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O Livro Mais Perigoso Já Escrito Sobre a Realidade

46:11Portuguese (Portugal, Brazil)By Artétipos - Mabel C. DiasTranscribed Jul 15, 2026
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O livro mais perigoso já escrito sobre a

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realidade

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foi essa frase que apareceu na minha

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tela numa noite de pesquisa.

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Eu não consegui deixá-la passar porque

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olha, eu dediquei anos da minha vida a

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estudar a ciência da manifestação,

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dentre outras coisas, dentre outros

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assuntos.

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Então, eu li os clássicos, os modernos,

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eu li tranquilamente uns 100 livros

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sobre o tema e ainda assim o livro

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escondido atrás daquele título eu nunca

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tinha visto na vida. Um livrinho de

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menos de 100 páginas que foi escrito por

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uma mulher em 1925,

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antes da lei da atração virar moda,

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antes de existir a palavra manifestação,

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antes de a neurociência sequer

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engatinhar.

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Mas ainda assim, quase tudo que se pode

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provar hoje sobre como a mente cria a

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realidade, essa mulher já tinha escrito

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há um século. E que mulher, viu?

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Florence Scovel Shin era uma ilustradora

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que depois de um divórcio, numa época em

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que mulher divorciada era motivo de

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escândalo, né? Ela recomeçou a vida do

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zero em Nova York.

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Quando as editoras recusaram o livro

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dela, sabe o que que ela fez? Ela

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publicou por conta própria, com o

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próprio dinheiro. Ou seja, ela não

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escreveu sobre criar a própria realidade

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apenas. Ela foi a prova viva do que ela

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ensinou. E aí eu entendi por chamaram

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esse livro de perigoso.

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Não é porque ele faz mal, é porque

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depois que você entende o que ela

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descobriu, você só não constrói a vida

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dos seus sonhos se você não quiser.

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Você não consegue mais culpar as

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circunstâncias pela sua vida. E eu sei

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que talvez você esteja exatamente nesse

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ponto, cansado de repetir afirmações que

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não saem do papel, de visualizar, de

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fazer tudo certo

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e de ver a vida continuar no mesmo

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lugar.

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A Florence diria que o problema não é

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você, é apenas o fato de você não ter

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conhecimento de sete princípios vitais

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para que você realmente consiga ter

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resultados e manifestar os seus sonhos.

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Porque para essa autora, a vida não é

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uma batalha que se vence com força, é um

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jogo que se vence.

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E para vencer qualquer jogo, a primeira

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coisa que nós precisamos fazer é o quê?

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Entender as regras. O livro se chama O

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jogo da vida e como jogá-lo. E é claro,

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assim que eu descobri esse livro através

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de um vídeo no YouTube, eu baixei o PDF,

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traduzi ali pro português e comecei a

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ler. Eu achei, em primeiro lugar o

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título muito interessante, porque há

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poucos dias eu gravei um vídeo aqui no

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YouTube que falava sobre o jogo da vida

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e a teoria dos sete níveis. Você

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assistiu?

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E a autora enxerga também a vida como um

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jogo.

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Nesse vídeo, eu vou te entregar os sete

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princípios

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desse livro que mais transformaram a

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forma como eu enxergo a realidade,

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traduzidas pro nosso tempo, tá?

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E se você sente que faz tudo certo e

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mesmo assim a sua vida não destrava,

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talvez o problema nunca tenha sido

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esforço.

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Talvez esteja faltando apenas ter

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clareza das regras do jogo. Antes de

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falar das regras, nós precisamos

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entender o que essa autora quis dizer

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quando fala que a realidade é um jogo.

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Para ela, a vida não é uma batalha,

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mas um jogo de causa e efeito.

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E a primeira grande ideia desse jogo é

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simples de se compreender. Ela diz que

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tudo aquilo que você envia pro mundo

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tende a voltar para você.

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Florence explica isso através de uma

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lógica que a humanidade conhece há

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milênios, a lógica bíblica da semeadura.

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Tudo que o homem semear, isso também

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seifará.

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Ou seja, tudo aquilo que eu planto, eu

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vou colher lá na frente. Só que a

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maioria de nós ouve essa frase e pensa

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apenas nas coisas grandes, visíveis.

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Florence vai muito além. Para ela, você

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está semeando o tempo inteiro em cada

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detalhe.

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Cada palavra que sai da sua boca é uma

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semente. Cada atitude uma semente. Cada

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pensamento que você carrega ali em

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silêncio sobre o seu dinheiro, sobre o

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seu relacionamento, sobre o seu futuro,

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também é uma semente.

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O medo que você alimenta antes de dormir

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ou o ressentimento que você guarda, o

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amor que você oferece ao outro, todas

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essas são sementes. Tudo isso no jogo da

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vida é uma jogada, um movimento ali no

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tabuleiro.

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E o tabuleiro sempre responde.

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É por isso que às vezes a gente olha pra

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vida e não entende o que está colhendo.

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Ah, mas eu não fiz nada de errado e

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talvez não tenha feito mesmo. Mas repara

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o que você andou falando, do que você

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estava morrendo de medo?

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o que você andou sentindo de maneira

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silenciosa e constante. Porque pra

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autora, o jogo não registra só o que

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você faz, ele registra o que você emana

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24 horas por dia.

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E é aqui que entra a mudança de

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perspectiva que separa quem sofre o jogo

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de quem joga o jogo.

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A maioria de nós vive fazendo a mesma

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pergunta. Por que isso tá acontecendo

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comigo?

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É uma pergunta honesta, legítima, eu

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sei. Mas percebe o que ela faz? Ela nos

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coloca na arquibancada da nossa própria

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vida. Ela assume que a vida é algo que

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acontece conosco e que apenas reagimos

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aquilo que acontece.

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Flores se propõe trocar essa pergunta

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por outra. que padrão eu estou

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alimentando e como eu preciso mudar a

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minha forma de jogar. Você consegue

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sentir a diferença?

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A primeira pergunta: procura um culpado.

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A segunda procura uma jogada melhor.

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A primeira pergunta te paralisa,

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a segunda devolve a você o controle do

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jogo, das peças.

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Essa ideia no primeiro momento, pode até

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assustar, né? Porque assumir que as suas

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sementes participam da sua colheita

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significa abrir mão de um lugar que, por

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mais doloroso que seja, é confortável,

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que é o lugar da vítima das

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circunstâncias.

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Ali, pelo menos, a responsabilidade

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nunca é nossa, né? É da economia, da

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família, do governo, do azar, do

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momento, que seja. Só que esse lugar tem

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um preço altíssimo. [roncando] Se a

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culpa é sempre de fora, a solução também

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está sempre fora, fora do seu alcance.

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E aí que o sistema lucra em cima de nós.

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[roncando] Como a solução está fora,

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você precisa comprar essa solução. Às

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vezes ela vem em forma de carro, às

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vezes de roupa, às vezes de comida, mas

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é sempre algo externo que vem para

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preencher um buraco interno.

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Sabe quem também tem enorme poder sobre

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você nessas circunstâncias?

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Os dogmas religiosos.

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sempre vai existir um salvador que vai

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chegar e resolver todos os seus

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problemas. Então, faz muito sentido sim

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dizer que esse é o livro mais perigoso

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já escrito sobre a realidade, porque

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logo de cara ele já deixa muito claro

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que nós somos 100% responsáveis por tudo

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que acontece no jogo da nossa vida.

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Quando o Florence diz que a vida é um

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jogo de causa e efeito, ela não está te

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acusando pelo que você colheu até aqui.

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O que ela está fazendo é te entregar

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algo muito maior do que culpa. Ela está

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te entregando poder.

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Poder.

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Porque se o que você emite retorna,

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então mudar o que você emite muda o que

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retorna para você.

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A partir de hoje da próxima palavra, da

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próxima jogada, você deixa de ser alguém

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que espera a sorte e se torna alguém que

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planta o resultado. E é exatamente isso

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que os sete princípios desse livro nos

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ensinam, como plantar.

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Então vamos pro primeiro. O primeiro

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princípio diz: abundância

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é o seu estado natural.

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E eu sei que para muita gente,

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principalmente no mundo que nós vivemos

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hoje, essa frase soa quase como

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ofensiva.

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Porque quando você olha pro boleto, pro

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saldo da conta, pro preço das coisas no

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mercado, a escassez parece muito mais

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real do que qualquer abundância,

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mas essa é só uma percepção

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condicionada.

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Segundo o livro, para cada pessoa existe

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um suprimento inesgotável. A fartura não

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é privilégio de alguns sortudos, ela é o

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estado natural da vida. Basta olhar ao

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seu redor para perceber, a natureza não

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é econômica.

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Uma árvore não dá três frutos, ela dá

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centenas. Uma flor, ela não solta duas

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sementes, ela espalha milhares.

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A vida na sua essência é generosa,

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excessiva, até muito abundante. Então,

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se a abundância é a regra da natureza,

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do universo, por lhe falta? Porque a

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escassez e a abundância não são coisas

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materiais,

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não estão nos recursos em si, estão na

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mente.

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A falta é apenas uma crença, uma crença

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tão repetida, tão herdada, tão

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confirmada pelas nossas palavras diárias

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e pelos nossos medos que a gente acaba

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nem percebendo que é só uma crença.

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Cada um vai enxergar a realidade de

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acordo com o seu filtro de crenças. E é

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justamente esse filtro, o responsável

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por filtrar oportunidades.

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Algumas pessoas vão filtrar apenas medo,

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dúvida, insegurança, enquanto outras vão

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filtrar enormes oportunidades de

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sucesso.

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A torneira da vida está sempre aberta.

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Somos nós que, sem perceber, fechamos o

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registro.

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Como com aquelas sementes que a gente já

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viu aqui no canal, né? Ah, dinheiro é

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difícil, isso não é para mim, tá tudo

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tão caro, eu nunca vou conseguir.

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Cada uma dessas frases é uma jogada. E o

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taboleiro responde. Um detalhe muito

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importante que, na minha opinião, separa

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esse livro de qualquer conversinha rasa

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de Pense Positivo, é que, segundo essa

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autora, não basta desejar a fartura,

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é preciso agir a partir dela. E é isso

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que a história mais famosa do livro

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mostra. Uma mulher procura a Florence em

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estado de desespero. Ela precisava de

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$3.000

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até um dia específico do mês, senão ela

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ia perder tudo. E olha, $ 3.000 em 1925

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era o preço de uma casa.

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Ela não tinha de onde tirar esse

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dinheiro.

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Zero perspectiva, nenhum plano,

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nenhum prazo confortável.

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pelo raciocínio lógico era impossível,

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não é? E o que a Florence fez?

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Ela não manda a mulher se desesperar

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mais um pouco, nem fazer hora extra de

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preocupação.

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Ela declara a palavra que o dinheiro

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necessário chegaria no tempo certo pelo

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canal certo. E dá aquela mulher uma

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instrução que resume esse princípio

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inteiro. Que instrução é essa? Sustente

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a fé.

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Afirme a fartura

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e solte a forma com a qual esse dinheiro

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vai chegar, a forma

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como não importa.

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Não tente controlar de onde o dinheiro

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vai vir. Não fique ensaiando a tragédia.

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Aja

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agora e viva como quem tem a certeza

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absoluta de que está sendo suprida pelo

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universo.

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A mulher então atravessa aqueles dias

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assim, exercitando essa nova visão de

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mundo, praticando. E não foi fácil,

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porque a aparência dizia o contrário o

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tempo todo, né?

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Então, dentro do prazo que ela

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precisava, um parente distante chega

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exatamente com a quantia que ela

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precisava, uma herança que ela não tinha

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como prever.

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O suprimento encontrou um canal que a

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lógica dela jamais teria concebido.

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E antes que a sua mente diga: "Ah, mas

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isso foi sorte,

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tenta reparar no mecanismo por trás

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disso. Se essa mulher tivesse passado

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aqueles dias emitindo pânico, falando em

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perda, se preparando pro pior, que

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sementes ela estaria plantando no jogo

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da vida?"

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É por isso que o livro diz que o

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problema nunca foi o dinheiro, mas sim a

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consciência.

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Dinheiro é efeito,

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a consciência é a causa. E a maioria de

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nós passa a vida inteira tentando

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consertar o quê? o efeito enquanto

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alimenta a causa de falta todos os dias,

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seja na fala negativa, no medo de

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perder, sempre na expectativa do pior.

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Então, o convite prático desse primeiro

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princípio é esse: nos próximos dias,

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repare como você está se movimentando no

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jogo da vida. Quando surge uma

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oportunidade, a sua primeira frase

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interna é: "E se der errado?"

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ou isso pode ser o meu canal.

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Quando as contas chegam, você sente medo

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ou confiança.

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Você não precisa fingir que os boletos

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não existem. Você precisa parar de

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assinar embaixo da escassez, como se ela

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fosse verdade final.

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Então, o primeiro princípio é

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desenvolver a consciência

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de que a abundância é um estado natural.

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A abundância

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é um estado de consciência da natureza.

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Tudo que nós precisamos fazer é acessar

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esse estado de consciência como

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cultivando bons pensamentos, confiança

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na vida e principalmente realizar ações

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que estão alinhadas com a abundância.

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Porque não adianta ter uma fé cega e não

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fazer nada para conquistar aquilo que se

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deseja. Concorda? O segundo princípio é:

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ninguém escapa do que planta, mas

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ninguém está condenado ao que plantou.

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Vamos por partes.

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A gente já viu que a vida é um jogo de

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causa e efeito. O que você emite pro

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mundo retorna para você. Flores se chama

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isso pelo nome que o Oriente conhece há

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milênios, karma.

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E pelo nome que a Bíblia usa, semeadura

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e colheita. Até aqui nada de novo, né? O

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que a autora acrescenta é que existe uma

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semente que a gente planta e replanta

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todos os dias sem notar. Essa semente é

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o ressentimento. E veja que curioso,

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você pode afirmar abundância de manhã,

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visualizar à noite, agradecer no

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caderninho, mas se aqui no peito você

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ainda carrega aquela mágoa do pai, da

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mãe, do ex, do sócio que te traiu, da

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pessoa que te humilhou,

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você está emitindo duas mensagens

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opostas pro jogo ao mesmo tempo.

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Com a boca você declara fartura, com o

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coração você declara separação e dor. E

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o jogo não responde ao que você fala,

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ele responde ao que você vibra.

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Sentimento é mais forte do que palavra.

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A autora diz que nos atendimentos dela,

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quando alguém chegava com a vida

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travada,

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podia ser nas finanças, no amor, ela

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acreditava que até na saúde, uma das

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primeiras perguntas

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seria: "Quem você ainda não perdoou?"

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Porque na visão dela, a mágoa não é um

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arquivo morto que foi guardado lá no

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passado.

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A mágoa é uma semente viva que você rega

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toda vez que reconta a história, toda

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vez que você ensaia mentalmente uma

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discussão, toda vez que você deseja,

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mesmo em silêncio, que a pessoa pague

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pelo que fez. Uma mulher procura

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Florence reclamando da vida financeira.

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Nada destrava, nada fluía. As portas

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estavam sempre se fechando. Ela queria

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uma afirmação de prosperidade, uma

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técnica, uma palavrinha mágica. Vai.

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E a Florence, conversando com ela,

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encontra outra coisa, uma consciência

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dominada por ressentimento e amargura

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com pessoas, com a própria história

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dela, com a vida. E a instrução da

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florence não foi afirme mais dinheiro,

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foi solte a mágoa,

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abençoe quem te feriu,

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limpa esse terreno.

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E o livro conta que foi só quando essa

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mulher fez a paz dentro dela que a vida

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começou a se mover do lado de fora.

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Primeiro a correção interna, depois a

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mudança externa, nunca o contrário. Isso

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é uma lei.

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Nesse ponto é natural a pessoa que está

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sendo exposta a essa ideia pensar: "Mas

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você não sabe o que fizeram comigo".

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E você tem razão, eu não sei, mas o

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livro não sugere que você finja que não

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doeu. Perdoar não é absolver o outro, é

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se demitir do cargo de cobrador.

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Porque repara o que a mágoa faz na

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prática. A pessoa te feriu uma vez,

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certo? E você, ao recontar e reviver, se

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fere de novo todas as outras vezes.

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A mágoa é um aluguel caríssimo que você

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paga por uma casa onde só você mora.

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Quem te machucou talvez nem se lembre

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disso, mas você acorda todo dia, rega a

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semente e depois se pergunta porque a

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colheita vem amarga. E tem mais um

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detalhe, esse quase cruel de tão

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preciso, que é: enquanto você espera o

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outro pagar, quem fica devendo é a sua

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vida.

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O ressentimento te prende aquela pessoa

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que você mais queria à distância. É um

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nó que amarra a sua energia criativa

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exatamente no ponto do passado que você

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mais queria superar. O perdão, então,

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não é um favor que você faz pro outro.

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É a tesoura que corta o nó. É a única

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jogada do tabuleiro capaz de encerrar um

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ciclo de colheita ruim e liberar o

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terreno para uma plantação nova. É por

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isso que eu disse, ninguém escapa do que

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planta, mas ninguém está condenado ao

20:34

que plantou.

20:36

Mais uma regra do jogo que agora você

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conhece. Mas aí surge uma pergunta

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inevitável. Ah, tá. Eu perdoei o

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passado, limpei o terreno e a ansiedade

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do presente,

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a preocupação com a conta que vence, com

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a resposta que não chega,

20:54

ou então com aquele resultado que não

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não vem, não aparece.

20:59

O que eu faço com esse peso que eu

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carrego todos os dias?

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É exatamente sobre isso. O terceiro

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princípio. O terceiro princípio é a joia

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escondida desse livro. E ele nasce

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inteiro de um único versículo, um salmo

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que talvez você já tenha ouvido durante

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a vida sem nunca receber como uma

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instrução prática.

21:25

O que que ele diz? Entrega o teu fardo

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ao Senhor e ele te sustentará.

21:33

Repara no verbo,

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entrega. O salmo está dizendo com todas

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as letras que o fardo tem um destino e o

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destino não é as suas costas.

21:45

A preocupação não é um detalhe

21:47

inofensivo.

21:49

Carregar fardo é a forma mais comum de

21:52

cancelar o próprio pedido.

21:56

Porque lembra da regra do jogo? O que

21:58

você emite retorna?

22:01

E quem carrega peso emite medo, cansaço,

22:06

dor,

22:08

dificuldade.

22:10

[roncando] A autora diz algo ainda mais

22:13

forte, que esse peso todo que você

22:17

carrega nem é seu, que a preocupação

22:21

é o ser humano tentando fazer sozinho um

22:23

trabalho que sempre teve dono.

22:26

O salmo não diz: "Entrega o teu fardo à

22:29

toa".

22:30

Diz, porque existe

22:33

alguém equipado para sustentá-lo.

22:37

Deus, o universo, o criador, a fonte,

22:42

seja lá como você prefira chamar,

22:45

é algo maior que você.

22:49

Esse algo maior que você, esse todo,

22:51

enxerga caminhos que a sua mente não

22:53

está enxergando agora. Você não cria a

22:57

sua realidade sozinho. Você é um

22:59

cocriador.

23:01

Você cria em conjunto com a consciência

23:05

una, com a consciência divina que cria

23:09

todas as coisas. Lembra da herança do

23:11

primeiro princípio que chegou de onde a

23:13

mulher jamais esperava? A mente dela

23:16

nunca teria desenhado aquele caminho.

23:18

Ela não precisava. A função dela nunca

23:21

foi essa. A sua parte no jogo é pedir, é

23:25

semear, é confiar, é trabalhar.

23:29

Sustentar o fardo e entregar o pedido é

23:32

a parte do criador.

23:36

Pensa comigo. Você é um fragmento

23:39

da fonte criadora. Você foi criado por

23:42

ele, por ela. Se tudo que você tem só

23:46

existe porque ela te criou.

23:50

Por que não confiar que mais coisas

23:52

maravilhosas podem ser criadas?

23:55

Se você é capaz de sonhar algo, se é

23:57

capaz de imaginar algo, é porque isso já

23:59

existe no mundo das ideias, já existe na

24:02

mente

24:04

única, una, indivisível, divina.

24:10

E como se entrega na prática, Mabel,

24:13

porque relaxa, confia, deixa com Deus.

24:16

Isso todo mundo fala, né?

24:19

No livro, o autor ensina como

24:22

quando o peso apertar, você para e

24:25

declara em voz alta com todo sentimento.

24:29

Eu entrego este fardo e sigo livre.

24:33

E repete, não uma vez, mas toda vez que

24:35

o fardo tentar voltar pro seu colo.

24:39

De manhã, no trânsito, às 3 da tarde,

24:41

quando bate a angústia,

24:43

de madrugada quando o pensamento te

24:45

acorda.

24:47

Entregar, veja bem, não é um evento, é

24:50

um treino diário.

24:53

Segundo esse livro, no começo, esse

24:55

processo pode até parecer algo mecânico.

24:58

Realmente é assim. A mente volta a se

25:01

preocupar minutos depois e você pensa:

25:04

"Ai, não funcionou".

25:06

Mas com a repetição as coisas começam a

25:09

se transformar dentro de você. É que nem

25:11

muscular, você faz todo dia um pouco de

25:13

esforço, o músculo cresce.

25:16

Quando você reconhece que não está só,

25:19

que existe uma inteligência mãe que

25:21

criou você e tudo que existe e que essa

25:24

inteligência está dentro de você, de

25:28

repente vem aquela leveza que não tem

25:30

explicação.

25:32

Essa leveza é o sinal, é o momento em

25:36

que o fardo finalmente trocou de mãos.

25:40

E nos relatos do livro, o padrão sempre

25:44

é o mesmo. A pessoa entrega, sente o

25:47

alívio e depois a situação se resolve

25:50

quase sempre por um caminho que ela

25:53

jamais teria previsto.

25:56

Lembra? Primeiro dentro, depois fora. Só

25:58

que existe um mal entendido mais

26:00

perigoso desse princípio, que é entregar

26:02

o fardo. Não é cruzar os braços.

26:05

Entenda,

26:07

o salmo manda entregar o fardo, não a

26:10

caminhada. Você continua agindo,

26:12

trabalhando, fazendo a sua parte.

26:16

O que sai das suas costas não é a ação,

26:20

é a ansiedade,

26:23

o peso da forma, do prazo, do como.

26:28

E tem uma imagem muito bacana que resume

26:30

tudo e não sai mais da cabeça. Você já

26:33

viu alguém dentro de um ônibus

26:35

carregando a mala no colo a viagem

26:37

inteira?

26:39

A pessoa apagou a passagem, o ônibus

26:41

está andando e ela segue segurando o

26:43

peso.

26:45

É isso que a gente faz com o criador.

26:49

Ele já tá te levando pelo caminho. Você

26:51

só precisa colocar a mala no chão,

26:54

soltar. O quarto princípio é sobre a

26:57

ferramenta mais poderosa que você

26:58

carrega e que provavelmente você tá

27:00

usando contra você mesmo agora. Que

27:04

ferramenta é essa? A palavra. A sua boca

27:06

é o pincel da sua realidade. De todos os

27:09

temas do livro, esse foi o que ela levou

27:11

mais a sério. Ela escreveu, não um, mas

27:14

dois livros inteiros sobre isso. Um

27:17

deles, inclusive, se chama Sua Palavra é

27:20

sua varinha de condão. Pensa no tamanho

27:22

dessa imagem. A varinha mágica que você

27:24

passou a vida achando que não tinha está

27:28

logo abaixo do seu nariz

27:30

e você usa ela o dia inteiro.

27:34

A esmagadora maioria de nós passa o dia

27:36

falando contra si mesmo sem perceber:

27:41

"Ah, eu sou um desastre com dinheiro.

27:43

Isso nunca dá certo para mim. Eu sempre

27:46

atraio a pessoa errada. Eu tô morta de

27:49

cansada. Do jeito que a minha sorte vai.

27:53

A gente fala isso como quem comenta

27:55

sobre o clima no elevador com o outro.

27:58

Só que no jogo da vida não existe

27:59

comentário neutro. Esquece. Lembra? Cada

28:03

palavra é uma semente. E aí a pessoa

28:05

repete: "Nada dá certo para mim por 20

28:08

anos e se surpreende que nada dê certo."

28:13

Não tem nada de místico aí. É só um

28:15

resultado plantado. Essa pessoa não está

28:18

descrevendo a vida dela, ela está

28:20

encomendando a vida dela todo santo dia.

28:25

Mais uma regra do jogo que agora você

28:27

conhece. Mas aí quando você limpa a sua

28:30

fala acontece uma coisa que quase

28:33

ninguém te conta. A palavra é uma via de

28:36

mão dupla. Você fala com o invisível e o

28:40

invisível responde.

28:43

O livro fala sobre a voz dentro de você

28:47

que já sabe o caminho,

28:50

que já conhece o atalho, que já viu a

28:53

porta que a sua lógica não viu.

28:56

A pergunta do quinto princípio é: você

28:59

sabe escutar?

29:02

O quinto princípio responde uma pergunta

29:04

que ficou no ar. Se a palavra é você

29:07

falando com o invisível, o invisível

29:09

fala com você de volta? E a resposta é

29:12

sim.

29:13

Existe uma voz dentro de você que já

29:16

sabe o caminho. O nome dela é intuição.

29:20

E o mais legal é que esse livro não

29:22

trata a intuição como um dom místico de

29:24

poucos, mas como sistema de orientação

29:27

que veio de fábrica em todo mundo.

29:31

A dor que a intuição resolve é a dor da

29:34

encruzilhada.

29:37

Aceito ou recuso esse emprego?

29:41

Insisto ou desisto desse relacionamento?

29:46

Vou nessa viagem ou fico?

29:49

Você faz lista de prós e contras,

29:52

pergunta para todo mundo, pesquisa, adia

29:55

e quanto mais analisa, mais confuso

29:57

aquilo fica, não é? A gente vive num

30:00

mundo que idolatra o raciocínio e mesmo

30:02

assim, quantas das nossas piores

30:04

decisões foram friamente calculadas?

30:09

E quantas das melhores coisas da sua

30:11

vida chegaram por um impulso que você

30:13

nem sabe explicar de onde veio?

30:16

Pois é, a autora tem uma frase para isso

30:19

e ela é quase que escandalosa. Um

30:22

palpite certo vale mais do que horas de

30:24

raciocínio. Essa é mais pura verdade. E

30:27

antes que a resistência apareça, esse

30:30

não é o elogio à impulsividade.

30:35

O que o livro chama de palpite, a

30:37

intuição é algo muito específico.

30:40

É a orientação da mente do criador, da

30:44

fonte. florescendo

30:46

de dentro para fora em você. Enquanto o

30:50

raciocínio trabalha com aquilo que é

30:52

conhecido.

30:54

Ele está apenas desenhando caminhos que

30:57

já conhece do passado. Já a intuição vem

31:00

de quem enxerga o mapa inteiro,

31:03

inclusive as ruas que nunca visitou.

31:06

Você lembra da herança que chegou por

31:07

onde ninguém esperava?

31:10

A lógica nunca acharia aquele caminho.

31:15

A orientação divina, ela opera

31:17

exatamente nesses atalhos. No livro, ela

31:20

dá literalmente a fórmula.

31:23

Diante de qualquer decisão, ela orava

31:27

algo assim.

31:30

Espírito infinito, abre o caminho e me

31:34

dá uma orientação definida.

31:37

que eu saiba com clareza se é algo que

31:40

eu deva fazer. E as histórias do livro

31:42

sobre isso são deliciosas, porque as

31:44

respostas quase nunca chegam barulhentas

31:48

como uma anunciação com trombetas. Não,

31:51

elas chegam disfarçadas de banalidade.

31:55

Uma mulher pede orientação e sente um

31:57

impulso, aparentemente sem sentido, de

32:00

ir a determinado lugar. Ela obedece e

32:03

ali naquele desvio bobo que ela encontra

32:06

exatamente a pessoa, a informação, a

32:09

porta que destrava o pedido que ela

32:12

vinha fazendo.

32:14

No livro, isso se repete o tempo todo.

32:18

Vamos ao sexto princípio,

32:21

que é o amor é a força mais poderosa do

32:24

tabuleiro, porque ele dissolve o único

32:27

inimigo real que você tem.

32:31

E qual é esse inimigo?

32:34

Depois de tudo o que a gente viu, a

32:37

escassez, a mágoa, o fardo, a palavra

32:41

negativa, a autora resume o jogo numa

32:45

única sentença. No fundo, você só tem um

32:49

adversário nessa vida.

32:52

Não é a economia, não é o seu passado,

32:56

não é uma pessoa

32:58

e sim o medo. Ela diz que o medo é o

33:02

único inimigo do homem, do ser humano.

33:05

Medo da falta, medo do fracasso, da

33:08

rejeição, da perda e assim por diante.

33:14

Todos os princípios anteriores eram, no

33:16

fundo, formas de vencer o medo. A

33:20

escassez é o medo de faltar. O

33:22

ressentimento é medo disfarçado de

33:25

armadura. O fardo é medo de que Deus não

33:29

sustente.

33:31

A palavra negativa é medo vazando pela

33:34

boca.

33:36

O jogo inteiro se resume a isso. Cada

33:38

jogada sua ou nasce do medo ou nasce do

33:41

amor. Não existe uma terceira origem. E

33:46

é por isso que o amor é a lei mestra.

33:50

A Florence se apoiava naquele versículo

33:52

que talvez seja o mais bonito das

33:53

escrituras, que é: "No amor não existe

33:56

medo. Antes o perfeito amor lança fora o

34:00

medo." E antes que isso soe abstrato

34:03

demais, deixa eu te contar a história

34:05

que sustenta esse capítulo. Para mim, a

34:07

mais humana que eu vi no livro inteiro.

34:11

Uma mulher procura Florence sofrendo por

34:13

amor.

34:15

Ela amava um homem e ele tinha se

34:17

afastado dela

34:19

e o amor dela tinha virado aquilo que a

34:22

gente conhece bem. Ciúme,

34:26

cobrança,

34:27

posse, medo de perder, vontade de

34:30

controlar cada passo.

34:33

Ela queria que a Florence ajudasse a

34:36

trazê-lo de volta.

34:38

E a Florence dá uma resposta que vira a

34:40

chave do capítulo. Ela fala algo assim:

34:45

"O que você sente não é amor ainda, é

34:48

medo vestido de amor.

34:51

Amor que agarra, sufoca, vigia e cobra é

34:55

medo da perda, usando o nome do amor."

35:00

E aí vem a instrução que parece

35:02

impossível, que é torne-se o amor de

35:07

verdade.

35:09

Ame sem agarrar.

35:12

Deseje a felicidade dele, mesmo que ela

35:16

não te inclua. Imagina receber essa

35:18

orientação.

35:20

[roncando]

35:21

A mulher luta com isso, é claro, né? mas

35:24

começa a fazer seu trabalho interno.

35:27

[roncando] Ela solta a vigilância,

35:30

diminui a cobrança

35:32

e aos poucos vai substituindo o pânico

35:35

da perda por um desejo genuíno.

35:38

E o livro conta que quando ela

35:40

finalmente chega nesse lugar, quando o

35:42

amor dela fica limpo do medo, a relação

35:46

se transforma e ele retorna.

35:50

Mas presta atenção no detalhe. Ela não

35:52

fez isso para que ele voltasse. Se

35:55

fizesse, seria só o medo vestido de uma

35:57

técnica nova.

36:00

Ele voltou quando voltar deixou de ser a

36:02

condição da paz dela.

36:06

O jogo respondeu ao que ela se tornou.

36:10

E o livro amplia essa lei para muito

36:13

além do romance. Ele tem uma máxima que

36:15

desarma qualquer um, que é nenhuma

36:18

pessoa é sua inimiga. Quem te fere está,

36:21

na verdade te mostrando onde o seu medo

36:23

ainda mora e que a jogada mestra diante

36:26

de qualquer ataque é a mais

36:29

contrainttuitiva de todas, que é

36:32

abençoar,

36:34

enviar boa vontade, desejar o bem de

36:37

quem te feriu, não porque a pessoa

36:39

mereça, a gente já viu isso no perdão,

36:42

mas porque o amor é a única maneira de

36:44

plantar uma semente positiva no seu

36:47

tabuleiro.

36:49

é o mais inteligente a se fazer.

36:52

Porque no fim, é isso que a lei revela.

36:55

Você não vence o jogo da vida derrotando

36:58

adversários. Você vence quando não sobra

37:01

mais ninguém para derrotar, porque o

37:04

medo saiu de campo e com ele saíram

37:06

todos os inimigos que ele inventava.

37:09

Mais uma regra do jogo que agora você

37:11

conhece, a mais forte de todas.

37:15

[roncando] Muito bem. E agora só falta

37:18

uma.

37:20

Porque depois de aprender a plantar,

37:23

perdoar, entregar,

37:26

falar, escutar, amar, sobra a pergunta

37:30

que dá sentido a esse jogo inteiro. Se a

37:33

vida é um jogo, qual é o seu lugar nele?

37:37

Não um lugar qualquer, é o lugar, aquele

37:41

que estava reservado para você antes de

37:43

você nascer e que ninguém e nenhum

37:45

tabuleiro do mundo pode ocupar o seu

37:48

lugar, né? O sétimo princípio é o motivo

37:50

de eu ter te dito lá no começo que ele

37:53

dá sentido a todos os outros, porque até

37:55

aqui, se você reparar, a gente aprendeu

37:57

a jogar melhor, não é? Mas a autora

38:00

aguarda pro final a pergunta que muda o

38:02

jogo.

38:04

Jogar melhor para quê? A maioria das

38:07

pessoas entra nesse universo da

38:08

manifestação querendo coisas,

38:12

dinheiro, casa, carro, relacionamento,

38:17

coisas materiais, posses. E não tem nada

38:20

de errado em querer isso. O próprio

38:22

livro que nós estamos tratando aqui, né,

38:24

ele te ensina a receber. A questão é que

38:27

a vida plena, a vida que vale a pena ser

38:29

vivida, não é uma pilha de conquistas.

38:33

Segundo a autora, a vida plena tem uma

38:35

forma que ela chama de o quadrado da

38:38

vida. Quatro lados que precisam existir

38:41

juntos. Saúde, riqueza,

38:46

amor,

38:48

autoexpressão perfeita.

38:52

E aí ela faz a observação que explica

38:54

tanta gente bem-sucedida e vazia. Você

38:57

pode ter três lados do quadrado e

38:59

continuar sentindo que falta o

39:01

essencial.

39:02

Porque os três primeiros sustentam a sua

39:04

vida, mas é o quarto que dá sentido a

39:06

ela.

39:08

Dinheiro sem propósito é conta cheia e

39:10

peito vazio. Você conhece alguém assim?

39:14

Talvez até você mesmo esteja se sentindo

39:16

dessa forma.

39:18

E o que é essa autoexpressão perfeita?

39:22

Aqui entra o conceito mais bonito do

39:24

livro.

39:25

Florence diz que existe para cada pessoa

39:27

um desenho divino, um plano perfeito

39:30

desenhado para você antes de nascer.

39:34

Nas palavras dela existe um lugar que

39:36

você deve preencher e que ninguém mais

39:40

pode preencher.

39:43

Existe algo que você deve fazer, que

39:46

ninguém mais pode fazer.

39:48

Jogo da vida com bilhões de jogadores no

39:51

tabuleiro. Existe uma casa que só a sua

39:55

peça encaixa.

39:57

E não precisa ser a casa mais famosa,

39:59

nem a mais aplaudida. Simplesmente

40:01

precisa ser a sua, o seu lugar. E

40:05

enquanto você não a ocupa, ela fica

40:07

vazia e o universo opera com uma peça

40:11

solta.

40:13

Isso muda completamente a pergunta da

40:15

sua vida.

40:17

A pergunta deixa de ser o que eu consigo

40:19

tirar do jogo e vira o que eu vim

40:23

colocar nele,

40:26

manifestar.

40:27

No fim das contas, nunca foi sobre pedir

40:29

coisas pro universo. É sobre entregar ao

40:32

mundo aquilo que só você tem e descobrir

40:36

que quando você ocupa o seu lugar, os

40:38

outros três lados do quadrado começam a

40:41

se arrumar em volta dele.

40:44

A riqueza vem como consequência da

40:46

entrega. O trabalho vira um canal da sua

40:49

manifestação,

40:50

não mais um fardo. E aí é natural que

40:53

agora surja em você a perguntinha. Ah,

40:56

tá. Mas eu não sei qual é o meu desenho.

40:59

Eu não faço ideia do meu lugar. E a

41:02

resposta do livro mostra o por ele é tão

41:04

poderoso.

41:06

Você não precisa saber. Você precisa

41:08

apenas pedir o direcionamento

41:11

e não oferecer a resistência

41:15

que ele naturalmente virá. Ela dizia que

41:19

exigir clareza total antes de se mover é

41:23

o intelecto tentando de novo fazer um

41:26

trabalho que não é dele.

41:28

O desenho não se descobre de uma única

41:30

vez como quem abre um manual de

41:34

instruções. Nada disso. Ele se revela um

41:37

passo por vez para quem pede orientação

41:40

e obedece ao próximo impulso de forma

41:44

tranquila.

41:46

E ela deixou a oração exata para isso.

41:49

Talvez a oração mais importante do

41:52

livro. Ela ensinava a declarar assim:

41:56

Espírito infinito,

41:58

abre o caminho para que o desenho divino

42:00

da minha vida se manifeste, que os dons

42:03

que estão em mim sejam liberados e que

42:07

eu veja com clareza o plano perfeito.

42:10

Bem, antes de finalizar, eu quero trazer

42:13

uma reflexão final que eu considero

42:16

muito importante.

42:18

A única coisa que pode te afastar da

42:20

verdadeira manifestação é a sua

42:23

resistência interna.

42:26

Não é a economia, não é a sua idade, não

42:30

é o lugar de onde você veio, o seu

42:33

passado, não. É a resistência, essa

42:37

força silenciosa que opera dentro de

42:40

você, formada por quatro camadas que

42:43

trabalham juntas. Quais são essas

42:45

camadas? as suas crenças

42:48

que filtram o que você consegue enxergar

42:51

como possível.

42:54

>> [suspirando]

42:55

>> as suas emoções que definem o que você

42:58

emana pro jogo 24 horas por dia.

43:03

A sua comunicação,

43:05

essas palavras que plantam sementes a

43:07

cada frase que você diz e por fim as

43:11

suas ações

43:13

que ou confirmam a sua fé ou confirmam o

43:17

seu medo.

43:19

Percebe? Acia

43:23

estado natural. O suprimento já está

43:26

aberto.

43:28

O desenho divino já existe desenhado

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para você. Você não precisa conquistar

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nada disso. Você precisa apenas parar de

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resistir a isso.

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É como a autora mostrou em cada história

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daquele livro, o milagre nunca veio de

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fora. Ele veio quando a pessoa desfez

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por dentro o que estava bloqueando por

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fora.

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Só que aí entra o desafio honesto.

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Crença, emoção, palavras, ações

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não se reprogramam só assistindo um

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vídeo como esse.

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Você pode sair daqui mega inspirado,

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eu espero que saia, mas inspiração sem

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prática vira só uma memória boa.

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Sementes se plantam todos os dias e foi

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exatamente por isso que eu criei o CAF.

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CAF, que que é? É o clube da alta

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frequência.

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Todo dia você ouve um áudio que trabalha

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exatamente essas quatro camadas,

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enquanto o seu subconsciente é

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reprogramado. Toda semana você recebe

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atividade de ativação prática e todo dia

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acessa o nosso grupo de membros no

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WhatsApp com pessoas que plantam as

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mesmas sementes que você,

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olhando pra mesma direção. A cada mês

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nós reprogramamos uma área importante da

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vida: dinheiro, relacionamentos,

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medo, emoções,

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autoestima,

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crenças limitantes,

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mudança de hábitos e assim por diante.

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Todos temas essenciais para que você

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reprograme a sua vibração pessoal,

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aquilo que você tá emitindo, emanando

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pro mundo.

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E finalmente pare de viver problemas que

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se repetem, entrando num fluxo

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finalmente de criação consciente, leve,

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divertida.

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Como eu disse, o CAF é um clube.

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Então, no grupo do WhatsApp, você vai

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diariamente construir novas conexões com

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pessoas que têm os mesmos objetivos que

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você. Eu vou deixar o link aqui na

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descrição. E antes de encerrar o vídeo,

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eu gostaria de pedir para que você deixe

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seu like,

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seu comentário e se inscreva no nosso

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canal para receber todas as nossas

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notificações de vídeos novos.

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Deixo aqui para você meu abraço fraterno

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de sempre, esperando ver você no próximo

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vídeo. Até lá. Yeah.

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