English

Wawancara UMKM Seblak Sultan🔥: Usaha Kecil, Untung Maksimal!😍💰
TIA NANDA · English

MERDEKA BELAJAR | TEKS LAPORAN HASIL OBSERVASI PART 2 | BAHASA INDONESIA KELAS VIII | BELAJAR ONLINE
Belajar Online · Indonesian
Get the TLDR of any YouTube video
Transcribe, summarize, and repurpose videos in 125+ languages — free, no signup required.