Como DESENVOLVER uma MENTALIDADE IMPARÁVEL e CONSTRUIR RIQUEZA? | Guto Galamba
Sarcopenia vai ser a doença do século.
Pode anotar, as canetas vieram para
resolver um grande problema que tava
dando merda. Quando as pessoas
emagrecem, elas estão emagrecendo acando
que elas queriam sem treinar. Isso gera
perda de massa muscular e [música] perda
de massa ósea. Isso gera sarcopenia. Vai
dar merda.
>> O que faz alguém transformar a própria
vida? O que faz alguém abandonar um
hábito ou alguém construir disciplina? E
o que separa as pessoas que evoluem
daquelas pessoas que permanecem presas
no mesmo lugar? Nosso convidado de hoje
dedicou anos a estudar exatamente isso.
>> Todo problema, ele faz como se fosse uma
curva em um invertido. Ele nunca pode
ser grande demais a ponto de não ser
suportado e nem pequeno demais a ponto
de ser ignorado. Ou seja falta de grana,
seja excesso de peso, seja [música]
relacionamentos ruins, grandes
influencers hoje, literalmente grandes,
da obesidade. Ele nunca vai emagrecer.
Por quê? É só isso que me move a gente,
medo do constrangimento. Meu objetivo é
fazer com que o cara tenha várias fontes
de renda dentro do digital. Por que que
eu vejo muito empresário frustrado hoje?
Porque ele se esforça muito para ter um
retorno que não muda a vida dele. Tem
uma coisa chamada de emocionário que eu
criei. O que é que você faz? Passar isso
por 30 dias sem errar. Só quer entrar
para rachar, irmão. Recu dois pés e a
gente joga assim. Porque não importa o
que eu quero, o que importa é o que eu
repito. Inteligência emocional não é
sobre virar Buda. É sobre você mandar se
[ __ ] a pessoa certa na hora certa, pelo
motivo certo, o jeito certo, na
intensidade certa.
>> Muitas pessoas sabem, falam que sabem o
que tem que fazer e não fazem. Por quê?
O que que você acredita que você fez de
diferente, que te ajudou a construir um
resultado desse?
>> Nós vamos receber hoje um convidado
bastante especial e que foi muito
solicitado aqui no podcast, mas antes
permitam me apresentar. Eu sou Carolina
Viúes, sou empreendedora de marcas
próprias nativas digitais. Estou aqui
com meu parceiro de vida de podcast, Dom
Barros.
Fala, pessoal. Tô animado pro episódio
de hoje. Eh, aqui tem um cara que que eu
gosto muito, né? Eu acho que o Brasil
precisa de de mais pessoas assim
autênticas, que que falam o que pensam,
né, que realmente eh defendem, né, o que
o que acredita. Porque hoje o mundo tá
tentando pensar numa palavra que não é
um palavrão, mas eh a gente não pode
falar nada, é mimimi para todo lado, né?
Tudo que eh todo mundo é vítima, todo.
Então eu eu gosto muito do conteúdo
dele, da postura dele e sem falar que é
um cara extremamente bem-sucedido e vai
trazer ótimos insightes pra gente.
>> Então receba um rungarinho Guto Galamba
no Made Brasil. Bem-vindo, né? Nem eu
sabia que eu era estudinho. Gostei de
quero vir mais vezes aqui. [risadas]
Eu vou mostrar minha mulher. Mulher, meu
amor, tem que me elogiar assim todo dia.
>> Cheguei em casa, você faz esse discurso
para mim, viu? [risadas] Prazer tá aqui,
gente. Demorou, mas deu certo.
>> Demorou, mas saiu.
>> E, ó, conheci eh o Gutacionamento
da Academia,
>> foi?
Eh, e aí eu abri e eu lembrei de você,
acho que em algum vídeo que eu vi e
gente falando que se vitimizando,
falando que era eh gorda porque
genético, alguma coisa assim. E aí eu
abri o vidro, eu falei, deixa eu mexer
com ele. Eu falei: "Ô, Guto, minha
mulher falou que não emagrece por conta
de genética, que que você acha?"
[risadas]
>> Aí eu já tomei logo um esporro, não tava
fazendo nada.
É prazer Zasto. Prazer você tá aqui com
a gente.
>> Eh, Guto, muita coisa gente queremos
conhecer aí, pedir para resumir
brevemente, né, a sua história. E eu
quero levar esse podcast mais pro lado
do comportamento humano, trazendo sobre
sucesso, disciplina, hábitos, mas pra
gente aquecer e levar pro teu universo.
E até uma polêmica, né? A gente gravou
um podcast aqui
>> com a Roberta Carbonari.
Não sei. Mulher do M. Tá, tá, tá, tá,
tá. Sei quem é ele.
>> Mulher do M. E eu fiz uma pergunta sobre
por as pessoas romantizam a obesidade,
>> tá?
E ela
foi muito dura na resposta dela, dizendo
o contrário, [roncando] dizendo que, na
verdade, as pessoas romantizam a magreza
e que ela recebe pacientes que fazem de
tudo para buscar esse padrão, mesmo
quando já são magras e não se vem assim.
Que que você acha de tudo isso? Que as
pessoas romantizam obesidade ou
amagreza? Na verdade existe uma
romantização do problema, né? Eu não
discordo dela, até porque ela falou de
acordo com o recorde de realidade do que
ela vive dentro do consultório. Tanto é
que a exposição dela, pelo que você
disse, foi com base no que eu vivo e
vivencio, eu não enxergo isso e tudo
bem. Isso.
>> E todo problema ele faz como se fosse
uma curva em u invertido.
Todo problema que você tá enfrentando.
Então, seja falta de grana, seja excesso
de peso, seja relacionamentos ruins e
todo o problema, antes eu preciso
contextualizar no seguinte, nós somos
animais, certo?
>> Uhum.
>> E a gente carrega a mesma carga genética
de milhões de anos atrás. Há milhões de
anos eu não sabia o que ia comer, quando
eu ia comer, quanto eu ia ter que andar
para comer. Então, o meu cérebro ficou
muito bom em fazer uma coisa que é
economizar energia. Então, aquela
história de lei do menor esforço não é
coisa de preguiçoso, vagabundo, é uma
questão fisiológica. Eu vou buscar
economizar energia o tempo inteiro. E o
cérebro, ele sempre revisita os
comportamentos que a gente busca ter
para saber se vai dar roia ou não.
Porque a ideia é o seguinte, imagina
treinamento, por exemplo, ah, vou
treinar, sou sedentário, [ __ ] que
saco. Ai, meu Deus, e não sei o quê.
Depois de um tempo, o cérebro faz um
reboot ali, ele diz: "Pera aí, apesar do
dom tá gastando energia durante o
treino, no contexto geral do dia, ele
gasta menos porque ele toma decisões
melhores, ele tá menos irritado, ele tá
menos impulsivo. Então, Dom, vai
treinar". Tanto é que quando você chega
nesse ponto que você não treina, você
fala: "Meu Deus, eu não treinei hoje. Tô
me sentindo um merda". Porque o
comportamento já virou parte daquela
identidade. Quando a gente volta pra sua
pergunta, todo o problema é um
invertido. Ele nunca pode ser grande
demais a ponto de não ser suportado e
nem pequeno demais a ponto de ser
ignorado. Então, para para ver grandes
influêncers hoje, literalmente grandes,
da obesidade. Vocês percebem que eles
vivem num ciclo constante de estou
tentando, falhei. Estou tentando,
falhei. Ele nunca vai emagrecer. Por
quê? com a manutenção desse problema
para esse contexto, ele ganhou
notoriedade, ele ganhou patrocínio, ele
ganhou atenção que ele não tinha antes.
Se ele elimina o problema da vida dele,
o que é que sobra? Porque esse problema
virou parte de quem ele é,
>> virou parte da identidade dele. Então,
quando eu digo para um obeso que
emagrecer é melhor, é como se eu tivesse
quase que matando ele, porque eu tô
dizendo, a sua identidade tá errada. Não
era para est pensando dessa forma e ele
entra num estado de alerta, num estado
de defesa. Isso é um fenômeno
neurocientífico chamado dissonância
cognitiva. É a distância entre o que eu
falo e entre o que eu repito como
comportamento. Eu quero ser saudável,
mas ser gordo tanto faz. Não, claro que
tanto faz. Quanta base literária a gente
tem para falar que a obesidade é uma
comorrididade que traz inúmeras outras
doenças, entende? Então, todas as vezes
que você tenta tenta contraargumentar e
esse contraargumento fere a identidade
da pessoa, que há muitos anos ela
repete: "Eu sou gorda, eu sou gorda, eu
sou gorda, eu sou". Não é, eu estou.
>> Entendi.
>> Virou parte da identidade dela. Quando
você coloca um argumento que vai acabar
com aquilo, é como se fosse um ataque à
pessoa.
>> Então, tem que ter essa clareza. Eu
tenho que levar o nível de consciência
da pessoa para que ela entenda isso. E
tem três formas de levar o nível de
consciência da pessoa: constrangimento,
dor ou medo. Eu tenho que ativar um
desses gatilhos dentro de uma história,
dentro de uma construção de narrativa,
que a pessoa diga: "Pô, pera aí, pô, eu
tô perdendo o meu casamento porque eu tô
desleixado, gordo. Eu tô perdendo eh
empregos, eu tô com vergonha de subir no
palco para dar uma palestra e fazer um
pit de venda, porque eu não tô
autoconfiante, porque a minha aparência
me incomoda. Então quando eu vou
elevando o nível de consciente do
pessoal falar: "Pô, talvez esse cara
esteja certo". Entende? Então existe uma
uma não entendimento de que o problema
virou parte da identidade da pessoa. Com
dinheiro é a mesma coisa, pô.
Maioria das pessoas já chegou num num
teto de faturamento que não consegue
ultrapassar aquilo. Ela bate e acontece
alguma coisa que ela volta. Ela bate e
acontece alguma coisa que ela volta. Eu
sempre pergunto, o que que vai piorar na
tua vida se tu furar esse teto? Alguma
coisa vai piorar. E pela identidade
dela, ela não quer que piore. Por
exemplo, ela não vai ter mais os mesmos
amigos, possivelmente ela não vai
frequentar os mesmos ambientes, ela não
vai ter mais tanto tempo pra família,
porque ela vai estar performando e
trabalhando em outro segmento que vai
distanciar cada vez mais ela. E com isso
a identidade dela, ela começa a ser
combatida, né? Porque imagina você
passar a vida toda ouvindo que dinheiro
não traz felicidade e o que importa é
ser feliz. Junta os dois agora e ganha
dinheiro. Como
entende? Essa construção foi repetida
por anos para você, tipo, não, nossa,
carro bom é o que me leva para qualquer
lugar. Eu nunca vou ter uma poste. Hum.
>> Eu nunca vou me esforçar porque o
cérebro diz: "Pera aí, se carro bom que
leva para qualquer lugar e eu tenho
Renault Ked, por que eu vou gastar
energia para uma poste?" Não vou. Só que
essa construção de pensamento, ela não é
cartesiana, não é consciente, ela é um
boloado de crenças e repetições, porque
não importa o que eu quero, que importa
o que eu repito.
>> Antes de continuar esse episódio, deixa
eu te pedir uma coisa rápida. Se você
está assistindo esse episódio pelo
YouTube, aproveite para se inscrever no
canal. Nós trazemos à mesa conversas
muito valiosas, estratégias de grandes
empresários brasileiros e cases em
construção de marca. Se isso é
importante para você continuar
evoluindo, se inscreva no canal. Quanto
mais pessoas inscritas, mais nos ajuda a
continuar trazendo esses nomes de peso e
esse conhecimento que é gratuito, mas
vale como uma mentoria paraa sua vida e
de outros empreendedores. E se você está
nos ouvindo no Spotify, peço para que
você nos avalie, se possível, com as
cinco estrelas e também não deixe de
clicar em seguir aqui o Madeing Brasil
no Spotify. E agora vamos voltar para o
episódio.
como eu acho, né?
>> Os ambientes em que você se coloca e o
que você decide consumir de conteúdo, de
informação, é tão importante, porque
essas crenças estão sendo formadas na
tua cabeça sem você nem perceber e às
vezes por pessoas que estão fazendo isso
eh sem nem ter in ou melhor querendo te
ajudar, né? Eh, às vezes é seu pai, sua
mãe, sabe? algum amigo tal que
>> é uma uma ideia ilusória de proteção.
>> É, é que fala: "Calma, assim, tudo bem
se você não conseguir ali, sabe? Tipo
assim, a gente te ama do mesmo jeito,
não precisa, sabe? Fica tranquilo e
tal".
>> Eh, e isso fica nítido. E eu falei pr
pra Carol, quando a gente mudou para cá,
eu tava sentindo e claro que sempre
existem exceções, não quero generalizar,
mas a gente estava morando em Campinas e
eu senti que eh começou a ficar pequeno,
sabe?
que eu não tinha mais assim troca com
gente que agregava de verdade e que às
vezes me motivava e que servia como
referência que e a gente chegou aqui e
aí a gente se coloca ali num num
ambiente, né? Poxa, a gente tá falando
do Lázaro e aí treinando ali com ele,
ele conhece todo mundo. Aí chega ali
Paulo Vieira e chega Marcos Paulo, chega
Joel J e chega Guto e chega
>> foi o último que ele falou. Vocês viram
só [risadas] fal só dizendo,
calma, chega
Yuri da Soldier, chega o Pong e tal, eh,
e você se coloca ali num num ambiente
onde ter um determinado resultado é o
normal.
E aí, para você não se sentir
desconfortável, você sente uma
necessidade de subir para aquele nível.
>> Olha o que você falou agora. Lembra que
eu falei dos três gatilhos?
>> Uhum.
>> Medo, do e
>> constrangimento. Tu sente constrangido e
não performar bem num ambiente desse,
pô.
>> Exatamente. Exatamente.
>> É só isso que move a gente, medo do
constrangimento.
>> Exatamente. Exatamente. E para tudo.
Para para dinheiro, para performance,
para animal. Animal.
E Guto aprofundando um pouco mais,
muitas pessoas sabem, falam que sabem o
que tem que fazer e não fazem.
Por quê?
>> É porque não existe uma clareza real do
que ela quer. Uma pergunta que eu faço
muito pros mentorados é quem quer fazer
mais dinheiro?
>> Todo mundo.
>> Eu todo mundo eu. Isso é legal. O
dinheiro serve para quê?
>> Cri cri cri. Por que tu quer uma coisa
que tu não sabe para que serve? Ou tu
não tem nenhuma ideia de para que serve.
O teu cérebro chega e fala: "Eu não vou
correr atrás de algo que tu não sabe o
que vai fazer quando chegar lá, pô". Ou
então a pessoa fala: "Dinheiro serve
para gastar". Aí toda vez que entra
dinheiro faz o quê?
>> Gasta.
>> Vivar vezes gasta antes [risadas] de
>> E olha a crença. Olha a crença. Brasil.
>> Então se dinheiro serve para pagar
conta, toda vez que entro dinheiro, eu
faço o quê? Uma conta nova.
A crença é a repetição de padrões de
comportamento. As palavras que a gente
usa são muito importantes, elas têm um
peso muito forte, principalmente as que
a gente usa com a gente mesmo. Se você
acha que não é capaz ou acha que é
capaz, você tá certo.
>> É verdade.
>> Você tá certo. Não tem para onde fugir.
A Ferrari não é para mim. O cérebro não
vai se esforçar para ter. Eu não tô
dizendo aqui que querer é poder, mas
todo mundo que pôde um dia quis. Sem
querer você não vai poder nunca.
Não faz sentido, ele nem começa o
trabalho. E aí ele vai arrumar forma de
te autossabotar, comida, sexo, celular,
televisão. E tu finge que tá produtivo
ali. Ah, eu tô sem tempo. 6 horas de de
celular sem produzir nada, só
consumindo. Como é que você tá sem
tempo? Você tá sem gestão.
>> Porque muito possivelmente,
>> e eu trabalho muito com médicos hoje,
né? E o médico em sua em sua grande
parte eles tem uma coisa chamada de
síndrome do tenista talentoso. O médico,
pô, ele estudou muito. E o cara que
estuda muito para passar em medicina, eu
tô falando dessas unesquinas da vida,
não. Tô falando do cara que passou na
numa federal da vida, o cara que é [ __ ]
mesmo, que é difícil de passar naquela
universidade, não pagou, passou. Esse
cara durante toda a infância e
adolescência, ele sempre ouviu que você
é muito inteligente, você é incrível,
você vai ter muito sucesso. Aí chega
agora 60.000 médicos por ano, 12.000 1
vagas de residência, plantão sem vaga. E
esse cara entra num numa contradição
entre o que ele ouviu a vida toda, que
ele acredita que ele é e o que ele tá
vivenciando. É uma crise de identidade
que a medicina tá passando hoje, porque
eles foram construídos num escopo
dizendo que medicina não é um negócio, é
um sacerdócio. Ganha dinheiro como
agora.
>> É,
>> então a gente quebra essa crença. Cara,
a medicina é um business. Você pode ser
bom, honesto, justo e muito rico, pô.
>> Por que não? Ah, mas o rico é ladrão.
Não tem ricos ladrões, tem pobre ladrão
também, pô.
>> É isso aí,
>> entende? Então, dinheiro as pessoas
acham que não traz felicidade, mas traz
até um certo ponto.
>> Uhum.
>> Por exemplo, um cara que ganha R$ 5.000
e começa a ganhar 25.000, 20 a mais, ele
fica mais feliz. Por o que que aumenta?
A quantidade de segurança que ele pode
ofertar para ele e pra família, que é
uma das coisas para que dinheiro serve.
A possibilidade de realizar sonhos que
não podia antes, é a outra coisa que
dinheiro serve. E a probabilidade de
ajudar mais pessoas. Dinheiro serve para
segurança, realizar sonhos e ajudar
pessoas. Não inverta a ordem.
>> É,
>> se eu inverto a ordem, eu me perco. E o
cérebro de alto não aprendeu ainda.
>> Uhum.
>> Então, um cara que ganha 25 e começa a
ganhar 75, ele tá mais feliz porque o
acesso aumenta. Agora um cara que ganha
200.000 começa a ganhar 220. Mudou o
quê? A segurança mesmo, os sonhos são os
mesmos e ajudar as pessoas dar o mesmo.
20.000 deixou de fazer diferença. Então
o que as pessoas têm que começar a se
realinhar é por que eu vejo muito
empresário frustrado hoje? Porque ele se
esforça muito para ter um retorno que
não muda a vida dele. Fica em casa com
teu filho, pô. Essa palestra a mais vai
fazer diferença de verdade? Não. Fica em
casa, pô. Essa reunião a mais vai trazer
um ROI que vale a pena tu perder o
momento com a tua família? Não. Fica em
casa, pô.
Esse alinhamento de expectativa é
fundamental para que as pessoas diminuam
o que o Brasil hoje é campeão, que é o
país mais ansioso do mundo.
>> Porque as pessoas estão correndo atrás
de uma coisa que não tá dando R.
>> Tá gostando das conversas aqui do nosso
podcast? Eu também. E eu acredito que a
maneira mais rápida da gente crescer é
aprender com quem já [roncando]
construiu o resultado que a gente quer
construir. Quer aprender com donos de
marcas que já faturaram mais de 1 bilhão
de reais com vendas online? No Brand
Legacy, a gente mapeou os pilares que
são determinantes para você escalar sua
marca no digital, vender mais online e
desenvolver o canal D2C. Lá a gente vai
falar de e-commerce, performance,
tráfego, growth, CRO, CRM, marketing de
influência, que é uma das nossas maiores
forças, marketplace, Mercado Livre,
Shopee, Amazon, TikTok Shop, vindo forte
agora, construção de comunidade, tudo
que é importante para você escalar
online, tudo que é importante para você
levar a sua marca pro próximo patamar.
Você quer estar com a gente na próxima
imersão? Clica aqui no link, faça a sua
inscrição e te vejo lá.
Mas vai. [risadas]
>> Botei uma puguinha na cabeça dos dois
aqui agora. É,
>> é, eu fiquei.
>> Eh,
mas assim, você já esclareceu e você já
eh cobriu já eh a as alternativas, né?
Por quê? Você falou, é importante esse
alinhamento de expectativa.
Eh, o problema não é [roncando] se
esforçar por algo que às vezes não vai
fazer uma diferença ali eh imediata.
Eh,
agora,
antes de tudo, você tem que ter clareza
de quem que você é, de onde você quer
chegar, do por que você quer chegar, eh,
para aí sim você
ter disposição de pagar o preço, de
fazer o que é. Por que que tô falando
nisso, né? Eu tava até mais uma vez
aproveitando o Lázaro para falar disso.
Eh,
muita gente às vezes fala que
esses dias eu tava com os amigos, eu
tava falando de bilhão, né, que eu
falei: "Ah, falando pô, beleza, uns
milhãozin ali todo mundo já ganhou,
tal". Mas e o B, né? Eh, como faz para
chegar? Que que a gente pode fazer e
tal? Mas os cara, mas não bi assim, mas
por que assim, tal? Eh, e muita gente me
fala, chega final de semana, Dom, mas
você vai trabalhar de novo, cara, tem
que aproveitar a vida, tem que curtir e
tal.
Eh, eu falo: "Beleza, mas para onde eu
quero chegar,
tem um preço maior que precisa ser
pago?" E aí, conversando com com o
Lázaro, ele comentou que ele foi fazer
uma palestra num sábado
e gente criticando, "Porra, vai
trabalhar de sábado, tal". Aí ele chegou
nessa palestra, ele tava chegando, sabe
quem que tava saindo? Flávio Augusto.
Aí ele virou pro Flávio e falou: "Poxa,
mas de sábado, Flávio, tá tá
trabalhando?"
O Flávio já tinha feito uma palestra,
uma primeira, tinha feito segunda e tava
indo fazer a terceira.
E o melhor ou pior era aniversário dele
nesse dia, sábado. E ele fazendo três
palestras, sei lá, 300, 400, 500 conos
cada palestra, que não muda nada na vida
dele. Eh, mas mostro uma coisa, eh, o
tipo de pessoa que constrói o tipo de
resultado que eles têm, eh, é o tipo de
pessoa que tem essa disposição de, por
exemplo, trabalhar finais de semanas e
feriados e tal. Então assim, eh, de fato
é extremamente importante o alinhamento
de expectativa de você saber porque que
você tá fazendo o que você tá fazendo e
isso não gerar frustração, né?
>> Com certeza o Flávio e o Lázaro não
foram dar palestra pelo dinheiro da
palestra.
vai dar um RO muito maior. Tipo, o
Flávio tá dentro de uma construção agora
jogando a MLS lá junto com o Joel e o
Caio. Quanto mais conhecido for, mais
pessoas entram, mais sócios eles têm
maior faturamento. Então, quanto mais eu
apareço, melhor. Lázaro tá saindo do
físico, indo pro digital muito forte.
Quanto mais ele aparecer, melhor.
>> Então, dá Roy.
>> Ele não tá indo pelos 500.000 da
palestra para eles dois, Dane-se.
>> Então, a expectativa tá alinhada.
Verdade.
>> Agora, um cara que metade da do RO dele,
metade do rendimento dele é de palestras
e ele vai dar uma palestra que custa
20.000, isso não vai mais fazer
diferença esse mês para ele. Fica em
casa com tua família, pô.
>> Perfeito.
>> É esse alinhamento, entendeu?
>> E você acredita que tem o chegar lá?
>> Porque esse é até um um conflito, né? Eu
sempre falo assim, eu também trabalho
muito e adoro. Só que às vezes eu puxo
ele, ei, esse final de semana não, vamos
fazer alguma coisa. E para ele ele fala:
"Então você me puxa porque por mim eu
adoro trabalhar todos os dias e
construir." E aí refletindo, eu vejo
hoje muitas pessoas que se comparam,
pessoas frustradas
e que atingem o sucesso, mas ao mesmo
tempo é tão rápido, sabe? Parece que as
conquistas elas não são sentidas de
verdade. E eu vejo isso muito até na
nossa vida, assim, graças a Deus, de
verdade, nós somos felizes. Só que se eu
parar para cavocar e refletir, eu falo
assim, ó, a nossa primeira meta fazer a
maior Black Friday da nossa vida, nossos
e-commerces. Batemos aí, sabe o que
acontece? Outro dia zerou o game e tudo
de novo. Então, não para para comemorar
tanto. Só continua, continua, continua.
E a gente gosta desse jogo. Agora, você
acredita que existe um momento do chegar
lá?
>> Não, eu acho que existe um momento de
tipo, tô mais de boa e vou escolher qual
montanha eu vou subir, porque não é
sobre chegar lá em cima, é sobre subir.
Cheguei lá em cima, legal, qual a
próxima? Qual o próximo business? Qual o
próximo negócio?
>> Por exemplo, isso alimenta a gente, né?
>> Não, claro, lógico. É, é importante você
ter um porquê.
Por que que a maioria dos quadros
depressivos é na terceira idade? Porque
ele perde utilidade a pessoa, pô. Uhum.
>> A pessoa para de se sentir útil. Eu
tenho que ter utilidade agora, uma
utilidade que me derrói e não me
frustre.
>> [ __ ] trabalhei demais esse mês, perdi
o aniversário do meu filho, tô me
sentindo muito mal. Teve algo errado no
alinhamento de expectativa,
entende?
>> Se você para para alinhar a expectativa
o tempo inteiro, não vai dar problema.
>> Quando eu morava em Jurerê, quando eu
pedi minha mulher em casamento e ela
mudou para lá, aí João Bernardo, pum, na
barriga de Rebeca. O modelo de negócio
que eu tinha era um modelo que eu digo
que era uma bicicleta. Se eu ficasse
doente eu não faturava. No ano de 2023
eu era basicamente produtos low tickets
de serviço para emagrecimento.
Basicamente isso.
>> O principal produto era um produto
chamado tira bucho. [risadas]
>> E a galera chegava para mim e dizia:
"Serve para quê?"
Aí eu xingava, apagava, dizia: "Olá, meu
amor, serve para tirar [risadas] o seu
bucho". Cara, era um low ticket de R$ 97
que eu entregava um plano de treinamento
com videoaulas e protocolo alimentar
feito por uma base nutricionista. Uhum.
>> 97 me dava R$ 800.000 por mês
>> só esse produto.
>> Então ali até esse momento, 2013 foi
minha primeira venda online, de 2013
para cá eu só trabalhei pelo digital
criando infoprodutos e me reinventando,
me reposicionando.
>> Eu tava com faturamento de 1.5 2 milhões
só que eu tinha que aparecer todo santo
dia para vender. Cara, tem hora que não
dá. E mesmo que eu aguentasse, se eu
ficar doente, minha família fica como?
Então, quando eu decidi mudar para São
Paulo, falei: "Amor, gente, tem que ir
porque eu tenho que mudar esse modelo de
negócio para um modelo de negócio que
não dependa de mim o tempo inteiro, para
eu poder gravar um podcast, para poder
fazer uma reunião, para eu poder escalar
para negócios muito maiores que se eu
morrer, tu e João estão de boa."
>> Então, meu objetivo foi esse. Só que eu
tinha que alinhar a expectativa com ela,
porque ela aceitou casar comigo, indo
morar em Jurerê, né?
>> Nossa. É.
>> E aí, pô, saiu da casa dos pais direto
pra minha casa. Para mulher, isso é uma
mudança absurda. Para outro estado e
grávida, irmão.
>> Ela é [ __ ]
>> muito.
>> Ela é rocheda assim num nível absurdo. E
eu disse: "A gente precisa para São
Paulo". Ela fez: "Aí eu não vou não." Aí
eu disse: "Fodeu".
Aí saiu uma frase da minha boca, eu até
brinco, mas é verdade. Eu não faço ideia
da onde saiu e porque eu disse: "Me dê
10 anos que eu aposento três gerações da
família".
>> Uau.
>> Da onde que eu vou aposentar três
gerações? Três gerações, né? três
filhos. Não, quando eu falei, eu disse:
"Pega de volta, ferrou". Aí ela disse:
"10 anos é muito". Eu disse: "Não, eu".
Eu disse: "Beleza, Rebeca, me dá 5 anos
agora. 3 anos de loucura. Vai dar conta
em casa?" Ela disse: "Vou". Todo dia ela
esquece que ela disse isso e todo dia eu
tenho que relembrar ela do alinhamento
expectativa da gente.
>> E aí? É verdade. Vamos, falta mais três
anos, pô.
Passou um ano só, tem mais dois de
doideira e vai ficar mais doido ainda.
Tem que dar conta para depois a gente
agora vamos com mais inteligência saber
aonde gastar energia.
Entende
>> como é que você treina a sua mente para
essa autoperformance, para essa
constância o tempo todo?
>> Existe uma coisa chamada de
metacognição, né? naurociência nada mais
é do que pensar sobre o que eu tô
pensando enquanto eu penso. Exemplo, tá
no trânsito, vem um pensamento ruim,
>> você não controla, mas você controla,
você vai dar atenção, não, ops, tô
pensando nisso aqui por quê? Que que tá
acontecendo aqui? A partir do momento
que eu me boto no presente, irmão, já
era. Solução tá na minha mão, ó. Não
quero pensar nisso agora, não. Depois eu
vejo. Depois eu vejo. Não vou pensar
nisso porque não importa o que eu quero.
O que importa é o que eu repito. Não
quero pensar nisso. Não vou pensar nisso
agora. Faço uma oração, ó Deus, tira
esse negócio da minha cabeça agora que
não faz sentido me irritar com isso aqui
não. Teve uma época que Rebeca no
porpério tava reclamando muito de tudo,
qualquer coisa e eu reclamava que ela
reclamava
[risadas] os dois reclamando.
>> Aí eu disse: "Como é que eu faço para
mulher parar de reclamar?" Eu vou parar
de reclamar. Tudo que ela reclamar eu tá
bom e fazer e danse meu irmão pais.
>> A irmãzão, eu adorei Guto aqui, ó. Já
tá. Pode
>> porque não importa o que eu quero,
importa o que eu repito. Eu posso falar,
mas eu nem assim eu consegui resolver.
Porque às vezes ela quer brigar,
>> não? Às vezes, el
>> às vezes ela acha ruim. Aí, aí você
fala: "Não, amor, não, tá tudo bem". Ela
>> que é assim, ó.
>> Mas como assim tá tudo bem? Como assim?
>> Quando uma mulher chega com um problema,
99% das vezes ela só quer falar para
ela, não quer que você resolva, irmão.
[risadas] Então, quando o Rebeca chega
para mim, eu digo: "É para ouvir ou
resolver?" Ela ouvia, eu fom, eu fico
ouvindo, tá bom? Porque enquanto ela tá
falando, eu já tô resolvendo. Eu não
quero que resolva, eu só quero falar. Eu
fiz: "Ah, entendi."
[risadas] Então, hoje ela já chegou, ó,
é só para ouvir, tá? Não tenta resolver.
E aí ela fala: "Eu,
>> pronto, pronto, fechou. É nós. E tá em
paz. [risadas] Mas é sempre assim, não
tem dia que o pau quebra. A gente
recebeu para jantar ontem, que era para
ser um jantar romântico, pau cantou no
restaurante, mas chegou em casa, beijo,
beijo na boca e tudo certo, irmão.
>> É igual a empresa, pô. Pau, quebra com
sócio, depois estamos junto, irmão.
Vamos simbora porque o objetivo dessa
conversa difícil é evitar um fim
trágico.
>> É,
>> entende?
>> Então, esse alinhamento de expectativa é
uma conversa contigo mesmo todo dia, a
todo momento. É orar e vigiar 24 horas
por dia, pô.
>> Orar e vigiar
>> o tempo inteiro. Só que não é orar e
vigiar os outros, é tu mesmo, pô.
>> Legal.
>> Por que que Por que que eu tô impulsivo
nisso? Por que que eu quero com isso
aqui? Tipo, esses dias a gente falando,
aí ela comeu uma sobremesa em casa
depois do almoço, aí ela
[limpando a garganta] foi pegar outra e
disse: "Não, eu tô querendo o sabor da
primeira, não vou comer não". Aí eu
disse: "Caralho, sensacional". Ela
pensou sobre o que ela tava pensando
enquanto pensava. Por que que eu quero o
segundo pedaço? Para sentir o mesmo
prazer do primeiro? Eu não vou sentir.
Então isso aqui é um momento compulsivo
meu que eu tô tentando me anestesiar.
Não vou comer. Quando eu me trago pro
presente não tem impulsividade, não tem
reatividade, entende? Fica mais fácil de
tomar decisões.
>> É. Agora é a hora que talvez você me
xingue. [risadas]
>> Eita [ __ ]
>> Vamos lá.
>> Tu sabia disso? Eu nem vi, eu nem vi o
roteiro. Eu fiz o roteiro do Pong, ela
fez o seu.
Eu nem vi contrário.
>> Não tá no roteiro, não. É, sabe por quê?
Vamos lá. [risadas]
Eh, você acha que é mais fácil?
>> Vamos ali a expectativa.
A minha resposta vai ser equivalente à
sua pergunta,
>> tá tudo bem?
>> Então, não é sobre eu não me irritar, é
sobre você estar preparada para o que
vai ouvir de volta.
>> Sim.
Viu como eu alinhei? A culpa é de quem
agora? Se d errado. Dela.
>> Te resolve.
>> Não, preparada. Sabe por quê? Porque a
minha pergunta tem uma intenção. Mesmo
que ela possa est errada a forma de
pensar ou de agir, ela tem uma intenção
minha de mudar e ajudar outras mulheres
a mudar. Então, a o teu nível de
resposta pode ser direto.
>> É mais fácil para homens do que para
mulheres serem mais diretos assim em
relação aos seus próprios sentimentos,
comportamentos
e alinhamentos? Porque muitas vezes em
casa, assim, eu sinto que eu sou uma
pessoa disciplinada, principalmente em
relação ao meu trabalho e minhas
conquistas, muito voltado pelos meus
resultados. Agora, quando eu entro em
pensamentos negativos, eu demoro mais
para sair, eu fico do que o próprio dom.
E muitas vezes ele fala: "Ei, energia
emocional". Só que aí eu falo: "Que
inteligência emocional? Que inteligência
emocional agora, como parece que eu
quero ficar um pouquinho ali e depois
[risadas] conseguir sair e voltar pro
pros meus planos." E aí pensando, poxa,
o homem sendo ainda mais racional, ainda
mais direto, eh, e você tendo, poxa,
diversos pacientes, tantas pessoas que
já passaram por você, é mais fácil pro
homem ou não tá relacionado com você?
>> É, é mais fácil tanto pela energia
masculina, que é uma energia do resolver
e de não se importar tanto com algumas
coisas, a mulher é muito mais emotiva,
mais sensível, ela é do cuidado, do
amor, quanto a variação hormonal durante
o mês, né? Humum.
>> Vocês t uma coisa chamada ciclo
menstrual que vocês viram um demônio
[risadas]
e e tá tudo certo. É, é de vocês.
>> Uma coisa que eu acontece que a gente
tem que conseguir ainda controlar os
demônios
>> é a parte onde você mais tem que se orar
e vigiar é quando você tá sendo
influenciada internamente por algo que
você não controla, é quando você mais
precisa de controle.
>> Legal.
>> É [ __ ] Quer quer uma dica? Sim.
>> Tem uma coisa chamada de emocionário que
eu criei, eu entrego para alguns
mentorados. Que que você faz? Você
divide seu dia em três etapas. manhã,
tarde e noite. Faça isso por 30 dias sem
errar.
>> Todo dia, no final de um período, você
escreve e descreve qual sentimento
predominou naquele momento. Por exemplo,
hoje então meio-dia aqui agora você vai
escrever: "Ah, o sentimento que
predominou foi ansiedade e descreve o
que você sentiu." Cara, eu senti
palpitação, sentir irrita e descreve,
vai pro dia, chegou na parte da tarde,
escreve e descreve qual o sentimento
predominou. De noite, mesma coisa. Se
você fizer isso por 30 dias, você vai
ter um mapa mental das suas emoções.
Você vai perceber que você fica ansiosa
no mesmo dia, na mesma hora, todas as
vezes.
>> Au!
>> Aí o que que você faz? Qual o ambiente
que eu tô inserido que tá me despertando
isso aqui? Ah, toda vez que eu encontro
com essa pessoa e tenho essa reunião,
desengatilha isso aqui. Eu não vou
evitar ter reunião com essa pessoa. Se
eu sempre tô feliz quartas à noite, o
que é que eu tenho feito na quarta
durante o dia? Vou potencializar isso
aqui e jogar isso aqui para outros dias.
E aí você vai ter uma inteligência
emocional melhor para quê? Se eu sei que
isso aqui eu tenho que fazer, eu não
tenho como abrir mão, mas vai despertar
um gatilho ruim em mim, eu já vou
blindar e preparada. Aí fica mais fácil
de controlar. Tudo é sobre
racionalidade, porque se eu deixar a
emocionalidade tomar conta, eu viro uma
pessoa reativa
>> e tu controla tudo que o mundo te dá.
>> Não,
>> mas de tudo que tu controla, tá tudo
controlado?
>> De tudo que sim.
>> Tudo tá. Claro que não. Essa é a merda.
Eu não controlo tudo, mas tudo que tá no
meu controle também não tá controlado.
>> Fodeu.
>> Essa é a merda. Esquece o que tu não tem
controle.
>> Eu não foco na reunião e na pessoa que
eu desgosto. Se eu tenho que tá lá, eu
me blindo.
É isso. Isso tá no meu controle. Então
isso é inteligência emocional. Eu digo
para Rose, meu sócio, que inteligência
emocional não é sobre virar Buda.
>> É sobre você mandar se [ __ ] a pessoa
certa, na hora certa, pelo motivo certo,
do jeito certo, na intensidade certa.
[ __ ]
>> Isso é inteligência emocional. Eu só
peço desculpas por algo quando eu
passei. Se eu passei, eu não fui
inteligente emocionalmente. Então, eu
tenho que ser proporcional ao que tá
acontecendo. Sabe uma coisa que eu faço
muito com quem quer fechar a sociedade
comigo?
>> Hum. Eu frustro a pessoa com uma pequena
coisa antes de assinar contrato. A
depender de como ela reagiu por uma
coisa pequena, imagina com milhões na
mesa.
>> Verdade.
>> Frustra intencionalmente
>> e vê a proporção da da reação dela. Ih,
irmão, tu tá muito puto por um negócio
que é muito merda.
>> Se desse tamanho já deu desse tamanho
assim, imagina botar grana mesmo. Tô
fora. Não quero esse problema para mim
não. Então isso é uma coisa que eu faço
hoje.
>> Eu tenho um advice hoje que ele só vê
novos negócios. O cara tá em reunião
agora, vai puchar uma healthtech pra
gente, pro grupo.
>> Por quê? Porque eu não vou botar minha
energia o tempo inteiro nisso. Não faz
sentido, porque nem tudo vai fechar,
>> então tem que passar por um filtro ali.
Então isso a gente já tem hoje mais
tranquilo.
>> Eu aprendi,
eu comecei a aprender sobre inteligência
emocional na época que eu comecei a
estudar muito Tony Robbins e na época eu
era do multinível junto com o Caio.
Então a gente ouvia muitos áudios de um
cara chamado Jim Rone e que de certa
maneira ele ele falava isso, né? não é o
que acontece, é o que você faz em
relação ao que acontece, não é a direção
do vento, é a posição das velas. E e eu
começando a estudar sobre isso e também
sobre ficar presente para ser menos
reativo, né? Eh, eu tinha um um grande
problema dentro da família que era meu
pai, né, que bem intencionado, querendo
me proteger, eh, ele descarregava uma
energia muito pesada e muito negativa em
mim. Assim, por exemplo, eu ia arrumar
para, eu morava em Campinas, eu tinha
que vir fazer uma reunião em São Paulo
nessa época que eu morava com ele ainda.
E aí ele já começava,
[limpando a garganta]
você viu o tanto de assalto que tá tendo
lá em São Paulo? Você viu? O cara, os
jovens que foram mortos ali, não sei por
e ó, e você sabe quando chove lá, esses
dias inund
bá e não sei o quê. E esse horário aqui,
ó, é o pior horário pra chuva, né? E
você já tinha que ter ido de manhã para
poder voltar de dia, porque se você
voltar à noite, acontecer alguma coisa,
é muito pior. Você não sabe o que, cara.
Eu eu saí assim, tipo, murcho, sabe? Eh,
e por muito tempo eu deixei isso me
afetar.
Só que na hora que eu comecei a estudar
e comecei a ter mais consciência disso e
ficar presente, eh, eu não tinha
controle. Eu, [ __ ] meu pai com, sei
lá, na época 56, 60 anos, tal, não
mudou, eu vou mudar ele agora, né? Eh,
então quando ele ele começava a falar,
eu ficava olhando e pensando assim,
ele quer te ajudar, ele acha que ele tá
assim de fato ajudando, ele tá bem
intencionado. E ele falando assim e eu
fal
eh eu mudei a eu eu fiquei mais presente
e intencionalmente não deixei o que ele
tava falando
>> me pegar e me pegar. Eh, e aí ficou
muito mais claro depois, né? E e eu
consegui trazer isso pro dia a dia, eh,
de estar presente, né, de você ouvir às
vezes ou tá numa situação, mas e você
falou dentro do carro, pô, não, agora
não, não, não, não, não vou pensar nisso
agora, não, não, não vou deixar me
afetar agora, não vou. Então assim, é é
muito sobre estar presente, sobre eh
pensar sobre o que você tá pensando, né,
para saber se porque tudo começa com
pensamento, né?
>> Mas eh também não deve ser do dia paraa
noite, precisa de prática, né?
>> É porque funciona assim a cabeça da
gente tem duas coisas que são
extremamente importantes, a realidade e
a verdade. Qual você acha que é mais
importante?
>> A verdade? Eu acho que a a realidade
real ou a verdade que a sua verdade tem
[limpando a garganta] duas coisas, a
realidade e a verdade. Qual é a mais
importante?
>> Não depende da interpretação, porque
assim, o que qual que a realidade ou a
verdade?
>> Eu acho que é a realidade, né? Porque a
verdade cada um tem a sua também, né?
>> Verdade? É. Então acho que eu vou nessa
linha também.
>> A realidade é o fato.
>> Aham. Seu pai o jogaba essas palavras
para você.
>> A verdade que você contou sobre o fato é
mais importante, porque é o que você
repete para si mesmo,
>> tá? E quer ver uma coisa muito [ __ ] Tu
já conversou com teu pai sobre como era
ele com o pai dele?
>> Eh,
>> muito provavelmente. Ou ele não teve
presença paterna ou cagava para ele.
>> Então ele te deu tudo que ele não tinha,
pô.
>> Exato.
>> Vê que [ __ ] saber disso.
>> Aham. Aham.
>> Entende?
>> Pensava
refletir sobre isso várias vezes. Pô,
ele ele não teve referência. Como que
muito grande para você fazer uma
pergunta dessa, porque o que você vai
ouvir, irmão, todo pai vai passar um
trauma pro filho, só que o que ele
passou foi 10 vezes pior, irmão.
>> Legal. Se tu entende isso, tu diz:
"Porra, velho, tá só me ajudando."
>> Legal. Legal.
>> Pô, quando quando eu decidi ir pro
digital, meu pai, meu filho,
>> paga o NSS, faça uma aposentadoria,
porque era a referência de segurança que
ele tinha, pô.
>> Só que ao mesmo tempo, inteligentemente,
eu dizia: "Pô, meu pai tem a vida que eu
quero ter com a idade dele?" Não tem,
então eu não vou seguir esse conselho.
>> Mas meu pai é um cara muito
espiritualizado. Quando eu quero
conselho espiritualizado, eu peço pro
meu pai, pô,
>> perfeito.
>> Fim. Perfeito.
>> É muito simples. Não é fácil, mas é
simples. Porque se fosse fácil era
sacrifácil, não era sacrifício.
>> Exato. [risadas] Quando eu tava, quando
eu entrei no multinível lá na Monavi,
comecei a trabalhar com o Caio, eh, eu
ganhava R$ 3.000 de salário na IBM,
novinho ali, começo de carreira. E no
multinível eu comecei a acelerar, sempre
muito ambicioso também. Com poucos meses
ali eu tava fazendo 5.000 por mês, que
já era tipo quase o dobro do que eu
ganhava. Tipo, dobrou meu padrão de
vida.
>> Tô rico.
>> Uau! Eh, aí o que que eu fiz? Pedi as
contas da IBM, tranquei a faculdade que
eu tava fazendo. Eh, meu pai veio
conversar, falou: "Não, eh, é três, é
cinco que você tá ganhando?"
Eh, eu tinha um Peugeot 206, feline na
época. Ele falou: "Eu te dou uma
Mercedes".
Não é carro que você gosta. "Eu te dou
uma Mercedes fic
>> e eu te dou 20.000 por mês
para você passar num concurso público.
>> [ __ ]
>> eu falei:
"Não quero
assim, porque onde eu quero é muito
maior do que isso."
>> Eu tinha aceitado na hora. [risadas]
>> Mas e
>> tu tinha quantos anos aí?
>> Eu tava com 20. Não, não, não, não, não.
Mais eu tava com eh 23 anos.
>> Tentador, viu? Tentador demais. Tentador
demais. Eh, e aí como eu não aceitei, aí
ele ficou um ano sem falar comigo.
Aí ele mordeu. Mas na cabeça dele, né,
>> e ele tava fazendo o melhor dele. Ele
teve uma vida muito difícil, então ele
tinha um valor de segurança muito alto.
Ele não teve pai, né? Então, assim, mas
graças a Deus o que fez a diferença para
mim foi estudar.
>> Que top, né?
>> Eu agora como conhecimento é poder, né?
Porque olha aqui nessa mesa e pras
pessoas que estão escutando também, a
minha cabeça tá aqui, ó. Só realidade,
verdade. Realidade, verdade. [risadas]
Eu juro que
>> sempre se conte uma história melhor. Só
que tem um perigo nisso aí.
>> Geralmente as pessoas contam verdades
para si mesmas que as mantêm estagnadas
sem evoluir. A verdade tem que ser para
prosperar.
>> Quer ver um exemplo disso? O primeiro
exemplo que você falou sobre a
romantização da obesidade.
>> As palavras têm um poder muito forte.
Sim ou não?
>> Sim.
>> Quando eu falo a palavra obeso, o que é
que vem junto com ela na tua cabeça? Ai,
sofrimento, peso,
>> peso, peso,
>> é dor, rejeição.
>> Vamos mudar as palavras.
>> Eu tenho corpo livre.
>> Hã, ó como fica leve.
Quer ver outra? Quer ver outra mais
pesada ainda? Quando falar a palavra
prostituta, o que que vem na tua cabeça?
exploração,
>> é exploração,
>> falta de dignidade, humilhação, muda o
nome, criadora de conteúdo adulto. É
quase uma empresária. [risadas]
>> Então ela se conta uma verdade que
atrapalha a vida dela. Pô, eu tenho que
me contar, eu tenho que ser muito maduro
e muito inteligente para me contar
verdades que me façam ser uma pessoa
melhor.
>> Legal.
>> Ninguém tá aqui nesse mundo para ser
feliz, não, pô. Tu tá para ser uma
pessoa melhor. Se der para ser feliz,
incrível.
É para ser uma pessoa melhor. Pô,
>> legal.
>> Quais são as coisas que eu tenho feito
que me tornam uma pessoa melhor? É esse
o objetivo de vida animal.
>> Excelente. Posso entrar um pouco no
mercado?
>> Pode,
>> pode. Guto, queria aproveitar o seu
conhecimento também. É muito.
>> Em algum momento eu só quero perguntar
para ele como que ele vai aposentar as
gerações.
>> Ah, então manda e aí eu entro no
mercado.
>> Eu fiquei curioso que eu também quero.
[risadas]
>> Dentro do que você pode abrir, não sei
se tem alguma coisa. Problema não.
Quando eu mudei para cá, eu ainda não,
três gerações.
>> Três gerações. Era ela ter lembrado que
eram três.
>> Eh, quando eu mudei para cá, eu ainda
tava com o mesmo modelo de negócio. E aí
quando foi em julho do ano passado,
julho, julho do ano passado, eu cheguei
pra Rose, meu sócio, disse: "Irmão,
chega, não dá mais. Eu não, tô nem feliz
de falar isso aqui que eu tô falando, de
ter que aparecer para falar de [ __ ] de
tira bucho. É, dá dinheiro para [ __ ]
dá, mas não dá. porque eu consigo
entregar muito mais e esse modelo de
negócio vai me ferrar. Aí ele fez,
beleza, então só que é entrar para
rachar, irmão, é com os dois pés e a
gente joga assim. A gente acabado de
voltar de uma viagem, eu fui contratado
por uma farmacêutica para ir para Dubai
dar uma palestra para médicos. Eu já
dava palestra para médicos há muito
tempo sobre posicionamento, inteligência
emocional, a importância de se
posicionar, essas coisas que eu aplico e
é meu core business. É é como eu faço
para ter dinheiro.
>> Legal. Então eu consigo ensinar isso. E
aí eu ia para essa palestra e quando eu
tava indo paraa palestra para Dubai, um
do dia pro outro liguei: Roser, tu tem
que ir junto aí ele fez: "Amanhã eu
fizer ele: "Por que eu fiz? Porque eu já
dei palestra para farmacêutica". Esse
cara nunca faz pit depois do evento. Aí
eu metei um pit lá em Dubai, irmão, e
ele comprou a ideia na loucura, porque
ele sabe que eu sou doido, mas eu tenho
uma visão que, meu irmão, vai dar bom.
>> Legal.
>> Confia.
>> Ele comprou passagem, foi. Chegou lá,
cheguei pro dono da farmacêutica um dia
antes da palestra de pist. Qual é o pit
amanhã? Ele fez não tem. [ __ ] fazer um
churrasco em São Paulo, né? Trouxe 30 m
para cá. Para quê? Deixa eu fazer. A
gente vai entregar o quê? O Roser já tem
uma base de mastermind muito antiga
>> de marketing digital. Ele é o maior
lançador do Brasil.
>> Uhum.
>> Ele lançou mais de 120 pessoas, já
faturou mais de R bilhão deais em
lançamento digitais,
>> né? Criação de infopruto. Wend Carvalho,
Maira Card, ele é só Tamaira até hoje.
Enfim. E a gente fez essa essa
sociedade.
Quando chegou lá e o cara fez, não tem
pit, eu fiz, eu faço o pit. Vai entregar
o quê? Eu vou entregar o mastermind. é
um ano comigo, o médico para criar o
infopruto dele, ter uma fonte de renda
extra e criar um posicionamento
assertivo para o que ele quer, como ele
quer se posicionar. Ele fez, beleza, mas
50% é meu, porque o líder é meu. Fiz
justo, mais que justo. E a gente montou
tudo.
Aí a gente foi pro Dubai Mall, dar uma
volta. Aí eu entrei na Vancliff, eu
queria muito essa pulseira. Aí eu
entrei, coloquei no braço. Aí eu disse:
"Ô irmão, tu acha que o pit amanhã vai
ser bom?" Ele fez: "Com certeza vou
comprar pulseira hoje".
>> Já pr
>> E ele comprou outra. Não é certeza?
>> É. É certeza ou não é? Se é certeza,
faz. Pô, com certeza eu vou fazer isso
aí. Bota um boleto antes. Ai, não,
calma, não é assim. Então, já não é mais
certeza. Coragem é um dos princípios que
a gente trabalha. Coragem é isso. Sou eu
saber que vai dar certo, vai. Isso não é
contar com ovo no toba da galinha. É, se
der errado, eu consigo pagar, consigo.
Eu tô sendo corajoso e não imprudente.
Não é, vou me endividar para comprar,
não, eu consigo pagar, tá tudo certo.
>> Mas eu vou pagar com aquele dinheiro, já
tá no meu braço, metade do dinheiro. E a
gente foi lá e fez o pit dos 30 m
compraram um ticket de 150.000.
Irmão, isso para um é uma conversão
absurda, porque a galera tava com
público frio, não sabia quem a gente
era, foram para Dubai para tomar
cachaça, não tinha nem palestra, a gente
meteu um pit, a galera comprou.
quando voltou disse: "Irmão, medicina tá
se acabando no sentido de a gente tá
formando muita gente no Brasil e as
pessoas estão pouco qualificadas. Eu não
quero ensinar médico a ser médico longe
de mim. Eu quero ensinar ele a como
fazer com que mais pessoas saam quão bom
médico ele é. Nisso eu sou [ __ ]
Posicionamento assertivo e criação de
infoproduto.
>> E aí quando a gente voltou, época do
Trump e isso ainda e tinha lá Make
America Great again, né?
>> Uhum.
>> Ela disse: "Ah, entrei no MPI, marca não
tava registrada". Aí eu peguei make
Brasil again,
irmão, faça o Brasil saudável de novo. E
isso hoje é nosso guarda-chuva. Então
tem um grupo GH hoje que é uma holding,
a gente tem uma vertical absurda, mais
de três operações, tudo que é no nicho
da saúde tá lá dentro. Então hoje eu
tenho uma farmacêutica de manipulados
injetáveis, eu tenho clínica médica aqui
em Alfaville, a gente tá assinando o
contrato segunda-feira de 136 clínicas
odontológicas.
Então é assim que eu tô aposentando as
três gerações, saindo da performance que
aparecer todo dia para criar uma
vertical onde eu sou sócio, minoritário
em várias pontes. E qual é o meu
objetivo? Acelerar o negócio da pessoa.
>> Então a pessoa chega para mim, ó, eu
tenho esse esse esquema de a
farmacêutica, por exemplo, ela começou
do zero com a gente, ela começou a
operação em outubro do ano passado
>> e a gente perguntou pro sócio, tá? Qual
o objetivo de vocês? Não, a gente quer
em seis meses faturar 20 milhões. Isso
legal. E se a gente passar aí vocês têm
cada um 10% da Farma, a gente bateu 50
milhões.
>> A farma vale 1.5 b.
Eu já fiz vezes 1000 o que eu tava
fazendo, pô. Vezes 100
>> animal,
>> entende? Isso foi meu primeiro ano.
Então tudo que tá embaixo de negócio e
saúde, a gente vai abocanhar um pedaço.
Esse é nosso objetivo hoje. Legal. Então
as pessoas já começam a me ver, não mais
como o cara do emagrecimento, tanto é
que caixinha de pergunta e podcast,
>> ela tá nem aí para irmão, como é que eu
performo bem? Como é que eu ganho grana?
Como é que eu consigo não tá tão ansioso
para performar melhor?
>> Então esse é o Guto hoje, entendeu?
>> Legal.
>> É assim. E qual
>> você quer perguntar?
>> Pode depois.
>> Qual o seu direcionamento para quem? Eu
acho que não dá nem para falar aí se é
importante se posicionar porque é um
fato. Agora, qual é o seu direcionamento
para quem quer se posicionar?
É, o posicionamento parte do que é que
eu defendo. E o que eu defendo não é no
meu CNPJ, é no meu CPF.
>> Então, uma coisa para facilitar é o o
que eu defendo, eu tenho que estar
disposto a perder dinheiro,
>> perder amigos, me afastar de familiares
e a criar inimigos para defender. Isso é
o meu posicionamento. Então, se você
parar para para ver minha minha
oratória, minha minha retórica dentro do
Instagram, eu defendo cinco coisas:
>> Uhum.
>> Deus, justiça, sabedoria, coragem e
autocontrole.
A partir do momento que eu defendo isso,
todo mundo que não defende isso e
inimigo e eu bato e [ __ ] E aí eu
começo a criar a minha tribo de pessoas
que defendem o que eu defendo e batem em
quem eu bato. Só que eu não bato na
pessoa, eu bato na causa que ela defende
que é contraditória a minha.
>> Só que dentro disso, eu tenho que ter
uma linha narrativa, que é onde as
pessoas falham, de quebra do status qu,
de quebra do do que é esperado. Então a
minha linha narrativa, tem que lembrar
que o o Instagram, qualquer rede social,
TikTok, ele é audiovisual.
>> Uhum. Então, quando a pessoa chega
aprender inglês é muito difícil, [ __ ]
É não, irmão, tua cara, meu irmão,
aprender inglês para mim, [ __ ] que
pariu, é muito difícil. Agora ficou
difícil [roncando]
>> isso. A linha oratória, sou eu
externalizado de fato que eu tô
sentindo. E aí as pessoas diz: "Ah, mas
aí eu vou ser um personagem,
sim, em alguns momentos sim, mas não um
personagem mentiroso, um personagem que
vai fazer a única coisa que um processo
comunicativo foi feito para ser feito."
Geral uma emoção, pô. Muito bom.
>> Comunicação só serve para isso, gerar
uma emoção no outro. Qual a emoção que
eu quero gerar? Medo do constrangimento.
Ativei o gatilho, agora mostra a rotina
para ele sair e comprar meu produto. É,
é, é simples isso,
>> né? E aí você para para pensar, você já
assistiu algum filme que você emocionou?
>> Já.
>> Sabe que era mentira, né? [risadas] E a
emoção foi verdadeira. É a mesma coisa,
pô. É a mesma coisa. Que emoção eu quero
gerar com a minha linha comunicativa? Eu
quero inspirar. Eu tenho que estar
inspirado, pô. Eu quero trazer uma dor,
eu falo mais baixo, eu trago um
acolhimento para essa pessoa. Eu te
entendo. É, é essa linha narrativa.
Agora isso é treino. Só no ano de 2023
eu fiz 279 lives, pô. Eu fiz mais de
1000 palestras já, pô.
>> Legal.
>> Como é que eu vou ser ruim falando
agora? O povo não, não vou dar palestra
porque eu sou ruim. Aí vai continuar
ruim. [risadas]
Não negue palco nunca na sua vida.
Is é a primeira base. Na psicologia, a
gente chama isso de repertório
emocional, que é a minha habilidade de
lidar com situações desconfortáveis.
Como é que eu treino isso? Se coloque
intencionalmente na situação
desconfortável. Você é tímido, vá na
padaria e conversa com as três pessoas
que estão na frente da fila. Bom dia,
tudo bom? Como é que você vai? Tu é da
onde? Vai quebrando timidez assim, pô.
>> Uhum.
>> Ah, eu tenho vergonha. Então, continua
daí, não reclama, nem posso fazer nada.
E cara, e eu vivi isso aí, eh, quando a
gente começou num multinível,
>> adorei.
>> O meu maior, cara, eu morria, eu eu era
tímido, introvertido, eh zer habilidade
de comunicação, de vendas, [roncando] de
relacionamento, de eh mas eu era
esforçado, né? Então eu consegui
construir os primeiros resultados ali e
no multinível a gente fazia todas
aquelas reuniões, né, toda semana que
chamava o pessoal, apresentava o projeto
e aí quem tava indo bem se chama para
dar um depoimento, servir de prova
social e tal. Eh, e eu comecei a me
destacar naquela época dos 5.000 por mês
ali,
eh, em relação a assim [roncando]
eh pela velocidade de crescimento,
>> não pelo R$ 5.000. E aí um cara que
trabalhava com a gente, com o Caio,
chamava Fernão Butstone. Não sei se você
teve oportunidade de conhecer, foi, teve
um ótimo resultado ali nesse mercado com
a gente também. E aí teve um dia que ele
foi lá para Campinas para fazer um
evento e aí esse evento lotou.
Eh, e aí lá no nesse evento,
eh, e sempre que tinha esse tipo de
reunião, que eu sabia que poderiam me
chamar para ir no palco, dar um
depoimento, eu saía da sala, eu ia pro
banheiro, eu fingia que eu tava no
telefone e tal, para assim tudo para não
ser chamado. E nesse dia a reunião lá
tava tão legal, sabe? Eu tava tão
conectado assim que eu nem pensei nisso.
E aí o Fernão chegou ali no momento de
pedir depoimento pra galera e aí ele
pediu e aí e
ele me anunciou no palco, né? Ele falou:
"Pô, e agora vamos reconhecer um cara
que tá tendo um baita resultado aqui e
tal com vocês, Dom Barros." E aí a
galera já começou a bater palma, eu
falei: "Nossa Senhora, fodeu, fodeu,
fodeu."
>> E tu também batendo pau, procurando o
dom: [risadas]
>> "Meu Deus, e agora, cara? Eu sei que eu
subi lá no palco, eh, e essa era
o maior,
literalmente medo da, da minha vida,
cara. Sabe assim? Era. E e aí eu cheguei
lá no palco, ele me deu o microfone. A
partir daí eu já nem lembro das coisas
direito, que assim, eu só lembro que eu
comecei a falar meu nome e tal, e minha
boca eh começou a ficar seca e minha
perna começou a tremer, minha mão também
e minha voz tremendo e eu pensando,
[ __ ] tá todo mundo vendo que eu tô
tremendo e que eu não tô conseguindo
falar. E minha boca começou a ficar tão
seca que eu falando meu vez que eu
aprender aqui, ó, na gentiva, [risadas]
velho.
>> Tem vídeo disso? Cara, não tem.
>> Galera, bota o vídeo aqui. Tem sim,
galera. House procura no YouTube. Deve
ter, velho,
>> irmão. Assim, aterrorizante, velho.
Aterrorizante.
Aí eu sei que eu acabei, eu desci do
palco, eu falei: "Puta que o pariu,
velho, eu nunca mais vou passar por
isso". Eu procurei o Cadu.
>> Aham.
>> Que também tinha um um tava num patamar
mais mais alto ali. E ele que organizava
todo o rolê. Eu falei: "Cadu,
me coloca
no palco, em todas as oportunidades que
você puder, boa! Que eu preciso eh
[roncando]
e de fato assim, moral da história, você
só cresce fora da zona de conforto, né?
Você só cresce se se desafiando.
>> É que na verdade o termo zona de
conforto ele é erroneamente passado, o
que chama é zona de segurança,
>> tá?
>> Lembra que o cérebro ele é muito bom em
economizar energia?
>> Aham. Ele também é muito bom em te
manter seguro. Tudo para ele é um risco
de morte. Porque se eu carregar a mesma
carra genética, se eu for atrás daquele
arbusto que eu nunca fui, pode ter um
leão ali, irmão. Então ele ativa a
mídala e diz: "Ó, isso aqui é um perigo
absurdo". Em contrapartida, a identidade
que o Dom criou. Ele é um menino tímido,
ele é um menino calado, ele é um menino
que, ó, como ele fica aqui caladinho na
mesa dos adultos. Então, eu sou amado
quando eu sou calado. Então, sou tímido.
>> Uhum.
>> Eu sou tímido. Sobe no palco. É tua
identidade sendo confrontada. É um medo
real. Uhum. Só que aí tu tem que se
perguntar, isso é um medo real ou um
medo engatilhado?
>> Nossa,
>> tem um risco real de dar de dar muito
ruim aqui de eu morrer, cara? Não, não
tem. Ó como eu me trago pro presente e
alivio ansiedade e aí eu vou. É eu
pensar sobre o que tá pensando enquanto
pensa.
>> Mas isso é o tempo inteiro, irmão.
>> Exato.
>> É o tempo inteiro.
>> E o que trava muito, né, falando de de
palco assim e e de
>> de oratória, né, de comunicação assim em
público, é é medo de julgamento, né? E e
aí eu lembro que eu criei ali um
[roncando] mantra, né, que eu ficava
repetindo para mim toda vez que eu ia
subir no palco, eu vou dar o meu melhor
e [ __ ] que os outros vão pensar. Eu
vou dar o meu melhor e [ __ ] que os
outros vão pensar. Eu vou dar o meu
melhor e [ __ ] que eh para desapegar
dessa preocupação
>> sobre como eu ia aparecer com os outros,
né?
>> Legal. Outra coisa que você poderia ter
feito e pode fazer a partir de hoje é:
"Qual o meu objetivo ao palestra?"
e ficar todo mundo. Não, então o meu
objetivo é dar o meu melhor.
>> É isso aí.
>> Então vou dar o meu melhor.
>> E sabe uma coisa que eu faço? Pô, olha o
dado que é muito importante. O país, o
Brasil é o país mais ansioso do mundo e
mais depressivo das Américas. Isso é
muito forte. Então tô dando uma palestra
aí. A a Karen tá lá na pal Karen, né?
>> Karin.
>> Karin tá lá na palestra de cara fechado
assim.
>> Qual a verdade que eu me conto? Cara,
minha palestra tá uma merda. Fodeu,
cara. Karina deve estar num dia muito
ruim. Vou puxar ela pra minha energia. E
aí, como é teu nome? Karina. Pô, e aí?
Me conta. Acabou, irmão. A verdade que
eu me conto é outra.
>> Legal.
>> A verdade que eu me conto não é que eu
sou um merda, é que a galera tá uma
merda e
>> eu tenho que puxar ele pro meu estado
emocional. Aí eu trago para mim.
>> Quando eu vejo o cara tá rindo que tava
de cara fechado, tá tudo certo.
>> Porque não é contra você, irmão. Ele tá
mal. As pessoas estão mal hoje em dia.
Então eu tenho que falar de um jeito que
eu traga ela por um estado emocional que
vai fazer sentido para ela, entendeu?
>> Muito bom.
Ó Guto, valeu a pena esperar, viu?
>> Tá.
Eita, valeu mesmo. Aqui, ó, com nenhum
outro teve isso aqui. [risadas]
>> Não teve mesmo, ó.
>> Eh, ô Gul falando, você posso?
>> Pode.
>> Eh, eu eu adoro a parte de negócio, né?
Apesar de que essa parte de de
inteligência emocional e tal, assim, é
você,
>> tem tudo a ver. E eu acho que talvez
seja uma das minhas maiores qualidades,
porque eh por muito tempo eu fiquei
lendo no multinível, velho. Só sabia
vender, não sabia nada de negócio, tal.
Então quando eu comecei a empreender,
felizmente eu arrumei bons sócios que
aceleraram ali minha curva de
aprendizado, meus resultados.
Mas falando de de modelo de de negócio,
né? Eh, se eu puder voltar ali,
>> sim. Eh, você vinha ali do do digital,
que dependia muito de você, tá sempre
divulgando e aparecendo, tal, e você
veio mais para um modelo onde você cria
estruturas, modelos de negócio que
dependem pouco ou nada de você
eventualmente. É, hoje
e olhando pro que você tá criando ali
com essa holding, com essas empresas na
área de saúde e tal, eh, você como que
você tá enxergando, né, dentro da tua
tese? você pensa, beleza, mercado de
saúde, eh, modelo de negócio,
o que que você entende como uma boa
oportunidade
e e onde que você vai aprofundar para
você construir esse resultado que você
quer construir?
>> Quer que eu entendo, eu [roncando]
lembro uns anos atrás e até coliga com o
negócio do restaurante que a gente tava
falando ali fora do porqu sentido para
você ter,
>> apesar de não entender da parada, podia
falar, não podia. Tudo certo,
>> podia sim. Eu lembro que em Balneário e
Camboriu uma época teve uma balada. Eu
fui convidado um dia para ir nessa
balada, era solteiro, tal, tudo certo.
[ __ ] era um lugar, uma estrutura de
cinco andares assim na beira da praia
absurda. Só que eu olhei aquilo mesmo,
isso aqui não fecha a conta nunca,
nunca. Aí, pô, quem são os donos? Ah,
era cinco playboyzinho e tal, os caras
fizeram para pegar gente, tá nem aí para
nada, irmão. Ó o marketplace que os
caras fizeram. Os pais eram dono de
construtoras.
Durante a balada eles viam quem mais
estava gastando chamava para uma reunião
e vendia terreno, irmão.
>> Nossa,
>> golaço.
>> Golaço,
>> Dane se se der prejuízo, eu faço aqui,
ó. Tem duas formas de eu aumentar minha
margem. Ou eu faturo mais ou eu gasto
menos.
>> O mundo ideal é os dois. Eu ganho mais e
gasto menos o tempo inteiro. Beleza?
Aumentei margem das duas formas.
>> Qual é a moeda mais cara do mundo hoje?
É atenção, atenção,
>> atenção.
>> Um CAC, dependendo do nicho hoje, CAC de
médico é R$ 220, irmão. Um lead, que é o
custo de aquisição do cliente. É muito
caro.
>> Uhum.
>> Para eu trazer esse cara para mim.
>> Uhum.
>> A gente entendeu que educação é um canal
de aquisição com CAC positivo. Os
eventos que eu faço não dão lucro, mas
eu trago gente qualificada para dentro e
faço um pit lá. O meu R vai para [ __ ]
que pariu. Então tudo meu hoje vem com
base educacional. A gente tá pegando
essas essa essa franqueadora de clínicas
odontológicas agora, primeira coisa,
braço de educação.
>> Como ensinar as pessoas a terem um
posicionamento melhor com suas clínicas,
como fazer o dentista ser melhor visto,
como aumentar o LTV do cliente ali,
fazer um produto de recorrência.
>> Então eu vou ensinar eles. A partir do
momento que eu ensino eles, eu vendo
outra franquia.
>> Legal.
>> Entende? Então o que eu vejo hoje é
braço educação. Não importa quando você
fatura, você tem que ensinar alguma
coisa para alguém para lá dentro ter
business. Eu sou dono de uma clínica de
em Alfavilha aqui. Vocês estão
convidados para lá se tratar também.
>> O Dr. Lucas Luquete, que é nosso sócio
lá, ele entrou como mentorado. Dentro da
mentoria, o negócio foi feito. É isso
que acontece. Então, pô, minha pediatra,
pediatra João Bernardo,
quatro filhos, trabalhando que nem uma
maluca de domingo a domingo, com aquela
síndrome do eu eu assim mesmo a minha
vida. Quanto mais eu trabalho e mais me
sacrifico, melhor médica eu sou. disse:
"Dani, vai no evento". Ah, mas eu não
tenho dinheiro para comprar um tô
chamando para ir no evento, né? Para
comprar. Eu meti-lhe um pit, né?
[risadas] Pau. Ela fez: "Eu não tenho
como pagar". Se a gente vai criar como
pagar agora. Mostra tuas consultas,
quanto custa? Ela fez: "Você é meu
cliente". Eu fiz: "Mas eu não faço a
menor ideia de quanto custa. Eu só pago,
é meu filho, pô".
>> Minha mulher só manda o Pix no final do
mês. É tanto esse mês, pum, e acabou.
>> Aham.
>> E aí ela disse: "Ah, é tanto". Eu disse:
"E a lista de espera seis meses eu fiz:
"Triplica, eu vou perder muito cliente".
triplique. Aí você tem que confiar. Se
você viu até aqui, tem que confiar.
>> Triplicou, perdeu nenhum cliente.
>> Legal.
>> Criamos um braço digital dela. Ela tem
um produto chamado imunidade forte, onde
ela mostra pras mães como não deixar os
filhos ficarem doentes. Tudo que uma mãe
mais quer, pô. Ela tá há 4 meses com a
gente, faturou R$ 500.000 no digital.
>> Hum. Que legal. Animal,
>> sacou?
>> Uhum.
>> A possibilidade de eu ter um business
muito grande com essa mulher é enorme.
>> Legal. Já peguei o produto digital dela,
quem vai fazer o lançamento estratégico
dela agora sou eu e Roser, que a gente é
bom nisso.
>> Ou seja, 50% de faturamento agora vai
ser meu.
>> E para ela é sensacional.
>> Uhum.
>> Porque fica maior ainda. Olha eu citando
ela aqui
>> total.
>> Não pode entender o jogo.
>> Agora eu cito todo mundo. Não, eu sinto
quem tá performando, irmão.
>> Porque todo mundo recebeu o mesmo
conteúdo. Tu não tá performando. Por
quê? Qual é a crença que tá te limitando
aí? Tem que quebrar isso aí, tem que
performar, senão tá ferrado.
>> É assim que a gente vai fazendo. Então o
braço de educação, ele serve para
diminuir o CAC.
>> Às vezes o o o evento começa a ter o
prejuízo um pouquinho e tá tudo certo,
>> porque é lá dentro que eu faço Roy.
>> Legal.
>> É, esse é o game da gente hoje. Então,
indo pro TikTok Shop agora. A gente tá
para fechar com a Luía Soares, maior, a
mulher que mais vende no TikTok Shop no
Brasil.
>> Uhum.
Primeira coisa que a gente vai fazer,
braço educação, a gente vai criar uma
tribo de pessoas que vão vender tão bem
quanto ela.
>> Business sem fim,
>> sacou?
>> Quem tava aqui semana passada era o I e
o Hurley, que são sócio fundadores da OS
Fit.
>> Suplemento.
>> O [roncando] Fit é o maior case do
TikTok hoje no Brasil.
Ah, é o que vem a meloninazinha lá, o
Japinha faturou pouco. Fazer um Pix para
tu, irmão, deve tá liso. [risadas]
>> Eh, e a estratégias dele foi criar um
curso,
criar um curso para ensinar a ser
creator, mais ou menos o que você tá
fazendo. E aí, eh, ele trazia e ensinava
e colocava o produto dele, moral da
história, porque ele tá faturando o que
ele tá faturando.
Ele tá buscando 500 milhões de
faturamento esse ano.
Eh, todos os dias esse exército de
creators que ele criou
criam 3.000 conteúdos novos no TikTok
diariamente. Mais 1000 lives
>> por dia,
>> por dia, né? Então assim, de fato, é um
[ __ ] do negócio. Eu e e aliás, né, até
puxando o gancho, né, teve um cara que
me ligou esses dias para falar da
mentoria, mas na real ele tava com
modelo de multinível ainda, né? E eu
discutindo com ele, eu falei: "Cara, não
sei se desse jeito que você tá fazendo
vai dar certo, esse modelo tá tá meio
velho". Eh, hoje em dia tem, para quem
quer uma renda extra, dá para fazer
muita coisa, por exemplo, criar vídeo,
>> né? No, então assim, é a nova forma de
renda extra, né? E eh
olhando pro que a gente acompanha no
mercado hoje da força do TikTok lá fora
versus a atração que ele tá pegando
aqui, realmente assim vai ser uma [ __ ]
de uma oportunidade de jogar esse jogo.
>> Mas tudo que tá acontecendo hoje, do
jeito que vem rápido, vai embora rápido,
tá? Tem que ter que entender isso.
>> Exato.
>> Já a gente já tem creators há muito
tempo. Caiu para [ __ ]
>> É verdade.
>> Voltou agora porque a plataforma ajuda a
vender muito. A plataforma Instagram não
ajuda a vender muito.
>> É.
>> E o TikTok também antes não tinha isso.
Is isso aí é
>> abriu o live shop. Beleza. Daqui a pouco
vai ser uma outra forma de entregar. O
que que a gente faz quando a gente fala
de marketing digital? A gente entrega os
cinco funis que mais vendem.
>> Hum.
>> Então você tem que ter um load é é uma
cauda longa. É criação de business, pô.
>> Uhum. Porque um cara hoje que faz TikTok
Shop, ele vive daquilo. Uhum.
>> Se ele ficar doente, faz o quê?
>> É, não vai ter renda.
[limpando a garganta]
>> Meu objetivo é fazer com que o cara
tenha várias fontes de renda dentro do
digital. Então eu tenho um funil de low
ticket. Low ticket não é produto para
pobre, é produto para quem não me
conhece, é para público frio. Eu não vou
pagar R$ 150.000, nunca te vi na vida.
>> Uhum.
>> Mas eu pago R 97 para saber se isso aqui
é bom mesmo ou não.
>> Ah, já te conheci, captei o lead, vou
atrás desse lead agora. Esse le
performou bem, vai levando. Saiu do low
ticket, eu tenho um funil chamado VSL,
já ouvi falar não. Um vídeo sales lad
para público frio também.
>> Qual é o maior impeditivo da vida saler?
Ela converte muito bem, de 15 a 20%.
Vídeo bom, bem estruturado. É que ela
depende de grana enfiada ali.
>> Então se eu tenho um cliente, [ __ ] eu
não tô com budget, crio um low ticket
para gerar a renda do tráfego pago da
VSL, eu dou essa estrutura para ele.
[ __ ] fez muito sentido. Ó, como o L
ticket fica palpável. Tu quer botar
quanto de tráfego? 50.000. Eu tenho que
faturar 50.000 com low ticket.
>> Eu tenho sempre que ter uma conta para
pagar do funil que eu tô criando. Só que
a gente tá no nível hoje que eu digo:
"Porra, vou trocar de relógio, vou criar
aqui funil. Eu não pego do que eu tenho,
eu crio um novo para comprar o que eu
quero." Pô,
>> é outro game que a gente tá jogando já.
Então o caras vende um low ticket, ele
vem para uma VSL, ele vem para uma sala
secreta. A sala secreta foi criada pelo
Roser, foi ele que criou esse mecanismo.
Que que é isso? É um evento, só que
online.
>> É, a gente fez o C sai quanto? O C sai
positivo, pô. já tem RO na compra do
ingresso e lá dentro du 3 horas do dias
de conteúdo denso e pit para um negócio
acima dos R$ 2.000, R$ 3.000. Vendi para
uma grande galera. Depois disso eu tenho
mentoria, eu tenho lançamento pago,
>> que eu faço aquela captação, CPL, vou
para uma live no YouTube, fico dois,
três dias ali, p, faço um pit e tenho
eventos.
Quando a gente cria esse canal, aí o
cara tem um um um lifetime do do cliente
muito grande. Ele começou no low ticket,
ele veio para VSL, secreta, ele vem para
cá até ele acabar no meu evento. Tem
cliente nosso que já começou no evento.
Por quê? Porque tem uma oratória muito
boa, mas ao mesmo tempo que ele tá
performando no evento, ele tá criando
low ticket. A BSL é só secreta dele.
>> Perfeito.
>> E aí ele tem aqui, ó, várias frentes
para entender onde é que eu boto energia
agora. Você vai botar energia para o que
cada um serve. O low ticket, a chave de
atividade dele é gerar caixa para VSL. A
VSL performar, gera caixa para fazer um
evento. A sala secreta sou eu treinar em
live. O que eu vou fazer no evento. O
que que é um evento? Sen não a sala
secreta. Cobra o ingresso para as
pessoas estarem ali para me ouvirem e eu
fazer um pit. Pô, mesma coisa, pô. Só
que a diferença é que é online.
>> Mas isso você ensina para eles, né? Pros
seus alunos e mentorados. Agora, para
você, para eles chegarem no seu máster,
por exemplo, é o evento ou
>> é o evento? É a sala secreta. Por
exemplo, amanhã e domingo agora a gente
tem um mastermind para médicos,
>> chama MED Master Plan. Qual é o
objetivo? Ele vai sair de lá com o funil
de vendas prontos para transformar o
conhecimento dele no infopruto.
>> Essa é a promessa.
>> Esse funil pode gerar até R$ 150.000 a
mais por mês para ele. Até isso.
>> Por eu não tenho como prometer que ele
vai aplicar todos os funis. Ele vai
aprender todos, mas ele sai de lá com
plano para aplicar um.
Então a gente tá colocando 150 médicos
amanhã lá e lá tem o pit pro masterm,
que onde o cara fica com a gente um ano
e com o nosso time.
>> Então ele tem acesso a todas as skills
do cloud code que a gente tem. Então o
cara chega hoje, escreve, bota lá a
ferramenta de skill e escreve: "Ah, eu
sou um médico dermatologista, quero
criar um ebook". Ele sai com a land page
pronta, irmão.
É
>> só que antes disso, a gente faz toda uma
análise comportamental dele para definir
qual vai ser tua oratória, qual vai ser
o brand usado da tua marca,
>> porque eles não entendem que eles são
uma marca, pô.
>> Hum.
>> Ele é uma marca.
>> Uhum.
>> Vamos arrumar treta com quem hoje?
>> Os cara. Meu Deus, [ __ ] Então eu tenho
que começar a usar analogias para trazer
o médico para essa realidade. É muito
difícil porque eles são muito
engessados. Eu eu brinco que médico é
tão bom em ser médico que ele fica
bestalhado para qualquer outro assunto,
porque se ele fizer merda, alguém morre,
[ __ ] Tá certo. Tá certo.
[limpando a garganta]
Só que ele tem que entender que se ele
for só médico, ele não for bem
posicionado e não for um bom gestor, ele
tá ferrado. Vai quebrar, pô.
>> Legal.
>> Vai quebrar, pô.
>> E o teu master é mais para médico ou
você pega outro tipo de público?
>> Não, qual a ideia? A gente tem vários
braços de educação. Eu tenho um braço de
educação para qualquer área da saúde,
>> tá?
>> Eu tenho um braço de educação só para
médicos. Aí eu estudo de mercado. Por
quê? Médico não se mistura.
>> É. Ah, é um evento que é para todo
mundo. Ah, então não é para mim. E ele
tá certo, o conhecimento dele é muito
único. Se tu quiser sentar e conversar
de nutrição com outro nutriente, tu
troca ideia [risadas] agora e de
cirurgia cardíaca.
Fodeu, é muito único. Então o evento tem
que ser específico para eles.
>> Legal. Porque mercadologicamente faz
sentido isso. E quando eu falo isso na
no evento, ele fala: "Pô, é verdade, se
fosse para todo mundo, eu mesmo não
teria vindo. Só vai o que tá desesperado
e não é o líder que eu quero."
>> Então, tenho um evento para todas as
áreas da saúde, eu tenho um evento só
para médico, eu tenho um evento só de
marketing digital. E um dos clientes de
marketing digital aberto que a gente
tinha o Carlos Bale, que é ele muito
conhecido por fazer house flipping. Ele
compra, reforma e revende,
>> que é muito conhecido nos Estados Unidos
isso. A gente abriu agora o Real
Academy, o Real Club para marketário.
>> Ah, legal.
>> Então, velho, tá assim, ó. Aí, qual é a
minha ideia? Médico começou a ganhar
muito, bora investir aqui,
sacou? Só que como não é o meu core
business, quem toca é Roser e Bale,
>> eu apareço uma vez ou outra para dar uma
palestra, para trazer mais gente,
>> mas eu não fico falando disso porque não
faz sentido.
>> Se eu começo a falar disso no meu
Instagram, vou dizer: "Ih, tá vendendo
tudo, se perdeu". Meu negócio é saúde.
Tudo que for de saúde é comigo e eu
falo.
>> É, mas aí eles ganhando mais dinheiro,
eles entram em outros negócios. Só que
você fala de saúde e atrai o lead da
verticalização da holding. A gente tá
com a proposta agora de três healthcks
para entrar de teleimento e venda de
produtos e físicos dentro como se fosse
uma grande clínica online,
>> tá?
>> Cara, a gente teve em Portugal de férias
com o meu pai, um português, meu irmão,
por favor, me escute 10 minutos. Aí eu
disse: "Caralho, tá bom, vamos lá". Aí
sentei, conversei com o cara, estamos
avançando bem bem pra frente, tal o
negócio dele. E outra heft a gente teve
uma conversa ontem com o médico de
Niterói, que ele lançou uma clínica
online. Eu disse: "Pô, dá para fazer um
negócio bom aqui". agora, né, de
teleendimento, porque que as pessoas
fazem hoje até existe isso, mas tu
entra, preciso de um médico em São
Paulo, tipo, meu marido tá passando mal,
eu sou de outro lugar, aí tu entra, tu
tem que se adaptar à agenda do médico.
Essa não, em 5 minutos abre o popup e
entra o médico online contigo ao vivo.
>> Legal.
>> Aí é golaço,
>> hein? Legal.
>> Aí é golaço.
>> Ô Guto, e trazendo agora para produtos
físicos, que é muito do nosso mercado,
né? a gente trabalha hoje com marcas
próprias e tem diversos mentorados
dentro desse segmento de marca própria e
muitos eh no ramo de suplementação. Como
que você enxerga hoje eh o mercado de
suplementação, de emagrecimento de
produtos físicos versus esse aumento uso
e até popularização por preço mesmo das
canetas emagrecedoras?
>> É, as canetas vieram para resolver um
grande problema que tava dando merda. O
povo tava morrendo porque por excesso de
peso. Isso é um fato.
>> Uhum.
>> Só que as canetas, todo produto, ele
funciona para duas coisas. Ele resolve
um problema e automaticamente ele cria
outro. Não tem para onde fugir. Todo
produto faz isso. Beleza? A caneta
resolve o emagrecimento ou a obesidade.
O que é que ele cria? Quando as pessoas
emagrecem, elas estão emagrecendo,
aconando que elas queriam sem treinar e
sem treinar tão forte quanto poderiam
treinar. Isso gera perda de massa
muscular e perda de massa óssea. Isso
gera sarcopenia. Vai ser a doença do
século. Pode anotar. Sarcopenia.
Qual ligação entre sarcopenia,
diminuição de massa muscular de membro
inferior, principalmente e acometimento
de Alzheimer.
>> Olha,
>> vai dar merda. Tô avisando. Depois
voltem aí maioria não vai nem lembrar
porque teve, meu Deus, cancelado.
[risadas]
>> E aí é isso, entendeu? Então vai dar
merda. Qual é a ideia? A gente tem que
criar produtos hoje que supram já isso,
porque já tá dando merda, pô.
>> Se o cara toma canetinha, perde 20 kg,
ele vai treinar para quê? Ele já não
treinava, entendeu? São poucas pessoas
que vão lá pro treino.
>> Uhum. Em relação a produtos físicos, a
gente tá em conversa agora para pegar um
personal também numa forma de
manipulados orais.
>> Uhum.
>> E aí eu posso manipular o que eu quiser,
irmão.
>> E TikTok Shop que se segure.
>> Japinha, vou chegar, viu?
>> Entendeu? Então, pô, é o futuro, pô.
>> É o futuro, sabe? E tá ficando cada vez
mais acessível as coisas.
>> Uhum. Então eu tô em conversa com Light
Label agora para criar um produto
justamente de três etapas, tipo vou
começar a tomar caneta emagrecedora,
estou tomando, vou fazer o desmame, o
que é que eu tenho que usar nesse tempo
para não ter uma perda de massa muscular
tão grande quanto eu tô tendo?
>> E aí,
>> e você prefere um manipulado do que uma
linha de suplemento, que também
facilitaria a produção em massa?
Não, não é que eu prefiro. As as
propostas que apareceram foram essas
duas, tanto manipulado quanto outro.
>> Elas competem e não competem entre si ao
mesmo tempo, porque o manipulado eu vou
fazer coisas muito específicas. Vou
fazer um neurotrópico, fazer algo para
performance, algo para dormir melhor com
coisas naturais, sabe? Não dá escala,
né?
>> Não depende. Se eu tiver uma quantidade
de creators absurda falando, dá e eu
posso manipular o que eu quiser.
>> E ele tem os médicos.
>> Porque o manipulado oral é diferente do
manipulado injetável. Eu posso ter
estoque.
>> Hum.
>> Sacou?
>> Eu posso ter estoque. Manipulado
injetável eu não posso. Você manda, o
médico manda uma receita pra Farma, ela
manipula pro médico, fica em quarentena
de 20 dias e eu mando pra clínica do
médico.
>> Então não é eu quero comprar uma uma uma
tizatida aqui. Não vende. Aham.
>> Mas até o custo de produção deve ficar
mais caro numa [roncando] enfim, só para
>> não. Sim, a gente tá trabalhando com
todas as possibilidades, mas só que se
eu entro com 30% de uma farma, irmão, eu
não quero saber de White L para fazer
escala não, pô.
>> Sou dono da farma, pô. É. Outro game.
>> Agora se eu entro só para fazer o meu,
aí eu vou só pro white label.
>> Legal animal.
>> Mas eu não, eu não me vejo tendo uma
linha de creatina o prote do guto não.
Eu vejo coisa muito específica,
>> sabe? Performance, dormir melhor,
acalmar os ânimos, como é que eu
diminuiu a ansiedade com isso aqui.
Legal.
>> Acho que é mais a minha linha.
>> Legal. Justo.
>> Mas uma, só eu ia falar uma tese, eh,
dentro disso que você falou, porque a
gente tem uma marca que tem um público
muito grande de emagrecimento e
[roncando] é uma marca que o mercado tá
olhando e existe um receio nosso em
relação aos produtos atuais, justamente
por serem de emagrecimento.
>> Só que a questão não é o produto, né?
Você me falando, eu refleti, é o público
ali dentro. É só mudar
>> que agora a narrativa, o que ele vai
precisar. Eu sugeri lá atrás também,
primeira coisa, tem que bater nas
canetas e nos efeitos colaterais e
segundo, estender, fazer a expansão da
linha, [roncando] aonde a gente traz não
só o produto que ajuda a emagrecer, mas
o produto que traz uma reposição de
vitaminas e minerais para compensar. Eu
não bateria nas canetas, eu abraçaria.
Por quê? É igual o tax batendo no Uber,
vai só arrumar confusão e não vai dar em
nada, porque meu irmão, é um fato, já
era. E vai ser que nem iPhone, todo ano
um lançamento diferente, pô. Esquece.
Legal. Mão
>> Jaro é o remédio mais vendido do mundo,
mais que oncológico.
Esquece. Tisepatida caiu o hype, a
tizepatida não, a retratutida porque
Paraguai não tem lei de patente e
quebrou o hype de um lançamento que
poderia via ter, mas já tem bioglutida,
que são quatro eixos hormonais. Tá uma
loucura.
>> Então, e a tendência é aumentar isso aí
e ficar cada vez mais veloz e mais
rápido, entendeu?
>> Assim como os problemas. Exatamente.
Então, o que é que eu faria? Eu pensaria
em que é que a gente tem que criar,
porque os problemas vão acontecer. Como
é que eu antecipo para esse problema?
>> Uhum.
>> Então eu não bateria na caneta dizer,
olha, tem um efeito, ó, vai ter o efeito
colateral, mas eu sei que tu vai tomar
de todo jeito. Toma isso aqui para
aliviar.
Eu iria por essa linha de narrativa,
porque o cara não vai deixar de tomar
não, irmão.
>> Gostei.
>> Tem escrito cigarro mata e o cara fuma.
Mas ele vai deixar de tomata batida
porque vai ficar com sarcop. Não, eu
treino. Ele se engana, pô. É verdade.
>> Não, e o resultado que ele tem é um
resultado assim tão acima da média,
perto do que ele já conseguiu que
>> absurdo, absurdo, absurdo. Não tem como
bater nisso. Abraça,
>> abraça e cria produtos que somem a
parada, tá ligado? Legal.
>> Tipo nutricionista. Ah, eu sou contra
caneta de ah cala a boca, irmão. Faz uma
dieta pra GLP1. Vai ganhar muito mais
[roncando] dinheiro e e tudo certo.
Legal. Sabe, teve até o gordão esses
dias da defensor da obesidade e aí ele
fez um vídeo, ele tava morrendo, eu tô
morrendo, eu não consigo respirar
direito, não sei o que, não sei que lá.
[ __ ] velho, por tu não faz uma
bariátrica ou toma monjaro? Não, porque
eu quero emagrecer na raça.
Problema: utilidade não pode ser grande
demais a ponto de ficar insuportável,
nem pequeno demais, a ponto de ser
ignorado. Se ele faz a bariática e
emagrece, qual é a atenção que ele vai
ter? Tem que se ligar nisso. Então, tu
tem que trabalhar com a cabeça do
consumidor. O consumidor hoje é o quê?
ansioso, depressivo,
ele quer tudo para ontem, rápido.
Velocidade informacional tá um absurdo.
Como é que eu vendo o que ele quer, mas
entrego o que ele precisa? Marca digital
é isso, pô. Eu vendo o que ele quer, mas
entrego o que precisa. Por exemplo,
palestra para médico, eu digo, ó, tem
uma frase que eu bato muito na empresa,
que é quem sabe o que quer só pega o que
precisa.
Se você não sabe o que você viu fazer
nesse evento hoje, é bom decidir o que é
que você quer. Mais pacientes paraa
clínica, criar um infoproduto, ser um
palestrante, ser reconhecido
notoriamente como o melhor da sua área.
Que que você quer? Escreve aí agora. Aí
o cara escreve, pronto, agora você sabe
o que você quer. Tudo que a gente falar
vai ser para alimentar isso aí que você
quer. Ali a expectativa deixei o cara,
[ __ ] agora eu sei o que eu vim fazer
aqui.
>> E mais atento também, né?
>> Muito mais, porque tudo que ele pega,
ele anota para o que ele quer. Pô, eu
quero virar palestrante, então eu vou
observar como é que o Guto fala, como é
que é a palestra dele. Vou observar na
parte do momento de oratório, o que é
que eu tenho que fazer.
>> Quero aumentar pacientes na clínica. Pô,
tinha um aluno nosso, pô, fatura bem
para [ __ ] mas não sabe o mínimo de
gestão. Eu disse: "Irmão, vamos lá,
número. Tu quer faturar quanto por mês?"
Ele 500.000 dis legal, tem que fazer
quantos procedimentos? A cirurgia
plástico, qual o ticket médio do da tua
cirurgia? Ele ah, varia muito. Eu fiz
por isso que eu perguntei ticket médio.
Mas não sabe.
>> Não sabe ele. Ah, 50.000. Tá. Para fazer
500.000
>> vendendo 50.000, tu tem que fazer
quantas quantas vendas?
>> Uhum.
>> 10. Não é isso?
>> Uhum.
>> Para fazer 10 vendas, tem que fazer
quantas consultas?
Toda a consulta que vira venda.
>> Uhum. Para fazer tantas consultas, tem
que falar com quantas pessoas? Ele,
[ __ ] é muita coisa. Mas é o mínimo
que tu tem que fazer com CNPJ, pô. Eu
falo com 100 pessoas, vendo para 20, das
20, 10 converte para cirurgia, pô. E mês
que vem mais 100 diferentes ou vou lá
atrás das que não fecharam pra consulta,
para dizer que que precisa fechar e tal.
E é isso, pô. Follow up de venda. Legal.
>> Quando a gente entrega KPI OKR mais
claro pro médico, aí ele faz, agora eu
tô vendo dinheiro.
E um gancho que a gente teve, foi a
principal promessa pra gente, isso
converteu muito, foi às vezes os a gente
acha que médico é rico, médico tá tá
quebrado, irmão. É um outro que tá com
grana, pô. Os caras estão sem dinheiro
de verdade.
>> E aí, pô, o Masterm custa, sei lá, R$
100.000. Um exemplo, a parcela de de
10.000 ali, 10 de 10, o cara não tem.
>> Que é que eu faço? Você vai criar um
produto para pagar sua parcela. É 10.000
Eu só meu produto, pois faz assim, ó. Aí
o cara, agora eu vi sentido. Toda vez
que eu boto uma conta pro infopruto
pagar, fica mais palpável pro cérebro
correr atrás. Você não vai ficar rico
com Lotiga, você não vai ficar rico com
VCL, você vai ficar rico com negócio.
E esse negócio tem que ser digital,
senão ferrou. Pô,
>> muito bom. Pergunta da casa. Você quer
>> pergunta da casa? Que é isso? Mais uma
treta, né? Vocês são Não, não, não,
para, para, só [risadas] para, para
fechar, a gente
a gente traz a gente tem um lema já, né,
pro pro Madeim Brasil, que é trazer a
história de pessoas comuns que
construíram resultados incomuns, né? E e
aí a pergunta final basicamente é o que
que você eh, né, claro que muita gente
tem ambição de crescer, de construir
grandes resultados, de eh quem sabe
deixar a família segura e aposentar ali
a próxima geração.
>> Trê três. Não, não ouvi muita gente
falar ainda não, mas
>> mas gostei.
>> Nem eu me ouvi direito. [risadas]
Eh, agora fato é que, infelizmente, 99%
não consegue, né? Eh, que que você
acredita que você
tem de diferente barra fez de diferente
de característica, de habilidade?
Eh, o que você acredita que te ajudou a
construir um resultado acima da média?
ter certeza absoluta do que eu não
quero.
>> Começa por aí. O que eu quero é muito
vago. Às vezes eu nem acesso.
>> Uhum.
>> O que é que eu não quero?
Como é que eu não quero ser vista? Qual
o tipo de pessoa que eu não quero ser?
Uma um exemplo que eu faço, né? Quando a
gente pensa em dinheiro, por exemplo.
>> Uhum. E eu falo muito em palestra paraa
mentoria, isso coloca um número, tu
começar a faturar todo mês, tu vai
dizer: "Caralho,
tô chegando lá, velho. É isso aqui que
eu queria".
>> Uhum.
>> Aí o cara, só daí a gente já viu a
crença de merecimento da pessoa. Tem
gente que bota 10.000, pô.
Tu podia ter botado qualquer número, tu
botou 10.000, [ __ ] teu merecimento tá
baixo para [ __ ] tá? Mas enfim.
>> Uhum.
>> Aí o cara coloca 200.000, um exemplo. Eu
digo: "Legal, me dá adjetivos,
características de uma pessoa que faz
200.000 todo mês." Me diz aí.
Eh, disciplinada, uma coisa
disciplinada.
>> Disciplinada, obsecada.
>> Obsecada.
Um adjetivo de uma pessoa que faz
200.000 todo mês. Me diz um objetivo. Um
adjetivo dela. Persistente,
conectada, corajosa. E aí eu digo: "Ó,
quem se fosse identificando vai
escrevendo, a galera vai escrevendo.
Coret tem uma lista desse tamanho.
Escreve do lado agora, bota um x do lado
do que tu não é.
Se torna essa pessoa, pô.
Não é sobre o que eu quero, é sobre quem
eu sou e vou ter a maturidade para lidar
com aquela responsabilidade.
>> Perfeito.
>> É tipo assim, eu falo muito isso, aí
eles caem em si. Você acredita em Deus?
>> Acredito.
>> Pronto. Legal. Deus é um bom pai, né?
>> E eu digo, quem tem filho pequeno aqui?
É, qual a idade do seu filho aí, João?
Se chegar em casa hoje e João disser:
"Papai, me dá a chave do carro para ir
na padaria, tu vai dar?" Claro que não.
Tu odeia João? Ele não. Tu não queria
ter tido João não. João foi um acidente.
Ele não, pô. Ele não sabe dirigir o
carro. Vai dar merda. Se João não tem a
maturidade para lidar com a
responsabilidade de dirigir um carro até
a padaria, não é? É. E você como bom pai
não vai dar, não é? Ele fez é isso. É
você pedindo dinheiro a Deus.
Você ainda não é a pessoa que tem a
maturidade para lidar com a
responsabilidade de fazer esse
faturamento. E você escreveu do lado
quais são os adjetivos que precisa ter,
seja essa pessoa.
>> Exato.
>> Aí o cara cai em si, disz: "Caralho, e
disciplina é uma coisa só, não é só para
trabalhar não, pô. É para treinar, é
para est no shape".
>> Uhum.
>> Autocontrole não é só autocontrole. se
eu vou comprar ou não. É o autocontrole
tu chegar em casa, tua mulher te dá um
esporro do nada e dizer: "Calma, pô, o
que que aconteceu? Vamos conversar.
Autocontrole em tudo, não é só nos
negócios. Não tem como separar a vida
pessoal de de profess,
né?
>> O CNPJ é um reflexo do C do teu CPF.
Perfeito.
>> Um reflexo, só isso. Animal. Guto,
obrigada pelo nível de entrega,
contribução, tá? Que eu desejo que esse
episódio chegue, é porque ele realmente
assim transforma mentes, vidas e muitas,
muitas pessoas. Compartilhem demais. Vou
deixar aqui na descrição as suas redes.
E qual que é o nome da sua clínica aqui?
>> Mitos mitos Health Center. Sai daqui,
vou falar agora.
>> Opa,
>> nosso querido convidado do Made Brasil,
>> Minimal Club, soluções simples.
Sim, cara, pô. Pô, velho, é para abrir
na hora.
>> Pode abrir
>> na hora, né, velho? Esse negócio abrir
na hora, pô. Nada a ver.
>> Pode abrir também. Gosto de abrir
presente na hora. Já
>> será que a a P serve em você ou não?
>> Acho que sim, velho. [risadas]
>> Cara, me chamou de fino, velho. Cara
pessoa comum e fino. [risadas]
>> Foi isso que eu fui tratado aqui. E
ainda fala, obrigado pela entrega.
Existe isso, velho?
>> Não. E ainda eles falaram assim, ó. Ó,
tá frio, tá, gente? Eles falaram: "Vamos
tirar aqui o casaco, os dois para
mostrar que a gente treinou".
>> [risadas]
>> Tem gravação disso? Eu não falei isso.
Tu falou isso,
>> rapaz? Vamos ver. Eu acho que vai abrir
o podcast com essa frase aí. Eu acho.
[risadas] Tava gravando já. Que merda.
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